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sábado, 12 de dezembro de 2015

Le musée africain de Lyon menacé de mettre la clé sous la porte !

Fondé en 1860, le musée africain de Lyon est menacé de fermeture en raison de difficultés financières. L’établissement a lancé, en novembre, une campagne de financement participatif pour assurer sa pérennité.


Le musée africain de Lyon a l’épée de Damoclès au-dessus de sa tête. En grande difficulté financière, il est menacé de fermeture. Qu’est-ce qui est à l’origine de cette tourmente ? Fondé en 1860 par la Société des missions africaines, cette dernière, qui était l’un de ses principaux bailleurs de fonds, ne peut plus plus subvenir à ses besoins. D’autant que longtemps géré par des bénévoles et missionnaires, l’établissement s’est professionnalisé en 2012, en recrutant deux salariés à plein-temps.

Pourtant, le musée africain de Lyon, qui abrite aujourd’hui une collection de 2 200 pièces d’art exposées et de 6 000 autres dans les réserves, datant principalement du 19e siècle et du début du 20e siècle, n’utilise pas un énorme budget dans l’année. « Notre budget n’est pas énorme, il n’est que de 100 000 euros. Mais aujourd’hui, la situation est vraiment devenue très compliquée pour nous. Nous n’arrivons plus à subvenir à nos besoins », explique Merja Laukia, présidente du musée, contactée par Afrik.com. Des Tracas financiers qui ont poussé l’établissement lyonnais à lancer, en novembre, une campagne de financement participatif pour recevoir le maximum de dons.

« Nous avons besoin d’au moins 60 000 euros pour nous en sortir »

Le véritable problème est que le musée accueille 10 000 visiteurs seulement par an alors qu’il lui faudrait le double pour assurer sa pérennité. « Auquel cas, nous ne tiendrons que jusqu’à mai 2016. Nous avons besoin d’au moins 60 000 euros pour nous en sortir », souligne Merja Laukia. Toutefois, elle garde espoir. « On va continuer à se battre, à rester optimistes, et actifs. Surtout qu’on a besoin de dizaines de milliers d’euros et non de centaines ». Elle compte aussi se rapprocher des pouvoirs publics afin qu’ils prêtent main forte à l’établissement, même si elle sait qu’il ne sera pas aisé de les convaincre, dans un contexte budgétaire reserré.

Le musée propose des collections permanentes d’objets d’arts de l’Afrique subsaharienne très rares. « A travers ces œuvres, on valorise l’art contemporain africain et on met en lumière les artistes formidables de l’Afrique subsaharienne », explique la directrice de l’établissement. Comme pour dire qu’au-delà du musée, c’est tout le reste qu’il faut sauver... Une démarche de rayonnement de la création africaine qui s’enracine au coeur de l’ancienne capitale des Gaules...




Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

Vamos compartilhar.

Projeto Jovem Explorador fica em 1º lugar no VI Prêmio Ibero-Americano de Educação e Museus, Ceará, Brasil.

Conhecer na Serra de Baturité, aspectos históricos, culturais ou da fauna, como fez a Comissão Científica de Exploração que veio ao Ceará no século XIX, no governo de D.Pedro II. 




A sede de um Ecomuseu sustentável, erguida em plástico e mantida pela comunidade
 e seus parceiros, já é um exemplo, mesmo antes de sua inauguração,
 da força da sociedade civil organizada e liderada pela juventude.





Baturité é um município brasileiro do estado do Ceará, Brasil.
 Localiza-se na microrregião de Baturité, mesorregião do Norte Cearense

Esse caminho foi percorrido pelos alunos da Escola de Ensino Médio Menezes Pimentel, localizada no município de Pacoti, e faz parte do projeto Jovem Explorador e Ecomuseu. Idealizado pelo professor de História, Levi Jucá, o trabalho ficou em 1º lugar no VI Prêmio ibero-Americano de Educação e Museus, promovido pelo Programa Ibermuseus / IBRAM. A experiência receberá 15 mil dólares.

Conforme Levi Jucá, concorreram com 147 projetos provenientes de 12 países da Comunidade Ibero-Americana: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Espanha, México, Peru, Portugal e Uruguai. "Estamos muito felizes com essa nova e incrivel conquista de reconhecimento, um feito inédito em Pacoti" - comemora o educador que inscreveu o projeto, por meio da ONG Pingo D´Água, iniciativa cultural parceira do município e associação sem fins lucrativos de educação ambiental.

