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sábado, 15 de agosto de 2015

Museu do Piauí, Brasil, terá projeto regional com músicos piauienses

O Museu do Piauí pode ganhar uma versão regional do projeto “Música no Museu”,  trouxe à Teresina a música instrumental de Fernanda Canaud e Marco de Pinna. A declaração partiu do secretário Estadual de Cultura, Fábio Novo, falou da ideia de aproveitar o potencial da Escola de Música e levar apresentações de artistas piauienses para dentro do Museu.



“O nosso foco é atingir os alunos das escolas públicas, para que eles tenham acesso a esses eventos. A ideia também é que as pessoas visitem o museu e escutem uma boa música”, afirma Fábio Novo. O projeto Música no Museu apresenta a maior série de música clássica do Brasil e, em Teresina, abriu as comemorações do aniversário da cidade, que completa 163 anos no próximo domingo.





A apresentação da dupla Fernanda Canaud e Marco de Pinna tem como tema “Os imortais da música brasileira” e inclui no repertório clássicos de músicos consagrados, como Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha, Radamés Gnattali e Jacob do Bandolin O público, na maioria estudantes das escolas públicas da capital, prestigiou o projeto que já contabiliza mais de 500 concertos por ano.


“Esse projeto dá ênfase à nossa cultura e aos ritmos brasileiros que estão esquecidos, como o choro, o baião, o frevo e o tango brasileiro. É gratificante estar aqui em Teresina e mostrar para esses jovens desde cedo a nossa cultura”, declara o compositor, professor, arranjador e instrumentista, Marco de Pinna. 


Iniciado em 1997, o Música no Museu já envolveu uma média de 2.500 músicos e cerca de 650 mil espectadores. O projeto já esteve em Teresina em 2011 e, segundo o coordenador, Sérgio da Costa e Silva, o sucesso da primeira apresentação os motivou a solicitar a volta este ano.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti 
http://www.portalaz.com.br/noticia/arte_e_cultura/345926_museu_do_piaui_tera_projeto_regional_com_musicos_piauienses.html

Museu do Holocausto de Curitiba, Parana, Brasil

Ao iniciar o julgamento de Adolf Eichmann (preso em Jerusalém, em 1961), o procurador do Estado de Israel Guideon Hansner declarou: “Estou aqui hoje para falar em nome de seis milhões de judeus que não podem mais se manifestar”. A inauguração do primeiro Museu do Holocausto no Brasil representa uma sensação equivalente, ao ceder a palavra e contar histórias dos que pereceram e dos que sobreviveram ao genocídio.




Histórias que não podem ser esquecidas e que devem ser transmitidas às próximas gerações. Foi com esse objetivo que nasceu o Museu do Holocausto de Curitiba. Inaugurado oficialmente em novembro de 2011, recebe semanalmente cerca de 700 pessoas, entre adultos e alunos de escolas públicas e particulares, num espaço de 400 m².



Com uma vocação educativa e linha pedagógica bem definida, mostra os acontecimentos da guerra através de histórias de vítimas que possuem ligação com Brasil ou Paraná. Trata-se de uma ferramenta contra a desumanização nazista, humanizando as vítimas e ressaltando a “vida”.



Também destaca a luta contra a intolerância, o ódio, a discriminação, o racismo e o bullying, tão relevante nos dias de hoje e fundamental para que o interesse pelas visitas fosse disseminado.



O Museu do Holocausto em Curitiba não cumpriria sua missão se não promovesse uma discussão abrangente sobre o preconceito e a violência ao longo dos séculos XX e XXI. Simon Wiesenthal dizia que os sobreviventes devem ser como sismógrafos para detectar essas ameaças. Nós também podemos funcionar como sismógrafos, desde que conheçamos nossa própria história. Essa é uma das mensagens que o Museu deixa ao público curitibano, paranaense e brasileiro: que a humanidade aprenda a conviver melhor e a respeitar as diferenças de cor, fé, etnia ou posições políticas.


