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sábado, 22 de agosto de 2015

Online Mineral Museum at AllMinerals / JohnBetts-FineMinerals

Since the inception of the original web site for John Betts-Fine Minerals over 33,800 mineral specimens were photographed, described, cataloged and sold. This is a virtual mineral museum of all of the sold mineral specimens that is updated annually. Hundreds of mineral species from thousands of mines and mineral localities can be found here. Many can be found nowhere else on the Internet. Allminerals.com and JohnBetts-FineMineral.com are two domains of the same company founded by John Betts. We are pleased to present this reference to mineral collectors, researchers and students.




The minerals can be searched by species, region, chemical group or locality. Additionally there are special galleries for themes such as pseudomorphs, fluorescent minerals, and for special localities of interest. All of the minerals in the museum sold. But links are provided to galleries of minerals for sale if you desire to purchase similar specimens or from similar localities.

I hope you find this Mineral Museum a valuable reference of mineral species photographs.

Search all 33,861 mineral specimens in the Mineral Museum
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Many collectors and mineral dealers have noticed the higher prices of minerals recently. It was a common discussion topic at the recent East Coast Gem & Mineral Show. There are many causes that have all combined to escalate mineral prices. Many blame greedy or inexperienced dealers, novice buyers overpaying at mineral auctions, the internet allowing diggers in foreign countries to know the value of their rocks on a worldwide market.

But there is one cause that nobody has noticed: The minerals are better.

When I view mineral collections, I can recognize when a collection was assembled based on the quality of minerals in the collection. In the 1950s localities often consisted of just the country name; in the 1960s collectors tolerated damage and missing crystals; after 1980 and the widespread distribution of Mineralogical Record magazine localities became more specific; after 1985 connoisseur entered mineral collecting with high standards established by Dave Wilbur; in 1995 microabrasive cleaners started to become standard tools in prepping and trimming minerals; in 2000 trimming became more like sculpture in creating pleasing shapes; in 2010 restoration started to appear with missing terminations being completed with colored resins. This latter development is not necessarily a good thing.

But the minerals have gotten better as a result.

And the diggers in foreign countries have learned they can realize higher prices for their minerals if their locality information is accurate and if the take care during extraction and shipment to prevent damage. No longer do we see huge Chinese stibnite crystals with terribly chipped edges -- now they are individually wrapped and protected.

Not surprisingly the gem market still throws all of their rough crystals into plastic bags where the edges of the crystals become abraded. They do not care about the crystal condition because they only value the crystals for their cutting potential to make faceted gemstones.

As collectors, when we complain about prices, we should recognize we are comparing apples to oranges. The mineral specimens we paid $20 for 25 years ago were nicked, chipped and dinged. The comparable specimens today may sell for $500 are NOT ACTUALLY COMPARABLE -- they are much better quality. (If they are not better quality, then you are paying too much.)

John H. Betts, 8/18/2015


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.johnbetts-fineminerals.com/
http://www.johnbetts-fineminerals.com/jhbnyc/mineralmuseum/home.htm

Museus italianos mudam de direção e Sete especialistas estrangeiros (três alemães, dois austríacos, um britânico e um francês).

Sete especialistas, dirigirão alguns dos principais museus da Itália, escolhidos junto com outros 13 italianos pelo Ministério de Bens Culturais após um longo processo de seleção.

Eike Schmidt

No total, 20 museus italianos terão mudança na direção. Foram escolhidos dez homens e dez mulheres, especialistas em história da arte, arqueologia e gestão cultural - com uma média de idade de 50 anos, informou o Ministério em comunicado nesta terça-feira.

A mudança mais chamativa foi na Galeria dos Uffizi de Florença, que será dirigida pelo alemão Eike Schmidt, de 47 anos, especialista em arte florentina, em substituição ao italiano Antonio Natali.

"Com estas 20 nomeações de grande envergadura científica internacional, o sistema de museus italianos vira uma página e recupera um atraso de décadas", ressaltou hoje o ministro de Bens Culturais, Dario Franceschini.

Os novos diretores foram escolhidos através de um processo de seleção pública, avaliados e entrevistados por uma comissão de especialistas.

