segunda-feira, 2 de novembro de 2015

El Museo Art Nouveau y Art Déco es en esencia un museo de artes decorativas que propone un recorrido temporal que abarca desde las últimas décadas del siglo XIX hasta la II Guerra Mundial.

Este periodo de poco más de sesenta años es sin duda uno de los más fecundos de las artes aplicadas. El grueso de las obras que se pueden ver en el museo son objetos utilitarios concebidos bajo unos cuidados criterios estéticos. Esta dualidad, que los hace muy interesantes como documento de una época y de una manera de vivir, hace que muchos de ellos no hayan llegado hasta nuestros días ya que su uso ha hecho que no hayan perdurado en el tiempo.



Fachada norte del Museo Art Nouveau y
Art Déco Casa Lis. Fotografía: Imagen M.A.S.




A lo largo del siglo XIX las artes decorativas quedaron ancladas en el pasado con una repetición sistemática de modelos y con unos acabados cada vez de peor calidad por la ausencia del carácter artesanal. La máquina había impuesto unos sistemas de producción que primaban la cantidad sobre la calidad. Esta situación generó una reacción, los artistas del Arts & Crafts buscaron nuevos modelos de expresión y formas de creatividad, abogaron por la equiparación de las artes decorativas y las bellas artes prestando una especial atención a la calidad del detalle y a los acabados exquisitos. Esa inquietud estética fue el germen de un nuevo estilo, el Art Nouveau.







Museo Art Nouveau y Art Déco Casa Lis. Fotografía: Imagen M.A.S.


A través de sus diecinueve colecciones el recorrido por sus salas muestra al visitante la producción de los talleres europeos de artes decorativas de los periodos Nouveau y Déco. Joyas de Masriera o Faberge, vidrios iridiscentes de los talleres Loetz, Kralik, Pallme König o de laescuela de Nancy con piezas de Émile Gallé, los Hermanos Daum o Paul Nicolas. Muebles deHomar, Majorelle, Busquets. Porcelanas de Rosenthal, Royal Copenhagen, Mariano Benlliure, Gustave Guetant o Zuloaga. Los fondos que atesora la Casa Lis muestran la trayectoria de autores tan importantes como Émile Gallé con sus vidrios de capas superpuestas y sus exquisitos muebles o la evolución de Rene Lalique que partiendo de la joyería Art Nouveauorienta su creatividad al diseño del vidrio en las décadas posteriores.


Detalle de las vidrieras del Museo Art Nouveau y
Art Déco Casa Lis. 
Fotografía: Imagen M.A.S.

Destaca la colección de muñecas de porcelana francesas del s. XIX, que ha sido definida por los expertos como la mejor colección expuesta al público a nivel mundial, o la muestra decriselefantinas de Demetre Chiparus o Ferdinand Preiss, pequeñas esculturas que combinan el metal para las vestimentas y el marfil para las partes desnudas del cuerpo como la cara o las manos y que se han convertido en icono del Art Déco.





    http://www.museocasalis.org/nuevaweb/museo/museo-artes-decorativas

    Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

    Vamos compartilhar.

    Portuguesa restaura instrumentos antigos num dos museus mais importantes dos EUA

    Ana Sofia Silva emigrou, como milhares de jovens portugueses qualificados, para conseguir trabalhar na área em que estudou, de restauro de instrumentos musicais antigos, e trabalha hoje num dos museus mais importantes dos Estados Unidos. 


    "Não me restou alternativa senão ir para fora tentar a minha sorte", relatou à agência Lusa a jovem que trabalha atualmente no Musical Instrument Museum, em Phoenix, no Estado de Arizona, museu norte-americano que está entre os cinco mais importantes nesta área.

    Foi uma importante conquista profissional para Ana Sofia Silva, mas pagou um preço elevado: emocional, pela distância da família e dos amigos, e financeiro, porque está a pagar dois empréstimos ao banco para conseguir esta mudança de vida.

    A jovem é mestre em música com especialização em História dos Instrumentos Musicais, estudou também ciências musicais e engenharia florestal para compreender a anatomia e biodegradação da madeira.

    É ainda licenciada em Conservação e Restauro de Bens Culturais pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, mas a música está presente na vida de Ana Sofia desde os 11 anos, através das sociedades filarmónicas do Seixal, onde cresceu.

