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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

აქ თქვენ შეგხვდებათ უნიკალური ძველი ტრადიციების და თანამედროვე მდუღარე ცხოვრების შერწყმა, ქართველოში -- combinação única de tradições antigas e vida moderna na Georgia

5. ბეთანიის მონასტერი
ბეთანიის მონასტერი- ქართული ხუროთმოძღვრების ძეგლი, აგებულია XII-XIII საუკუნეების მიჯნაზე. მონასტერი მდებარეობს ნასოფლარ კვესეთთან, თბილისის დასავლეთ ნაწილში, დიდგორის რაიონში, მდინარე ვერეს ხეობაში, მის მარჯვენა მხარეს. აქ დასვენება თამარ მეფეს უყვარდა და ეს გასაკვირი არაა, რადგან მონასტერს განსაკუთრებული აურა აქვს. ბეთანიას ხშირად სტუმრობენ არა მხოლოდ ტურისტები და არქიტექტორები, არამედ ისინი ვინც იკონოგრაფიას აფასებს.





4. ჯვრის მონასტერი
ჯვრის მონასტერი- VI საუკუნის ტაძარი და მონასტერი, მდებარეობს მცხეთის აღმოსავლეთით, მდინარეების მტკვრისა და არაგვის შესართავთან, კლდოვანი მთის წვერზე. შეტანილია მსოფლიო კულტურული მემკვიდრეობის ძეგლთა სიაში. საქართველოში ერთ-ერთი ულამაზესი ადგილია, სადაც 2 მდინარე უერთდება ერთმანეთს. ულამაზესი მცხეთა ყოველთვის შთააგონებდა მწერლებს და პოეტებს რაიმე განსაკუთრებულის შესაქმნელად.





3. დავით-გარეჯის კომპლექსი
ალბათ საქართველოში არ არის ადამიანი, რომელიც ერთხელ მაინც არ იყო ამ კომპლექსში ნამყოფი. დავით-გარეჯი ფეოდალური ხანის საქართველოს ერთ-ერთი თვალსაჩინო რელიგიურ-კულტურული ცენტრი, სამონასტრო გამოქვაბულთა კომპლექსი. მდებარეობს საგარეჯოს მუნიციპალიტეტის ტერიტორიაზე, თბილისიდან სამხრეთ-აღმოსავლეთით 60-70 კმ-ში, გარეჯის სერზე. მიწიერი სილამაზე აქ ზეციურს ერწყმება და გასაოცარ შთაბეჭდილებას ქმნის.






2.უფლისციხე – კლდეში ნაკვეთი ქალაქია. ანტიკური ხანის კლდეში ნაკვეთი დარბაზები და ნაგებობები გამოირჩევა დიდი ზომებით, გეგმარების და არქიტექტურული ფორმების გეომეტრიული სიზუსტით, მორთულობის მაღალმხატვრული შესრულებით. ეს საქართველოში ერთ-ერთი გამორჩეული ადგილია,რომელიც ყველამ უნდა მოინახულოს.




1.მარტვილის კანიონი 
მარტვილი დასავლეთ საქართველოს ჩრდილო-აღმოსავლეთ ნაწილში მდებარეობს. კუთხის სილამაზე გაოცებულებს დაგტოვებთ. მდინარეთა ულამაზესი ხეობები ნაპირებზე შესანიშნავ რელიეფურ წარმონაქმნებს ქმნის.







fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://wenews.ga/?p=953

colaboração: 

Xatuna Xubua



--br
1.martvilis Canyon
Mártir na parte nordeste do Ocidente. Ângulo beleza licença espantado. Vales fluviais nas margens das belas formações cria um alívio maravilhoso.



2.uplistsikhe - cidade escavada na rocha. Salas de antiguidade rupestres e edifícios distinguem por seu grande tamanho, planejamento e formas arquitetônicas de precisão geométrica, decorações com alta performance artística. A Geórgia é um dos locais distintivo que todos devem visitar.



3. complexo David-Gareji
Talvez na Geórgia não é um homem que uma vez foi neste complexo ter sido. David-Gareji um feudal do excelente centro religioso e cultural do complexo do mosteiro. Localizado no município, 60-70 km a sudeste, o mosteiro de Sir. Beleza terrestre deste planícies celestiais e cria uma impressão marcante.