Também estará em mãos alemãs outra grande joia cultural de Florença, a Galeria da Academia, onde está a escultura de David, de Michelangelo, e que será dirigida por Cecilia Hollberg, de 48 anos, historiadora da arte e gerente cultural.

O novo responsável do Parque Arqueológico de Paestum, em Nápoles, é também alemão, Gabriel Zuchtriegel, de 34 anos.

O museu de Capodimonte, em Nápoles, será dirigido pelo filósofo francês e especialista em história da arte Sylvain Bellenger, e a Pinacoteca de Brera, em Milão, pelo arquiteto e museólogo James Bradburne, nascido no Canadá, mas de nacionalidade britânica.

Dois austríacos, o historiador e filólogo Peter Aufreiter e o historiador de arte Peter Assman serão os diretores da Galeria Nacional das Marcas, em Urbino; e do Palácio Ducal de Mantua, respectivamente.

Nas mãos de mulheres italianas ficam três museus de Roma: a Galeria Borghese, a Galeria Nacional de Arte Moderna e a Galeria Nacional de Arte Antígua, que serão dirigidas, respectivamente, pelas historiadoras de arte Anna Coliva, Cristiana Collu e Flaminia Gennari Santori.

Outra mulher, a historiadora Paola Marini, será responsável pela Galeria da Academia de Veneza, e a ela se somam as especialistas em arte Martina Bagnoli, como diretora da Galeria Estense de Modena, e Paola D'Agostino no Museu Nacional do Bargello, em Florença.

Também serão dirigidos por mulheres o Museu Arqueológico Nacional de Taranto (com a arqueóloga Eva Degl'Innocenti) e os palácios reais de Gênova (com a historiadora Serena Bertolucci) e de Turim (com Enrica Pagella).

Homens italianos dirigirão o Palácio Real de Caserta (Mauro Felicori), a Galeria Nacional de Úmbria (o historiador e filósofo Marco Pierini) e os museus nacionais de Nápoles (o arqueólogo Paolo Giulierini) e Calábria (o arqueólogo e arquiteto Carmelo Malacrino).


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.corriere.it/cronache/15_agosto_18/dagli-uffizi-brera-tanti-direttori-stranieri-musei-italiani-58e84ea2-4592-11e5-a532-fb287b18ec46.shtml?refresh_ce-cp

Os museus como sedutores de plateias. Em entrevista exclusiva, o espanhol Ricard Huerta, da Universidade de Valência, elogia espaços brasileiros e defende que professores e jovens sejam ouvidos para aumentar as visitas.

O que os museus precisam mudar ou inovar para se tornarem espaços mais atraentes a estudantes, principalmente, é um tema constante nas preocupações do professor espanhol Ricard Huerta, da Universidade de Valência. “Devemos estar sempre atentos às mensagens que as pessoas mais jovens nos trazem. Os museus de ciência têm adaptado suas propostas às atividade interativas e isso tem repercutido com um maior alcance para as novas gerações”. Segundo ele, nos museus de arte, às vezes, a tendência é que se crie barreiras significativas entre as obras e o público. “Existem muitas propostas inovadoras que podem ser aplicar às diferentes realidades”.

Ricard Huerta - Foto: Centro de Investigaciones y Servicios Educativos (Cise) de España
Ricard Huerta – Foto: Centro de Investigaciones y Servicios Educativos (Cise) de España





Huerta está em São Paulo, onde participou do Seminário Educação em Museus: interpretação e imaginação, realizado pela Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura. No evento, foram discutidos temas como a relação de escolas com museus e centros culturais, e como eles se inserem neste mercado cultural que produz um tipo de ensino através de cursos, oficinas, exposições e atividades lúdicas. Ele se diz impressionado com os museus brasileiros: “O nível é muito bom, e não creio que seja positivo comparar com outras realidades, como a europeia ou estadunidense, porque aqui existe uma personalidade própria”.

