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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Museu Goeldi, Belem, Para, Brasil, já digitalizou mais de 200 mil dados biológicos, que serão disponibilizados para o público no Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira

O Museu Goeldi é uma das instituições que mais contribui com o Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira – SiBBr. Até agora, o Goeldi já digitalizou mais de 200 mil dados e até o início de 2016 a meta é triplicar esse número. Em breve, esses dados estarão acessíveis tanto no Portal MPEG como no Sistema. O SiBBr é uma plataforma online lançada em 2014 pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).




O pesquisador Cleverson Santos, zoólogo e coordenador do projeto "Coleções Científicas Biológicas do Museu Paraense Emílio Goeldi: informatização e participação no Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira - SiBBr", explicou aos visitantes todas as etapas do processo. Cleverson coordena a ação de 32 bolsistas que tratam e organizam as informações taxonômicas das 18 coleções e 50 sub-coleções científicas biológicas do Goeldi.

No universo das coleções biológicas do Museu Goeldi, o acervo entomológico é um dos mais desafiadores pela quantidade, pois atualmente conserva cerca de 2 milhões de espécimes, um número que cresce em ritmo exponencial. Digitalizar os dados de Entomologia foi um ponto de interesse de todos os visitantes. “A coleção do IOC (Instituto Oswaldo Cruz) é centenária e tem milhões de exemplares. São materiais em ficha, etiquetas, livros tombo, então harmonizar essas diferentes realidades em um mesmo acervo e informatizá-las é um grande desafio”, diz Arion Túlio Aranda, curador substituto da Coleção de Simulídeos do IOC e representante da Fiocruz.



Da coleção científica para a web – A informatização do acervo entomológico do Museu Goeldi é feita individualmente, exemplar por exemplar. Os bolsistas do projeto manuseiam cuidadosamente o espécime, que pode medir milímetros, e fotografam as etiquetas, que contém informações da taxonomia e localização da coleta. A imagem e os dados são inseridas em um banco de dados e gerenciadas por um software livre e gratuito que reúne e ordena esse conteúdo, o Specify.

Todo o processo foi acompanhado de perto pelos visitantes institucionais na coleção entomológica do MPEG. Para a entomóloga Dra. Cátia Mello Patiu, observar a experiência de digitalização desenvolvida pelo Goeldi foi um bom caminho para iniciar um processo semelhante na coleção do Museu Nacional. “Vir até aqui e ter uma explicação de todo o processo com a aplicação prática de pessoas que conhecem o programa (Specify) foi uma maneira de me ajudar a pensar caminhos para que a digitalização do nosso acervo seja possível”, disse.

SiBBr – Além do sítio sobre coleções na página do MPEG, o destino final do conjunto desses conhecimentos digitalizados será o Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira – SiBBr. Plataforma online desenvolvida pelo MCTI em parceria com mais de 90 instituições científicas e outros órgãos nacionais e internacionais, entre eles o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), Ministério do Meio Ambiente (MMA), Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP), Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (MN) e WCMC-UNEP. A plataforma integra informações sobre a biodiversidade e ecossistemas brasileiros para o acesso público e gratuito.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.museu-goeldi.br/portal/content/informatizando-dados-sobre-biodiversidade

Grupo Doce de Flautas da UECE apresenta no Museu da Indústria, Fortaleza, Ceará, Brasil, repertório de música brasileira e da cultura gamer

O Grupo Doce de Flautas da Universidade Estadual do Ceará (UECE) fez apresentação em (8/8) de música brasileira e do imaginário da cultura gamer (temas de jogos, filmes e séries). 

O evento faz parte do Programa Música no Museu, do Museu da Indústria, e da programação do Viva o Centro Fortaleza.



Em formato leve e descontraído, o Grupo Doce de Flautas se expressa pelo repertório artístico diversificado, centralizado na família da flauta doce: sopranino, soprano, contralto, tenor e baixo. 

As atividades estimulam a sensibilização artística e a experiência de fazer musical coletivo por meio da performance, incentivam as trocas de saberes entre alunos e orientadora, tornando o trabalho de transmissão e recriação musical uma atividade prazerosa, sociabilizante, educativa e criadora.

Formado por alunos e professores dos cursos de licenciatura e bacharelado em Música da UECE, o Grupo Doce de Flautas traz ao público um vasto repertório. É um dos projetos mais atuantes na história do curso de Música da UECE. 

Fundado em 1981, funcionou como projeto de extensão e passou por diversas transformações e coordenações. Desde 2009, o grupo desenvolve um trabalho com regularidade de ensaios e permanência de integrantes, sob orientação da professora Luciana Gifoni. Desde 2010, o projeto conta com bolsas de iniciação artística da UECE, contemplando boa parte dos flautistas do grupo.

Programa Música no Museu

Música no Museu é um programa do Museu da Indústria para levar apresentações musicais em formatos diversos, sejam espetáculos didáticos, lúdicos, teatrais ou musicais. Já foram realizadas apresentações da Orquestra Sinfônica da UECE e do Grupo de Choro da UECE.