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O Museu possui imenso cuidado técnico com as histórias e os objetos que chegam ao acervo. Temos um departamento museológico que recebe, cataloga e acondiciona todos eles em material importado específico, garantindo que outras gerações terão acesso.

Disponibilizamos as histórias pessoais e a pesquisa do acervo em computadores dentro do Museu, exposições itinerantes e materiais pedagógicos.
O que doar

Documentos relativos a imigração (original ou cópia);
Objetos relacionados ao tema que passaram pelo período do Holocausto (original ou cópia);
Fotos antes, durante e depois da Guerra na Europa e no Paraná (cópia digitalizada em alta resolução);
Depoimentos em vídeo (cópia digitalizada em alta resolução);
Livros e filmes originais relacionados ao Holocausto;
Homenagens e comemorações, incluindo medalhas, placas, etc.;
Documentos sonoros, iconográficos e cartográficos (original ou cópia).

Em caso de dúvida, não jogue fora. Consulte-nos.




fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.museudoholocausto.org.br/o-museu/

Luca Cambiaso revela uma das mais interessantes pesquisas pessoais de toda a tradi- ção do desenho ocidental. -- Luca Cambiaso developed one of the most interesting personal studies in the entire tradition of Western drawing.

Conhecido essencialmente pelos seus desenhos «cubistas» e pelo seu modo de esquematizar a figura humana, reduzindo as formas às linhas essenciais, Luca Cambiaso revela uma das mais interessantes pesquisas pessoais de toda a tradi- ção do desenho ocidental. 



Nascido em Moneglia, pequena localidade a sul de Génova, era filho do pintor Giovanni Cambiaso, do qual recebeu formação como pintor e escultor e com quem trabalhou ao longo de grande parte da sua carreira, envolvendo-se na decoração de diversos palácios e igrejas, por encomenda das poderosas famílias patrícias da dinâmica república de Génova. 

A arte de Perino del Vaga, que trabalhou algum tempo em Génova, a dos artistas lombardos e venezianos seus contemporâneos, bem como as de Miguel Ângelo e Rafael, com as quais contactou durante uma deslocação a Roma, influenciaram a fase inicial da sua obra. Na juventude, começou por desenhar elegantes figuras de um gigantismo miguelangelesco, em traços curvilíneos e caprichosos, acentuando os relevos da musculatura ou os efeitos de claro-escuro, como se vê em alguns dos desenhos desta exposição, particularmente no Profeta ou Evangelista sentado sobre nuvens.

Os estudos gráficos ocupavam um papel fundamental no processo criativo de Luca Cambiaso, que registava e laborava continuamente as suas ideias, dando origem a uma abundante produção, bastante coerente nos temas religiosos e mitológicos. Trabalhando essencialmente à pena, à qual juntava aguadas para a obtenção de efeitos de claro-escuro, os seus desenhos dos primeiros anos revelam uma escrita caprichosa e elegante e, já, a sua curiosidade pelas linhas essenciais da construção das figuras. 

A partir de década de 1550-1560, o seu trabalho modifica-se, entrando numa fase de procura mais pessoal: estuda a relação das figuras entre si e com o espaço, tendendo, a partir de então, para uma maior definição geometrizante da figura humana, abordada em linhas essenciais e angulosas. 

O período seguinte, de 1568 a 1580, corresponde ao apogeu do seu talento: as pesquisas orientam-se para uma extrema simplificação geométrica das formas, que evoluem de forma extraordinária para cubos ou paralelepípedos no caso das diversas partes da figura humana, articulando por este processo os grupos de figuras. Desta fase encontramos nesta sala duas excelentes folhas: Cristo pregado na Cruz, da coleção da Faculdade de Belas-Artes do Porto, e Três cenas da «História do Fabrico do Pão», com o brasão da família Imperiale, da coleção do mnaa.