“SE NEYMAR MARCA GOLS NO BARÇA, ENTÃO NEYMAR SE CARACTERIZA COMO PATRIMÔNIO CATALÃO OU BRASILEIRO? O PATRIMÔNIO É MIGRANTE, OS MUSEUS NOS AJUDAM A DETECTAR E DESFRUTAR DESSAS MIGRAÇÕES PATRIMONIAIS”

Doutor da Universidade de Valência, Diretor do Departamento de Didática de Expressão Musical e Plástica Corporal e Diretor do Instituto de Criatividade e Inovações Educativas, Huerta também discutiu a questão do patrimônio como essência dos museus, e como ele é migrante para difundir a cultura. Também falou do papel da mídia como propagadora do ensino. O ideal, disse ele, seria que os universitários e os professores pudessem rediscutir formas de ensino pela televisão para a população, propagando a educação para além dos muros acadêmicos.

Na entrevista a seguir, ele aponta caminhos para melhorar a frequência nos museus e o papel dos educadores nesse processo:

Brasileiros – Como é a sua relação com educação e museus?
Ricard Hueta – Minha paixão pelos museus vem de minhas experiências de infância. Quando eu era um menino de oito anos, estudei no Conservatório de Música de Valência. Ao lado do conservatório, encontrava-se o Museu Paleontológico (atualmente já não existe), que se encontrava num edifício histórico chamado o Almudín – o armazém da cidade da época medieval, uma construção do século XV. Essa experiência me fascinou, já que o museu estava cheio de pinturas medievais nas paredes, além da coleção de animais de todo o mundo, que tinha em seu centro um enorme esqueleto de dinossauro. Aquilo foi como entrar em um filme de Steven Spielberg. Mas era real! Eu aproveitava os descansos das aulas de música para ir para o museu. Desde então, tenho sido um grande fã e um frequentador fascinado por museus.

Há quanto tempo trabalha na área?
Desde que comecei a trabalhar como professor, 30 anos atrás, eu sempre levei minhas turmas aos museus. Há 15 anos, administro a Academia de Educação Artística e Gestão de Museus na universidade. E este ano abri “Museari, Museu de l’imaginari” um museu da qual sou diretor. Pode-se visitá-lo gratuitamente no site www.museari.com

Há uma visão preconceituosa ou alguma resistência em relação aos museus como ferramenta complementar na educação?
Alguns dos estudantes podem, no primeiro momento, não encontrar nos museus um lugar tão atraente para desenvolver mil histórias. Mas, depois das visitas e experiência, a maioria deseja aprender e conhecer mais sobre museus.


Seminário Educação em Museus: interpretação e imaginação, realizado pela Casa das Rosas – Foto: Divulgação

Os museus brasileiros ainda estão muito defasados em relação aos museus europeus? O que o senhor destacaria neste sentido?
Ainda conheço pouco sobre a realidade dos museus no Brasil. Li muitos trabalhos de Ana Mae Barbosa relacionados com as práticas educativas em museus. Contudo, apesar do pouco tempo que estou em São Paulo, pude comprovar que há uma poderosa engrenagem educacional que parte dos grupos de pesquisa de universidades, como as equipes educativas de museus que me fascinam: a Pinacoteca, o Museu de Arte Contemporânea (MAC) ou o Centro Cultural Correios. O nível é muito bom, e não creio que seja positivo comparar com outras realidades, como a europeia ou estadunidense, porque aqui existe uma personalidade própria.

Para o leigo, como o conceito de arte-educação poderia ser aplicado nas escolas e museus?
Se os professores tivessem uma hora por dia em todos os canais de televisão para explicar o que fazemos, todo o mundo saberia estas questões.

Em São Paulo, os dois museus que mais conseguiram atrair público exploraram muito recursos midiáticos, como o Museu da Língua Portuguesa e o Museu do Futebol. Como o senhor vê isso?
Os colegas daqui têm recomendado o Museu da Língua Portuguesa e quero realmente conhecê-lo. A interação é fundamental e é muito atraente para os jovens que estão acostumados a interagir com tecnologia. Na Espanha, o museu mais visitado é o Museu do Barça. No caso do futebol não há muito mérito, já que é um esporte que dispõe de muitas horas diárias de exibição televisiva, facilitando-se seu contato com o público.