4. Cruz Mosteiro
Cruz Mosteiro igreja do século VI e mosteiro, situado no leste de Mtskheta, o Mtkvari e Aragvi, montanha rochosa. Lista do Património Mundial da UNESCO. A Geórgia é um dos lugares mais bonitos, onde o rio se junta a outros 2. Belas Mtskheta escritores e poetas sempre inspiraram a criar algo especial.



5. mosteiro Bethany
Betania Mosteiro monumento arquitetônico georgiano, construída nos séculos XII-XIII. O mosteiro está localizado na aldeia abandonada de Kwesi, na parte ocidental da região Didgori, o rio Vere, o seu lado direito. Tamara rei gostava de descansar aqui e isso não é surpreendente, porque o mosteiro tem uma aura especial. Bethany é frequentemente visitado por turistas e não só para arquitetos, mas para aqueles que apreciam a iconografia.

Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil - Cidade brasileira de origem portuguesa ( Portugal ) que são Patrimônio Mundial

Fundada no final do século XVII, a cidade de Ouro Preto foi o ponto de convergência dos mineradores de ouro e o centro da exploração de minas auríferas no Brasil do século XVIII. A cidade declinou com o esgotamento de suas minas a princípios do século XIX, todavia subsistem muitas igrejas, pontes e fontes que testemunham seu passado esplendor e o talento excepcional do escultor barroco Antonio Francisco Lisboa, "Aleijadinho".


A partir do século XVI, exploradores luso-tupis provenientes de São Paulo, os chamados bandeirantes, começaram a percorrer a região do atual estado de Minas Gerais em busca de ouro, pedras preciosas e escravos indígenas. 

Nesse processo, dizimaram muitas nações indígenas da região. No final do século XVII, finalmente foi descoberto ouro na região, aumentando ainda mais o afluxo de aventureiros para a região. Enquanto isso, as descobertas de ouro nos córregos continuavam no sertão, elevando nomes como o de Antônio Dias de Oliveira, Bartolomeu Bueno de Siqueira, Carlos Pedroso da Silveira e de gente vinda da Bahia e de Pernambuco e acendendo ambições de além-mar. 

As expedições procuravam ora o rio das Velhas (principalmente os paulistas, que haviam acompanhado a bandeira de Fernão Dias Pais e de dom Rodrigo de Castelo-Branco), ora o Tripuí, onde já se havia encontrado o afamado "ouro preto", balizado pelo cabeço enevoado do pico do Itacolomi, que começavam a avistar logo transposto o Itatiaia.

Orientados pelos picos que eriçam as serras de Ouro Branco, Itatiaia, Ouro Preto, Itacolomi, Cachoeira ,Ribeirão do Carmo etc., os exploradores seguiam, juntos ou separados. 

Diz Antonil que, da mina da Serra do Itatiaia, a saber do Ouro Branco (assim chamavam ao ouro ainda não bem formado), distante do Ribeiro do Ouro Preto oito dias de caminho moderado até o jantar, dele não faziam caso os paulistas por terem outras de ouro formado e muito melhor rendimento. Segundo José Rebelo Perdigão, secretário do governador Artur de Sá e Menezes, em 1695 e 1696 teria sido descoberto, nesta montanha, um ribeiro aurífero ao qual se deu mais tarde o nome de Gualacho do Sul, mas que os paulistas desta bandeira de Miguel Garcia não se recusaram a dividir a jazida com seus companheiros de Taubaté, os quais, se tendo então separado, tomaram marcha para o interior e descobriram o ribeiro de Ouro Preto. 

Dos córregos e morros de Ouro Preto, ainda hoje chamados o Passadez, Bom Sucesso, Ouro Fino, Ouro Bueno, foram descobridores Antônio Dias, de Taubaté, o padre João de Faria Fialho e Tomás Lopes de Camargo, primo do descobridor do Itaverava Bartolomeu Bueno de Siqueira.

As terras ali eram de "tal modo requestadas que por acudir muita gente, só pode tocar três braças em quadra a cada minerador", segundo o historiador Varnhagen. Nomes como Brumado, rio Antônio Dias de Oliveira, pelo padre João de Faria Fialho e pelo coronel Tomás Lopes de Camargo e um irmão deste, por volta de 1698. A vila foi fundada em 1652 pela junção desses vários arraiais, tornando-se sede de concelho, com a designação de "Vila Rica".

