quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Museu do Folclore de São José dos Campos, São Paulo, Brasil, escolhe pessoas que montem presépios por tradição. -- Folklore Museum of São José dos Campos, São Paulo, Brazil, choose people who assemble cribs by tradition.

Museu de São José procura pessoas que mantenham a tradição dos presépios.

(Foto: Divulgação/PMSJC)

A intenção é escolher alguém que deseje mostrar este saber na montagem do presépio do Museu do Folclore, no Parque da Cidade. 

Os interessados devem entrar em contato com o museu até o próximo dia 16, pessoalmente ou pelos telefones 3924-7318 e 3924-7354, de segunda a sexta, das 9h às 17h.

A intenção é escolher alguém que deseje mostrar este saber na montagem do presépio do museu, no Parque da Cidade. No ano passado, o presépio foi montado pela aposentada Lazara Camargo Santana e por Jesus Ferreira Lima, mestre de Folia de Reis.

O presépio será aberto no dia 6 de dezembro, às 14h, data em que o Museu do Folclore dá início ao Ciclo de Natal e comemora 18 anos de existência. A visitação do público ao local poderá ser feita até o dia 31 de janeiro de 2016.

As duas datas também são marcadas pelas manifestações de grupos de Folias de Reis de São José e cidades da região, que visitam o presépio nesta ocasião. Neste sábado (10), às 15h, o Museu do Folclore realiza uma reunião com mestres das folias para definir a programação dos dois dias.

O Museu do Folclore de São José dos Campos fica Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Ele pertence à Fundação Cultural Cassiano Ricardo, com gestão do Centro de Estudos de Cultura Popular (CECP).

Endereço: Av. Olivo Gomes, 100 Parque da Cidade Roberto Burle Marx - Santana, São José dos Campos - SP, 12211-115
Telefone:(12) 3924-7318


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti 

http://www.portalr3.com.br/2015/10/museu-de-sao-jose-procura-pessoas-que-mantenham-a-tradicao-dos-presepios/#.VhlDWexVhHw

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Folklore Museum of São José dos Campos, São Paulo, Brazil, choose people who assemble cribs by tradition.

The intention is to choose someone who wants to show this knowledge in assembling the crib of the Folklore Museum in City Park.

Those interested should contact the museum until Aug. 16, in person or by phone 3924-7318 and 3924-7354, from Monday to Friday from 9h to 17h.

The intention is to choose someone who wants to show this knowledge in assembly of the crib museum in City Park. Last year, the crib was assembled by retired Lazara Camargo Santana and Jesus Ferreira Lima, Folia de Reis master.

The crib will be opened on December 6 at 14h, when the Folklore Museum begins the Christmas cycle and celebrates 18 years of existence. The public visitation to the site can be made until January 31, 2016.

The two dates are also marked by demonstrations of Folias group Kings of St. Joseph and cities in the region, visiting the nativity scene on this occasion. Saturday (10), at 15h, the Folklore Museum holds a meeting with teachers of follies to set the schedule of the two days.

The Folklore Museum of São José dos Campos is Avenue Olivo Gomes, 100, City Park, Santana. It belongs to the Cassiano Ricardo Cultural Foundation, management of Popular Culture Studies Center (HNSCC).

Av. Olivo Gomes, 100 Parque da Cidade Roberto Burle Marx - Santana, São José dos Campos - SP, 12211-115
fone: +5512 3924-7318

El Palacio de la Exposición, edificio que alberga al Museo de Arte de Lima - MALI, es uno de los ejemplos más bellos de la arquitectura ecléctica limeña.

Concebido y construido como sede de la primera gran exposición pública en nuestro país, la "Gran Muestra de Artes, Ciencias e Industrias", llevada a cabo con motivo de los cincuenta años de independencia, se adecúa fácilmente a las funciones del museo, ya que fue construido expresamente para fines expositivos. Fue edificado entre los años 1870 y 1871 durante el gobierno de José Balta. 