Há uma ideia equivocada de que os museus são apenas espaços com objetos antigos, raros e pouco atrativos.
Acredito que devemos difundir a ideia do patrimônio como a essência dos museus, da cultura e da educação. Nós inventamos o conceito de “Patrimônios Migrantes”. Por exemplo, se Neymar marca gols no Barça, então Neymar se caracteriza como patrimônio catalão ou brasileiro? O patrimônio é migrante, os museus nos ajudam a detectar e desfrutar dessas migrações patrimoniais.

Como conciliar isso com ferramentas tecnológicas e outros recursos para atrair público?
Um abraço é muito mais emotivo do que mil twittes. Um beijo é uma recordação que deixa mais significado do que uma centena de curtidas no Facebook. A tecnologia é um meio, não um fim. A sensação de ver as Meninas, de Velasquez, ao vivo é mais rica do que vê-las numa tela.

O senhor fará uma palestra nesta segunda-feira cujo tema é “Educação em Museus: interpretação e imaginação”. Poderia nos explicar o sentido deste tema?
Minha palestra faz parte de um programa preparado pela Casa das Rosas no qual participará gente muito importante, como Ana Mae Barbosa, Rejane Coutinho, Lilian Amaral e outros colegas que admiro e aprecio. Minha palestra tratará sobre a capacidade dos mediadores para transmissão de experiências significativas. Eu confio nas pessoas e acredito na humanidade. Os educadores, tanto nas escolas como nos museus, merecem toda minha confiança. Trata-se de explorar novas estratégias para melhorar as propostas. Como pesquisadores universitários, somos obrigados a gerar essa inovação.

A formação do educador para museus, como deve ser feito?
Desde a universidade, unindo-se o potencial educativo com os modelos de gestão e especialização de cada museu. Em Valência optamos por preparar aulas com profissionais especializados, cuja experiência é comprovada em cada campo do saber.

Como aproximar professores dos museus? O que o senhor sugere? Está ai o segredo?
É uma das chaves. Evidenciar o professorado. Que se sintam à vontade nos museus. Que se sintam participantes de cada atividade. Que se crie sinergias entre os mediadores e professores. Se tivéssemos uma hora por dia em todos os canais de TV para explicar estas questões, tudo seria mais fácil. Estou cansado de reality shows, e do desrespeito com os usuários da televisão. Docentes devem reivindicar uma hora diária na televisão para explicar aquilo que fazem e que gostariam de fazer.

A inclusão dos museus como atividade escolar na grade curricular pode ser um caminho?
Nos lugares onde isso tem sido realizado, comprovou-se um resultado positivo. Mas insisto, se o currículo é um dos nossos instrumentos de atuação, também precisamos nos expressar nos meios de comunicação. Os alunos adorariam ver seus professores na televisão.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://brasileiros.com.br/2015/08/os-museus-como-sedutores-de-plateias/

The Poltava Museum of Local Lore named after Vasyl Krichevsky was founded in 1891 as a significant scientific and cultural center.

V. Dokuchaev – a prominent scientist and a professor donated over 4000 soil samples, nearly 500 samples of rocks and 862 herbarium sheets which lay the basis of the museum. Catherine Skarzhynska (1854-1932) – one of the patrons of art of the museum, gifted more than 20 thousand exhibits and a collection of scientific publications comprising of 4000 books. During 1894-1913 Paul Bobrowski gave several valuable collections of eastern antiquities to the museum.



The funds of the museum have a unique collection of antiques and folk art items not only of local origin, but of various parts of the world: Ancient Egypt, India, Japan, China and Indonesia. The real pride of the museum is the collection of Cossack antiquities, which still remind of the high spirit, liberty and independence of their previous owners. There are about 300 thousand exhibits in the museum. Among them – archaeological, numismatic, natural collections, samples of Poltava folk embroidery, weaving, carpet weaving, wood-carving, church things etc.

The building of the museum is, beyond a doubt, a masterpiece of architecture in the style of Ukrainian modern. It was built during 1903-1908. The project was made by an artist and an architect Vasyl Krichevsky, who combined traditional folk architecture, ancient Ukrainian ornaments, pavilion coverings, twisted columns, two-storied roofs, wood carving, pottery, majolica and folk decorative painting thus creating the basis of a new style – Ukrainian Modern.

