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terça-feira, 31 de maio de 2016

Le Maraké est un rituel. La pratique est inscrite à l'Inventaire du patrimoine culturel immatériel en France. --- O Marake é um ritual. A prática é listados no Inventário do Património Cultural Imaterial da França.

Le Maraké est un rituel de passage pratiqué au sein des sociétés amérindiennes Wayana et Apalaï, qui habitent sur le plateau des Guyanes, notamment sur les rives des fleuves Mana et Maroni.



Ce rituel formalise le passage de la puberté à l'age adulte chez les jeunes Wayana, mais il peut aussi être célébré à d'autres occasions lors des étapes importantes de la vie des individus. C'est aussi un moment privilégié pour renforcer la cohésion du groupe et celle de la communauté.


La pratique et la connaissance de ce rituel sont fortement menacées du fait de la disparition progressive des anciens chanteurs Kalawu, ces derniers jouant un rôle central dans le rituel du Maraké. Le dernier chanteur Kalawu, Kulijaman, est décédé en 2012.





On assiste cependant à un regain d'intérêt de certains jeunes adultes pour ce rituel, qui organisent à nouveau des Maraké à partir des différents témoignages et récits des anciens, et souhaitent sauvegarder ce fort témoignage de leur culture, qui était déjà pratiqué au xviiie siècle.


La Direction des affaires culturelles de Guyane, consciente de l'urgence de sauvegarder le rituel, a entrepris dès 2003 un travail d'analyse et de traduction des paroles de cet art poétique que constitue le kalawu.


Le ministère de la Culture, soutenu par le Parc national amazonien de Guyane a déposé le 31 mars 2011 un dossier de candidature pour faire entrer le Maraké sur la liste de sauvegarde du patrimoine mondial de l’Unesco, au titre du Patrimoine culturel immatériel de l'humanité. 

La pratique est également inscrite à l'Inventaire du patrimoine culturel immatériel en France.



Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

colaboração:  Judith Wong A Foe

https://fr.wikipedia.org/wiki/Marak%C3%A9



--br via tradutor do google
O Marake é um ritual. A prática é listados no Inventário do Património Cultural Imaterial da França.


O Marake é um rito de passagem praticada em sociedades nativas americanas e Wayana Apalai, que vivem na Guiana Shield, especialmente nas margens dos rios Mana e Maroni.


Este ritual formaliza a transição da puberdade até a idade adulta entre os jovens Wayana, mas também pode ser celebrado em outras ocasiões em fases importantes da vida dos indivíduos. É também um tempo para reforçar a coesão do grupo e a da comunidade.


A prática eo conhecimento desse ritual são altamente ameaçada devido ao desaparecimento gradual dos velhos cantores Kalawu, este último a desempenhar um papel central no ritual de Marake. A última cantor Kalawu, Kulijaman, morreu em 2012.

No entanto, tem havido um interesse renovado de alguns jovens adultos para este ritual, que organizam novamente Marake dos vários testemunhos e histórias de idade, e desejam preservar este forte testemunho de sua cultura, que já era praticada no século XVIII .

A Direcção de Assuntos Culturais da Guiana, consciente da urgência de salvaguardar o ritual, começou em 2003, um trabalho de análise e tradução das palavras da arte poética que constitui o kalawu.

O Ministério da Cultura, apoiado pela Amazônia Parque Nacional da Guiana arquivado 31 de março de 2011 um pedido para entrar no Marake na lista de backup Património Mundial da UNESCO no âmbito do Património Cultural Imaterial da humanidade.

A prática também é listado no Inventário do Património Cultural Imaterial da França.


Os museus da Amazônia. Coleções do planalto das Guianas.

As representações humanas podem ser de diferentes tipos: a reprodução do corpo humano de maneira estilizada ou realista, a exibição de trajes e adornos usados como marca de identidade, e também a mostra de objetos ligados a atividades alocadas a homens ou a mulheres. Nesta exposição, explore os diferentes objetos da cultura de povos ameríndios e maroons mostrando o ser humano sob esses três aspectos.


