quarta-feira, 19 de agosto de 2015

ACCESSIBILITY -- The Stedelijk Museum was founded in 1874 by a group of private citizens in Amsterdam, led by C.P. van Eeghen, who donated funds and their art collections to establish a museum in the capital of the Netherlands that would be devoted to modern art.

The collection, housed at first at the Rijksmuseum, was moved in 1895 into the Museum’s own building, designed by A.W. Weissman.


For its first decades, the Stedelijk maintained a diverse collection, which included works of contemporary Dutch and French masters but also period rooms and even the banners of citizens’ militias. Beginning around 1920, however, the collection was culled and the focus concentrated more rigorously on modern and contemporary art, including pioneering collections and exhibitions of design and photography.

Already known to visitors from around the world because of its paintings by Vincent van Gogh (many of them later transferred to the Van Gogh Museum upon its creation), the Stedelijk began its rise to international prominence after 1945, when curator and designer Willem Sandberg became the Director. In addition to expanding the collection and working directly with many artists, Sandberg initiated an ambitious and far­sighted exhibition program that put the Stedelijk at the forefront of contemporary art institutions—a program that continued under Edy de Wilde (Director 1963– 1985), Wim Beeren (1985–1993), Rudi Fuchs (1993–2003) and Gijs van Tuyl (2005–2009) and that contributed greatly to the development of the Stedelijk’s collection.- 
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ACCESSIBILITY

To make everyone feel at home at the Stedelijk, we have facilities including lifts and handicapped toilets for users of wheelchairs and mobility scooters. Our staff at the museum entrance can offer assistance if you are a wheelchair user and need help to reach the exhibition galleries. When you’re ready to leave, just speak to one of our staff, they’ll give you any help you need.


Registered service dogs are allowed in the museum

Designer Barbara Alink (left) and Ambassador Dynie Schuurman (right)


Stedelijk Museum offers guided tours tailored with special themes


St edelijk Museum has designed ‘Unforgettable Stedelijk’, a program for people with Alzheimer’s


The Alinker 


Visitors are also welcome to borrow folding chairs while visiting the museum


Care-givers have free admission to the museum on presentation of a care-giver

pass

Registered service dogs are allowed in the museum


Designer Barbara Alink (left) and Ambassador Dynie Schuurman (right)

Stedelijk Museum offers guided tours tailored with special themes
SPECIAL FACILITIES FOR VISITORS WITH MOBILITY ISSUES:

MOBILITY SCOOTERS 
The museum allows foldable and standard mobility scooters for use on the premises. 

WHEELCHAIRS
The museum has four wheelchairs for visitor use.
To book a wheelchair, please contact us on: (+31)(0)20 5732 911 or at reserveringen@stedelijk.nl (Mo-Fri 9am - 5pm, Sa-Sun: 10am - 11.30am).

We provide Alinkers for visitors who are less mobile. The Alinker is a specially designed non-motorized mobility vehicle that looks a little like a bicycle. It is a safe and secure way for visitors to explore the museum. In August 2014 we will evaluate the use of the Alinker in the museum and decide whether this facility will be offered structurally to our visitors who are less mobile.
To book an Alinker, please contact us on: (+31) (0) 20 5732 911 or at reserveringen@stedelijk.nl (Mo-Fri 9am - 5pm, Sa-Sun: 10am - 11.30am).



FOLDING CHAIRS
Visitors are also welcome to borrow folding chairs while visiting the museum. The seats are lightweight, stable and foldable and the height allows you to stand up easily. The museum has twenty chairs for visitors to use. If you would like to borrow a folding chair, please contact the Information Desk.

CARE-GIVERS 
Care-givers have free admission to the museum on presentation of a care-giver pass. 

SERVICE DOGS
With the exception of a registered service dog, visitors may not bring domestic pets into to the museum.

AUDIO SYSTEM
Guided tours are have been made accessible for people with a hearing impairment with the use of a Group Tour System. This audio system allows a guide to communicate with his group through a transmitter and a microphone; visitors carry a headphone and a receiver. This way the guide can be heard clearly by the hearing-impaired visitor. Would you like to participate in a guided tour and make use of the GTS-system? Please contact the Education Department at least a week before your visit by email at educatie@stedelijk.nl or by phone: 020-5732 741 (Tues-Fri. 9 a.m. – 17 p.m.).

BESPOKE GUIDED TOURS 
If you’d like to take a guided tour but because of health reasons are unable to participate in our standard tours, get in touch with our Education Department. We understand that some of our visitors need more time, space or assistance during their visit, and are happy to arrange a guided tour that takes your specific needs into account. Contact an Education Specialist at educatie@stedelijk.nl or by phoning: 020-5732 741 (Tues-Fri. 9 a.m.-17 p.m.).

