sábado, 26 de dezembro de 2015

Museu da Cidade do Recife, Pernambuco, Brasil, faz um resgate de torres sineiras. --- Recife City museum, Pernambuco, Brazil, is a rescue bell towers.

O Museu da Cidade do Recife estará aberto sábado (26) e domingo (27), das 9h às 17h, com uma exposição bem apropriada à data, sobre as torres sineiras das velhas igrejas dos bairros de Santo Antônio e São José. Imagens antigas e atuais dos templos católicos serão projetadas para o público até 6 de janeiro de 2016, Dia de Reis, encerrando o ciclo natalino.

Torre sineira da Basílica de Nossa Senhora do Carmo, no Centro do Recife
Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem


A mostra resgata as torres onde ficam os sinos de 19 igrejas construídas nos séculos 17, 18 e 19 no Centro do Recife. Duas delas são relíquias fotográficas e existem apenas na memória dos moradores mais velhos. A Igreja dos Martírios (1796) foi demolida em 1973 para a abertura da Avenida Dantas Barreto e a Igreja do Paraíso (1791), nas imediações da Avenida Guararapes, teve o mesmo destino em 1944. As demais apresentam avarias e precisam de reparos.

Daí porque a exposição é, ao mesmo tempo, um deleite para os olhos e uma alerta à sociedade, à igreja e aos órgãos de preservação para a necessidade de cuidados com esse patrimônio. “A torre da Igreja Matriz de São José, juntinho do museu, está ameaçada”, observa Betânia Araújo, diretora do Museu da Cidade do Recife, localizado no Forte das Cinco Pontas, no bairro de São José.




GALERIA DE IMAGENS
Torre sineira da Basílica do Carmo, no Centro do Recife. A igreja foi construída em 1687














Até o início do século 20, lembra Sandro Vasconcelos, responsável pelo setor de pesquisas do museu, eram os sinos das igrejas que levavam as notícias à população. As boas e as más. As badaladas chamavam o povo para missas e procissões, anunciavam nascimentos, mortes, chegada de navios e incêndios. O toque lento para as notas fúnebres. O som mais rápido para os dias festivos.

“Os sinos, ao longo da história, tinham essa função de comunicação. Na noite de Natal, eles tocam para anunciar o nascimento de Jesus. A ideia da exposição nasceu a partir dessa simbologia”, diz Sandro. “É essa relação entre os sinos e a população que buscamos recuperar na mostra, é um lado urbano e coletivo que faz parte do imaginário de muita gente, em especial no Natal, com a Missa do Galo”, reforça Betânia.

O museu selecionou fotos em preto e branco e coloridas desde a década de 40, do acervo da instituição. O bairro de Santo Antônio está representado por dez edificações religiosas, como as Igrejas do Divino Espírito Santo e de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, Convento de Santo Antônio, Igreja da Ordem Terceira de São Francisco e Convento de Nossa Senhora do Carmo, entre outras.

Do histórico bairro de São José participam a Igreja de Nossa Senhora do Livramento dos Homens Pardos, a Basílica e Convento de Nossa Senhora da Penha, a Igreja de Nossa Senhora do Terço, a Igreja de São José do Ribamar, a Igreja de Santa Rita de Cássia, a Igreja Matriz de São José e a Igreja da Celestial Confraria da Santíssima Trindade.

Além dos riscos na Igreja Matriz de São José, as torres sineiras da Basílica da Penha, na Praça Dom Vital, encontram-se escoradas há mais de quatro anos, por causa de rachaduras e desprendimento de reboco. As torres ficam a 42 metros do chão, altura equivalente a um prédio de 17 andares, e serão restauradas.

A título de curiosidade, três portas e duas imagens de santos da Igreja dos Martírios, que sucumbiu às reformas urbanas, também fazem parte do acervo do Museu da cidade do Recife, criado em 1982. O acesso ao forte e à exposição é gratuito.



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

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--in via tradutro do google
Recife City museum, Pernambuco, Brazil, is a rescue bell towers.