As atividades acontecem no âmbito do Convênio SESI UECE, firmado entre as duas instituições, em julho. A parceria prevê a criação da Orquestra de Formação UECE SESI e oferta de cursos de música para a comunidade.

Viva o Centro Fortaleza

O projeto tem como objetivo principal a valorização do Centro sob o aspecto cultural, promovendo uma melhor qualificação do uso e preservação dos espaços públicos e privados. O projeto realiza ações mensais, aos sábados, durante todo o dia, com programação articulada entre os espaços participantes. Cada um deles cria sua programação e se articula com as demais, de forma a estimular que o público visite o Centro e permaneça no local para participar de outras atividades. A programação é voltada a um público diversificado, como pessoas de menor acesso à cultura, usuários habituais do Centro, dentre outros.

A programação no Museu da Indústria inicia com café da manhã no Bistrô, o AMI Restaurantes e Depois, que também estará disponível para almoço. O espaço permanece aberto de 9h às 17h. Além da apresentação do Grupo Doce de Flautas, quem visitar o espaço pode conferir a exposição de longa duração "História da Industrialização do Ceará", um convite a fazer uma viagem no tempo e conhecer a rica e fascinante história da industrialização cearense que se inicia com o ciclo do couro e chega até os dias atuais. A exposição está disponível para visita gratuita de 9h às 17h.

Serviço
Apresentação do Grupo Doce de Flautas da UECE no Museu da Indústria - 
Local: Museu da Indústria (Rua Dr. João Moreira, 143 – Centro – Em frente ao Passeio Público)





fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,775388,Grupo_Doce_de_Flautas_da_UECE_apresenta_no_Museu_da_Industria_repertorio_de_musica_brasileira_e_da_cultura_gamer,775388,1.htm

The history of the development of a museum in the Moscow Kremlin covers almost three hundred years and involves periods of flourish and prosperous research activity as well as periods of stagnation.

The Kremlin and its cathedrals, churches, palaces witnessed several tragic events which had taken place during foreign invasions and civil coflicts. There was a time when the museum's staff had to assume the responsibility for the preservation and evacuation of the Kremlin precious collections — tsars' treasuries, historical artifacts and state relics — and they honourably performed their duties to their service and country.




After a difficult period of political perturbations overmhelmed the country in the early XXth century, by 1920s there has been formed a unique museum complex in Moscow Kremlin territory, which included the Armoury Chamber, the Assumption, Archangel's and Annunciation Cathedrals, the Church of Laying of Our Lady's Holy Robe, the Ivan the Great Bell-Tower Complex and the XVIIth-century Patriarch's Palace.




In the course of its centuries-old history the name of the museum and its administration have changed lots of times. Nevertheless the Kremlin remains one of the most beautiful and famous architectural ensembles of the world, included into the World Heritage list of UNESCO; its collection have always been of high historical and cultural value, carefully preserved and studied by the museun's team of researchers.






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The decree «On rules of the Management and Preservation of Antiques at the Armoury and Artisans' Chambers» was signed by Alexander I on 10th of March 1806. The project was initiated at the suggestion of Peter Valuev – the supervisor of the Kremlin Construction Expedition and the Kremlin Armoury and Artisans' Chambers. The decree has appeared to mark the beginning of the Kremlin museum's history, and to become the platform for the formation and development of the new Kremlin museum's structure and its activities.



The Kremlin royal depositories, storages and workshop were integrated into a museum, named the Armoury Chamber. The newly established museum was enriched with precious gifts — historical relics, ancient artifacts and artworks. In 1810 by order of the Emperor Alexander I the collection of the XVIIIth-century arms of the Russian emperors, known as the Saint-Petersburg Ryust-kamera, was transferred to the Armoury Chamber.




A new museum building for the Armoury collection was projected by the pupil of Matvei Kazakov — architect Ivan Egotov — and erected close to the Trinity gates in 1810. The construction works were interrupted with the outbreak of the war. From March, 1811, to June, 1812, the museum staff has been preparing the collection to be moved to the new building; and when the later inventory of the Armoury treasury has been carried out the Napoleon's troops entered the territory of Russia and hostilities broke out.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.kreml.ru/en-Us/museums-moscow-kremlin/

Le musée des Beaux-Arts dévoile ses merveilles

Hébé. Fille de Zeus et déesse de la jeunesse et de la beauté éternelle. A ses pieds l’aigle de jupiter qui voudrait lui faire renverser l’ambroisière. Cette sculpture monobloc en marbre de 1500 kg entreprise par François Rude en 1852 et achevée par Paul Cabet en 1857 est une commande de la ville de Dijon. Photo J. M.






La dame à sa toilette. Œuvre typique de la Renaissance, datant du milieu du XVI e siècle. Cette peinture à l’huile a sans doute été réalisée par un Français qui dresse le portrait d’une courtisane. Elle résume une époque dans ce qu’elle a de plus profond. Photo rouillje










À travers sept pièces du musée des Beaux-Arts de Dijon, partez à la découverte d’un lieu remarquable qui offre au visiteur une palette impressionnante d’œuvres.

C’est un écrin. Lumineux et enchanté. En pénétrant dans ces lieux, on s’engage dans une balade à travers les siècles, les époques et les styles.