ALZHEIMER PROGRAM 'UNFORGETTABLE STEDELIJK' (registration required)
The Stedelijk Museum has designed ‘Unforgettable Stedelijk’, a program for people with Alzheimer’s and other forms of dementia, and their care-givers. Look at, talk about, and enjoy art together. This special program offers a nurturing, relaxed environment to view presentations of work in our collection, share experiences and thoughts, and be inspired by creative assignments. ‘Unforgettable Stedelijk’ takes place every first Monday of the month from 14.30 p.m. – 16.00 p.m. You need to register for this activity either by emailing educatie@stedelijk.nl or by phoning the Education Department on 020-5732 741 (Tues-Fri. 9 a.m.-17 p.m.). Please register no later than 9.00 a.m. on the Friday before the start of the next session.





fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.stedelijk.nl/en/about-the-stedelijk/history#sthash.vUeBwoHs.dpuf

Museu Histórico Emílio da Silva, recebe exposição sobre as fortalezas de Santa Catarina, Brasil

A Exposição “Sistema Defensivo da Ilha de Santa Catarina” foi aberta no dia 7 de agosto e segue até o dia 27 de setembro no Museu Histórico Emílio da Silva, em Jaraguá do Sul. A mostra é composta de fotografias e maquetes das fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim, Santo Antônio de Ratones e São José da Ponta Grossa, réplicas de canhão e trajes militares e civis do século XVIII, além de sete painéis informativos com textos, mapas e imagens sobre o tema.






A exposição, de caráter itinerante, é uma realização do Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina da Secretaria de Cultura da UFSC, instituição responsável pela gestão e manutenção das fortalezas mencionadas, e conta com o apoio do Museu Emílio da Silva e da Fundação Cultural de Jaraguá do Sul. Mais informações sobre as fortalezas mantidas pela UFSC estão disponíveis em www.fortalezas.ufsc.br. Para conhecer melhor as demais fortificações de Santa Catarina, do Brasil e de diversos outros países, acesse o Banco de Dados Internacional Sobre Fortificações, plataforma digital também desenvolvida na UFSC e disponível em www.fortalezas.org. O público tem acesso livre diariamente, inclusive aos sábados (9h às 12h) e domingos (16h às 19h).

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.jdv.com.br/noticia/3103/museu-recebe-exposicao-sobre-as-fortalezas-de-santa-catarina

Museu de História Natural reabre em Parque Zoobotânico de João Pessoa, Paraíba, Brasil

O Museu de História Natural João Aparecido Galdino, do Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), no bairro de Roger. No local, os visitantes poderão conhecer fósseis, esqueletos e cerca de 100 peças taxidermizadas. O prédio estava fechado para manutenção da sua estrutura, bem com para restauração de algumas peças. Nele, é possível conhecer também a lenda da Fonte do Tambiá e a origem do Parque.


No Museu do Parque zoobotânico de João Pessoa é possível conhecer fósseis, esqueletos, peças taxidermizadas e origem da Fonte do Tambiá e do parque 



O acesso ao museu é gratuito para estudantes de escolas e universidades públicas. Para os demais, é cobrada uma taxa de R$ 0,50 por pessoa, sendo isentos idosos e crianças até sete anos. O espaço recria ainda o habitat natural de cada espécie, de maneira que permite o visitante conhecer os hábitos de aves, répteis, mamíferos e crustáceos.

“Quem visitar o museu terá o privilégio de conhecer fósseis, pegadas, ovos, bem como apreender sobre as características de animais como aves de rapina, serpentes, lagartos, peixes e crustáceos, que na natureza são difíceis de ver. O espaço retrata biomas como da Mata Atlântica, Serrado, Floresta Amazônica, Caatinga e ambientes aquáticos, que proporcionam entender quais as funções de determinadas espécies no meio ambiente”, informou Jair Azevedo, diretor do Parque.


Algumas peças estão armazenadas à disposição da comunidade para exposições itinerantes e palestras, como forma de ampliar a ação educativa sobre o meio ambiente. O espaço conta com educadores ambientais que agendam e monitoram as visitas dos estudantes e funciona das 9h às 11h e das 14h às 16h de quinta a domingo.O Museu de História Natural foi criado no ano de 2013 em homenagem ao professor João Aparecido Galdino, que foi biólogo, taxidermista e principal responsável pela implantação da técnica de taxidermia na Bica.O local serve não só para a educação ambiental realizada com os visitantes, como para estudantes interessados na área de biologia.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2015/08/museu-de-historia-natural-reabre-em-parque-zoobotanico-de-joao-pessoa.html

O Museu Histórico Joaquim Caetano da Silva faz mais do que contar a história da população Tucujú, ele é parte integrante da história e é patrimônio material amapaense cheio de artefatos de fases e séculos diversos, é um verdadeiro tesouro histórico no coração do município de Macapá, no estado do Amapá, Brasil