Como acontece

O Jovem Explorador e Ecomuseu promove a iniciação científica dos alunos que se organizam em expedições botânicas, zoológicas, etnográficas, dentre outras, para reconhecer o patrimônio cultural e natural da região em que habitam, a Área de Proteção Ambiental da Serra de Baturité. Também integra o projeto a criação do Ecomuseu de Pacoti, o primeiro do país feito a partir de material plástico reciclado. Lá serão expostos os objetos coletados e conhecimentos produzidos durante as etapas de formação e pesquisa. O terreno que abriga o museu foi cedido pela Universidade Estadual do Ceará (Uece).

O mesmo projeto conquistou o 1º lugar na Área das Ciências Humanas, na Feira de Ciências e Cultura - etapa regional, no âmbito da Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação (Crede) 8. Participará, neste mês, da fase estadual desse evento, promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação (Seduc), para as escolas das redes estadual e municipal.




fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

Vamos compartilhar.



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Nossa História começa em setembro de 2014, numa escola pública do interior do Ceará (EEM Menezes Pimentel), na qual o professor de História, Levi Jucá, mobiliza seus alunos para recriar a velha comissão científica de exploração que esteve no Ceará entre 1859 e 1861 à mando de D. Pedro II. A "Comissão das Borboletas", como ficou conhecida, tinha por maior objetivo conhecer mais profundamente essa região distante (Norte/Nordeste) do centro (Sudeste) do país. Inspirada nesta, nasceu o JOVEM EXPLORADOR.

Mas antes de continuar a nossa história, vale dizer que a cidade que habitamos, a pequena PACOTI, conta hoje com aproximadamente 11.607 habitantes, situando-se à cerca de 800 metros do nível do mar no alto da Serra de Baturité: uma área de proteção ambiental, "ilha verde" de mata atlântica, úmida e fria o ano inteiro em pleno sertão cearense!

Pois é! Pra quem é de fora e acha que no Ceará só existe PRAIA e SERTÃO ainda está com o mesmo pensamento dos cientistas da expedição do século XIX que chegaram a mandar trazer camelos da África para usar como transporte nos "escaldantes desertos sertanejos" que pensavam ser "primos" do Saara, talvez!

Chefiada pelo botânico Francisco Freire Alemão, a comissão de cientistas produziu relatos e estudos, coletou inúmeros objetos, espécies da flora e da fauna, minérios etc., para compor o acervo do Museu Imperial, e subdividia-se em cinco seções: botânica, geológica e mineralógica, zoológica, astronômica e geográfica, etnográfica e narrativa de viagem.

Da mesma forma, nós estudantes, JOVENS EXPLORADORES, também nos subdividimos nessas seções, formando equipes de pesquisa. Através de encontros de formação (metodologia de pesquisa, museologia, educação ambiental, biologia, audiovisual...), oficinas e atividades práticas como aulas de campo, visitas técnicas às universidades, museus, mapeamento de trilhas ecológicas e de iniciação científica, vamos aprendendo e produzindo conhecimento sobre nossa história, memória e natureza locais. Queremos divulgar as descobertas e multiplicar essa metodologia de educação integral e transdisciplinar através da construção do espaço de um ECOMUSEU que cumpra sua missão educativa junto à comunidade serrana e seus visitantes, formando novos jovens exploradores!

Através da capacidade educativa dos museus para as presentes e futuras gerações, explorar passa(rá) a significar, para além da palavra, uma nova prática. Buscar, investigar e conhecer com o único objetivo de preservar e não degradar, como há séculos ocorre neste país. (Prof. Levi Jucá)
Qual a diferença entre um ECOMUSEU e um MUSEU TRADICIONAL?
O museólogo francês Hugues de Varine, a quem se atribui a definição do conceito de ECOMUSEU, sintetizou a comparação desta forma:

Nesta perspectiva da museologia social, promovemos a participação da comunidade na construção de sua identidade e, por isso, efetivando o seu desenvolvimento no sentido cultural ao econômico. À medida que avançam as pesquisas dos jovens exploradores, vai se compondo o futuro acervo de objetos, documentos ou artefatos doados e compartilhados para compor o acervo do ecomuseu.