O convite de Filipe II de Espanha, em 1583, para trabalhar em Madrid e no Escorial (onde realiza o fresco do Paraíso), ainda que breve, pois Luca Cambiaso morreria escassos dois anos depois, acabou por contribuir para a notoriedade do artista e para a projeção da sua obra. O caráter fortemente inovador dos seus trabalhos gráficos teve larga expressão em numerosos continuadores e influenciou mais do que uma geração, numa constelação de situações por vezes difíceis de identificar, mas bem coesas nas características reveladas. 

Muitos são os que trabalharam na sua esfera de influência, como o discípulo Giovanni Battista Paggi (Génova, 1554- -1627), que encontramos nesta exposição num expressivo e enérgico estudo para um Apedrejamento de Santo Estêvão, realizado cerca de 1604 para a igreja de Santo Ambrósio, de Génova, cuja folha ostenta uma inscrição atribuindo-o ao mestre Cambiaso (tornando-o assim mais valioso para os colecionadores que procuravam avidamente os seus trabalhos). 

O considerável grupo de trabalhos do autor que encontramos em coleções portuguesas, cujos núcleos mais significativos são os das coleções do Museu Nacional de Arte Antiga e da Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, aqui expostos, confirma a fama de Luca Cambiaso.


--in
Known primarily for his “cubist” drawings and for the way he sketched the human figure, reducing forms to their essential lines, Luca Cambiaso developed one of the most interesting personal studies in the entire tradition of Western drawing. Born in Moneglia, a small town south of Genoa, he was the son of painter Giovanni Cambiaso, who trained him as a painter and sculptor and with whom he worked throughout much of his career. He was involved in the decoration of various palaces and churches, commissioned by the powerful patrician families of the dynamic Republic of Genoa. The early phase of his work was influenced by the art of Perino del Vaga, who worked in Genoa for some time, by the art of contemporary Lombard and Venetian artists, as well as the works of Michelangelo and Raphael, which he contacted during a visit to Rome. In his youth, he began by drawing elegant figures of Michelangelesque gigantism in curvilinear and whimsical strokes, accentuating muscle relief or the effects of chiaroscuro as can be seen in some of the drawings in this exhibition, particularly in the Prophet or Evangelist seated on clouds.

Graphic studies played a key role in Luca Cambiaso’s creative process; he recorded and continuously worked on his ideas, leading to copious drawings which addressed fairly consistent religious and mythological themes. He worked primarily with a quill, which he used with washes to obtain chiaroscuro effects. The drawings from his early years demonstrate a whimsical and elegant style and his curiosity about the essential lines of the construction of figures. After the 1550-1560 decade, his work changed as he entered a more personal research phase, studying the relationship of figures between each other and with space. This lead him, thereafter, towards a more geometrical definition of the human figure expressed in essential and angular lines. The following period, from 1568 to 1580, corresponds to the peak of his talent. His studies were moving towards extreme geometric simplification of forms which evolved in an extraordinary way into cubes, or parallelepiped in the case of the various parts of the human figure. He used this process to articulate groups of figures. We find two excellent examples from this phase in this room: Christ nailed to the cross, from the Porto Faculty of Fine Arts collection, and Three scenes from the “Story of the Baking of Bread” with the Imperiale Family coat of arms, from the mnaa collection.

The invitation from Philip II of Spain in 1583 to work in Madrid and the Escorial (where he produced the Paradise fresco) contributed to the artist’s notoriety and the prominence of his work, albeit briefly since Luca Cambiaso died barely two years later. The highly innovative nature of his graphic work was widely adopted by numerous followers and influenced more than a generation in a constellation of situations that are sometimes difficult to identify yet quite cohesive in the characteristics they display. Among the many who worked in his sphere of influence is his disciple, Giovanni Battista Paggi (Genoa, 1554-1627), whose expressive and energetic study for the Stoning of Saint Stephen forms part of this exhibition. This work on paper was executed around 1604 for the Saint Ambrose church in Genoa and it bears an inscription attributing it to the master Cambiaso (thus making it more valuable to collectors who eagerly sought his work). Luca Cambiaso’s reputation is confirmed by the substantial number of the artist’s works found in Portuguese collections, of which the most significant nucleus are in the Museu Nacional de Arte Antiga and the University of Porto Faculty of Fine Arts collections.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.museudearteantiga.pt/