A reprodução do corpo humano 

Produções que representam pessoas, ou às vezes partes do corpo humano, podem ser observadas igualmente nas culturas ameríndias e maroons. Essas representações são ligadas a vários objetos da vida cotidiana: brinquedos 


utensílios de cerâmica, 





(SSM K-0434), 




cestaria (SSM SSM-0087-5), esculturas (SSM H-0643) e outros acessórios como, por exemplo, bolsas (MCG 91.8.231).



A ornamentação desempenha um papel relevante nas representações dos maroons, na forma de padrões estilizados e decorações com formas geométricas. Representações figurativas realistas são mais raras, sendo mais provavelmente dedicadas a práticas magico-rituais, na forma de figuras humanas colocadas em santuários (SSM H-0482).
Ornamentação em culturas ameríndias: marcadores sociais e de identidade 

Adornos e ornamentações corporais são muito importantes para os ameríndias do Planalto das Guianas. Pode-se pintar ornamentações diretamente no corpo, ou então fazê-las com plumária (MPEG N01\2009), miçangas (MPEG N01\2013) ou outros materiais. Essas decorações possuem forte valor de identidade e permitem fazer uma clara distinção entre comunidades. As tangas aqui representadas provêm de diversas culturas – Waiwai (MPEG N15\2004), Wayana (MPEG 13986) e Tiryó (MPEG 11290) – e diferem em materiais, cores e padrões. 

Além da identidade cultural, adornos e ornamentações também têm uma dimensão social. Para os Wayana da Guiana Francesa, Brasil e Suriname, certos adornos e trajes se referem a status social, outros são usados em ocasiões especiais ou em momentos específicos de um ritual. Como exemplo, o Olok  (SSM SSM-0193-01-22a-ff) é o principal cocar do Maraké, uma cerimônia Wayana de iniciação e rito de passagem, e utilizado apenas pela pessoa que se submete aos testes rituais. 

Atribuições masculinas e femininas 

Homens e mulheres têm papeis claramente definidos nas sociedades ameríndias e maroons. Além da aparência física e os as roupas que vestem (SSM T-0397 ; SSM T-0035), itens específicos são alocados a cada gênero conforme a natureza do trabalho que realizam; Assim, os homens se dedicam à caça e à pesca (SSM H-0588) enquanto as mulheres são responsáveis pela colheita e preparação de alimento  (SSM-0691-131 ; SSM H-0633 ; SSM H-0508).

Além disso, certos objetos são manufaturados exclusivamente por homens ou por mulheres. É o caso da cestaria, tradicionalmente feita por homens em culturas ameríndias, ou a escultura das culturas maroons (MCG 90.8.3 ; SSM H-1214). Por outro lado, as mulheres costuram ou bordam  (MPEG N02\2007 (1)), ou se dedicam à cerâmica em culturas ameríndias (SSM-0098-02-01).




L’islam fait son entrée au musée dans un climat électrique. --- Islam entrou no museu em uma atmosfera elétrica.

Un musée des «civilisations de l’islam» sera inauguré ce vendredi 27 mai à La Chaux-de-Fonds, dans le canton de Neuchâtel. Une première en Europe, selon sa directrice Nadia Karmous. Mais la polémique enfle déjà sur l’origine des fonds nécessaires à sa création et à son fonctionnement, dont une partie provient de fondations du Golfe accusées de promouvoir un islam intégriste et militant.




C’est un immeuble de style Art nouveau plutôt cossu, situé à deux pas de la gare, sur l’Avenue Léopold-Robert, l’artère principale de La Chaux-de-Fonds. Au-dessus de l’entrée, le «Musée des civilisations de l’islam» s’affiche depuis quelques jours en grandes lettres aux yeux des passants interloqués. Avant même son ouverture, programmée ce week-end, le Mucivi, l’acronyme du musée, provoque déjà un remue-ménage dans la cité horlogère des montagnes neuchâteloise, pourtant réputée pour son ouverture d’esprit et sa tolérance.

Ce qu’on pourra voir au Mucivi

Couvrant une superficie totale de 750m2, le Musée des civilisations de l’islam (Mucivi) a pour ambition de s’adresser tant aux musulmans qu’aux non musulmans. L’exposition de référence présentera, dans six ambiances contrastées, une chronologie des civilisations de l’islam, allant de la période qui précède la révélation prophétique jusqu’aux multiples réinventions contemporaines.

