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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Le musée de l’Armée délaissé ?

Créé à l’occasion de l’Exposition universelle de 1910, le Musée royal de l’Armée retrace dix siècles d’histoire militaire au travers des nombreux objets rares qui y sont exposés. Des armures médiévales, des armes à feu, des armes blanches et des uniformes y côtoient une impressionnante collection de chars et d’avions. Avec 200 000 visiteurs par an, ce Musée constitue un atout pour le tourisme en Région bruxelloise.



Mais de récentes orientations de gestion inquiètent le député fédéral Gautier Calomne (MR). Alors que l’entrée a toujours été gratuite, le Musée royal de l’Armée deviendra payant au mois de janvier prochain. Le montant d’entrée de base s’élèvera normalement à 5 €. Le parlementaire libéral craint que ce passage de la gratuité à une tarification généralisée nuise au pouvoir d’attraction du musée. "Le nombre de visiteurs pourrait baisser fortement, ce qui serait dommageable pour la visibilité et l’accessibilité de notre patrimoine ainsi que pour le tourisme bruxellois", estime-t-il.

L’autre élément qui tracasse Gautier Calomne concerne la collection de blindés. Alors qu’une cinquantaine de véhicules blindés et de chars de combats étaient autrefois exposés dans la cour carrée du musée, ces pièces de collection sont désormais éparpillées sur deux autres sites plus confidentiels : tous les éléments relevant de la Seconde Guerre mondiale ont été envoyés à Bastogne où ils ne sont visibles qu’à certaines heures tandis que les engins datant de la guerre froide sont, quant à eux, conservés à Braaschaat. "Avec cette dispersion géographique et ces horaires très particuliers, il devient donc compliqué d’admirer l’ensemble de la collection. Pour profiter de ce patrimoine, le grand public et les touristes doivent transiter par trois pôles, ce qui n’est pas évident", déplore Gautier Calomne.

En mauvais état

Enfin, ce dernier estime que le Musée de l’Armée ne se trouve actuellement pas dans son meilleur état. La cour carrée du Musée est fermée au public. Cette dernière est dans l’attente d’une remise en état qui doit permettre d’exposer les véhicules dans de bonnes conditions. "Cependant, le chantier n’a pas encore été achevé. Alors qu’il devait se terminer en théorie en 2013, l’ouverture est maintenant annoncée pour 2016", indique Gautier Calomne.

Bien qu’il siège au sein de la majorité, le libéral interpellera le ministre de la Défense Steven Vandeput (N-VA) sur ces différents problèmes mercredi prochain au parlement. Il fera également part de ses pistes de solution. "Pour ce qui est de la nouvelle tarification, pourquoi ne pas offrir la gratuité d’accès le premier dimanche du mois comme cela se fait en Fédération Wallonie Bruxelles ? Quant à la collection de blindés, une solution consisterait en une exposition tournante du matériel à travers les trois pôles", avance-t-il.






http://www.lalibre.be/regions/bruxelles/le-musee-de-l-armee-delaisse-564cdf513570bccfaf22739a

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Texto editado por Ana Dias Ferreira.


SEU MACHISMO MATA !!! VIOLENCIA NÃO MAIS --- 16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência contra as Mulheres. As Nações Unidas iluminarão o Museu Nacional, em Brasília



Abertura da campanha global da ONU nos 16 Dias, “Torne o Mundo Laranja”, começa com destaque para o Brasil este ano; país é o quinto no ranking de assassinato de mulheres.

SEU MACHISMO MATA !!! VIOLENCIA NÃO MAIS

Durante a campanha mundial dos 16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência contra as Mulheres, as Nações Unidas iluminarão o Museu Nacional, em Brasília, com dados de violência contra as mulheres, nos dias 18 e 19 de novembro. A ação acontece no contexto da visita da diretora executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, que trará o país para os holofotes internacionais este ano.

No Brasil, a campanha dos 16 Dias se inicia em 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra, e termina em 10 de dezembro – Dia Internacional dos Direitos Humanos.