    "Foi inteiramente uma decisão minha sair de Portugal. Há algum tempo que eu andava a querer mudar a minha situação profissional porque, embora eu trabalhasse com instrumentos musicais numa empresa, em Lisboa, estava muito distante da componente museológica de conservação e restauro para a qual eu tinha estudado tanto tempo", relatou à Lusa numa entrevista por correio eletrónico.

    Durante três anos, Ana Sofia trabalhou em reparação de instrumentos musicais de sopro na empresa de Domingos Caeiro.

    A oportunidade de realizar um estágio no Metropolitan, em Nova Iorque, surgiu a partir de um contacto de uma portuguesa amiga - Susana Caldeira - que já trabalhava naquele museu como conservadora de instrumentos musicais.

    O estágio no Metropolitan era uma oportunidade aliciante: Ajudar num projeto de renovação das galerias, mas desde o início soube que não teria qualquer tipo de remuneração ou ajuda financeira.

    "Por isso tive de pedir um empréstimo ao banco para garantir o estágio. Tivesse o banco recusado, eu não teria ido", contou.

    Ana Sofia Silva lamenta que em Portugal não existam oportunidades de trabalho na área em que estudou: "Em parte, culpo a falta geral de financiamento às artes e à cultura. E se já é difícil para determinados profissionais de conservação e restauro nas áreas mais conhecidas, como pintura ou escultura, para obterem trabalho e posições de quadro nos museus portugueses, nas áreas mais especializadas, como instrumentos musicais, tornou-se impossível".

    Quando terminou o estágio em Nova Iorque regressou a Portugal, e procurou novamente alternativas relacionadas ou não com a área em que se especializou, mas foi em vão.

    Nessa altura surgiu uma nova oportunidade nos Estados Unidos, desta vez de fazer um mestrado de História dos Instrumentos Musicais, que é exclusivamente disponibilizado pela Universidade de Dakota do Sul, em colaboração com o National Music Museum.

    "O museu fica situado dentro do campus da universidade e contém uma das maiores e mais relevantes coleções de instrumentos musicais existentes nos Estados Unidos, e com renome internacional", apontou.

    Estas razões pesaram na decisão de voltar a partir para os Estados Unidos, mas também de voltar a pedir empréstimo ao banco para este "empreendimento".

    No entanto, teve a vantagem de conseguir uma bolsa de estudante/trabalhador para o período do mestrado, oferecida pela universidade de Dakota do Sul.

    Findo o mestrado, e voltando a procurar emprego, conseguiu um lugar no Musical Instrument Museum, em Phoenix, Arizona, no início do ano passado, contratada como conservadora, mas apesar de estar a fazer o que gosta, pensa sempre em viver "mais próximo de casa".

    "Se há algo que me custa mais nisto tudo é estar longe da família. Por isso, vou estando atenta a outras oportunidades que possam surgir", salientou, reiterando que em Portugal "há muito trabalho que precisa de ser feito, mas não há financiamento". 
     
    fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
    http://www.rtp.pt/noticias/cultura/portuguesa-restaura-instrumentos-antigos-num-dos-museus-mais-importantes-dos-eua_n870185

    Dark Vador é estrela de galeria infantil do museu do Louvre

    O Museu do Louvre acaba de inaugurar a Petite Galerie, um percurso pensado especialmente para crianças, com obras interativas e referências à cultura popular, como os heróis de Star Wars, numa tentativa de familiarizar os pequenos visitantes ao mundo das artes. Outro destaque do Agenda Europa desta semana é a exposição Making África, que abre suas portas no Guggenheim de Bilbao. A programação cultural do velho continente também é marcada pelo festival Pitchfork que traz os principais nomes da cena musical indie pop a Paris.


    Cartaz da exposição "Mitos Fundadores", na Petite Galerie do Museu do Louvre.


    O que é um mito e como ele é representado ? Como os artistas se apropriam do personagem do herói, presente em praticamente todas as civilizações, inclusive na cultura popular contemporânea ? Essas são algumas das questões colocadas de maneira bastante lúdica na exposição “Os mitos fundadores, de Hércules a Dark Vador” (Mythes fondateurs d’Hercule à Dark Vador), que marca a inauguração da Petite Galerie, um espaço composto por quatro salas do Louvre voltadas para o público infantil.