Des expositions temporaires sont également prévues une à deux fois par année. Elles aborderont des sujets qui touchent davantage à l’actualité. Les visiteurs seront munis d’un audioguide en 4 langues (français, allemand, anglais, arabe). L’entrée coûtera 20 francs par personne. Une bibliothèque spécialisée comprenant près de 20'000 ouvrages est par ailleurs accessible dans le bâtiment.



Les attaques viennent principalement de l’UDC, prompte à s’ériger contre tout espace dédié à l’islam, mais également de citoyens ordinaires, qui ont été nombreux à manifester leurs craintes dans le courrier des lecteurs de «L’Impartial», le quotidien local. «Il ne s’agit absolument pas d’un projet prosélyte, mais au contraire de montrer la pluralité de la culture et des civilisations de l’islam. Notre musée est une invitation au voyage, à la réflexion et au débat», se défend Nadia Karmous, la directrice du Musée.

Cette Franco-Algérienne naturalisée suisse, qui porte le voile et préside l’Association culturelle des femmes musulmanes de Suisse, se qualifie de «femme spirituelle» pratiquant «un islam strict» avec elle-même «mais n’imposant rien aux autres». L’ouverture du Mucivi marque pour Nadia Karmous l’aboutissement du «rêve de toute une vie».
Vision positive de l’islam

C’est la première fois en Europe qu’une telle initiative privée est mise sur pied par des représentants de la communauté musulmane, souligne-t-elle. «Ce ne sont pas les critiques qui me feront baisser les bras. Au contraire, le débat suscité par l’ouverture du musée montre l’importance de ce projet à l’heure où il suffit de prononcer le mot islam pour attiser la méfiance», affirme-t-elle.

Conservateur adjoint du Musée d’ethnographie de Neuchâtel, Olivier Schinz a été mandaté avec deux autres scientifiques par la fondation de Nadia Karmous, propriétaire depuis 1999 de l’immeuble chaux-de-fonnier, pour réaliser l’exposition permanente. Il assure avoir pu travailler en toute liberté, sans pression externe, mais dans un cadre néanmoins bien défini. «Il est évident que le Mucivi présente une vision positive de l’islam et de ses différents courants. Des musulmans ne vont pas réaliser un musée pour descendre en flèche leur religion. Mais il y a une place pour un questionnement critique dans cette institution», assure Olivier Schinz.

De fait, ce n’est pas tant le contenu du musée qui suscite la controverse, mais bien plus les 4 millions de francs nécessaires à sa réalisation. L’argent provient de mécènes établis dans les pays du Golfe, principalement au Koweït et au Qatar. La Qatar Charity, une puissante fondation soupçonnée par l’administration américaine de financer des mouvements terroristes islamistes sous couvert d’aide humanitaire figure également parmi les noms des donateurs.
Les prémices du communautarisme?

Nadia Karmous affirme avoir frappé durant plus de dix ans aux portes de nombreux donateurs potentiels en Suisse et en Europe. Sans succès. Elle s’est alors tournée vers de riches femmes du Koweït et du Qatar qui ont séjourné en Suisse et avec qui elle a tissé des liens d’amitié de longue date. Des fondations telles que Qatar Charity n’ont fait que servir d’intermédiaire avec d’autres donateurs, explique-t-elle. «Ceux-ci n’interviennent de toute manière pas dans le contenu du musée», affirme la directrice.
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De quoi là aussi alimenter craintes et méfiance. «Je me réjouis personnellement d’aller visiter le musée, c’est une bonne chose de découvrir cet islam qui a connu des heures lumineuses, affirme Yvan Perrin, président de l’UDC neuchâteloise. En revanche, le projet immobilier qui l’accompagne marque clairement les prémices du communautarisme à La Chaux-de-Fonds. J’y vois la volonté d’implanter un islam qui pose problème, celui des wahhabites et des salafistes.»
Liens supposés avec les Frères musulmans

Présidente du Forum pour un islam progressiste, Saïda Keller-Messahli est elle aussi montée au front pour dénoncer la «naïveté» des Chaux-de-Fonniers. «Le Qatar, l'Arabie saoudite et la Turquie travaillent depuis des décennies pour mettre en place leur vision de l'islam, en finançant de telles structures. C'est à cause de cela que l'ex-Yougoslavie est désormais livrée au salafisme et au wahhabisme», a-t-elle dénoncé au micro de la RTS. «Ce musée va légitimer un islam politique par rapport aux autres instituts, qui n'ont pas les mêmes moyens», a-t-elle ajouté.