Os 16 Dias de Ativismo começaram em 1991, quando mulheres de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (CWGL), iniciaram uma campanha com o objetivo de promover o debate e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo. A data é uma homenagem às irmãs Pátria, Minerva e Maria Teresa, que se posicionaram contrárias ao ditador Trujillo, ficando conhecidas como “Las Mariposas”, e sendo assassinadas em 1960, na República Dominicana.

Hoje, cerca de 150 países desenvolvem esta campanha. No Brasil, ela acontece desde 2003, por meio de ações de mobilização e esclarecimento sobre o tema.

Segundo o Mapa da Violência 2015 (disponível aqui), estudo elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), com o apoio da ONU Mulheres e da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS), o Brasil assume a 5ª posição no ranking de feminicídio, com uma taxa de 4,8 assassinatos por cada 100 mil mulheres; 55,3% desses crimes foram cometidos no ambiente doméstico e 33,2% dos assassinos eram parceiros ou ex-parceiros das vítimas, segundo dados de 2013 do Ministério da Saúde.

O estudo diz ainda que houve um aumento de 54% em dez anos no número de assassinatos de mulheres negras, passando de 1.864, em 2003, para 2.875, em 2013.

As mensagens projetadas no Museu Nacional convocam cidadãos e cidadãs, governos, universidades, empresas e sociedade civil a tomarem uma atitude pelo fim da violência contra mulheres e meninas.

A ação se relaciona à campanha global da ONU Mulheres nos 16 Dias “Torne o Mundo Laranja”, que iluminará de laranja monumentos importantes com o objetivo de dar visibilidade para o problema. A cor laranja, por ser vibrante, foi escolhida para simbolizar um futuro de esperança para mulheres e meninas. No ano passado, entre os principais símbolos mundiais, foram iluminadas a Times Square, em Nova York, e as Pirâmides do Egito.

Dia Laranja – Em julho de 2012, a campanha UNA-SE pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, do secretário-geral das Nações Unidas, proclamou o dia 25 de cada mês como um Dia Laranja. Em todo o mundo, agências das Nações Unidas e organizações da sociedade civil utilizam esses dias para dar mais visibilidade às questões que envolvem a prevenção e a eliminação da violência contra mulheres e meninas.

Mapa da Violência – A fonte básica para a análise dos assassinatos no Brasil, em todos os Mapas da Violência até hoje elaborados, é o Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde (MS).

A seguir, alguns dos dados apresentados no Mapa da Violência 2015: assassinato de mulheres no Brasil.

Assassinato de mulheres nas capitais – Vitória, Maceió, João Pessoa e Fortaleza encabeçam as capitais com taxas mais elevadas no ano de 2013, acima de 10 assassinatos por 100 mil mulheres. No outro extremo, São Paulo e Rio de Janeiro são as capitais com as menores taxas.

Estatísticas internacionais – De acordo com os dados da OMS, o Brasil tem taxa de 4,8 assassinatos por 100 mil mulheres, em 2013, o que coloca o país na 5ª posição internacional, entre 83 países do mundo.

Cor das vítimas – As taxas das mulheres e meninas negras vítimas de assassinatos cresce de 22,9% em 2003 para 66,7% em 2013. Houve, nessa década, um aumento de 190,9% na vitimização de negras, índice que resulta da relação entre as taxas de mortalidade brancas e negras, expresso em percentual.

Idade das vítimas – Baixa ou nula incidência até os 10 anos de idade, crescimento íngreme até os 18/19 anos e, a partir dessa idade, tendência de lento declínio até a velhice. O platô que se estrutura no assassinato de mulheres, na faixa de 18 a 30 anos de idade, obedece à maior domesticidade da violência contra a mulher.
Mais informações

ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres
Isabel Clavelin – Assessora de Comunicação da ONU Mulheres
(61) 3038 9140 | 8175 6315
E-mail: isabel.clavelin@unwomen.org

Amanda Kamanchek Lemos – Coordenadora de Campanha
(61) 3038-9296 | 9984-9122
E-mail: amanda.lemos@unwomen.org




http://nacoesunidas.org/16-dias-de-ativismo-pelo-fim-da-violencia-onu-projeta-dados-sobre-feminicidio-no-museu-nacional-de-brasilia/

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MAES - Museu de Arte na cidade de Vitória, Espírito Santo, Brasil.