    “O percurso é totalmente interativo e visa as pessoas que não estão necessariamente acostumadas a visitar museus e galerias”, comenta Nathalie Lacroix, que guia e responde às questões dos pequenos visitantes. “É muito pedagógico. Distribuímos livretos nos quais as crianças podem anotar, desenhar, brincar e fazer a ligação entre as obras”, comenta. Graças a uma cenografia original, etiquetas legíveis e amostras de materiais que despertam os sentidos, com texturas que podem ser tocadas, o projeto facilita o contato com os trabalhos expostos, proporcionando uma experiência mais dinâmica do museu, acessível a todas as idades. Os que sabem ler (textos em francês e inglês) acompanham as explicações escritas, enquanto os menores se divertem com as imagens e o livreto.

    Outra particularidade da “Pequena Galeria” é a presença, em um mesmo local, de peças mais clássicas, como telas de Brueghel, com obras mais recentes, como uma instalação de Yves Klein ou uma peça de Christophe Berdaguer e Marie Péjus. “Para as crianças, misturar arte contemporânea e obras antigas não é um problema. Mas eles fazem muitas perguntas e, quase sempre, são muito mais curiosos que os adultos”, ressalta Nathalie Lacroix.

    Mas ao passear pelo local, é possível notar que mesmo se o percurso desperta o interesse das crianças pelos heróis mais clássicos, como Orfeu Hércules ou Ícaro, o grande herói do programa é mesmo o capacete de Dark Vador, o personagem de Star Wars, que quase sempre vira coadjuvante de um selfie (as fotos são autorizadas). Um vídeo com entrevistas dos atores e diretores da saga espacial, mostrando como algumas cenas foram filmadas, completa o lado mais popular do projeto.

    A Petite Galerie será um espaço permanente no Museu do Louvre, com exposições temáticas que devem mudar a cada ano. A mostra “Os mitos fundadores” fica em cartaz até julho de 2016.

    África contemporânea apresentada pelo Guggenheim de Bilbao

    Depois do sucesso de sua passagem no Vitra Design Museum da Basiléia, na Suíça, a exposição Making África – um continente de design contemporâneo estreou no Guggenheim de Bilbao nesta semana. A mostra, que aborda disciplinas como artesanato, design industrial, moda, arquitetura, cinema e fotografia, traz um panorama da criação no continente africano. Os organizadores não pretendem resumir a produção artística de um continente que borbulha de diversidade com seus 54 países e mais de 2 mil línguas faladas por um bilhão de habitantes. No entanto, a seleção consegue mostrar alguns aspectos que caracterizam essa parte do planeta e de sua diáspora.

    Até 21 de fevereiro, o trabalho de cerca de 100 artistas vai dividido em diferentes temáticas. Enquanto a primeira parte da mostra se questiona sobra a definição de design africano, a segunda seção (Space and Object) se interessa pela comunicação entre os indivíduos da nova geração que, graças a internet, integra uma cultura global. E quando se sabe que mais de 650 milhões de telefones celulares circulam no continente africano – mais do que na Europa ou nos Estados Unidos – dá para entender que a inter-conectividade é um aspecto que não deve ser esquecido quando se fala de África. A terceira parte da exposição (Origin and Future) se concentra no passado pré-colonial, colonial e no futuro, outra questão onipresente em grande parte dos projetos artísticos do continente.

    Indie Pop em Paris

    Bíblia da música independente desde os anos 1990, o site norte-americano Pitchfork organiza neste fim de semana em Paris a 5ª edição de seu festival (de 29 a 31 de outubro). O evento é a ocasião para os parisienses, mas também para vários fãs que viajam para a França especialmente para o festival, verem de perto alguns dos principais nomes do gênero. A islandesa Björk, que deveria participar desta edição, anulou seu show no mês de agosto, mas a programação conta com convidados conhecidos da cena independente, além de novos talentos. Tem desde o francês Laurent Garnier até o duo nova-iorquino Ratatat, passando pelas quatro espanholas do grupo Hinds, ou ainda os britânicos Thom Yorke e Fourt Tet. 
     
    fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti
    http://www.brasil.rfi.fr/cultura/20151030-dark-vador-e-estrela-de-galeria-infantil-do-museu-do-louvre

    Jack Lang : “Un musée destiné à une Palestine libre et souveraine”

    L'Institut du monde arabe va participer à la création du Musée national d'art moderne et contemporain de Palestine. Il propose son hospitalité aux collections, en attendant qu'elles puissent être exposées. Jack Lang nous en dit plus.




