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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

2017, seja bem vindo.

 2017, welcome.   ---  2017, ласкаво просимо. -- 2017, hoşgeldin.

ปี 2017 ได้รับการต้อนรับ  --  2017, добродошли.  -- 2017, добро пожаловать.

2017, bun venit.  --  2017, mile widziane.  --   2017, sveikintinas. ---

2017 年、大歓迎。  --  2017, benvenuto.   --   2017, selamat datang.  

2017, szívesen.  ---  2017, welkom.   ----  2017, ευπρόσδεκτοι.

2017, მისასალმებელია.  ---   2017, les bienvenus.  ---  2017, bienvenido.

2017, dobrodošel.  --  2017 에 오신 것을 환영합니다.  --- 

2017 年,歡迎。 ---  2017, заповядайте.  ---  2017, сардэчна запрашаем. 

2017 xoş gəlmisiniz.  ---  2017 թ, welcome.


2017، مرحبا بك.

2017 willkommen. 


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família Mariotti



Edison Mariotti




The Oman Natural History Museum --- Museu de História Natural Oman

Is a natural history museum, located at the Ministry of Heritage and Culture complex, Al Khuwair, opposite the Zawawi Mosque in Muscat, Oman.




The museum opened on 20 December 1985, and has detailed coverage of Oman's flora and fauna, with displays on indigenous mammals, insects, and birds and botanical gardens. One of the highlights of the museum is the whale room: it houses the huge skeleton of a sperm whale, which was washed up on the Omani coastline in the 1980s.The museum contains marine and animal fossils and ancient mammals such as monkeys and elephants primitive, teeth Deinotherium and Gomphotherium, and stuffed animals: Arabian leopard. Caracal. Arabian Oryx. Arabian wolf. Arab Red fox. Ghazal skeleton Arabic. Ibex Arabic. Flamengo. Birds. Crow. Owl. Reptiles. Snakes' lizards. Snails and shells.

New premises
In January 2014 the Ministry of Heritage and Culture announced plans to build a new premises for the museum, the project will consist of three floors with a gross area rated to 5,000 square meter. The first floor is specialised for exhibiting marine environments such as sandy coasts, mangroves, rocky coasts and coral reef environments as well as the geological history of the Sultanate’s seas while the second floor displays wild environments such as mammals, insects, birds, valleys, caves and water springs in addition to the geological history of Oman.

The third floor is specialised for showcasing information about the solar system, planets, space and meteors. The museum includes lectures halls and temporary exhibitions. Additionally, it has well equipped educational halls that will be used for workshops and educational programmes. The museum includes five fundamental scientific sections specialised for researches, records, studies and archives works.




fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

Vamos compartilhar.



--br via tradutor do google

O Museu de História Natural Oman é um museu de história natural, localizada no Ministério do Património e Cultura complexo, Al Khuwair, em frente à Mesquita Zawawi em Muscat, Oman.

O museu foi inaugurado em 20 de dezembro de 1985, e, se tiver cobertura de flora e fauna de Omã, com exposições sobre os mamíferos indígenas, insetos e pássaros e jardins botânicos. Um dos destaques do museu é a sala de baleia: abriga o enorme esqueleto de uma baleia cachalote, que foi levado até a costa de Omã no museu 1980s.The contém marinhas e animais fósseis e antigos mamíferos, como macacos e elefantes primitivos , dentes Deinotherium e Gomphotherium e bichos de pelúcia: leopardo árabe. Caracal. Oryx árabe. Lobo árabe. Raposa vermelha árabe. Ghazal esqueleto árabe. Ibex árabe. Flamengo. Birds. Corvo. Coruja. Répteis. Lagartos 'cobras. Caracóis e conchas.

Novas instalações
Em janeiro de 2014, o Ministério do Património e Cultura anunciou planos para construir uma nova sede para o museu, o projeto será composto por três pisos com uma área bruta nominal a 5.000 metros quadrados. O primeiro andar é especializado para expor ambientes marinhos, como costas arenosas, mangues, costões rochosos e ambientes de recifes de coral, bem como a história geológica dos mares do Sultanato enquanto os do segundo andar exibe ambientes silvestres, tais como mamíferos, insetos, pássaros, vales, cavernas e nascentes de água, além da história geológica de Omã.

O terceiro andar é especializada para a demonstração de informações sobre o sistema solar, planetas, espaço e meteoros. O museu inclui salas de palestras e exposições temporárias. Além disso, ele tem bem equipadas salas educacionais que serão utilizados para oficinas e programas educacionais. O museu inclui cinco seções científicas fundamentais especializada em pesquisas, registros, estudos e arquivos obras.