A criação da Comissão dos Jovens Exploradores tem obtido alcance muito além da comunidade escolar, posto que já atinge a esfera municipal e regional. Com a futura inauguração do espaço museológico, em terreno cedido pela Universidade Estadual do Ceará - UECE, contribuirá definitivamente com o direito à memória que é fator essencial para a história de um lugar, reconhecendo-a como patrimônio, e cuidando de sua preservação, que serão seus maiores deveres.

Em maio de 2015, a última parceria firmada durante a programação da 13ª Semana de Museus resultou na construção da estruturação física do prédio-sede do ecomuseu, cujo material e serviço de montagem foram doados por um engenheiro conterrâneo (Joaquim Caracas) que inventou um tipo de construção com paredes fabricadas de módulos plásticos, fazendo do futuro Ecomuseu de Pacoti o primeiro museu feito de plástico do Brasil!

A sede de um Ecomuseu sustentável, erguida em plástico e mantida pela comunidade e seus parceiros, já é um exemplo, mesmo antes de sua inauguração, da força da sociedade civil organizada e liderada pela juventude.


Memória do Mundo certifica candidaturas de 2015 - Novos acervos são selecionados para o MoWBrasil

Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da UNESCO (MoWBrasil) selecionou dez candidaturas, dentre as trinta habilitadas apresentadas ao Comitê Nacional em atendimento a convocação do Edital do ano de 2015, para inscrição no Registro Nacional do Programa Memória do Mundo da UNESCO.




Dentre as candidaturas selecionadas, destacamos a Iconografia do Rio de Janeiro na Coleção Geyer (séculos XVI a XIX), apresentada conjuntamente pela Casa Geyer e Museu Imperial; Partituras – Obras de Heitor Villa-Lobos (1901-1959), apresentadas pelo Museu Villa-Lobos e República e Positivismo: A Produção Intelectual da Igreja Positivista do Brasil, apresentado pela Igreja Positivista do Brasil (IPB), que contou com o apoio do Museu Casa de Benjamin Constant.

Na próxima quinta-feira (10), acontece uma cerimônia na sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, para entrega do certificado de nominação no Registro Nacional do Brasil aos acervos nominados em 2015.

Memória do Mundo

O Programa Memória do Mundo, criado em 1992, é uma iniciativa do Ministério da Cultura em conjunto com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), e reconhece documentos, arquivos e bibliotecas de grande valor internacional, regional e nacional. Seu objetivo é preservar e difundir amplamente esse acervo, buscando impedir que o patrimônio da humanidade seja esquecido. Além disso, o programa facilita a preservação desses documentos e seu acesso, contribuindo, assim, para despertar a consciência coletiva do patrimônio documental da Humanidade. 

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O Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da UNESCO (MoWBrasil), reunido na sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, nos dias 22 e 23 de setembro, selecionou dez candidaturas, dentre as trinta habilitadas apresentadas ao Comitê Nacional em atendimento a convocação do Edital do ano de 2015, para inscrição no Registro Nacional do Programa Memória do Mundo da UNESCO.

A validação destas nominações se dará por Portaria do Ministro da Cultura publicada em Diário Oficial. Os representantes das instituições custodiadoras dos acervos nominados receberão seu certificado de inscrição no Registro Nacional do Brasil do programa Memória do Mundo da UNESCO, em cerimônia programada para ocorrer no dia 10 de dezembro de 2015, às 17h, na sede do Arquivo Nacional (Praça da República, nº 173 – Centro – Rio de Janeiro – RJ), na qual estarão presentes os membros do Comitê, os representantes das instituições contempladas, representantes da UNESCO e outros convidados.

O Programa Memória do Mundo, criado em 1992, é uma iniciativa do Ministério da Cultura em conjunto com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), e reconhece documentos, arquivos e bibliotecas de grande valor internacional, regional e nacional. Seu objetivo é preservar e difundir amplamente esse acervo, buscando impedir que o patrimônio da humanidade seja esquecido. Além disso, o programa facilita a preservação desses documentos e seu acesso, contribuindo, assim, para despertar a consciência coletiva do patrimônio documental da Humanidade.