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.vortexmag.net/
colaboração: Rosane Giacomelli 

Salvador, Bahia, Brasil - Cidade brasileira de origem portuguesa ( Portugal ) que são Patrimônio Mundial

Primeira capital do Brasil (1549-1763), Salvador tem sido um ponto de confluência de culturas europeias, africanas e ameríndias. Em 1588 se criou nela o primeiro mercado de escravos do Novo Mundo, destinados a trabalhar nas plantações de cana de açúcar. A cidade tem conservado numerosos edifícios renascentistas de qualidade excepcional. As casas de cores vivas, magnificamente estucadas a princípio, são características da cidade velha.


Por volta do ano 1000, os índios tapuias que habitavam a região foram expulsos para o interior do continente devido à chegada de povos tupis procedentes da Amazônia. No século XVI, quando chegaram os primeiros europeus à região, a mesma era habitada por um desses povos tupis, os tupinambás . A presença dos europeus data desde, pelo menos, o naufrágio de um navio francês em 1510, de cuja tripulação fazia parte Diogo Álvares, o famoso Caramuru. Em 1534, foi fundada a capela em louvor a Nossa Senhora da Graça, porque ali viviam Diogo Álvares e sua esposa, Catarina Paraguaçu.

Em 1536, chegou, à região, o primeiro dos donatários portugueses criados com a instituição do sistema das capitanias hereditárias, Francisco Pereira Coutinho, que recebeu a capitania das mãos do rei português dom João III. Coutinho fundou o Arraial do Pereira, nas imediações onde hoje está a Ladeira da Barra.

Esse arraial, doze anos depois, na época da fundação da cidade, foi chamado de Vila Velha. Os índios não gostavam de Pereira Coutinho por causa de sua crueldade e arrogância no trato. Por isso, aconteceram diversas revoltas indígenas enquanto ele esteve na vila. Uma delas obrigou-o a refugiar-se em Porto Seguro, com Diogo Álvares; na volta, já na Baía de Todos os Santos, enfrentando forte tormenta, o barco, à deriva, chegou à praia de Itaparica. Nessa, os índios fizeram-no prisioneiro, mas deram liberdade a Caramuru. Francisco Pereira Coutinho foi retalhado e servido numa festa antropofágica.

Em 29 de março de 1549 chegam, pela Ponta do Padrão, Tomé de Sousa e comitiva, em seis embarcações: três naus, duas caravelas e um bergantim, com ordens do rei de Portugal de fundar uma cidade-fortaleza chamada do São Salvador. Nasce assim a cidade de Salvador: já cidade, já capital, sem nunca ter sido província. Todos os donatários das capitanias hereditárias eram submetidos à autoridade do primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Sousa.

Com o governador vieram nas embarcações mais de mil pessoas. Trezentas e vinte nomeadas e recebendo salários; entre eles o primeiro médico nomeado para o Brasil por um prazo de três anos: Dr. Jorge Valadares; e o farmacêutico Diogo de Castro, seiscentos militares, degredados, e fidalgos, além dos primeiros padres jesuítas no Brasil, como Manuel de Nóbrega, João Aspilcueta Navarro e Leonardo Nunes, entre outros. As mulheres eram poucas, o que fez com que os portugueses radicados no Brasil, mais tarde, solicitassem ao Reino o envio de noivas.

Talvez Tomé de Sousa tenha sido o primeiro visitante a apaixonar-se pelo local, como muitos após ele, pois disse ao funcionário que lhe entregou a notícia de que o substituto estava a caminho: "Vedes isto, meirinho? Verdade é que eu desejava muito, e me crescia a água na boca quando cuidava em ir para Portugal; mas não sei por que agora se me seca a boca de tal modo que quero cuspir e não posso".