Um patrimônio histórico esquecido pela história e pelas políticas do poder público


Criado com a finalidade de estudar e colecionar todo o conhecimento da terra amapaense e de sua população, o Museu Histórico Joaquim Caetano da Silva enfrentou o esquecimento de seus governantes, mudou várias vezes de endereço e jamais foi reconhecido como patrimônio histórico, apesar de seu imenso acervo arqueológico e histórico e ainda por seu atual belíssimo prédio, antigo prédio da Intendência, que também jamais foi tombado, mesmo sendo um prédio estilo neoclássico e ter sua construção datada do século XIX. O Museu é a verdadeira história amapaense esquecida no centro da cidade.



O significado de patrimônio histórico e cultural

Analisando historicamente a palavra “patrimônio”, esta adveio do grego e significa tudo aquilo que é deixado pelo pai e transmitido para seus filhos, com o decorrer dos tempos o significado se estendeu ao conjunto de bens materiais ou imateriais que relacionam uma identidade, cultura ou passado. O termo “patrimonium” em latim também tem significação semelhante, ao expressar que seria o que pertencia a uma pessoa.

Assim, pela análise histórica do termo patrimônio, conclui-se que seria a representação cultural, social e até econômica de um indivíduo, de um povo, de um grupo, com tamanha relevância para ser preservado e transmitido as futuras gerações, originando uma identidade, ou refúgio histórico deste.

É inegável que o patrimônio agrega valores, na verdade é o próprio valor, e é por este motivo que está cada dia mais explorado e cobiçado, fazendo com que se tenha início o chamado processo de patrimonizar as riquezas materiais e imateriais de cada povo, instituição, nação.

É lamentável constatar que Macapá vem caminhando na contramão deste processo de patrimonizar seus bens materiais e imateriais. Prova disso foram os inúmeros endereços que o Museu Histórico Joaquim Caetano da Silva (MHJCS) já teve e tudo por falta de empenho dos governantes locais.

Portanto, preservar o MHJCS impondo a ele o merecido título de patrimônio histórico cultural, nada mais é do que garantir o futuro das próximas gerações, que nascerão conhecendo pelo menos um pouco da história de lutas, conquistas e glórias que o povo amapaense adquiriu ao longo dos tempos.


A história do Museu Joaquim Caetano da Silva: um percurso

Inaugurado em 15 de novembro de 1895 para funcionar a antiga Intendência de Macapá, o imponente prédio com tendência neoclássica remete ao período histórico em que foi construído.

Sua estrutura é composta por um corredor central ladeado por salões de exposições, seu pé direito dista aproximadamente uns quatro metros de altura e seu piso é revestido de tábua corrida envernizado que impõe um tom todo de exclusividade, principalmente quando as tábuas rangem de acordo com os passos dados, que é engrandecido pelas janelas amplas, e o extenso porão com alvenaria em tijolo maciço.

O MHJCS herdou grande parte do acervo do local do Museu Territorial, como fotos e documentos, atribui-se a criação ao governador Janary Gentil Nunes em 25 de janeiro de 1948, que exarou no Decreto de criação seu real objetivo, que seria de “colecionar, estudar e divulgar tudo o que interessa ao conhecimento do homem e da terra amapaense”.

Portanto, falar no Museu Joaquim Caetano da Silva é contar a história do Amapá de maneira regional e apaixonada, pois o presente contrasta com o passado, exposto para apreciação pública em sua arquitetura única, e acervo exclusivo que permite viver um pouco da realidade do passado, no momento em que as pessoas fazem questão de fortalecer sempre o novo.

O Museu Histórico do Amapá e Joaquim Caetano da Silva

Mister, lembrar a figura daquele que cedeu o nome ao Museu, o gaúcho Joaquim Caetano da Silva, nasceu em 02 de setembro de 1810, na atual cidade de Jaguarão, Rio Grande do Sul. Aos 27 anos, em 1837, formou-se em Medicina pela Faculdade de Montpellier, na França. Quando retornou ao Brasil foi nomeado professor de Português, retórica e grego do Colégio Pedro II, do qual também foi reitor.

Por sua imensa contribuição historiográfica ao Estado do Amapá, é que o Governo do então Território do Amapá, em 1967, decidiu sabiamente renomear o então Museu Histórico do Amapá, que a partir desta data passou a ser denominado Museu Histórico do Amapá “Joaquim Caetano da Silva”, onde ficaram encarregados da guarda e conservação dos restos mortais do médico gaúcho.

