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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Cultura brasileira: Povo Indígena Cassupá - Rondônia, Brasil. -- Brazilian Culture: Indigenous People Cassupá - Rondônia, Brazil.

Cultura brasileira: Povo Indígena Cassupá - Rondônia, Brasil.
Perfil de Márcia Mura

Leitora de Jean-Paul Sartre - seguidora da filosofia existencialista. 
Acreditei que somos projetos de ser e que temos várias possibilidades de ser, mas quando tomei consciência da politica de apagamento de identidade Indígena do ESTADO que impedia a possibilidade de eu ser indígena porque foi tirado de mim a minha língua materna e a memória indígena da minha família, impulsionei-me no projeto de ser Mura por ser do Rio Madeira território tradicional de ocupação Mura. 

A partir daí minha luta e meus sonhos se voltaram para a reconstrução da minha história indígena. Essa busca é respaldada em coletividade! É isso que me fortalece!!! Que me alimenta! Ser Mura e fazer parte das lutas e sonhos dos povos indígenas e demais comunidades tradicionais!!!!



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Décadas de luta do Povo Indígena Cassupá e Salamãe 
para não serem assimilados pela sociedade nacional


O Povo Indígena Cassupá foi deslocado de seu território tradicional na década de 40 do século passado pelo SPI - Serviço de Proteção ao Índio. Foram utilizados na frente de atrações de outros povos indígenas não contactados. Em sua trajetória de histórias compartilhadas com os Salamãe com quem estabeleceram relação de inter-casamentos reafirmaram seus sentimentos de identidade étnica em comum. (fotos: Assembléia do Povo Indígena Cassupá e Salamãe em 2011 com atividade de fortalecimento Cultural por meio do intercambio com os Aikanã parentes dos Cassupá - Arquivo CIMI - Conselho Indígenista Missionário).




Depois de uma longa trajetória passando por Mutum Paraná, Guajará Mirim, Ribeirão, entre outros lugares foram deixados no Km 5,5 da BR 364 área do antigo Ministério da Agricultura. Os mais velhos ficaram morando em casas que eram para os trabalhadores do Ministério de lá até recentemente ficaram a merce de serem expulsos a qualquer momento de suas casas.

Na década de 90 se organizam politicamente por meio da 0PIC'S Organização dos povos indígenas e Salamãe e desde então passaram a reivindicar da FUNAI seu reconhecimento étnico e das outras instituições governamentais seus direitos, como educação e saúde. Estou retomando essa história para contextualizar a notícia que recebi de seus Clóvis Cassupá esses dias. Ele me ligou todo feliz para dizer que por meio da documentação enviada ao Ministério Público conseguiram 5.5 cedida pela União da área onde vivem desde o final da década de 60. Depois eu liguei pra ele e perguntei direitinho por que só 5.5 hectares ai ele me explicou que para eles conseguirem os 40 hectares a FUNAI tem que fazer um grupo de Trabalho - GT para fazer um estudo e laudo de reconhecimento da área como terra indígena. Segundo ele, a FUNAI disse que não tem recursos para pagar esse GT. Enfim, os Cassupá e Salamãi ainda tem muita luta pela frente. A conquista desse 5.5 hectares já deixa o núcleo familiar que vive nessa área mais tranquilo e permite dar continuidade no projeto de reafirmação étnica e cultural dos Povos Indígenas Cassupá e Salamãe.



O Estado os retirou de seu espaço. Atualmente o lugar sagrado deles que é referência de sua origem mítica, o lugar Cascata, tem uma pequena hidrelétrica (PCH) e o restante da área que era seu território é ocupado por fazendeiros. O ESTADO tem uma dívida com os Cassupá e Samãi e tem que garantir o seu direito de ter um espaço vital para a restituição de sua vida cultural e étnica.


Ver mais sobre os Cassupá na minha monografia de bacharelado de história feita por meio da história oral em colaboração com os Cassupá: A Resconstrução de Uma Identidade. Ela não está online, mas quem tiver interesse é só me solicitar.


fonte: http://lutasesonhos.blogspot.com.br/search?updated-min=2012-01-01T00:00:00-08:00&updated-max=2013-01-01T00:00:00-08:00&max-results=50



--in via translate.google.com

Brazilian Culture: Indigenous People Cassupá - Rondônia, Brazil.