Por ocasião dos 450 anos da cidade, o historiador Cid Teixeira comparou o empreendimento de construção da primeira capital do Brasil, no século XVI, com a construção de Brasília, no século XX. As duas cidades surgiram de uma decisão política de ocupação do território, e ambas, cada uma a seu tempo, trouxeram inovações urbanísticas. Era pelo porto que a cidade se articulava com o mundo. Assim, Salvador foi desde o primeiro instante cosmopolita. "Não se tratava de um povoado que foi crescendo. A cidade já surge estruturada. Salvador não nasce de um passado, mas de um projeto de futuro que era construir o Brasil", analisa o escritor Antonio Risério.

A cidade segue o modelo de urbanização adotado por várias cidades costeiras portuguesas, que incorpora as características do meio físico ao desenho urbano. 

"A escolha de sítios elevados para a implantação dos núcleos defensivos; a estruturação da cidade em dois níveis: a cidade alta, institucional e política, e a cidade baixa, portuária e comercial; a cuidadosa adaptação do traçado das ruas às características topográficas locais; um perímetro de muralhas, que não acompanhava o tecido construído, mas se adaptava às características do território; e uma concepção de espaço urbano em os edifícios localizados em posições dominantes davam sentido e estruturavam os espaços envolventes" - são características se observam em Lisboa, Porto ou Coimbra, assim como em cidades coloniais como Salvador, Luanda (fundada na segunda metade do século XVI) e Rio de Janeiro. 

Ademais, "na cidade portuguesa, os edifícios públicos, civis ou religiosos, localizados em pontos proeminentes do território e associados a uma arquitetura mais cuidada que os destacava na malha urbana, tinham um papel estruturante fundamental na organização da cidade."

Assim, núcleo urbano primitivo da primeira capital brasileira é construído no cume de um monte, e a organização da cidade se dá em dois níveis - Cidade Alta, sede do poder civil e religioso, e Cidade Baixa, onde se desenvolviam as atividades marítimas e comerciais. 

Nas instruções dadas em 1548 por D. João III a Tomé de Sousa estão expressas as preocupações da Coroa com a regularidade do traçado da nova cidade. Foi, portanto, uma cidade planejada, e o seu traçado que se adaptava, por um lado, à topografia local e, por outro, a um perímetro de fortificações de forma trapezoidal. No seu interior, era constituída por quarteirões retangulares, do que resultava uma malha regular, mas não perfeitamente ortogonal. 

Na cidade inicialmente delineada por Luís Dias havia dois conjuntos de quarteirões retangulares de diferentes proporções. Um desses conjuntos tinha uma estrutura idêntica aos quarteirões de cidades medievais planejadas. 

Os quarteirões do outro conjunto tinham uma forma mais quadrada, e cada um deles era composto por lotes dispostos costas-com-costas ou fazendo frente para as quatro faces do quarteirão, numa estrutura idêntica à encontrada no Bairro Alto de Lisboa ou na cidade de Angra do Heroísmo, ambos contemporâneos da fundação de Salvador. Na parte alta da cidade, localizavam-se os principais edifícios institucionais e grande parte das áreas habitacionais, enquanto na parte baixa desenvolveram-se as funções portuárias e mercantis.

Após Tomé de Sousa, Duarte da Costa foi o governador-geral do Brasil. Chegou a 13 de julho de 1553, trazendo 260 pessoas (entre elas, o filho Álvaro), jesuítas, como José de Anchieta, e dezenas de órfãs para servirem de esposas para os colonos. Mem de Sá, terceiro governador-geral, que governou até 1572, realizou uma profícua administração.

Uma nova muralha, desenhada em 1605, envolvia uma área que correspondia a três ou quatro vezes a área original da cidade. 

No centro da nova expansão urbana, desenvolvida ao longo da segunda metade do século XVI, situavam-se o Colégio dos Jesuítas e o Terreiro de Jesus. O traçado dessa nova área de expansão da cidade é mais ortogonal e regular do que o núcleo original. 

A estrutura de loteamento dos quarteirões é igualmente regular, idêntica na sua estrutura e dimensões à do Bairro Alto. O Terreiro de Jesus foi concebido desde o início como uma praça regular e terá sido o elemento gerador de uma malha urbana circundante. 

Trata-se agora de uma concepção radicalmente diferente - emoderna - de espaço urbano e de estruturação urbana. A praça, e não mais os edifícios singulares, passa a ser o elemento estruturador da urbanização.