Quem visitar o MAES até o dia 29 de novembro pode prestigiar de graça a exposição de seis artistas capixabas. O local também conta com infraestrutura para atendimento de deficientes visuais

O MAES está localizado no Centro de Vitória


De acordo com o diretor do MAES, Renan Andrade, é possível ver vários temas que englobam a humanidade no museu. “A partir das suas exposições, dos seus acervos da biblioteca e o próprio acervo de arte do museu há uma possibilidade de estar em contato com as artes visuais e você consegue acessar diversos tipos de temas da humanidade”.


O Museu de Arte do Espírito Santo Dionísio Del Santo (MAES) é um museu vivo que conta a história por meio das artes e foi inaugurado em 18 de dezembro de 1998. O museu pertencente à estrutura organizacional da Secretaria de Estado da Cultura (Secult). O MAES ocupa um prédio tombado pelo patrimônio estadual. A construção, a partir do projeto arquitetônico do tcheco Joseph Pitilick, foi concluída 1925. Localizado no Centro de Vitória, o prédio já abrigou a sede do Diário Oficial, setores da Secretaria de Administração e dos Recursos Humanos e a Secretaria da Fazenda.


Intelectuais e artistas capixabas fizeram uma mobilização tão intensa que, em 1987, o prédio foi cedido ao Departamento Estadual de Cultura (DEC). O antigo DEC resolveu abrigar o MAES em 1990, quando a estrutura começou a passar por uma reforma. “O Espírito Santo não abrigava um museu de arte, e ficou um tempo com o projeto em andamento. Em 1994, Paulo Herkenhoff e Margareth Moraes fecharam o projeto do museu e veio a culminar na inauguração em 1998, em uma exposição do artista capixaba Dionísio Del Santo”, disse Renan.

O térreo do prédio foi adaptado para a instalação da recepção e da biblioteca do museu. No acervo aproximadamente 4 mil títulos nas áreas de artes plásticas, patrimônio e museologia à disposição de pesquisadores. “A gente recebe catálogos de instituições de arte do Brasil todo e de outras partes do mundo. É um acervo formado, sobretudo, com teorias da arte, história da arquitetura e história de outras exposições. Temos um acervo sólido de todas as ações que aconteceram no museu. Cada exposição tem uma ação que é o ‘MAES em letras’, que colocamos alguns exemplares de livros que possuem alguma relação com a exposição que está acontecendo”, informou o diretor do museu. 

No segundo andar estão as salas destinadas às exposições. Se por um lado a escadaria não garante acessibilidade a cadeirantes, quem é deficiente auditivo tem apoio da tecnologia. “Nós temos parceria com o Centro de Educação da Ufes e fazemos registros de cada sala da exposição. Realizamos a tradução desse contexto para a linguagem de libras e eles conseguem conferir em cada sala um pouquinho do artista e o que ele está trabalhando”, informou Renan. 

De acordo com o curador-residente Júlio Martins, o grande questionamento dos artistas é o que acontece, quando nada acontece. Daí, a proposta deles de esgotar um lugar. “Uma inspiração em muitos dos trabalhos dos artistas reunidos na exposição nesse sentido de se afeiçoar a um lugar, explorá-lo, reagir às suas características e assim estudá-lo, em outros casos, os próprios artistas constroem o pseudônimo no lugar dele”. 

Ainda segundo o curador, a escolha do Museu de Artes do Espírito Santo para a exposição não foi por acaso. “Há uma produção jovem muito interessante na cidade e eu acho que o MAES é, e será nos próximos anos, consolidado para essa vocação de ser a plataforma para essa produção”.