The Reef City Museum will be open Saturday (26) and Sunday (27), from 9h to 17h, with a very appropriate exposure to date on the bell towers of the old churches of St. Anthony and St. Joseph neighborhood. Ancient Images and current of Catholic churches will be projected to the public until January 6 2016, Epiphany, closing the Christmas cycle.


Bell tower of Our Lady of Mount Carmel Basilica, in Recife Center
Photo: Alexandre Gondim / JC Picture


The show rescues the towers where are the bells of 19 churches built in the ages 17, 18 and 19 in Recife Center. Two of them are photographic relics and exist only in the memories of older residents. The Church of the Martyrs (1796) was demolished in 1973 for the opening of Dantas Barreto Avenue and Paradise Church (1791), close to the Guararapes Avenue, met the same fate in 1944. The others have breakdowns and need repairs.

That is why the exhibition is at the same time, a treat for the eyes and a warning to society, the church and the preservation of organs for the need to care for the heritage. "The tower of the Church of St. Joseph, juntinho the museum, is under threat," says Bethany Araújo, director of the Recife City Museum, located in the Five Points Fort, in the neighborhood of St. Joseph.

IMAGE GALLERY
Bell tower of the Carmelite Basilica in Recife Center. The church was built in 1687

By the early 20th century, remembers Sandro Vasconcelos, head of the museum's research sector, were the church bells that carried the news to the population. The good and the bad. The bells calling people to church services and processions, announcing births, deaths, arrival of ships and fires. Slow touch to the funeral notes. The fastest sound for the holidays.

"The bells, throughout history, had this communication function. On Christmas Eve, they play to announce the birth of Jesus. The exhibition idea was born from this symbolism, "says Sandro. "It is this relationship between the bells and the people we seek to recover on the show, is an urban side and collective part of the imagination of many people, especially at Christmas, with the Midnight Mass," adds Bethany.

The museum selected photos in black and white and color from the 40s, of the institution's collection. The Santo Antônio neighborhood is represented by ten religious buildings like the churches of the Holy Spirit and Our Lady of the Rosary of the Blacks, St. Anthony Convent, Third Order of St. Francis Church and Convent of Our Lady of Mount Carmel, among others .

The historic district of St. Joseph participate the Church of Nossa Senhora do Livramento of Men Pardos, the Basilica and Convent of Our Lady of the Rock, the Church of Our Lady of the Rosary, the Church of St. Joseph of Ribamar, the Church of Santa Rita Cassia, the Church of St. Joseph and the Church of the Heavenly Brotherhood of the Holy Trinity.

And risks in the Church of St. Joseph, the bell towers of the Basilica of Penha, in the Praça Dom Vital, are braced for over four years because of cracks and plaster detachment. The towers are 42 meters from the ground, height equivalent to a building of 17 floors, and will be restored.

Out of curiosity, three doors and two statues of saints of the Church of the Martyrs, who succumbed to urban reforms are also part of the Recife City Museum's collection, created in 1982. Access to the strong and the exhibition is free.

AGENDAS MUNDI LVII – MUSEOS EN LIBERIA - · en MUSEO, MUSEOGRAFÍA,OPINIÓN, RELATO, VIAJES. ·

Otro país en África con un pasado marcado por la violencia de una guerra civil y del azote del maldito virus en el 2014. Los liberianos vuelven a cogerle el ritmo a una vida tranquila en su acribillado país. Liberia emerge pausadamente desde el caos con el certificado de la OMS de estar libre del ébola, calentito aun en sus bolsillos. El país afronta una recuperación económica y social lenta, siendo un lugar que se debe reinventar para afrontar el futuro con la tranquilidad de haber dejado el más absoluto de los horrores ya atrás.

Las restricciones para el viajero se han levantado actualmente; podemos volver a Liberia sin miedo. El turismo debe jugar un papel fundamental en esa recuperación económica tan necesaria para los liberianos que tienen un bellísimo país que mostrar al resto del mundo.