Se trata de un edificio precursor en América Latina, pues es una de las más tempranas e importantes obras hechas con la nueva técnica de construcción en fierro. Proyectado en el estilo neo-renacentista, su diseño y construcción se deben al arquitecto italiano Antonio Leonardi. La fabricación de las columnas, hechas en fierro e importadas desde Europa, es atribuida a la casa Eiffel. Rodeado por estatuas, jardines y un zoológico, el Palacio fue el corazón de uno de los proyectos urbanos más importantes del siglo pasado, siguiendo el ejemplo de las exposiciones universales europeas.

En la actualidad, forma parte de una de las zonas más dinámicas y transitadas de la ciudad, donde confluye un público numeroso y heterogéneo. Debido a su importancia, el Palacio fue declarado por el Instituto Nacional de Cultura - INC, monumento histórico y Patrimonio Cultural de la Nación en 1973.

Datos:

1869 El presidente José Balta ordena la construcción del edificio para que albergue la Exposición de Lima. 

1872 Se inaugura el Palacio de la Exposición en julio, con ocasión de la "Gran Muestra de Artes, Ciencias e Industrias" 

1872-1879 Sede de la Sociedad de Bellas Artes. 

1880-1883 Guerra del Pacífico. El edificio sirve primero de banco de sangre y luego de cuartel para las tropas chilenas. 

1889 En agosto, el Estado cede el edificio al Concejo Provincial de Lima. 

1905-1935 Sede del Museo Nacional de Historia y del Ministerio de Fomento. Luego sirve a la Cámara de Diputados, a la Dirección de Tráfico y Rodaje, al Ministerio de Agricultura y, finalmente, como sede de la Municipalidad de Lima, después de que su edificio se incendiara en noviembre de 1923. 

1955-1956 La Municipalidad de Lima cede en comodato renovable el edificio al Patronato de las Artes para que sirva de museo de arte. Empiezan las actividades culturales del Museo. 

1956 Con la asesoría técnica de Alfred Westholm y Hans Asplund, enviados especiales de la UNESCO, se elaboró un proyecto integral de restauración y puesta en valor del edificio, llevado a cabo por los arquitectos José García Bryce y Héctor Velarde, y el Ingeniero Ricardo Valencia. 

1957 Se inaugura la etapa inicial de restauración del edificio, respaldada por el Estado peruano y el gobierno de Francia, con ocasión de una gran exposición sobre la industria y la cultura francesa. 

1961 Inauguración oficial del Museo de Arte de Lima, el 10 de marzo, con la apertura de sus salas de exposición permanente. 

1973 El INC declara al Palacio de la Exposición monumento histórico y, por ser la sede de un museo, Patrimonio Cultural de la Nación.




http://www.mali.pe/

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Misterioso museu da Polícia de Londres abre pela 1ª vez

Londres - Dois séculos após sua criação, o misterioso museu privado da Polícia Metropolitana londrina, que reúne objetos de alguns dos crimes mais conhecidos do Reino Unido, abrirá as portas ao público pela primeira vez no Museu de Londres.

Carro de polícia histórico chega no Museu de Londres para exposição Beatriz Díaz, da EFE

Desde 1875, a Scotland Yard guardou com cuidado provas e evidências que fizeram parte dos delitos mais notórios da história da Grã-Bretanha. Aos poucos, a polícia montou um museu para formar oficiais e detetives, ao qual apenas um seleto grupo de convidados teve acesso até então.

No entanto, a partir desta sexta-feira e até o dia 10 de abril de 2016 a exposição "O museu do crime da Scotland Yard" mostrará ao público armas usadas em assassinatos históricos e objetivos que mudaram as operações policiais para sempre.

"Queremos que os visitantes entendam, após ver a exposição, que todos estes casos são reais, muitos deles bastante famosos, como o de Jack, o Estripador, e queremos lembrar às pessoas que houve vítimas envolvidas em todos estes crimes", disse à Agência Efe a curadora da exposição, Jackie Keily.

Para isso, o Museu de Londres, com o apoio da Polícia Metropolitana (MET, conhecida como Scotland Yard) e do departamento contra o crime da prefeitura da cidade, selecionou cerca de 600 objetos significativos.