Marcia Mura profile

Reader Jean-Paul Sartre - follower of existentialist philosophy.
I thought we project to be and we have several possibilities to be, but when I became aware of the Indigenous STATE Identity deletion policy that prevented the possibility of my being Indian because it was taken from me my mother tongue and the indigenous memory of my family, boosted me in the project to be Mura for being the Madeira River traditional territory of Mura occupation.

From there my fight and my dreams have turned to the reconstruction of my indigenous history. This quest is backed by community! That's what gives me strength !!! They give me food! Mura and be part of the struggles and dreams of indigenous peoples and other traditional communities !!!!


source:edisonmariotti #edisonmariotti

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Wednesday, December 12, 2012

Decades of struggle of the Indigenous People Cassupá and Salamãe
not to be assimilated into the national society

The Indigenous People Cassupá been displaced from their traditional lands in the 40s of the last century by the SPI - Indian Protection Service. They were used in front of attractions other indigenous people not contacted. Along the way stories shared with Salamãe who have established inter-marriage relationship they reaffirmed their feelings of ethnic identity in common. (Photo: Indigenous People's Assembly Cassupá and Salamãe in 2011 with Cultural building activity through the exchange with the Aikanã relatives of Cassupá - CIMI Archive - Indigenous Missionary Council).

After a long journey through Mutum Paraná, Guajará Mirim, Stream, among other places were left at Km 5.5 of the BR 364 area of ​​the former Ministry of Agriculture. Older were living in houses that were for the Ministry of workers there until recently were at the mercy of being evicted at any time from their homes.

In the 90s they organize themselves politically through 0PIC'S Organization of indigenous peoples and Salamãe and since then began to claim the FUNAI their ethnic recognition and other government institutions their rights, such as education and health. I am returning this story to contextualize the news I received from your Clovis Cassupá these days. He called me all happy to say that through the documentation sent to the prosecutor managed 5.5 courtesy of Union area where they live since the late 60's after I called him and asked straight by only 5.5 hectares then he explained to me that they get to 40 hectares FUNAI have to do a bunch of work - GT to make a study and report recognition of the area as indigenous land. He said the FUNAI said he did not have the resources to pay that GT. Finally, the Cassupá and Salamãi still has plenty of fight ahead. Winning this 5.5 hectares already leaving the nuclear family that lives in this most peaceful area and allows to continue in ethnic and cultural reaffirmation project of Indigenous Peoples Cassupá and Salamãe.

The state removed them from their space. Currently the sacred place of them is a reference to its mythical origin, the place Cascade has a small hydropower (SHP) and the rest of the area that was its territory is occupied by farmers. STATE owes a debt to the Cassupá and Shammai, and have to guarantee their right to have a living space for the return of their cultural and ethnic life.

See more about Cassupá in my monograph Bachelor's history made through oral history in collaboration with Cassupá: The Resconstrução of One Identity. It is not online, but those interested just ask me.


source: http://lutasesonhos.blogspot.com.br/search?updated-min=2012-01-01T00:00:00-08:00&updated-max=2013-01-01T00:00:00-08:00&max-results=50



Museo Jumex na Cidade do México recebe a Iniciativa de Arte Global Guggenheim UBS MAP

A partir de 19 de novembro até 7 de fevereiro de 2016, oMuseo Jumex apresenta a exposição Sob o mesmo sol: arte da América Latina hoje, a Iniciativa de Arte Global Guggenheim UBS MAP, destacando uma seleção vibrante de obras adquiridas recentemente de 40 artistas de 13 países latino-americanos. 


Organizada pelo nativo da Cidade do México Pablo León de la Barra, curador do Guggenheim UBS MAP América Latina, em colaboração com seus colegas do Museo Jumex, a exposição se concentra predominantemente nos trabalhos de artistas nascidos depois de 1968 e também inclui vários pioneiros que já tinham presença internacional nos anos 60 e 70. 

Sob o mesmo sol apresenta mais de 45 obras em uma variedade de mídias incluindo pintura, instalação, atuação, fotografia, escultura e vídeo. Os países representados são: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Guatemala, Honduras, México, Peru, Porto Rico, Uruguai e Venezuela.


A arquiteta Frida Escobedo, baseada na Cidade do México, criou um design dinâmico de exposição para as galerias. As obras de arte também são apresentadas nas áreas públicas do museu, incluindo uma instalação de Luis Camnitzer específica para o local Um Museu é uma Escola, montada na fachada do prédio; Outro Dia (2003) de Ramírez Jonas, no lobby do Museu e Artforhum (1972) de Rafael Ferrer na loja do Museu.