A cidade foi invadida pelos neerlandeses em 1598, 1624-1625 e 1638 (ver: Invasões holandesas no Brasil). O açúcar, no século XVII, já era o produto mais exportado pela colônia. No final desse século, a Bahia se torna a maior província exportadora de açúcar. Na época, os limites da cidade iam da freguesia de Santo Antônio Além do Carmo até a freguesia de São Pedro Velho.

A Cidade do São Salvador da Bahia de Todos os Santos foi a capital e sede da administração colonial do Brasil até 1763.

O Pelourinho em 1900

Em 1798, ocorreu a Revolta dos Alfaiates, na qual estavam envolvidos homens do povo como Lucas Dantas e João de Deus, e intelectuais da elite, como Cipriano Barata e outros profissionais liberais.

Em 1809, Marcos de Noronha e Brito, o conde dos Arcos, iniciou sua administração, a qual foi muito benéfica à cidade. Em 1812, inaugurou o Teatro São João, onde mais tarde Xisto Bahia cantaria suas chulas e lundus, e Castro Alves inflamaria a plateia com os maravilhosos poemas líricos e abolicionistas. Ainda no governo do Conde dos Arcos, ocorreram os grandes deslizamentos nas Ladeiras da Gameleira, Misericórdia e Montanha.

Em 1835, ocorreu a revolta dos escravos muçulmanos, conhecida como Revolta dos Malês. Durante o século XIX, Salvador continuou a influenciar a política nacional, tendo emplacado diversos ministros de Gabinete no Segundo Reinado, tais como José Antônio Saraiva, José Maria da Silva Paranhos, Sousa Dantas e Zacarias de Góis. Com a proclamação da República, e a crise nas exportações de açúcar, a influência econômica e política da cidade no cenário nacional decresce.

Em 1912, ocorreu o bombardeio da cidade, causado pelas disputas entre as lideranças oligárquicas na sucessão do governo: foram destruídos a biblioteca e o arquivo, perdendo-se, de forma irremediável, importantes documentos históricos da cidade.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://www.vortexmag.net/
colaboração: Rosane Giacomelli 











MUSEO Y SOCIALIZACIÓN DEL CONOCIMIENTO -- · en ARTE, CULTURA,GESTIÓN, INSTITUCIONES, MUSEO, MUSEOGRAFÍA, MUSEOLOGÍA, OPINIÓN. ·

Transformar el saber en un valor universal y accesible es una de las misiones más importantes de los museos, por no decir la más importante. La socialización del conocimiento es una actividad básica y obligatoria para estas instituciones, siendo un trabajo que requiere inteligencia, mucha habilidad y voluntad. Y no hay excusa ya que ponerlo en práctica no es costoso, solo se requiere disponer de grandes dosis de sentido común.


La socialización del conocimiento se vuelve costosa cuando se interpreta como una derivación del escaparatismo comercial, pero el museo no vende productos comerciales, sino que debe proporcionar conocimiento, saberes, cultura… El campo de batalla de un museo es el de la generación de ideas. En el atelier de Cézanne en Aix de Provence, experimentamos una sensación muy especial teniendo oportunidad, por ejemplo, de observar la baraja de cartas original que se puede ver en el cuadro “Los jugadores de cartas”. Ese detalle, el de exponer ese mazo de cartas al lado del cuadro, hace que nuestra percepción de la obra cambie, se vuelva cercana, accesible, familiar. Es una forma de enseñar otra forma de percibir el arte cuando para muchos el arte es algo que resulta inalcanzable por mal entendido y percibido. ¿Los museos enseñan normalmente a aproximarnos al arte? ¿A la historia? ¿O se muestran distantes y lo dejan todo para que nosotros mismos seamos los que establezcamos una relación con los contenidos? ¿Es el museo pasivo a la hora de enseñar?


El ejercicio de acercar el conocimiento al visitante por parte del museo de una forma diferente, original, participativa, produce unos efectos sorprendentes. La generación de ideas novedosas debería estar en la hoja de ruta obligatoriamente en aquellos museos que se precien de buscar la forma de enseñar bien.


Los museos, sobre todo los locales, deben generar llamadas emocionales hacia los visitantes y nunca permanecer pasivos, a la expectativa de ver que ocurre, observando en la distancia que relación se establece entre el visitante y el museo. Nada de observar pasivamente, hay que ser proactivo y ponerse en movimiento.