Foto de Daniel Berehulak

Las cosas que se pueden hacer en Liberia son muy simples, pero bellas: mecerse en hamacas en playas paradisiacas, ver y escuchar a infinidad de especies de pájaros exóticos, explorar su rica historia con una gran influencia americana en su ciudad capital Monrovia – lugar con un terrible pasado violento -, dar paseos aventureros dentro del parque nacional de Sapo, uno de los parajes más impresionante de África occidental, o coger olas con los surfers bohemios en las playas de Robersport antes de comerse un buen pescado a las brasas en la misma playa.

Ahora veamos que nos ofrece Liberia en relación con su muy vapuleado patrimonio museístico – casi todo destruido durante la guerra civil -, con una cultura de los museos totalmente destruida.



El edificio del museo era la antigua Corte Suprema en el centro de Monrovia. El contenido de las exposiciones fue expoliado durante la guerra civil, pero en estos últimos años se han hecho renovaciones dentro de sus instalaciones para instalar fotografías y nuevos espacios de exposición sobre etnología y etnografía local, sin mucha fortuna, hay que decirlo, todo ello de mano de Unesco. Se inauguró en 1981 y siempre ha tenido detrás historias de destrucción, paralelas al devenir violento del país. Lo más importante de su colección, las máscaras, documentos, libros y el archivo completo desaparecieron o fueron destruidas en el caos de la guerra civil. Al día de hoy, algunos de los objetos que se exponen son legados de países vecinos y las imágenes que cuelgan en las paredes son fotocopias de fotografías realizadas por voluntarios de los Cuerpos de Pacificación que trabajaron en el condado de Bong en los 7o. En una de sus destartaladas salas podrás encontrar una pila de periódicos en el suelo, en otra unos cuantos mapas de Liberia desperdigados, mapas del tipo que los niños venden en las calles a los turistas y a los trabajadores de ayuda humanitaria. No existe orden en el museo, pero siempre será mejor lo que ahora existe al vacío de la destrucción, como legado a la vista de lo aquello fue en el pasado. Siempre hay oportunidad de mejorar a partir de ahora que son tiempos de paz. Esperemos que esa paz sea lo más duradera posible.

Museo Africana (sin website) | Monrovia


Destruido durante la guerra civil.

Museo Biblioteca Harper (sin website) | Monrovia



Destruido.

Museo de la Ciudad de Besao | Besao

Sin foto. Destruido

Museo William Tubman Centro de Estudios Africanos | Monrovia

Sin foto. Destruido

“Save Africa poster”, Alex Griendling

El de hoy no ha sido un paseo muy agradable, demasiada destrucción. Desgraciadamente esto es moneda común en muchos de los países africanos que visitamos y visitaremos, un continente dejado de la mano de Dios. 





fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

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ABRIU UM MUSEU DA APPLE EM PRAGA --

Um novo museu em Praga diz albergar a maior colecção privada de produtos Apple do mundo e abriu esta semana. Chama-se Apple Museum e nele podemos ver o Apple Lisa, o primeiro Macintosh, todos os modelos de iPod/iPhone já lançados e muito mais…



Estão, ao todo, expostos 472 artigos, em 767 metros quadrados de espaço, num edifício histórico no centro da capital da República Checa. Para além da Apple, a exposição inclui também produtos da Pixar e da Next, duas empresas em que Steve Jobs também trabalhou.

Os responsáveis pelo Apple Museum escrevem, no site oficial do museu, que só estão a exibir materiais em bom estado e que procuraram seguir a filosofia da Apple na organização do espaço. Dizem também que todas as receitas serão doadas as instituições de solidadedade social.

Um utilizador do Reddit, @eirunning85, já teve oportunidade de visitar o Apple Museum e tirou algumas fotos que gentilmente partilhou para todos nós. Podes ver todas elas neste link do Imgur ou de seguida.






fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

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Sultan's Armed Forces Museum -- Museu das Forças Armadas do Sultão

Despite the less than appealing name, this excellent museum is far more than just a display of military hardware. The museum is housed in Bayt al-Falaj, built in 1845 as a royal summer home but used mostly as the headquarters of the sultan’s armed forces. The lower rooms give a comprehensive outline of Oman’s history, and the upper rooms explore Oman’s international relations and military prowess. The museum is on the itinerary of visiting dignitaries and you’ll be given a mandatory military escort. There’s a falaj (irrigation channel) in the grounds outside.