Sob o mesmo sol foi lançada no Guggenheim Museum em New York em junho de 2014 e, após sua exibição na Cidade do México, seguirá para a South London Gallery em junho de 2016.

Panorama geral da exposição Para demonstrar que a América Latina não pode ser reduzida a uma única entidade homogênea, a exposição Sob o mesmo sol examina a diversidade das recentes respostas criativas às realidades compartilhadas, moldadas pela história colonial e moderna, política governamental repressiva, crise econômica e diferenças sociais, bem como por períodos de desenvolvimento econômico e progresso social. Apesar do crescimento financeiro e aumento da estabilidade na maior parte do continente durante a última década, a América Latina continua dividida por diferenças étnicas e de classes e marcada por problemas políticos e econômicos. Sob o mesmo sol apresenta arte recente que aborda o passado e o presente desta situação sutil e complexa e que explora possíveis alternativas futuras. As obras estão organizadas em cinco temas:

O Conceitualismo inclui obras dos pioneiros conceitualistas latino-americanos ativos nos Estados Unidos nas décadas de 60, 70 e 80, muitos trabalhando até os dias de hoje. As formas de envolvimento que estas figuras-chave desenvolveram continuam a ser investigadas por artistas mais jovens. O Modernismo questiona a dissociação dos elevados ideais do modernismo de suas realidades imperfeitas e inclui obras de artistas que lidam com seu legado nos dias de hoje. 

A Participação / Emancipação convida a participação mental e física dos visitantes, possibilitando que eles se tornem efetivamente uma parte ativa da obra. OAtivismo Político trata do contexto sócio-político no qual a obra de arte foi criada e confronta a maneira na qual os artistas latino-americanos têm direcionado suas práticas como formas de dissidência, protestando contra influências políticas e econômicas estrangeiras, regimes políticos ditatoriais e a violência do tráfico de drogas. 

Tropical reconhece os efeitos que a localização e a natureza (incluindo o clima) exercem sobre a produção cultural, mas apresenta o argumento de que ser "tropical" é principalmente uma questão de atitude que transcende esses interesses. A exposição será acompanhada por uma ampla variedade de programas públicos e educacionais—um foco importante da iniciativa e um marco da plataforma de arte contemporânea do UBS—desenvolvidos conjuntamente pelo Museo Jumex e pelo Guggenheim. A obra Um Logo para a América (1987) de Alfredo Jaar será exibida em painéis digitais do lado de fora do Auditório Nacional nos dias 29 e 30 de janeiro das 08h00 até às 20h04min.

O Museo Jumex criou um novo Web Site —unmismosol.info—para fornecer contexto adicional da exposição e proporcionar aos visitantes uma visão aprofundada dos artistas, das obras de arte e dos temas da exposição Sob o mesmo sol. Os usuários on-line podem navegar pelas obras dos artistas, obter informações sobre os próximos eventos com os artistas, ouvir uma lista de músicas no Spotify criada pelos curadores para acompanhar a exposição e utilizar a Cabine Fotográfica, que permite aos usuários aplicarem um filtro "solar" às suas imagens de perfil, para compartilharem nas redes sociais, através da hashtag #bajounmismosol.

Sobre a Iniciativa de Arte Global do Guggenheim UBS MAPLançada em 2012, a Iniciativa de Arte Global do Guggenheim UBS MAP é uma colaboração entre o Solomon R. Guggenheim Museum and Foundation e a companhia de serviços financeiros UBS com o objetivo de apoiar o conhecimento e o acesso à arte contemporânea do Sul e do Sudeste da Ásia, América Latina, Oriente Médio e do Norte da África. 

Ela inclui residências curatoriais, exposições internacionais itinerantes, programação educacional voltada para públicos específicos e aquisições para o acervo permanente do Guggenheim. Todas as obras foram adquiridas recentemente pelo acervo do Guggenheim com o patrocínio do Fundo de Aquisições do Guggenheim UBS MAP. A iniciativa fortalece e reflete a eminente história de internacionalização da Fundação Solomon R. Guggenheim e aumenta consideravelmente o patrimônio de arte do Guggenheim a partir dessas comunidades dinâmicas.



FONTE Solomon R. Guggenheim Foundation








http://entretenimento.r7.com/pr-newswire/entretenimento/museo-jumex-na-cidade-do-mexico-recebe-a-iniciativa-de-arte-global-guggenheim-ubs-map-20151117.html

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Undressed: Uma exposição despida de preconceitos

Dos corpetes aos soutiens, a nova exposição do Victoria and Albert Museum, em Londres, despe-se para contar a história da roupa interior. Existem mais de 200 peças únicas para ver a partir de abril.