Série Ícones do Espírito Santo

Imponência, estilo e suntuosidade do lado de fora. No térreo da construção jesuítica, localizada na Cidade Alta, em Vitória, visitantes têm a oportunidade de apreciar obras de artistas de todo o mundo.




http://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/2015/11/museu-de-arte-do-espirito-santo-preserva-cultura-do-estado.html



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Carros de Spectre no Museu do Filme de Londres

O requinte é uma das marcas de 007 e os carros cheios de truques que fazem parte do universo de James Bond não fogem à regra. Os bólides conduzidos pelo agente de Sua Majestade na sua última aventura, Spectre, já estão em exibição na exposição permanente Bond in Motion patente no Museu do Filme de Londres, em Covent Garden. O espaço contém a maior coleção de carros originais de James Bond. Neste museu as réplicas não têm lugar para estacionar, só os bólides usados nas filmagens.



Jonathan Sands, fundador do Museu do Filme de Londres:

“Os bólides são umas das estrelas dos filmes de 007. Datam do Dr. No e da primeira cena de perseguição do carro fúnebre a Sean Connery. A perseguição à beira do penhasco transformou as cenas de carros num dos pilares de cada um dos filmes de James Bond.”

Os carros de Spectre podem agora ser vistos juntamente com outras máquinas, como o Lotus Esprit S1 submersível de 007 – Agente Irresistível, ou outros bólides de circunstância a que o sempre desenvolto James Bond recorreu como um Citroën 2CV. O Jaguar C-X75 deixado neste estado por um duplo é a prova de se trata dos veículos usados nas filmagens.

Jonathan Sands, fundador do Museu do Filme de Londres:

“Este carro é uma besta. É enorme e nós temos um em exibição. Vai quebrar corações o que temos aqui porque toda a gente está à espera de um modelo de exposição, mas é um carro lindo. Foi concebido como um híbrido mas transformaram-no para um a gasolina para o filme. A cena de perseguição em Roma é incrível e nós temos aqui todos os elementos.”

A exibição Bond in Motion inclui também miniaturas e muitos dos gadgets utilizados por James Bond ao longo das suas aventuras, assim como storyboards e outros objetos artísticos.



http://pt.euronews.com/2015/11/19/carros-de-spectre-no-museu-do-filme-de-londres/



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Anadia: Museu das Duas Rodas abre portas em agosto de 2016

O Museu das Duas Rodas vai abrir portas em agosto de 2016 no Velódromo Nacional em Sangalhos. Trata-se de um projeto em que a Câmara Municipal de Anadia já se encontra a trabalhar há algum tempo, nomeadamente na recolha de peças, bem como na sua catalogação. O objetivo é dar a conhecer um pouco da história e da importância que o setor das duas rodas (bicicletas e motorizadas) teve no concelho, tanto na vertente desportiva, como industrial. O investimento camarário deverá andar entre os 300 e os 400 mil euros.




O Museu vai ficar localizado na zona da galeria da pista. Um espaço com mais de 250 metros de comprimento e que terá de sofrer algumas adaptações a vários níveis.

A presidente da Câmara de Anadia, Teresa Cardoso, explicou ao RB as razões que levaram a autarquia a avançar com mais este pólo museológico que vem assim juntar-se ao Museu do Vinho Bairrada, Museu José Luciano de Castro e ao Aliança Underground Museum.

A representatividade que o concelho já teve na indústria das duas rodas, nomeadamente no ciclismo e no motociclismo, é a grande razão por que a Câmara quer avançar com este projeto. “Hoje estamos com uma realidade diferente. A indústria existente não é a mesma que existiu no passado”, adiantou.





http://www.regiaobairradina.com/pt/artigos/show/scripts/core.htm?p=artigos&f=show&lang=pt&pag=&area=2&idseccao=7&idartigo=5841


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