Housed in the Bait Al Falaj Fort, the Sultan's Armed Forces Museum is one of Muscat’s most fascinating museums, devoted to preserving Oman’s long military history and chronicling the development of its international relations. Since opening its doors in 1988, the museum has amassed an extensive collection of artifacts including military uniforms, instruments, parachutes, medals and a vast showcase of historic and present day weaponry, featuring everything from antique cannons and early machine guns to modern rifles.

Notable highlights include an ejector seat and a bulletproof Cadillac once belonging to Sultan Qaboos bin Said, which sits among the outdoor display of military ATVs, boats, planes and helicopters. A series of evocative dioramas also add interest, including a military hospital, wartime field headquarters and artillery batteries, which help bring to life the key events of the Sultanate of Oman.




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Museu das Forças Armadas do Sultão

Apesar do nome a menos de atraente, este excelente museu é muito mais do que apenas uma exposição de material militar. O museu está instalado em Bayt al-Falaj, construído em 1845 como uma casa real de verão, mas utilizado principalmente como sede das Forças Armadas do sultão. Os quartos mais baixos dar um esboço abrangente da história de Omã, e os quartos superiores explorar de Omã relações internacionais e proezas militares. O museu está no itinerário de dignitários em visita e você vai ser dada uma escolta militar obrigatório. Há um falaj (canal de irrigação) nos jardins exteriores.

http://www.lonelyplanet.com/oman/muscat/sights/museums-galleries/sultans-armed-forces-museum#ixzz3vESlBo3e

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Museu das Forças Armadas do sultão é um museu de história militar, localizado no 150-year-old Bait Al Falaj Fort, o quartel-general das Forças Armadas do sultão Said bin Sultan Al sobre Mujamma Rua, Muscat, Oman.

O museu tem uma extensa coleção relacionada à história de Oman da guerra e os militares, com artefatos em arma, tais como armas e canhões, uniformes, veículos automóveis, estratégias, instrumentos uniformes, medalhas e até mesmo um assento ejetor e um pára-quedas no indicador.

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Instalado no Bait Al Falaj Fort, Museu das Forças Armadas do sultão é um dos museus mais fascinantes de Mascate, dedicados à preservação da história militar longo de Omã e narrando o desenvolvimento das suas relações internacionais. Desde que abriu suas portas em 1988, o museu acumulou uma extensa coleção de artefatos, incluindo uniformes militares, instrumentos, pára-quedas, medalhas e um vasto showcase da histórica e presente armamento dia, caracterizando tudo de canhões antigos e metralhadoras antecipadas para rifles modernos.

Notáveis ​​destaques incluem um assento ejetor e um Cadillac à prova de balas que pertenceu à Sultan Qaboos bin Said, que fica entre a exposição ao ar livre de ATVs militares, barcos, aviões e helicópteros. Uma série de dioramas evocativas também adicionar interesse, incluindo um hospital militar, sede de campo e de artilharia baterias tempo de guerra, o que ajuda a trazer à vida os eventos-chave do Sultanato de Omã.

Houplines: Paule Claeyssens, l’âme du musée de la Lithographie, n’est plus. -- Aos 70 anos, ela morreu domingo, 13 de dezembro, em La Madeleine

De 2002 à 2012, Paule Claeyssens a animé de toute sa passion le musée de la Lithographie à Houplines. Des problèmes d’humidité dans ce sous-sol de l’ancienne brasserie Roussel, en bordure du bras mort de la Lys, l’ont forcée à quitter les lieux. Sans retrouver de local pour abriter ses précieuses collections.



Paule Claeyssens était une amie des arts et des artistes, avec une passion pour la lithographie. Après avoir tenu des galeries d’art à Lille, elle avait posé ses valises à Houplines en 2002 pour créer le musée de la Lithographie, connu et reconnu de loin. Dans cette cave voûtée au charme incontestable qu’elle louait au sein de l’ancienne brasserie Roussel restaurée, elle installait ses trésors. Trois imposantes presses lithographiques qui servaient pour les ateliers qu’elle menait avec enfants et adultes, en compagnie de Karl Brenner, un ami allemand lithographe.