La polémique s’est également greffée sur les liens supposés de Mohamed Karmous, l’époux de Nadia Karmous, avec la confrérie islamiste des Frères musulmans. Dans son livre «Résistance!», paru en mars, le grand reporter français Antoine Peillon révèle des notes des renseignements généraux français qui accusent entre autres Mohamed Karmous d’avoir à deux reprises acheminé des dizaines de milliers d’euros en liquide pour soutenir les projets d’islamisation des Frères musulmans en Europe. Des affirmations que Nadia Karmous dément dans sa quasi-totalité: «Nous sommes très occupés par l’ouverture du musée, mais dès que nous en aurons le temps, nous allons poursuivre cet écrivain en justice», indique-t-elle.






 
Quant aux autorités locales, qui se montraient jusque-là favorables à l’ouverture du musée, elles sont aujourd’hui sur la défensive face aux accusations de laxisme qui pleuvent sur elles. «Il s’agit d’un projet privé. Nous n’avons aucun moyen légal ou réglementaire pour l’interdire», affirme Théo Huguenin-Elie, président de la ville de La Chaux-de-Fonds. «Nous n’avons par ailleurs aucun moyen d’obliger cette communauté à une transparence par rapport à la provenance des fonds. La seule chose que nous pouvons espérer, c’est que les banques font correctement leur travail de vérification sous l’autorité de la Confédération et de la FINMA [l’autorité suisse de surveillance des marchés financiers]», indique-t-il.






--br via tradutor do google
Islam entrou no museu em uma atmosfera elétrica.

Um museu de "civilizações do Islã" será inaugurada na sexta-feira 27 de maio, em La Chaux-de-Fonds, cantão de Neuchâtel. A primeira na Europa, de acordo com o seu director Nadia Karmous. Mas a controvérsia já incha sobre a origem dos fundos para a sua criação e operação, parte do qual vem de fundações Golfo acusados ​​de promover um Islã fundamentalista e militante.

É um edifício em estilo Art Nouveau em vez aconchegante, localizado a alguns passos da estação na Avenida Leopold-Robert, a rua principal de La Chaux-de-Fonds. Acima da entrada, o "Museu da Civilização do Islã" é exibido por vários dias em letras grandes aos olhos dos transeuntes pasmo. Mesmo antes de sua abertura, prevista neste fim de semana, a Mucivi, a sigla do museu, já está causando um rebuliço na cidade relojoaria de montanhas Neuchâtel, ainda conhecido pela sua abertura e tolerância.

O que podemos ver Mucivi

Cobrindo uma área total de 750m2, o Museu da Civilização no Islã (Mucivi) tem como objetivo abordar tanto para os muçulmanos e não-muçulmanos. A exposição de referência apresentará em seis ambientes contrastantes, uma cronologia das civilizações do Islã, desde o período antes da revelação profética para vários reinvenções contemporâneos.

exposições temporárias também estão previstas uma ou duas vezes por ano. Eles vão tratar de temas que tocam em eventos atuais. Os visitantes será fornecido com um guia de áudio em 4 línguas (francês, alemão, inglês, árabe). A entrada vai custar 20 francos por pessoa. Uma biblioteca especializada, com cerca de 20.000 livros também está disponível no edifício.

Os ataques vêm principalmente da UDC, rápido para erguer contra qualquer espaço dedicado ao Islã, mas também dos cidadãos comuns, que estavam propensos a expressar as suas preocupações em cartas ao editor de "L'imparcial" o diário local. "Não há absolutamente nenhuma dúvida de um projeto prosélito, mas sim para mostrar a pluralidade da cultura e da civilização do Islã. O nosso museu é um convite para viajar, reflexão e debate ", defende Nadia Karmous, diretora do Museu.