A famous Ukrainian artist Mykola Samokish made decorative painting of the walls, and Sergey Vasylkivsky created three large canvases which became the part of the meeting hall: «Cossack Golota and Tatar», «The Milky Way of Romodan» and «The election of Colonel M. Pushkar».

The history of this building and of the museum is closely connected to the Poltava Zemstvo.

In 1891 three small rooms of the outbuilding, which was in the courtyard of the Zemstvo, were given to be the first premises of the museum. Not long afterwards the construction of a new building for the Zemstvo had begun. In 1920 it was completely given to the museum.

By 1941, the museum had a rather rich and large exposition: its funds comprised of 117 900 items. Fascist invaders almost destroyed the whole collection. The building of the museum sustained considerable damage in the fire. From under its ruins, ashes and dust only about 20 thousand exhibits were saved.

After the war, the exposition was restored, but for a long time it was located in an unsuitable building. Only in 1964 the reconstructed building of the museum was solemnly opened to the public. Unfortunately, the building could not be restored to its former beauty. The current reconstruction is being carried out in several stages and already has breathed a new life into this fine piece of architecture.

The Poltava Museum of Local Lore named after Vasyl Krichevsky takes part in a great number of international exhibitions in Germany, Italy, Bulgaria, Russia, India, Austria, Poland and many other countries. The institution is the winner of the Nationwide Museum Festivals «Museum of the Third Millennium» (Dnepropetrovsk, 2005, 2008), laureate of the Republic Prize of D. Yavornytsky for the best scientific and publishing activities.

In addition to the rich and diverse exposition of the museum there are interesting exhibitions, master-classes, clubs and amateur associations such as the salon «Music room», club «Poltava and Poltavites», «Literary Kaleidoscope», «Nature – our temple».

As a scientific institution the museum works in the sphere of natural and historical research. A strong team of researchers constantly work to publish the annual edition – «The Poltava Museum of Local Lore named after Vasyl Krichevsky: collection of scientific articles: little-known pages of history, museology, monument protection», and other scientific issues, such as «From the scientific heritage», «The memory of generations», «My famous countrymen» etc.

The museum is always waiting for you.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.pkm.poltava.ua/eng/

The National Museum of the Union (Romanian: Muzeul Național al Unirii) is a history and archaeology museum in Alba-Iulia, Romania.

The museum was inaugurated in 1888 upon the initiative of the Historical, Archaeological and Natural Sciences Society of the Lower Alba County, having the famous archaeologist Adalbert Cserni as headmaster.

Alba Iulia - Muzeul Unirii.jpg

In 1929, under the aegis of the ASTRA Association, it was organized as the Museum of the Union. Valuable artefacts further enriched the rich archaeological collections and a new collection of items belonging to the modern history of the Romanians was added. In 1938, under the lead of the historian Ion Berciu, the settlement came to be managed by the Romanian state under the new name of Alba Regional Museum.

In 1968, it underwent an ample reorganization, returning to its former name.

Buildings

The "Babylon" building is a historic monument built between 1851 and 1853, bearing influences of Romantic architecture. It was used as a residence pavilion for officers, and between 1967 and 1968, it was refurbished to become a museum.

The "Union Hall" (Sala Unirii) was built between 1898 and 1900. It is the building where The Great National Assembly voted the Union of Transylvania with Romania.

Both buildings of the museum are listed as historic monuments.


Collections

It is worth mentioning bronze deposits of Cugir, Ighiel, Zlatna and Vintu de Jos, as well as the pottery, the zoomorphic idols and the iron, bronze and stone tools, discovered in the fortified great settlement of Teleac. Especially interesting are the marble statuette depicting Liber Pater, the bronze collection, the glass collection, bone, horn and ivory objects as well as the monetary hoards from Alba Iulia, Tibru, Geomal, Șpring and Medves. These include the silver hoard from Lupu and the materials discovered in the Princely tomb of Cugir. The numismatic collection includes ancient, medieval and modern coins, plaques and coins.

The modern history collection contains documents, photographs, memorial objects from the Revolution of 1848 and the Union of the 1 December 1918 of Transylvania with Romania.

The museum owns goods listed in the Romanian National Cultural Heritage Treasure.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti colaboração: Gabriela Mangirov