FEC inaugura Museu de Geomática com mais de 60 equipamentos e instrumentos em Campinas, São Paulo, Brasil.

A Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) da Unicamp inaugurou na tarde de quarta-feira (25) o seu Museu de Geomática, com mais de 60 equipamentos e instrumentos que eram utilizados como suporte ao conhecimento e gestão do território. A maioria dos equipamentos, dos séculos 19 e 20, foram adquiridos no início do curso de Engenharia Civil da Unicamp há 45 anos. O museu, vinculado ao Departamento de Geotecnia e Transportes (DGT), está situado no prédio FEC, na Rua Saturnino de Brito, 224. 









Participaram do evento, o coordenador-geral da Unicamp, Alvaro Penteado Crósta; a diretora da FEC, Marina Sangoi de Oliveira Ilha; o chefe do DGT, Diógenes Cortijo Costa; a docente Maria Tereza Françoso, uma das idealizadoras da iniciativa, além de professores, funcionários, alunos e pesquisadores. Entre os equipamentos e instrumentos do museu estão teodolitos; níveis de inclinação; estereoscópios de mesa; bússolas; altímetros de precisão, entre outros. 






Durante o evento, o professor Diógenes Cortijo Costa ressaltou a importância de preservar a história de uma área fundamental para a produção e gerenciamento de informação territorial. O docente explicou que a geomática abrange aplicações e áreas muitos diversas, como a geodesia, a engenharia geográfica, mapeamento, cartografia, sensoriamento remoto, varredura a laser, aérea e terrestre, GPS (global positioning system), entres outras. 

“A ideia do museu é preservar a memória e divulgar a importância da área de topografia e geodésia na formação do engenheiro civil e do arquiteto, mas não só isso: estas duas áreas, a topografia e a geódesia, estão sendo chamadas de geomática. Elas passam por todas as demais áreas envolvendo o território: a geografia, geologia, morfologia, meio ambiente, planejamento urbano, entre outras.” 


A professora Maria Tereza Françoso fez uma breve apresentação do histórico e surgimento da iniciativa. De acordo com ela, o museu surgiu a partir do desenvolvimento de um site denominado Museu Virtual de Geomática, elaborado pela aluna Lúcia Maria Pessoa de Oliveira, hoje pesquisadora da FEC. A ideia era preservar o patrimônio e a história, além de transmitir conhecimento sobre os equipamentos e instrumentos da área. Além de Lúcia de Oliveira, também colaborou para a implementação do museu, Suze Meire de Farias, funcionária do DGT. 

A diretora da FEC, Marina Sangoi de Oliveira Ilha, falou sobre a relevância da área de geomática para a Unidade. A docente salientou ainda a importância, com o museu, “de se preservar os equipamentos e instrumentos históricos da Unidade e da Unicamp." 

O coordenador-geral da Universidade, Alvaro Penteado Crósta, parabenizou a FEC pela iniciativa, destacando que participar da inauguração foi uma satisfação, sobretudo porque ele atuou nesta área por mais de 40 anos. “Toda a minha carreira acadêmica e profissional foi desenvolvida na área de geotecnologias. Portanto, gostaria de parabenizar a Faculdade, que dá um exemplo de preservação nesta área para o país." A inauguração do museu integrou as comemorações dos 50 anos da Unicamp. 




fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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Contra falta de espaço, museu fictício é exposto na Art Basel Miami

A galeria Leme vai levar um novo conceito para a Art Basel Miami Beach. O projeto “Soft Modernity”, dos artistas Sandra Gamarra, Mauro Piva e Luciano Figueiredo, feito em conjunto especialmente para a feira, vai levar para lá o museu fictício LiMAC, onde a arte moderna brasileira é reinterpretada pelos três. 

O LiMAC surgiu com a ideia da artista peruana Sandra Gamarra, que fundou o museu imaginário-virtual porque até pouco tempo não havia museu de arte contemporânea em Lima. Para o acervo, apropriações de pinturas de artistas modernos e contemporâneos.