    Le 16 octobre dernier, l'Institut du monde arabe, présidé par Jack Lang, signait avec l'intellectuel Elias Sanbar, actuel ambassadeur de la Palestine auprès de l'Unesco, un partenariat en vue de la création du Musée national d'art moderne et contemporain de Palestine. Jack Lang revient pour nous sur la genèse et la nécessité d'une telle institution.

    Comment est née l'idée de ce musée?

    C'est le poète palestinien Elias Sanbar qui a imaginé la préfiguration de ce Musée national d'art moderne et contemporain. Nous nous connaissons depuis de longues années et j'ai énormément de respect pour lui. Elias est un homme de paix. Avec l'aide de Gérard Voisin et d'Ernest Pignon-Ernest, il a réuni une centaine d'œuvres remarquables données par d'autres artistes, essentiellement français. Il y a là des tableaux d'Henri Cueco, de Gérard Fromanger, des œuvres de Tardi ou de Barthélémy Toguo, des photos d'Henri Cartier-Bresson ou de Robert Doisneau. Restait à stocker ces œuvres avant l'édification et l'ouverture du musée dans une Palestine que nous espérons libre et souveraine. Je me suis alors dit que l'Institut du monde arabe pouvait offrir l'hospitalité à cette collection en attendant qu'elle puisse être exposée.


    “La préfiguration de ce musée m'a rappelé celle du Musée de la résistance Salvador Allende au Chili.”

    Faudra-t-il attendre la création d'un Etat Palestinien pour découvrir cette collection?

    Pas forcément. Il existe plusieurs hypothèses et la décision finale revient bien sûr aux Palestiniens. Ça serait une bonne chose que ces œuvres soient présentées au public à l'IMA ou ailleurs. Il n'est pas exclu qu'elles le soient à Ramallah, avant la création d'un Etat palestinien auquel je crois. Même si les deux situations n'ont rien à voir, la préfiguration de ce musée m'a rappelé celle du Musée de la résistance Salvador Allende au Chili.

    En 1975, deux ans après le coup d'Etat de Pinochet, de grands artistes latino-américains avaient eu la même idée et avaient ainsi constitué une collection. Le peintre surréaliste Roberto Matta avait donné des œuvres, tout comme le peintre et sculpteur d'origine argentine Julio Le Parc, et bien d'autres encore. Comme je présidais le Festival de théâtre universitaire de Nancy, je leur avais proposé d'y organiser la première exposition de la collection en 1977. Une fois nommé ministre de la Culture, j'ai souhaité que le Centre Pompidou présente la collection. Et lorsque Pinochet a été vaincu, la France a financé le transfert des œuvres à Santiago du Chili. Le musée est désormais installé au sein du bâtiment jadis occupé par la police politique du dictateur.


    “C'est par le biais de la culture que nous parviendrons à faire comprendre au monde que ce peuple ne demande qu'à vivre et à éduquer ses enfants.”

    N'y a-t-il pas d'autres priorités que la construction d'un musée en Palestine?

    Lorsque l'on mène un combat, tout est important. Aujourd'hui la situation est très difficile. Elle n'a même jamais été aussi désespérante. Le gouvernement israélien est totalement hostile à une Palestine libre. Les Palestiniens sont pour leur part divisés, ce qui les pousse à commettre des actes de désespoir d'une extrême violence. Vus de Loin, ils apparaissent comme un pauvre peuple abandonné, alors que c'est un peuple combattant, combattif, créatif, qui regorge de talents, et qui prend son destin en main.

    Mettre en place un musée national d'art moderne et contemporain est un signe de combat. D'autres s'engagent également sur la voie de la culture. Tel l'homme d'affaires palestinien Omar Qattan, avec qui l'IMA a noué des liens, et qui inaugurera en mai prochain à Rammallah un musée destiné à rayonner sur toute la Palestine, dédié à sa culture, à son histoire. Il est important de montrer cela. De donner une image positive du pays.

