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quinta-feira, 31 de março de 2016

Museu sobre Tiananmen em Hong Kong está fechado e procura nova localização. --- Museum on Tiananmen in Hong Kong is closed and looking for new location

Aberto há menos de dois anos, o museu de Hong Kong dedicado a Tiananmen está fechado e procura novas instalações após problemas administrativos e disputas legais, disse o presidente da Aliança de Apoio aos Movimentos Democráticos e Patrióticos na China.


O June 4th Museum (Museu do 4 de Junho) invoca a data em que, há 26 anos, os tanques do exército chinês avançaram sobre manifestantes na praça de Tiananmen, em Pequim. Na sua maioria estudantes, os manifestantes exigiam reformas democráticas no regime chinês.


Segundo o também deputado pró-democrata Albert Ho, a Aliança de Apoio aos Movimentos Democráticos e Patrióticos na China está à procura de um novo espaço para o museu, que está atualmente fechado.

A sociedade dos proprietários do edifício critica o museu por incumprimento das obrigações contratuais e o presidente da empresa, Stanley Chau, levou a Aliança a tribunal e pediu uma indemnização.

Depois disso, a Aliança também recebeu queixas sobre alegadas violações das normas da portaria e normas do serviço de bombeiros.

Por outro lado, Albert Ho, em declarações citadas pela Rádio e Televisão Pública de Hong Kong (RTHK), acusou Stanley Chau de instruir o pessoal do edifício para pedirem a identificação de todos os visitantes do museu, afirmando que isso criou uma série de transtornos, sobretudo para os visitantes do interior da China.

O museu ocupa um discreto quinto andar do Foo Hoo Centre, em Tsim Sha Tsui, desde maio de 2014, mas está atualmente fechado ao público. A RTHK refere a data de 15 de abril para a reabertura do museu, mas sem especificar a localização.

Só no primeiro mês de funcionamento, o museu recebeu 5.000 visitas. No espaço, com pouco mais de 30 metros quadrados, uma linha cronológica percorria as paredes e está ilustrada com fotografias, textos e vídeos que explicam aos visitantes os momentos mais marcantes do movimento que terminou num massacre.

Disponíveis estavam também alguns livros, em chinês e inglês, notícias de jornais que podiam ser consultados virtualmente ou em papel, tudo apoiado por um vídeo com depoimentos de familiares das vítimas e outras pessoas ligadas ao movimento.

O museu assumiu, desde o início, o papel difusor de um período crítico para o próprio sistema chinês. O facto de mais de metade dos visitantes serem oriundos do interior da China levou os seus promotores a defenderem a ideia de que o espaço é também uma fonte de conhecimento para quem não tem, dentro do país, a informação necessária.




Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

Vamos compartilhar.








--in via tradutor do google
Museum on Tiananmen in Hong Kong is closed and looking for new location


Open less than two years, the museum Hong Kong dedicated to Tiananmen is closed and looking for new premises after administrative problems and legal disputes, said the president of the Alliance in Support of Patriotic Democratic Movements in China and.

The June 4th Museum (Museum June 4) invokes the date on which, 26 years ago, the Chinese army tanks advanced on demonstrators in Tiananmen Square in Beijing. Mostly students, protesters demanding democratic reforms in the Chinese regime.

According to the deputy also pro-Democrat Albert Ho, the Alliance in Support of Patriotic Democratic Movements in China and is looking for a new space for the museum, which is currently closed.

The Society of building owners criticized the museum for breach of contractual obligations and the company's president, Stanley Chau led the Alliance to court and requested compensation.

After that, the Alliance also received complaints about alleged violations of the ordinance regulations and the fire service standards.

On the other hand, Albert Ho, in remarks quoted by Radio and Public Television Hong Kong (RTHK), accused Stanley Chau instruct the building staff to ask for identification of all visitors to the museum, saying it created a lot of inconvenience especially for the interior of visitors from China.

The museum occupies a discreet fifth floor of the Foo Hoo Centre in Tsim Sha Tsui, since May 2014, but is currently closed to the public. The RTHK refers to date of April 15 for the reopening of the museum, but without specifying the location.

In the first month of operation, the museum received 5,000 visits. In space, with just over 30 square meters, a timeline went through the walls and is illustrated with photos, texts and videos that explain to visitors the most memorable moments of the movement that ended in a massacre.

Also available were some books in Chinese and English news papers that could be found virtually or on paper, all supported by a video with testimonials from family members of the victims and other people linked to the movement.

The museum took over from the beginning, the diffuser part of a critical period for the very Chinese system. The fact that more than half of the visitors are coming from mainland China led the promoters to defend the idea that space is also a source of knowledge for those who have not, within the country, the necessary information.

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