Os últimos modelos da marca de lingerie Agent Provocateur
 também vão fazer parte da exposição.
© Sebastian Faena/Victoria and Albert Museum, London


Das ceroulas aos boxers de David Beckham para a H&M, o Victoria and Albert Museum, em Londres, despiu-se de preconceitos para contar a evolução da roupa interior. A nova exposição “Undressed: A Brief History of Underwear” vai reunir mais de 200 peças únicas que marcaram a história da lingerie e não só. Falamos dos corpetes típicos do século XIX até ao vestido transparente usado por Gwyneth Paltrow em 2009.

A exposição vai abrir ao público no dia 16 de abril de 2016 e ocupar o espaço do museu londrino até 12 de março de 2017 para substituir a mostra temporária “Shoes: Pleasure and Pain” que fecha ao público a 31 de janeiro. À semelhança da anterior, esta breve história da roupa interior também pretende demonstrar o desconforto e tortura provocados pelos vários corpetes desenhados para reduzir até 48 centímetros de cintura, e que serão expostos ao lado de raio X e ilustrações que comprovam as consequências para o corpo de uma mulher.

A curadoria da exposição está entregue a Edwina Ehrman, do departamento têxtil do Victoria and Albert Museum e, no total, vão estar expostas mais de 200 peças únicas de homens e mulheres como soutiensacolchoados e pijamas de algodão, renda e seda. Aproveite a viagem e percorra a evolução do século XVIII até aos dias de hoje com algumas peças que selecionámos na fotogaleria.






http://observador.pt/2015/11/17/undressed-exposicao-despida-preconceitos/

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Texto editado por Ana Dias Ferreira.

Loulé: “Igualdade de género: um (não) assunto no sector cultural?” - Porque é que a sinalética do serviço educativo no Museu dos Coches apresenta uma figura feminina acompanhada de crianças?


No dia 19 de novembro, a Acesso Cultura retoma os seus debates, com o tema “Igualdade de género: um (não) assunto no sector cultural?”, em simultâneo nas cidades de Évora, Lisboa, Loulé e Porto. Em Loulé o debate tem lugar no Cine-Teatro, com início às 18h30 e entrada é livre. 



De que forma o sector cultural questiona (ou não) a igualdade de género? De que forma a promove, no contexto laboral, nas suas programações, na forma como comunica? E de que forma contribui para a desigualdade?

«Já pensou porquê é que não há fraldários nos WC Homens nos equipamentos culturais, até nos recém-inaugurados? Porque é que a sinalética do serviço educativo no Museu dos Coches apresenta uma figura feminina acompanhada de crianças? Porque é que um cartaz das Festas de Lisboa deste ano foi considerado, por algumas pessoas, sexista? Se os cursos de artes são maioritariamente frequentados por mulheres, porque será que o sucesso é muito mais visível em artistas masculinos? Sabia que no Porto abriu recentemente a primeira livraria de mulheres e que na mesma cidade foi este ano realizada a primeira edição do Festival Feminista? Como é celebrada a Existência pelo coletivo Rabbit Hole e de que forma se afirma “Sim. A Tudo”?»

Neste debate, pretende-se procurar abordar o tema da igualdade de género de vários pontos de vista, com a ajuda de convidados que também representam meios muito diversos. Loulé contará com a presença de Mirian Tavares, professora universitária, António Lacerda, da Associação Nacional de Designers, Nuno Silva, do Museu de Portimão, e Vítor Palma, artista plástico, numa sessão moderada pela gestora cultural Laura Carlos.

A Acesso Cultura herda e dá seguimento ao trabalho desenvolvido pelo GAM – Grupo para a Acessibilidade nos Museus, criado em 2003 e que funcionou até 2013 como um grupo informal de trabalho. Juntou membros institucionais e individuais, museus e profissionais de museus.

Em junho de 2013, o GAM deu lugar à Acesso Cultura, Associação Cultural. A Acesso Cultura alargou o âmbito da sua ação para todo o sector cultural e tem por objeto a melhoria das condições de acesso – nomeadamente físico, social e intelectual – aos espaços culturais e à oferta cultural.