Le musée des Beaux-Arts de Dijon, de par les trésors qu’il recèle sur les 3 500 m² accessibles au grand public, fait partie de ces endroits qu’il faut avoir arpentés au moins une fois. Au même titre que le Louvre, le musée des Beaux-Arts de Dijon est installé dans un palais. En l’occurrence, le palais des Ducs et des États de Bourgogne.

Le musée propose trois parcours différents au visiteur. D’une part, le parcours Moyen Âge et Renaissance, dans le palais des Ducs de Bourgogne (XIVe -XVe siècle) et la galerie Bellegarde (1614). Ensuite, le parcours XVIIe et XVIIIe siècle dans l’aile de l’école de dessin (1787), et enfin le parcours XIXe et XXe siècle dans l’aile du musée, avec notamment la donation Granville.

Historiquement, la première salle du musée est celle des statues. Elle a été inaugurée en 1787 et ouverte au public en 1799. Au plafond, on peut admirer une peinture de Pierre-Paul Prud’hon, passé par l’école de Rome, d’après le modèle de Pierre de Cortone au palais Barberini à Rome. La deuxième, ouverte en 1799, est le salon Condé, qui est à l’origine une galerie de batailles. En 1803, on ouvre la grande galerie ou galerie Bellegarde, et en 1827, c’est la salle des tombeaux qui devient visible par le grand public.
Un musée en pleine rénovation et évolution

Sans cesse en évolution, le musée des Beaux-Arts de Dijon va connaître une nouvelle transformation d’ici à la fin de l’année. En effet, après une première tranche de travaux opérée entre 2008 et 2013, et qui a vu la rénovation, notamment, de la galerie Bellegarde et de la cour de Bar, une deuxième tranche va être lancée à partir de 2016. Celle-ci s’étendra jusqu’en 2019. Ces nouveaux travaux de rénovation concerneront les salles et les collections du XVIIe au XXe siècle, soit les deux tiers du musée. Une entreprise colossale qui placera le musée des Beaux-Arts de Dijon dans le top 5 des musées français les plus importants.

Les travaux seront confiés aux ateliers Yves Lion, à Paris, en collaboration avec Eric Pallot, architecte des monuments historiques. Ils vont permettre de gagner près de 2 000 m² d’exposition, pour un total qui va avoisiner les 5 200 m².

Malgré tout, ce ne sont que 20 % des tableaux et autres sculptures qui sont montrés au grand public. Autant dire que le musée des Beaux-Arts de Dijon, fierté de toute une ville, n’a pas fini de révéler ses trésors cachés.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
http://www.lejsl.com/saone-et-loire/2015/08/20/le-musee-des-beaux-arts-devoile-ses-merveilles

Cri d’alarme du Musée Tussaud : la statue de cire de Nicki Minaj subit trop d’ou­trages sexuels

En mauvaise posture

Cri d’alarme du Musée Tussaud : la statue de cire de Nicki Minaj subit trop d’ou­trages sexuels


La statue de cire de Nicki Minaj au musée de Madame Tussauds de Las Vegas est au centre d’une drôle de polé­mique. Repré­sen­tant la chan­teuse à quatre pattes en mode booty­shake, elle ne cesse d’être tripo­tée de façon inap­pro­priée. Le musée vient de réagir.




Inau­gu­rée ce mois-ci au musée de cire de Madame Tussauds de Las Vegas, la statue de Nicki Minaj ne cesse de faire réagir. Le double (approxi­ma­tif) de l’in­ter­prète d’Anaconda s’ex­pose à quatre pattes, moulé dans un top et une culotte très TRES échan­crés. Pouvant inter­agir avec les statues, les visi­teurs n’ont pas tardé à se lâcher sur celle de la chan­teuse. Allant du bisou sur le popo­tin à la posi­tion sexuel­le­ment expli­cite, bon nombre de clichés centrés sur cette « attrac­tion » pullulent sur les réseaux sociaux.

Lassé par cette publi­cité de mauvais goût et les outrages chaque jours plus nombreux, le musée a publié un commu­niqué annonçant une garde renfor­cée autour de la sulfu­reuse réplique.

Dans un commu­niqué publié sur son compte Twit­ter, le musée déclare : « Nous avons été infor­més que des photo­gra­phies inap­pro­priées ont été prises. Il est regret­table que certains visi­teurs se comportent de la sorte. Nous prenons des mesures immé­diates pour que la sécu­rité autour de la zone soit renfor­cée et veillons à ce que la posture de la statue soit modi­fiée afin d’évi­ter que de telles situa­tions se repro­duisent. » Nicki Minaj – elle – semble très fière de son double de cire. Sur sa page Insta­gram, elle a posté une photo de la statue en décla­rant : « Je l’adore, il me tarde de la rencon­trer ». Elle n’était pas la seule visi­ble­ment…

fonte: @edisonmariottti #edisonmarioti http://www.voici.fr/news-people/actu-people/cri-d-alarme-du-musee-tussaud-la-statue-de-cire-de-nicki-minaj-subit-trop-d-outrages-sexuels-567710