"A polícia nos deu livre acesso aos objetos para escolher os que queríamos mostrar em nossa exibição, mas fomos assessorados pelo departamento de ética. Essa ajuda foi muito importante porque queríamos incluir as evidências adequadas", acrescentou Keily.

O museu ressaltou em comunicado que era fundamental "proteger as vítimas dos crimes" e não detalhar nenhum caso que tivesse ocorrido após 1975.

Armas brancas com resquícios de sangue, recortes de jornais, imagens em preto e branco e recriações em miniatura dão vida a 25 grandes crimes que a exibição mostra de forma cronológica.

Antes de chegar a esse espaço, os organizadores recriaram em duas salas o Museu do Crime original, como era o local quando começou a ganhar forma em meados do século XIX.

Nesses quartos a polícia guardava, entre outros objetos, uma pequena almofada branca bordada com pelo humano, cuja responsável, Annie Parker, compareceu mais de 400 vezes ao tribunal de Greenwich acusada de embriaguez.

A mostra também conta com a recriação de uma carta falsa que uma pessoa (acredita-se que tenha sido um jornalista) enviou em 1888 à Agência Central de Notícias da cidade em tinta vermelha e assinada por "Jack, o Estripador", de onde o famoso esquartejador recebeu seu nome.

Entre abril de 1888 e fevereiro 1891, 11 mulheres foram brutalmente assassinadas na zona leste de Londres por um criminoso desconhecido.

O pânico generalizado iniciou a maior investigação já feita pela polícia na história do Reino Unido para encontrar o sanguinário assassino que nunca foi identificado, enquanto a imprensa competia em apuração para vender a história.

A exposição relata 140 anos de história do crime dividida em temas como terrorismo, espionagem, aborto (legalizado em 1967), fraude e tráfico de drogas.

Entre os objetos mais significativos estão as máscaras utilizadas pelos irmãos Stratton, os primeiros criminosos a serem condenados na Grã-Bretanha por homicídio graças ao uso das impressões digitais (1905).

Outro destaque mostrado é uma pasta com uma seringa dentro, que os irmãos Krays, os mafiosos que controlavam cada esquina do leste de Londres nos anos 60, pretendiam utilizar contra uma testemunha, para assim impor a lei do silêncio.



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti 

http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/misterioso-museu-da-policia-de-londres-abre-pela-1a-vez

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Museu de Ciências Naturais da Universidade Federal do Parana, Brasil, reabre ao público, após nove meses de ampla reforma.

O Museu de Ciências Naturais da UFPR reabrirá seu acervo para exposição. Uma solenidade especial marcará a inauguração da nova sala nesta quinta-feira (08), abrindo as portas para os visitantes conhecerem materiais de coleções científicas de Zoologia e de Paleontologia, que podem ser consultados durante todo o ano por alunos ou pesquisadores de quaisquer instituições.



O Museu de Ciências Naturais foi fundado em 26 de abril de 1994, por iniciativa do geneticista e professor da UFPR, Euclides Fontoura da Silva Junior – que será homenageado com o nome da nova Sala de Exposições por suas ações em 40 anos de trabalho na UFPR, além das contribuições para ciência como membro do conselho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e do conselho editorial do Instituto Ciência Hoje.

Nos mais de 21 anos, a história do Museu foi construída por meio da constante ampliação e aprimoramento de seu acervo e suas coleções científicas. Nessa última reforma, as peças que já faziam parte do acervo passaram por melhoria, com novos painéis explicativos e telas que mostram animais menores num grau maior de detalhamento. Foram recebidos também novos materiais, como fósseis de jacaré, rinoceronte, entre outros.


Somente no ano passado, foram mais de 3 mil alunos e professores visitantes, vindos de 124 escolas públicas e privadas, de 73 municípios do Paraná, além de crianças e adultos de outros estados brasileiros e de países como Alemanha, Inglaterra, Argentina e Portugal. Por esse fluxo é que a reforma tornou-se ainda mais necessária, conforme explica o coordenador científico do Museu, Fernando Sedor. “Houve uma reestruturação no sistema de circulação do Museu. Antes eram usados biombos para separar o trajeto a ser percorrido durante as visitas. Agora o ambiente está mais arejado, limpo”.