    A l'Institut, nous mettons beaucoup l'accent sur la Palestine. Nous y avons par exemple organisé une conférence de la coopération décentralisée, réunissant maires et élus français et palestiniens pour qu'ils travaillent sur des sujets concrets. Nous réfléchissons aussi à un grand événement qui donnerait à voir cette richesse culturelle. Car c'est par le biais de la culture que nous parviendrons à faire comprendre au monde que ce peuple ne demande qu'à vivre et à éduquer ses enfants.

    Vous dites que le partenariat de l'IMA avec le Musée national d'art moderne et contemporain est un geste de soutien à la création d'un Etat palestinien. S'agit-il du soutien de la France, de l'IMA ou de Jack Lang ?

    Des trois à la fois.


    http://www.telerama.fr/scenes/jack-lang-un-musee-destine-a-une-palestine-libre-et-souveraine,133478.php

    Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

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    MUSEOS LOCALES Y RETOS DE FUTURO -- · en CULTURA, GESTIÓN,INSTITUCIONES, MUSEO, MUSEOLOGÍA. ·

    Consolidar la relación del museo con la sociedad, no solo con el turista o el visitante de paso, es el reto fundamental. Conseguir que las personas tengamos una visión clara del museo como nuestro aliado, para completar el conocimiento sobre lo que somos, que entendamos bien cuales son nuestras raíces, de dónde venimos, y para que nos involucremos – y a nuestras familias y amigos – en actividades que seguro resultarán gratificantes para todos. Pero para hacerlo posible debemos acabar definitivamente con el museo pasivo, el museo inactivo.


    El museo suele estar estructurado en tres niveles diferenciados: uno dedicado a la gestión de la institución, otro inmerso en la gestión de la exposición y colecciones, y un tercero que tiene que ver con la educación y la acción cultural. Nosotros creemos a pies juntillas que este tercer nivel del museo es el que debe liderar los cambios que hay que afrontar en el momento actual, ya que los responsables de las áreas de comunicación y márketing (si los hubiera o hubiese), educación y acción cultural (si los hubiera o hubiese) son los encargados de conectar el museo con la sociedad. Es prioritario conectar los museos con la sociedad, con nuestra comunidad.

    Wall Street English

    De la capacidad de los profesionales que forman parte de estas áreas del museo dependerá en gran medida que el museo se convierta en una institución cultural viable y sostenible para sobrevivir a la dura competencia en la que se han convertido para el museo otras industrias culturales y de ocio, que hace tiempo aplican estrategias que son muy efectivas en nuestra sociedad.


    Evidentemente, no va a resultar fácil en absoluto. La sociedad se encuentra mayoritariamente alejada de su patrimonio cultural, de su memoria histórica, de sus museos. Por algo será, y eso es lo que los profesionales debe analizar y poner solución. Muchos museos aburren a los visitantes y eso lo cuentan. El museo debe dejar de ser un almacén pasivo, ya no es suficiente con disponer de vitrinas con objetos a la vista ni colgar cuadros de las paredes. La sociedad ha evolucionado y evoluciona a la velocidad de la luz, hay que ser consciente de que el museo debe cambiar a ese ritmo si quiere tener capacidad de atracción, debe adaptarse a las expectativas de la comunidad.

    Cartel de la película “Things to come”

    Sabemos que nos repetimos, que somos un poco pesados repitiendo las cosas, pedimos disculpas por ello a los que nos seguís regularmente y os encontráis con nuestra perorata del “erre que erre”, pero es que no hay otra. Debemos insistir para que cunda el mensaje aun cayendo en el posible error de ser muy plomos. Tenemos excusa: nos horroriza la idea de una sociedad de museos vacíos, museos alejados de la sociedad.


    Conectivismo:

    El conectivismo es una teoría del aprendizaje para la era digital que ha sido desarrollado por George Siemens basado de las limitaciones del conductivismo, el congnetivismo y el constructivismo, para explicar el efecto que la tecnología ha tenido sobre la manera en que actualmente vivimos, nos comunicamos y aprendemos. El colectivismo es la tesis que enuncia que el conocimiento se distribuye a través de una red de conexiones, y por lo tanto el aprendizaje consiste en la habilidad para construir y recorrer las redes.








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