No sentido de cumprir sua missão, a Acesso Cultura organiza formações nas áreas ligadas à acessibilidade; realiza auditorias e consultorias técnicas em espaços culturais (em construção ou existentes), no sentido da promoção e aplicação dos princípios de acessibilidade e apoio na implementação das consequentes recomendações; organiza seminários, conferências e workshops, com o objetivo de criar um fórum de debate e de promoção de boas práticas; promove e participa no desenvolvimento de projetos de investigação, aplicada na área de acessibilidade; participa em projetos que procurem promover a reflexão e as boas práticas relativas à acessibilidade; divulga notícias e estudos relativos à acessibilidade; e procura estabelecer relações de cooperação com organismos congéneres, nacionais ou estrangeiros ou outros que se revelem úteis à prossecução dos seus fins.

A Acesso Cultura foi criada por 17 sócios fundadores. Hoje em dia, conta com 102: 91 individuais (profissionais da cultura) e 11 institucionais (museus, teatros, companhias de dança).






http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=156638



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Irkutsk Regional Art Museum after the name of V.P. Sukachev Irkutsk regional art museum is the richest treasury of fine art in Siberia.

The museum was founded on the basis of the art gallery of the major of Irkutsk V.P. Sukachev assembled by him in the end of the 19-th century. 



The collection contains small but extremely rare assembly of monuments of Paleolithic art in the Region of the Baikal, one of the most significant collections of icons and wooden sculpture of the 15-18th centuries in Siberia including original icons of the Siberian letter. 

The most significant and interesting part of the collection is represented by the works of the Russian artists of the 18-20th centuries. Section of the Western-European art of 17-19th centuries include pictures of the recognized masters of Holland, Italy, France, Germany, Austria. 



he assembly of the countries of the Far East - mainly from China and Japan - is one of the best among the Russian museums. The Siberian portrait of the 19 century as well as the works of modern Irkutsk masters are of interest.


http://www.russianmuseums.info/M1527

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--ru


Описание:

Иркутский областной художественный музей им. В.П. Сукачева является старейшим и одним из наиболее крупных собраний произведений изобразительного искусства на всей Восточной части России - от Урала до Дальнего Востока. В основе коллекции лежат картины, которые в 70-х годах ХIХ века начал собирать иркутский градоначальник, любитель и знаток искусств Владимир Платонович Сукачев. Среди произведений, приобретенных им, были творения Репина, Максимова, Мясоедова, Айвазовского, Брюллова, Шишкина и других русских художников, а также заказанные в музеях Мюнхена и Флоренции копии с картин западноевропейских живописцев Рафаэля, Корреджо, Мурильо, Рубенса.

С 1920 года галерея перешла в государственную собственность. На протяжении ХХ века в Иркутское собрание произведения поступали: из Государственного музейного фонда, государственных и общественных организаций Иркутска и Москвы. В 1938 г. собрание пополнилось коллекцией иркутского сенатора Н.П. Еракова, в 1960-1980-х гг. - ценнейшими дарами известных коллекционеров России Ф.Е. Вишневского, Н.К. Величко, Ю.В. Невзорова, П.Я. Корнилова, произведениями из МК СССР и РСФСР, крупнейших музеев нашей страны.

В настоящее время музей представлен научно-экспозиционным отделом, отделом "Сибирское искусство" и "Усадьба В.П. Сукачева"

ALEMANHA GANHARÁ DOIS MUSEUS DE MÚSICA ELETRÔNICA NOS PRÓXIMOS ANOS

O mercado da música eletrônica está se tornando cada vez mais amplo. E isso pode ser notado nos projetos interessantes aos quais estão sendo abraçados frequentemente. Um bom exemplo são os dois museus que a Alemanha ganhará em 2016 e 2017, respectivamente.

Dedicado à música eletrônica, os museus contarão com acervo que apresenta desde os primeiros passos que a dance music deu em 1970, até o presente momento.

De acordo com Dimitri Hegermann, um dos investidores do renomado club Tresor, diz que seu museu eletrônico será aberto em Berlim, no final de 2016, e que o mesmo marcará o vigésimo quinto aniversário do club.



Intitulado Museum of Modern Electronic Music (MOMEM), o outro museu, esse parcialmente financiado pela cidade de Frankfurt, tem expectativas de abrir as portas no início de 2017.

De acordo com o cofundador Alex Azary, a proposta do museu MOMEM é apresentar conteúdos históricos que compõe todo o cenário eletrônico. No museu será exposto projetos de todos os gêneros e subgêneros dessa categoria. As informações são da DJ Mag.





https://www.phouse.com.br/alemanha-ganhara-dois-museus-de-musica-eletronica-nos-proximos-anos/


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