À Bertrand Cassez, professeur au collège Jean-Rostand, responsable de la classe patrimoine, elle avait donné des pierres lithos « pour qu’il puisse continuer le travail avec les enfants » nous confiait-elle en 2012. Des dizaines de pierres, des centaines d’affiches, des documents retraçant la vie économique de la région, textile et brassicole notamment, peuplaient ce musée.

La lithographie, ce système d’impression sur pierre, servait la publicité mais aussi la presse et les arts. Dessins de Daumier ou de Toulouse-Lautrec faisaient partie de sa collection comme des gravures de Stenlen ou Cham. Régulièrement elle organisait des expos, sur les transports à la Belle époque, Pasteur, la guerre de 14-18 (avec M. Cousin de Frelinghien), et d’autres mensuelles consacrées à des artistes de sa connaissance, Henri Decotignie-Marmier, Jean Pattou, Georges Laporte, Raphaël Marras, entre autres. Elle avait transmis son goût de l’art à sa fille Hélène Hornung qui a créé des bijoux.

Elle cherchait toujours un local

En quittant ce lieu à cause d’une humidité qui endommageait les collections et réclamait 50 000 euros de travaux, elle ne s’avouait pas vaincue, recherchant toujours un local pour ses trésors. Un AVC et ses suites ont eu raison de sa joie de vivre, de sa passion d’entreprendre. À 70 ans, elle s’est éteinte dimanche 13 décembre à La Madeleine où elle résidait. En laissant le souvenir d’une belle aventure humaine et artistique dans l’Armentiérois qui n’est pas riche en musée.









fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti



Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

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Houplines: Paule Claeyssens, a alma do Museu de Litografia não é mais
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De 2002 a 2012, Paule Claeyssens animada toda a sua paixão o Museu de Litografia na Houplines. Problemas de umidade no porão da antiga cervejaria Roussel, ao longo da marginal do rio Lys, forçou-a a sair. Sem encontrar local para hospedar suas preciosas coleções.
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Paule Claeyssens era um amigo das artes e artistas, com uma paixão por litografia. Após a realização de galerias de arte em Lille, ela colocou suas malas em Houplines em 2002 para criar a litografia museu, conhecido e reconhecido à distância. Na charme inegável adega abobadada ela alugou na antiga cervejaria Roussel restaurado, ele estava montando seus tesouros. Três prensas litográficas altas que foram usados ​​para oficinas ela levou com crianças e adultos, na companhia de Karl Brenner, um amigo litógrafo alemão.
Ao quebrar Bertrand, professor no Colégio Jean Rostand, chefe da classe de herança, ela tinha dado Lithos pedra "para que continue a trabalhar com as crianças", ela disse-nos em 2012. Dezenas de pedras, centenas cartazes, documentos sobre a vida econômica da região, incluindo têxteis e fabricação de cerveja, habitada este museu.

Litografia, este sistema de impressão em pedra, mas também serviu como meios de publicidade e as artes. Desenhos por Daumier e Toulouse-Lautrec faziam parte de sua coleção de gravuras como Stenlen ou Cham. Regularmente ela organizou exposições, no transporte para o Belle Epoque, Pasteur, a guerra de 14-18 (com M. Cousin Frelinghien) e outra mensal dedicado a artistas de seu conhecimento, Henri-Jean Decotignie Marmier Pattou Georges Laporte, Raphael Marras, entre outros. Ela tinha passado seu amor pela arte de sua filha Helena Hornung que criou jóias.

Ela sempre quis ter um local,
Deixando este lugar por causa da umidade que danificou as coleções e exigiu 50.000 euros de trabalho, ela não confessar derrota, sempre à procura de um quarto para seus tesouros. Acidente vascular cerebral e suas conseqüências tiveram por causa de seu amor pela vida, sua paixão empresarial. Aos 70 anos, ela morreu domingo, 13 de dezembro, em La Madeleine onde ela morava. Deixando a memória de um grande aventura humana e artística em Armentiérois não é rico museu.