Las ideas no son caras, vamos a desestimar definitivamente esa excusa para no hacer nada. Recordar también que los museos ya no se administran, se dirigen y esa dirección no puede ser otra que cumplir con la primera premisa que un museo debe tener en cuenta en relación con sus visitantes: debe generar conocimiento universal, esa es su razón de existir.





fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Espacio Visual Europa (EVE)

The San Jose Museum of Art is a distinguished museum of modern and contemporary art and a lively center of arts activity in Silicon Valley.

The leading institution in the area dedicated to the art of our time, SJMA is committed to providing access for its extraordinarily diverse populations and to pioneering new approaches to interpretation.

Established in 1969, SJMA presents art ranging from modern masterpieces to recent works by young, emerging artists. The Museum’s permanent collection—1,400 varied artworks from the 20th and 21st centuries—has a special focus on West Coast art, seen in a national and international context.

SJMA is accredited by the American Association of Museums, a recognition given to just 750 of the nation’s 8,000 museums. A public benefit 501(c)3 organization located on the central city plaza in downtown San Jose, SJMA serves 100,000 people a year, including 37,000 school children: SJMA is the largest provider of arts education in Santa Clara County. Initiatives such as the award-winning school program Let’s Look at Art Program and SJMA’s participatory activity stations in the galleries further distinguish the Museum as an innovator in museum education.




In 1969—during an era of peace, love, and tie-dye culture—a small group of San Jose citizens gathered together to transform the beautiful old library (threatened with demolition) into a fledgling art gallery. The democratic, grassroots spirit of this community movement has forever shaped the character of the San Jose Museum of Art, which remains dedicated to inclusivity, new thinking, and visionary ideals. In contrast to older museums often founded upon the riches of a few patrons, the soul of the SJMA reflects the hard work and civic pride of multitudes of supporters and volunteers over the years—of its public.



From the days of flower power to the dawn of the digital world, SJMA has continued to evolve with the times. In 1991, a handsome new wing was added to the landmark 19th-century building, making way for a growing permanent art collection, impressive international exhibitions, and an ambitious mission that bridges tradition and innovation. SJMA offers experiences that delight and engage visitors of all ages and backgrounds. Here, art nurtures life: it is a vision that connects minds and hearts.

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RENT THE MUSEUM
Atmosphere matters. Whether you are hosting a once-in-a-lifetime celebration with your closest family and friends or putting together a critical meeting of collegial minds, you want a place that is inspired and inspiring. Host your event at SJMA. Your guests will be delighted from the moment they receive the invitation and will enjoy mingling with each other among the art. We have daytime space available, as well as more extensive offerings for special evening events. SJMA can accommodate from 20 to 1,200 guests inside the Museum and up to 3,000 people in combination with the Plaza outside. Whatever the occasion, provide the most creative and least conventional surroundings San Jose has to offer, the elegant and welcoming spaces of SJMA.


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti http://sjmusart.org/about
colaborção: Robin White Owen

AGENDAS MUNDI XLXI – MUSEOS EN EGIPTO -- · en CULTURA, INSTITUCIONES,MUSEO, MUSEOGRAFÍA, PATRIMONIO, VIAJES. ·

Al margen de las idas y venidas políticas, sociales y económicas, en ocasiones dramáticas, los egipcios se mantienen orgullosos y confiados en su futuro, siempre dando la bienvenida a los visitantes que pierdan el miedo y se animen a acercarse hasta allí. Los egipcios más viejos dicen que Egipto es un regalo que ha producido el constante devenir del Nilo: sin el Nilo, la aorta africana, no habría tierras que cultivar, no habría entonces comida, no se produciría electricidad. Los egipcios además están muy unidos al agua, muy atentos a las reglas que el propio gigantesco río les impone. Desde el punto de vista de los visitantes, el Nilo es la plataforma ideal desde dónde se pueden observar y disfrutar los monumentos más importantes y bellos. Por eso el Nilo es la forma más popular de viajar por el país.