Musée du Batha à Fès

Le musée fut à l'origine un palais d'audience et une résidence estivale construite à la fin du XIX ème siècle par le Sultan Moulay Hasssan 1 er . La bâtisse fut complétée et embellie par son successeur Moulay Abdel Aziz. Les bâtiments ne sont donc pas très anciens mais les proportions et des arcades, des galeries, des cours et du jardin sont d'une très belle harmonie.








Ce palais fut donc érigé en un musée « Des Arts et Traditions populaires » dès 1915 par la volonté du gouvernement Chérifien et du Protectorat français.

L'exposition permanente :

Actuellement le musée présente une nouvelle exposition permanente intitulée « Arts et traditions de vivre de Fès et de ses régions » .

Cette nouvelle conception de l'exposition permanente du Musée renvoie à un ensemble de facteurs historiques et socioculturels qui ont marqué la ville de Fès et sa région le long de son histoire. Elle présente à travers une sélection judicieuse d'objets, l'art de vivre à la fois chaleureux et délicat, les métiers et traditions qui se sont développées au fil des siècles dans des espaces publics et privés aussi bien dans la ville qu'à la compagne.

L'exposition permanente met en scène des thèmes variés de la vie quotidienne citadine et rurale.

1. Les appartements d'honneur de l'Aile Ouest sont réservés aux aspects prépondérants de la vie quotidienne citadine.
a. Salle 1 réservée aux aspects de la vie religieuse et scientifique : des corans et livres de prière, des calligraphies enluminées, des reliures, des astrolabes et autres collections, démontrent que Fès n'a pas usé d'être depuis sa fondation, la demeure du Fikh, de la science et de la piété.
b. Les trois sections de la grande salle d'honneur Ouest (salles 2, 3 et 4) proposent à travers plus de cent objets (broderie, costumes et parures féminines, bijoux, instruments du musique, bois d'ameublement .) les différents aspects de l'art de vivre citadin de Fès. Ces objets évoqueront le degré de raffinement atteint par les habitants de cette ville.
c. Les salles 5 et 6 développent les arts du métal, et font ressortir à travers un répertoire diversifié de formes d'inspiration orientale et andalouse, des traditions ancestrales d'éclairage, culinaires, religieuses ou encore en matière de cavalerie.


 

2. Les salles 6, 7 et 8 de l'Aile Ouest mettent en valeur les arts ruraux des populations proches de Fès. Les collections retenues pour ce deuxième volet de l'exposition, évoqueront les principaux modes de vie des communautés du Pré-Rif et du Moyen Atlas, ou encore certaines traditions vestimentaires et de parures féminines, ou encore le tissage des tapis.

3. Les salles d'honneur de l'Aile Est , mettent en évidence à travers quelques 150 pièces de céramiques et poteries, les spécificités d'une des traditions les plus anciennes de la ville de Fès et des campagnes avoisinantes.
a. Les salles 1, 2, 3 et 4 évoquent les trois volets de la céramique émaillée de Fès (céramique verte monochrome (le vert de Tmgroute), céramiques bleue monochrome (le bleu de Fès) et céramiques polychromes en salle 3 et 4).
b. La salle 5 est réservée à un répertoire non moins riche et séduisant de poteries rudes confectionnées autre fois surtout par les femmes des Tsoul, Sless, Beni Zeroual, Mezguelda, Hayayna et autres.







Ksar El Batha
Fès – Ville
Tél : (+212) 555-63-41-16


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.minculture.gov.ma/fr/index.php?option=com_content&view=article&id=95&Itemid=133&lang=fr