Junto à inauguração da nova Sala de Exposições será realizado o lançamento do livreto “Conchas de Moluscos Marinhos do Paraná”, produzido pelo Museu em parceria com o Instituto TIM, que também financiou parte das novas peças que estarão expostas a partir da próxima semana.O evento ocorrerá nesta quinta, a partir das 15h30, na sede do Museu, que fica no primeiro piso do Setor de Ciências Biológicas (Centro Politécnico).

Museu da Madeira abre quinta-feira em novo espaço na Casa das Mudas. Portugal.

Museu de Arte Contemporânea, O MUDAS , abre na quinta-feira, na Casa das Mudas, no concelho da Calheta, mostrando a coleção de obras, que remontam à década de 1960, até agora exposta no Forte de São Tiago, no Funchal, Portugal.


A inauguração do Museu de Arte Contemporânea da Madeira, que muda assim de espaço e de nome, está a cargo do presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque.

Em 1992, este núcleo foi instalado numa fortaleza na zona leste do Funchal, passando agora para o Centro das Artes-Casa das Mudas, um projeto premiado da autoria do arquiteto madeirense Paulo David, inaugurado em 2004, no concelho da Calheta, na zona oeste da ilha da Madeira, no âmbito da política de "descentralização cultural" que o executivo regional está a desenvolver.

Este museu estava instalado num espaço com 400 metros quadrados de exposição e passa a dispor de 1.800 metros quadrados, tendo reservas, áreas técnicas, centro de documentação, auditório, cafetaria e loja.

Sobre a coleção, o governo regional, na nota à imprensa hoje distribuída, salienta que é composta por "importantes obras de arte" dos anos de 1960, tendo sido engrandecida sobretudo "ao longo dos anos 90 do século XX, sendo hoje um importante conjunto de referência nacional sobre a produção artística portuguesa".

Neste museu estão representados artistas como Joaquim Rodrigo, António Areal, Helena Almeida, José Escada, Manuel Baptista, Nuno de Siqueira e Artur Rosa, com produção que remonta à decada de 60, existindo igualmente um conjunto de obras dos anos 80 e sobretudo 90, assinadas por artistas como Gäetan, Fernando Calhau, Rui Sanches, Rui Chafes, Pedro Calapez, Pedro Casqueiro, Pedro Portugal e José Pedro Croft.

Também existem trabalhos de Michael Biberstein, Ilda David, Sofia Areal, Álvaro Lapa, Ana Hatherly, Daniel Blaufuks, Pedro Gomes, Joana Vasconcelos, Fernanda Fragateiro, Manuel Rosa, Ângelo de Sousa, António Palolo, Eduardo Batarda, José Loureiro, Patrícia Garrido, Miguel Branco, Jorge Molder, Graça Pereira Coutinho, Albuquerque Mendes, Pedro Valdez Cardoso, Pedro Cabrita Reis, entre muitos outros.

Uma seleção de peças de Lourdes Castro, a mais consagrada artista portuguesa de origem madeirense, e obras cedidas temporariamente pela Coleção Berardo, Banif, Fundação PT, Grupo CTT e outros particulares, também estarão expostas.

'Experiência da Forma II' é o tema da exposição inaugural, do MUDAS, que constitui uma versão ampliada da exposição 'Experiência da Forma I', realizada no Centro das Artes em 2009, que inclui uma seleção de artistas residentes na Madeira.