O espaço da Galeria Leme na Art Basel Miami BeachCrédito: Divulgação


A brincadeira de copia e cola, gerou um resultado inusitado, com Sandra se apropriando de obras de Piva e Figueiredo entre outros artistas brasileiros como, Ligia Clark e Judith Laudand. Já Mauro Piva se influenciou por Ligia Clark e Helio Oiticica, artistas contemporâneos de Luciano Figueiredo. Siga a seta e confira o jogo de apropriações e influências do trio.






fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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Quais os desafios de João Soares na cultura? ( Portugal )

Os apoios à criação e as nomeações no Património e nos Museus são algumas das questões em aberto.



De secretaria de Estado para Ministério, a Cultura fica, no governo socialista, entregue a João Soares que terá como secretária de Estado Isabel Botelho Leal. Estes responsáveis vão enfrentar um setor onde muito dificilmente se consegue agradar a todos: falta sempre dinheiro e, quando há, não há acordo quanto à melhor forma de o atribuir. Se a cultura é hoje essencial na estratégia de desenvolvimento económico, quer a nível nacional quer a nível internacional, e em permanente ligação com o turismo, também é verdade que da Ajuda se espera uma atenção especial às artes menos imediatas ou que não falam para as massas.

Alguns assuntos estarão já na agenda do ministro que acabou de tomar posse:

ORÇAMENTO

Em 2015, a Cultura teve uma dotação orçamental de 219,2 milhões de euros, o que representou um aumento de 20,4 milhões relativamente a 2014. Ainda assim, o setor debate-se com problemas crónicos de falta de financiamento, seja para os apoios à criação, seja para a divulgação, nomeadamente internacionalmente.

Em declarações públicas, logo no dia em que foi conhecido o governo, João Soares admitiu que poderá deparar-se com "problemas financeiros" no exercício do cargo, mas garantiu que o seu objetivo é "transformar a cultura num motor do desenvolvimento".

MUSEUS E PATRIMÓNIO

Na tutela da Cultura, do Governo de Passos Coelho, ficaram em regime de substituição o diretor-geral do Património Cultural(DGPC), João Carlos Santos, que sucedeu a Nuno Vassallo e Silva, secretário de Estado da Cultura no XX Governo, e o subdiretor do Património Cultural Filipe Campos Silva. Estes cargos são ocupados, por nomeação governamental, a partir de concurso público.

Nesta área, está ainda em aberto o cargo de diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea. O concurso público interno - no âmbito da estrutura da DGPC - está ainda a decorrer, estando o cargo a ser ocupado atualmente, em regime de substituição, por Samuel Rego, também subdiretor do Património Cultural.

Outros pontos quentes nesta área são:

- O futuro da coleção de arte da Secretaria de Estado de Cultura (e o diferendo entre o Museu do Chiado e o Museu de Serralves);

- O futuro da Coleção Berardo (no seu programa, o PS garantia a manutenção da coleção em Portugal, após o fim do protocolo com o CCB, em 2016);

- A concretização do eixo Belém-Ajuda, anunciado pelo anterior governo, que prevê um plano estratégico cultural, urbanístico e turístico para esta zona de Lisboa;

- A autonomia reclamada pelos museus, como o de Arte Antiga, que lhes permitirá tornar a gestão mais flexível e responder eficazmente aos problemas orçamentais

CRIAÇÃO - ARTES PLÁSTICAS, PERFORMATIVAS E AUDIOVISUAL

Os apoios à criação são uma dor de cabeça para todos os ministros da Cultura, sobretudo no que toca às artes performativas, embora no cinema a situação não seja menos grave, depois de anos de cortes sucessivos e de desentendimentos quanto à formação de júris e aos critériospara atribuição dos subsídios.

A criação de um Estatuto do Artistae a regulamentação do Regime dos Contratos de Trabalhos dos Profissionais de Espetáculos são algumas das medidas previstas no programa socialista para o Governo. Os bailarinos da Companhia Nacional de Bailado estão, há anos, à espera da concretização das promessas feitas.

COMUNICAÇÃO SOCIAL

O ministro da Cultura, João Soares, vai ter a tutela da área da comunicação social, que abrange as empresas RTP (televisão e rádio públicas) e Agência Lusa. A integração da comunicação social pública na esfera de um Ministério da Cultura é uma medida que já estava prevista no programa eleitoral do PS. Para o PS, a comunicação social pública deverá ter um papel central na difusão da língua portuguesa.

A área financeira das empresas de comunicação social pública, no entanto, será monitorizada pelo secretário de Estado com a tutela do Tesouro, Ricardo Mourinho Félix, deputado eleito por Setúbal e considerado "braço direito" do ministro das Finanças, Mário Centeno.




fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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