As candidaturas selecionadas foram:

I . Acervo da Comissão Construtora da Nova Capital - Belo Horizonte (1892-1903), apresentado conjuntamente pelo Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte - APCBH/FMC, pelo Museu Histórico Abílio Barreto - MHAB/FMC e pelo Arquivo Público Mineiro – APM.
II. Arquivo da Secretaria de Governo da Capitania de São Paulo (1611-1852), apresentado pelo Arquivo Público do Estado de São Paulo.
III. Arquivo Pessoal Rubens Gerchman (1942-2008), apresentado pelo Instituto Rubens Gerchman.
IV. Cultura e Opulência do Brasil, De André João Antonil, apresentado pela Fundação Biblioteca Nacional.
V. Decisões que Marcaram Época: A Caminhada do Poder Judiciário no Reconhecimento de Direitos Sociais aos Homossexuais, apresentado pela Justiça Federal de 1º Grau no Rio Grande do Sul – Seção Judiciária do RS (SJRS).
VI. Iconografia do Rio de Janeiro na Coleção Geyer (séculos XVI a XIX), apresentada conjuntamente pela Casa Geyer e Museu Imperial / IBRAM.
VII. Partituras - Obras de Heitor Villa-Lobos (1901-1959), apresentadas pelo Museu Villa-Lobos / IBRAM.
VIII. Processos Judiciais Trabalhistas: Doenças Ocupacionais na Mineração em Minas Gerais – Dissídio Individuais e Coletivos (1941-2005), apresentados pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região – Minas Gerais.
IX. Registros Fotográficos Oficiais das Intervenções Urbanas na Cidade do Rio de Janeiro (1900-1950), apresentados pelo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro.
X. República e Positivismo: A Produção Intelectual da Igreja Positivista do Brasil, apresentado pela Igreja Positivista do Brasil (IPB).






fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti



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MUSEO: APRENDIZAJE BASADO EN LA INTUICIÓN - · en CULTURA, MUSEO,MUSEOGRAFÍA, MUSEOLOGÍA, OPINIÓN. ·

La intuición juega un papel importantísimo en el proceso de asimilación de un nuevo conocimiento, más de lo que podamos pensar. Ante una nueva exposición el visitante pone en marcha un conjunto de mecanismos que le permiten acercarse a los contenidos de la misma, y para ello debemos tener también en cuenta que los sentidos desarrollan una función esencial y básica.


En el museo suceden procesos de enseñanza y aprendizaje particulares y, en cierto modo, distintos a los que ocurren en otros entornos educativos. El aprendizaje informal sustenta el proceso educativo que sucede en el museo, y en este sentido, sus peculiares características implican necesariamente una manera distinta de articular no sólo el proceso educativo en si mismo, sino también, y en este caso, el mensaje de la exposición y los recursos que hemos utilizado para exponerlos en el museo.


En la construcción de nuevas propuestas didácticas, debemos considerar las particularidades del aprendizaje informal, desordenado, haciendo de la intuición una de sus bases principales y también el empleo de los sentidos para generar a su vez nuevas formas de adquirir conocimiento.


Apoyándonos en las opiniones de Asensio y Pol (Asensio y Pol, 2002), “el aprendizaje informal es hoy un paradigma emergente dentro de las teorías del aprendizaje que tratan de sistematizar los efectos de estos nuevos contextos de aprendizaje, en los que se manipulan procesos de enseñanza/aprendizaje de manera más amplia, comprensiva y significativa que en los modelos tradicionales”.


“Lost in translation” (película)

Desde nuestro punto de vista, la responsabilidad que los museólogos tenemos de cara a la vertiente didáctica del museo, es absoluta. No hay reglas, ni normas, nos apoyamos en el conocimiento que hemos obtenido en la experiencia de la relación del visitante con el museo que vemos constantemente. Nosotros insistimos siempre en la necesidad de desarrollar proyectos basados en la intervención sensorial, abandonar el concepto museístico del “solo para tus ojos” y hacer que intervengan las emociones que se generan a partir de estímulos sensoriales. La intuición de cada uno de nosotros hace el resto.