Viajando a Egipto nos encontraremos un país con un deslumbrante pasado histórico, dueño de uno de los más fascinantes patrimonios de la humanidad. Un pasado que, en ocasiones, inunda de sombras el presente, con constantes incertidumbres que parece que a los egipcios no les afectan. Un pueblo que vive de los reflejos de luz sobre las tazas de té mientras se cuentan historias riendo a carcajada limpia. Eso es Egipto: la intensidad de la luz, el amor a la vida y el respeto a las tradiciones familiares, entre otras muchas.

Vamos los diez museos más importantes del país – según nuestro criterio, ya sabéis -. Hay muchísimo que decir de cada uno de ellos pero vamos a abreviar para no aburrir.

Museo de Luxor | Valle del Nilo, Luxor


Este es un espléndido museo que se mantiene vivo, destacado por su localización y sus enormes exposiciones de antigüedades que datan del final del Reino Antiguo, a grave del periodo Mamluk, la mayor parte de sus vestigios procedentes de los templos de Tebas y sus necrópolis. La verdad es que el precio de la entrada es desorbitado, pero o dejes que eso te corte, son unos jetas, lo sabemos, pero no nos lo podemos perder: este es uno de los lugares más importantes y emblemáticos de Luxor, no lo olvidemos.

Museo Egipcio | El Cairo


Es posiblemente uno de los museos más importantes del mundo, desde luego de los más emblemáticos y románticos. El Museo Egipcio contiene la más grande colección de antigüedades faraónicas a pesar de las zancadillas del Museo Británico: Visitar Egipto y no pasearse por las salas de este maravilloso museo es como para encerrar al demente/a que se lo pierda. La colección principal de la institución se exponía en la Casa Boulaq desde finales del siglo XIX, promovida por Augusto Mariette, cuando comenzó la verdadera fiebre de la búsqueda arqueológica por los ingleses y franceses. Los objetos se trasladaron en 1891 al palacio de Ismail Pasha en Giza antes de ser transferidos finalmente a su actual domicilio en el edificio de la plaza Tahrir de El Cairo, que por otra parte fue el primer edificio de la historia de la humanidad que se construyó directamente como museo, sin adaptaciones de otro ya existente. El piso principal conduce al visitante en un recorrido cronológico a través de las diferentes colecciones, mientras que en le piso superior la exposición está ordenada por la importancia y categoría de cada tumba. Las exposiciones incluyen los tesoros de la famosísima momia de Tutankhamon, objetos de madera del día a día de aquella época, estatuas de divinidades, y una rara colección de retratos de Faiyum. En el mismo piso se puede ver un a extensa colección de momias del Imperio Nuevo.

Museo Aswan | Isla del Elefante, Aswan


En 1912, una muy vieja construcción de descanso (como un hotel) en el sur de la Isla del Elefante se convirtió en museo. En los años 1990’s se fue expandiendo, creciendo, para albergar una amplia colección de barcos relacionado con la ciudad de Aswan y Nubia. Las exposiciones permanentes del museo incluyen momias, armas, enseres y utensilios de cocina y estatuas variadas. En la parte exterior del museo, los jardines albergan ruinas de Abu, el asentamiento faraónico de la isla. Todo lo expuesto está acompañado de textos en árabe e inglés.



Este un tanto extraño e inquietante museo se abrió en 1997. El museo nos ilustra sobre el proceso utilizado por los antiguos egipcios para la preservación de los cuerpos humanos y animales después de la muerte. Esta práctica proviene de la idea ancestral egipcia de que la momificación es el estadio anterior que nos abre la puerta a la vida eterna. El museo expone, como no podría ser de otra manera, momias de personas y animales, los instrumentos quirúrgicos y herramientas usados en el proceso de momificación, ejemplos de objetos que se usaron tradicionalmente en los enterramientos en la época de los fallecimientos de faraones. De vez en cuando os recomendamos que estéis atentos a ver si alguna de las momias se mueve. Puede ocurrir dando susto.

Museo del Monasterio de Santa Catalina | Santa Catalina, Sinaí


Comúnmente conocida como Santa Katarina, aunque su nombre oficial sea “Sagrado Monasterio del Culto a Dios del Monte Sinaí”, situado en la Península del Sinaí. Es un monasterio de culto ortodoxo y sitio Patrimonio de la Humanidad por la UNESCO. El monasterio también es un museo que expone antiguos manuscritos siendo la segunda colección más extensa después de la que atesora el Vaticano. Algunos de ellos se pueden ver en vitrinas, así como otros on¡objetos realmente antiguos como son relicarios de oro y una amplia muestra de objetos de culto y textiles.