A mesma informação institucional refere que o percurso expositivo está dividido por linhas orientadoras sob os títulos, 'Abstração', 'Não Figuração', 'Figuração', 'Retrato e Paisagem', perspetivando o museu que a "exposição permanente será de tempos a tempos alterada, com a inclusão em rotatividade de outros nomes que não foi possível incluir" nesta fase, e que serão organizadas igualmente exposições temporárias.

fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti 

http://www.noticiasaominuto.com/cultura/464640/mudasmuseu-da-madeira-abre-quinta-feira-em-novo-espaco

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Museo de Sitio Santa Rosa de Tastil, Argentina

Es uno de los pueblos más antiguos de la zona. Se trata de un importante yacimiento arqueológico, descubierto en 1903 por Eric Boman, que según estudios realizados posteriormente, corresponden a un poblado de 440 casas habitadas por 2.200 indígenas de razas andina y pámpida, entre los años 1336 y 1439 de nuestra era. Esta ciudad preincaica se encuentra emplazada a 100 kilómetros de Salta y a 3.200 metros sobre el nivel del mar, en lo alto de unas colinas abarcando una superficie de 12 hectáreas, donde se conservan construcciones habitacionales, callecitas sinuosas, playas, basurales, además de gran cantidad de objetos cerámicas, metálicos, en piedra, hueso, madera, tejidos y fibras vegetales. También posee manifestaciones artísticas como los petroglifos, representaciones realizadas con un sentido mágico religioso.



A fines de la década de 1960, un equipo de arqueólogos de la Universidad Nacional de La Plata liderado por el Dr. Eduardo Cigliano, realizaron un estudio sistemático en la localidad arqueológica de Santa Rosa de Tastil, que había sido dada a conocer a principios del siglo XX por el sueco Eric Boman. Estos trabajos, junto a los de Raffino (1973) se constituyeron en la única fuente de información sobre esta ciudad prehispánica y área de influencia. Según estos autores, a la llegada de los Inkas, Tastil ya se encontraba despoblado y posiblemente abandonado.

Nuestras investigaciones sobre la presencia Inka en el NOA nos permiten hoy, a cien años de Boman y treinta de Cigliano y su equipo, sugerir otra hipótesis sobre los sucesos que condujeron al abandono de una floreciente ciudad prehispánica que tuvo un amplio dominio espacial y el control de los recursos de diversos pisos ecológicos. Más Información

UBICACION: Ubicado a 106 kilómetros de Salta se encuentra a 3.110 metros sobre el nivel del mar. Se llega por la ruta nacional 51, que se dirige a San Antonio de los Cobres y el camino, consolidado, va a borde del río Rosario. En lo que es el pueblo, propiamente dicho, viven sólo 11 personas de las cuales 3 trabajan para los MUSEOS. Cuando vienen los lugareños de los alrededores, llegan a ser 150.

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Un breve panorama de las características ambientales (geología, flora y fauna del lugar), un mapa del sitio arqueológico y vitrinas con objetos y paneles de la vida cotidiana y de la organización social de sus pobladores ilustran al visitante.



Las salas se complementan con información acerca de la importancia que tuvo para esta cultura, las manifestaciones plasmadas a través del arte rupestre que es posible encontrar en todo el entorno al sitio y también sobre los modos de vida y los aspectos sobresalientes de los actuales pobladores como ser entre otros la pervivencia centenaria de ciertas tradiciones como el “baile del suri”.

Sitio Arqueológico: El sitio arqueológico de Tastil es uno de los más grandes de nuestro país. En su máximo apogeo de esta cultura, alrededor del año 1.000 al 1.200 de nuestra era Cristiana, se calcula que llegó a albergar aproximadamente 3.000 personas. Posee una morfología radio concéntrica con calles sobre elevadas a través de las cuales se acceden a patios y a las unidades habitacionales hechas con piedras superpuestas en forma irregular.

El sitio arqueológico de Tastil y su Museo forman parte, por la Provincia de Salta, del Proyecto Internacional Qhapaq Ñan: Sistema Vial Andino, ya que estuvo dominado por esta cultura durante los últimos años antes de la llegada de los españoles. Este sitio era atravesado por la caminería vial imperial que unía regiones como la puna y los Valles Calchaquíes.

Servicios

Museo: Guías locales: Videos ilustrativos

Sitio Arqueológico: Cartelería Indicativa. Cartelería Interpretativa del sitio. Atención de primeros auxilios. Estacionamiento vehicular.




Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti 

http://www.culturasalta.gov.ar/organismos/museo-de-sitio-de-santa-rosa-de-tastil/26

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