A contribuição do museu para a sociedade amapaense

Frise-se novamente que até o ano de 2008 o museu tinha a função de resgate de sítios arqueológicos, porém com a criação da gerência de pesquisa em arqueologia a função ficou sob a competência do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA), mas ainda assim recebe acervos doados pela população, por esta razão é que o Museu mantém em exposição um acervo de valor inestimável.

O futuro de um povo é medido pela história que acumula ao longo dos tempos, assim sendo, um povo sem história é um povo sem futuro.

Seguindo essa linha de raciocínio é que muitos lugares no Brasil e no mundo também tem como principal fonte de captação de recursos o turismo, neste oferecem não apenas as visitações a prédios históricos e museus, mas também toda uma cultura imaterial como música, danças, culinária, artefatos regionais, cartões postais, camisetas, canetas, enfim, esses lugares que tem o turismo como principal fonte de renda estão cada dia mais próspero e sua população mais satisfeita, isso pelo fato de todos serem agraciados com as vantagens que a valorização e a preservação dos patrimônios materiais e imateriais trazem não apenas ao Estado, que se fortalece contando sua história e fazendo história, mas a população como um todo que além de conhecer cada vez mais seu Estado, começa a se envolver, vai criando laços e desenvolvendo ideias de progresso, de desenvolvimento.

Sybelle Lima Serrão

Manoel de J. C. Serrão

Professores do Centro de Ensino superior do Amapá-CEAP

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti 
http://www.jdia.com.br/portal/index.php/cultura/6032-um-patrimonio-historico-esquecido-pela-historia-e-pelas-politicas-do-poder-publico

À L’Isle-sur-la-Sorgue, les jolies poupées de Tantine

Elle s’appelle Huguette Jeanselme, mais elle vous le dira dès la première minute de la rencontre : « appelez-moi tantine ». A l’Isle-sur-la- Sorgue, cette merveilleuse dame de 89 ans à l’accent chantant est « Tantine » pour tout le monde. « Nous étions dans le commerce avec mon mari et mes nièces venaient souvent nous aider. Et comme elles m’appelaient tantine… », explique la directrice du musée du jouet et de la poupée ancienne. 



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Ce musée, c’est sa collection. Pendant plus de soixante ans, elle a collectionné les poupées anciennes, les jouets et les robes de baptême des années 1880 à 1920. « Pourquoi ? On me le demande souvent et je ne sais jamais trop quoi répondre… »



Aujourd’hui, elle a arrêté, faute de place. « Mais quand je reçois un catalogue, je me jette dessus et j’ai envie de tout acheter ». 


Depuis douze ans, elle est chaque jour ou presque derrière son comptoir, à accueillir les visiteurs. Mais elle n’y reste jamais longtemps. Son plaisir, c’est d’accompagner parents et enfants dans les différentes pièces du musée, et d’expliquer chaque détail de sa collection. « Je pensais que ce musée allait attirer les spécialistes et les collectionneurs, mais finalement ce sont les familles qui viennent le plus, et c’est tant mieux », explique la fondatrice du musée. « Nous avons aussi beaucoup d’étrangers, les Chinois notamment adorent les poupées anciennes ».


DIMANCHE PROCHAIN : le musée des Véhicules anciens de Savigny-lès-Beaune
Des jouets par milliers


« J’ai collectionné les jouets pendant soixante ans. Quand j’étais petite, mon père était chauffeur de maître et son employeur, qui n’avait pas d’enfant, nous a offert nos premiers jouets », se souvient Tantine…
Gosses de riches


Le jouet s’est démocratisé, mais ceux qui sont au musée de l’Isle-sur-la-Sorgue datent d’une époque où seules les familles fortunées pouvaient offrir de telles pièces à leurs enfants. D’ailleurs leurs cotes sont encore très soutenues pour les collectionneurs. 
À cause des garçons

Le musée a pensé aux garçons et une pièce entière est réservée aux autos miniatures, aux garages, au Meccano et autre nécessaire à bricolage d’un autre temps, comme un cirque miniature qui date de Roger Lanzac et son émission « la Piste aux étoiles ».
De belles mécaniques

Le musée compte plusieurs merveilles animées, comme ce manège délicat des années 50, véritable trésor finement décoré, dont chaque pièce et chaque élément tourne, monte et s’anime en musique.

« Je ne le fais pas marcher tous les jours, c’est assez fragile », explique Tantine. 
Miniatures

Certaines poupées datent de 1830, comme Pauline, faite en carton et en cire. « Franchement, celle-là, elle est vilaine », rigole Tantine… Mais d’autres sont des merveilles de poésie et de précision. « Certaines servaient à présenter des vêtements, elles étaient de vraies top models ! »

Thierry Meissirel


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.leprogres.fr/sortir/2015/08/16/a-l-isle-sur-la-sorgue-les-jolies-poupees-de-tantine