Museo Nubio | Aswan


Anexo al museo Aswan, se trata en realidad de un gran monumento homenaje a la tierra Nubia, sumergida después de la construcción de la presa de Aswan a principio de los años 1970’s. El museo propone mostrar una recreación de la cultura perdida acompañando al visitante en la descripción dela vida en aquellas tierras ahora desaparecidas bajo el agua. El edificio del museo fue galardonado con el premio Aga Khan de Arquitectura 2001.

Museo Copto | El Cairo


El museo está situado en la capital de Egipto, dentro de las ruinas de una fortificación copa en Maser El Qadema, en el mismo centro. Es un lugar abarrotado de iglesias y capillas coptas como la famosa iglesia colgada de Santa Bárbara. En 1908, Marcus Simaika Pasha, habiendo obtenido el permiso del Patriarca Kyrillos V, pudo crear el museo a partir del plan de que en principio se convirtiera en iglesia, hubo trampa. El museo fue inaugurado en 1910, siendo restaurado completamente en 1984. Se le declaró museo estatal en 1931 pudiendo ampliar sus colecciones con donaciones privadas y públicas que o han dejado de crecer. Los fondos del museo, al menos los más importantes, provienen fundamentalmente de que el servicio nacional de antigüedades de Egipto transfiriera todas las antigüedades cristianas que se exhibía en el Museo Egipcio al Museo Copto. Desde entonces, todo aquello relacionado con las antigüedades cristianas que se encuentran en los diferentes yacimientos del país son llevados para su exhibición en el Museo Copto.





El Museo Nacional de Alejandría fue inaugurado el 31 de diciembre de 2003 por el presidente egipcio Hosni Mubarak y está situado en un palacio restaurado de estilo italiano, próximo al centro de la ciudad, en la calle Tariq al-Horreya, la antigua rue Fuad. Contiene unos 1.800 objetos, que describen la historia de Alejandría y Egipto. Muchas piezas provienen de otros museos egipcios. Está dividido en tres áreas: a/ Época faranónica. Las momias se muestran en una recreación de una cámara funeraria. b/ Época greco-romana. Incluye piezas halladas en excavaciones arqueológicas submarinas del mar alejandrino; c/ Época copta, árabe (abásidas, omeyas, fatimís …) y siglos XIX y XX. El museo se hospeda en el viejo palacio del Pachá Al-Saad Bassili, que fue uno de los más ricos mercaderes de madera en Alejandría. La construcción del edificio data de 1926.



Avisamos que es posible que se encuentre en estado de restauración, por lo que se recomienda preguntar antes de ir. Si está abierto merece la pena su visita incluso si no tendías la más mínima intención de visitar Egipto para ver arte europeo y japonés de los siglos XIX y XX. El propietario del palacio y que le da su nombre, se hizo con una extensa colección privada de arte, ahora pública. No se puede despreciar que en sus muros cuelguen obras de Delacroix, Gauguin, Emiline Lock, Toulouse-Lautrec, Monet y muchos otros. El museo se encuentra a unos minutos andando desde El Cairo Sheraton para más señas.



Este museo está considerado como uno de los más grandes y viejos del mundo. El museo expone cerca de 104.000 objetos, nada menos, que son muestra de la grandiosidad del la civilización islámica en Egipto, cómo no, y todo el mundo del islam por añadidura. Nosotros le comenzamos a coger antipatía a todas estas cosas, no lo podemos remediar, pero a los que tengáis los ánimos más templados se os recomienda que le echéis un vistazo. La verdad es que es un museo importante y se debe visitar.

Polémicas al margen del tipo “este no, aquel sí” aparte, deseamos que os haya gustado este paseo que nos hemos dado. Ya sabéis, en la lista del cubo no puede faltar Egipto y si es con una buena compañía, pues mucho mejor. Eso sí, intentad huir de los barquitos navegadores del Nilo que celebran fiestas de disfraces bajo los efectos de un mal alcohol. Feliz fin de semana.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti Espacio Visual Europa (EVE)