Dodder Flower by ~EvonT






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Musée du carnaval et du masque de Binche: deux expos pour fêter ses 40 ans

C'est un lieu incontournable de notre folklore belge, wallon et hainuyer. Le musée international du carnaval et du masque de Binche fête son quarantième anniversaire.




18 000 personnes s'y rendent chaque année. Christel Deliège, la directrice du musée, explique facilement ce succès : " Le masque attire que ce soit les enfants ou les adultes. C’est toujours un élément assez interpellant. On revient en enfance quand on parle du masque et du carnaval. C’est un moment important de notre vie. On s’est tous masqué quand on était petit et on a tous des souvenirs autour de cela. Petits et grands aiment venir et montrer aux autres qu’ils ont, par exemple, d’une manière ou une autre, participé à des carnavals en se masquant ou même en faisant le gille. C’est donc aussi un must pour parler de soi parce que le masque fait partie de la construction identitaire de toute la région. Et donc les gens viennent aussi pour montrer d’où ils viennent et aussi où ils vont parce que je pense que le carnaval existera encore demain et même après. "

40 ans et deux expos

Pour le 40e anniversaire, les visiteurs pourront découvrir deux nouvelles expositions :

- la première retrace les 40 ans du musée et l'évolution du carnaval de Binche

- l’autre s'intéresse aux masques des cinq coins du monde.

La directrice du musée, Christel Deliège, explique le choix de ces deux thématiques : " Pour nos 40 ans, on a pensé qu’il était urgent et important de montrer les joyaux et les pièces emblématiques de notre collection. On a donc structuré une exposition permanente autour des masques des cinq continents pour montrer quelles sont les fonctions du masque, les formes que l’on rencontre et les matériaux. A quoi servent les masques ? Dévoiler des cultures, des communautés, parler des rapports entre les gens, entre les sexes, parler des rapports de pouvoir, de comment on se soigne, comment on vit l’adolescence, la mort, les mariages, comment on vit avec la nature et comment on vit par exemple avec des questions socio-politiques dans les carnavals actuels. Donc, le masque nous permet d’envisager presque toutes les facettes de la vie en société. "

Le musée du masque et du carnaval de Binche contient aujourd'hui 10 000 pièces de collection. Et les deux expositions sont à y voir jusqu'au 1er mai 2016.


Lyon - Une pétition pour sauver le musée des Tissus et des Arts Décoratifs

Sur Change.org, une pétition a été lancée pour sauver le Musée des Tissus et des Arts Décoratifs de Lyon. Il est menacé de fermeture suite à la baisse des dotations de l'Etat. Ce mercredi après-midi, l'appel adressé à Fleur Pellerin, ministre de la Culture, a bénéficié de près de 9000 soutiens.

"Le Musée des Tissus de Lyon est une des plus prestigieuses et
importantes (sinon la plus grande) institution au monde consacrée aux textiles en
 terme de qualité comme de quantité. Il représente le patrimoine textile de la France
et est une source inépuisable pour la recherche
ainsi qu’un lieu d’inspiration pour la création textile actuelle.
Il doit exister et rester ouvert pour le bien de la ville,
 de la région et pour le rayonnement de la France,"
indique les signataires de la pétition. 


Le Musée des Tissus de Lyon a été fondé en 1856 et abrite la plus importante collection de textile au monde. Cette institution culturelle couvre près de 4.500 ans d’histoire du textile. Le musée est fréquenté par près de 80.000 visiteurs par an. La chambre de commerces et d’industrie de Lyon (CCI) est le gestionnaire de cette institution classée "musée de France". Elle contribue à hauteur de 1,7 millions d’euros au budget annuel de fonctionnement du musée des tissus.

Le saviez-vous ? «Fleurs et papillons de tissus» est un carré de soie de la Maison Hermès, fabriqué entre Rhône et Isère. Une création originale (2013), inspirée par les collections du musée des Tissus de Lyon. 


Hermes et le Musée des tissus de Lyon Fleurs et papillons de tissus:
le carré de soie Hermès signé Christine




http://france3-regions.francetvinfo.fr/rhone-alpes/rhone/lyon/lyon-une-petition-pour-sauver-le-musee-des-tissus-et-des-arts-decoratifs-877913.html

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

Vamos compartilhar.