Este franco-argelino naturalizado suíço, que usa o véu e preside a Associação Cultural de Mulheres muçulmanas na Suíça, chama-se "esposa espiritual" praticar "o islã rigoroso" com ele mesmo ", mas não impor nada aos outros." A abertura da marca Mucivi Nadia Karmous a culminação do "sonho de uma vida."
visão positiva do Islã

Esta é a primeira vez na Europa que uma iniciativa tão privada criada por representantes da comunidade muçulmana, disse ela. "Não é crítico que vai me fazer desistir. Em vez disso, o debate gerado pela abertura do museu mostra a importância deste projecto numa altura em que simplesmente pronunciar a palavra Islam para agitar a desconfiança ", diz ela.

Curador assistente do Museu de Etnografia de Neuchâtel, Olivier Schinz recebeu o mandato de dois outros cientistas pela fundação de Nadia Karmous, proprietário do edifício, desde 1999, La Chaux-de-Fonds para realizar a exposição permanente. Ele afirma ter sido capaz de trabalhar livremente, sem pressão externa, mas dentro de um quadro, no entanto, bem definido. "É claro que o Mucivi apresenta uma visão positiva do Islã e suas diferentes correntes. Os muçulmanos não vai fazer um museu a descer abruptamente religião. Mas há um lugar para o questionamento crítico nesta instituição ", diz Olivier Schinz.

Na verdade, ele não é tanto o conteúdo do museu é controverso, mas mais os 4 milhões de francos para a sua implementação. O dinheiro vem de patrocinadores estabelecidas nos países do Golfo, principalmente no Kuwait e Qatar. Qatar Charity, uma base poderosa suspeita pela administração dos EUA para financiar movimentos terroristas islâmicos sob o pretexto de ajuda humanitária também está entre os nomes dos doadores.
Os primórdios da communalism?

Nadia Karmous diz ele bateu por mais de dez anos nas portas de muitos doadores potenciais na Suíça e na Europa. Sem sucesso. Ela, então, virou-se para as mulheres ricas do Kuwait e Qatar que ficaram na Suíça e com quem ela forjou uma amizade de longa data. Fundações como Qatar Charity só mediar com outros doadores, disse ela. "Eles não intervir de alguma forma no conteúdo do museu", diz o diretor.
Mallory Schneuwly Purdy acredita que ele deve ser reconhecido organizações muçulmanas como sendo de interesse público. (Unifr.ch)
reconhecimento desejado
"Temos de dar os muçulmanos os meios de financiar na Suíça"
Por Samuel Jaberg

O financiamento para algumas organizações muçulmanas na Suíça pelos países que defendem um Islã fundamentalista debater regularmente. O ...
cultura Religião
Outras línguas: 5

O que há também temores de combustível e desconfiança. "Pessoalmente, estou muito contente de visitar o museu, é bom para descobrir que o Islã teve horas brilhantes, diz Yvan Perrin, presidente da UDC Neuchâtel. No entanto, o projecto imobiliário que o acompanha claramente marca o início de communalism em La Chaux-de-Fonds. Vejo a vontade de implementar um Islã que é o problema, a dos wahabitas e salafistas ".
ligações alegadas com a Irmandade Muçulmana

Presidente do Fórum para uma Islam Progressive, Saida Keller-Messahli também é montado para a frente para denunciar a "ingenuidade" de Chaux-de-Fonniers. "Qatar, Arábia Saudita e Turquia têm trabalhado durante décadas para construir a sua visão do islã através do financiamento de tais estruturas. É por isso que a ex-Jugoslávia está agora entregue ao salafismo e wahhabismo ", ela denunciou o microfone da RTS. "Este museu vai legitimar Islã político em relação a outros institutos, que não têm os mesmos recursos", acrescentou.

A controvérsia também enxertados nos links supostos Karmous Mohamed, marido de Nadia Karmous, com a Irmandade Muçulmana islâmico. Em seu livro "Resistência!", Publicado em março, o maior repórter francês Antoine Peillon revela notas informações general francês que acusam incluindo Mohamed Karmous por duas vezes enviou dezenas de milhares de euros em dinheiro para apoio projeto de islamização da Irmandade muçulmana na Europa. Afirmações de que Nadia Karmous nega quase em sua totalidade: "Estamos muito ocupados com a abertura do museu, mas assim que tivermos tempo, vamos continuar este escritor à justiça", diz ela.

Como para as autoridades locais, que apareceram anteriormente em favor da abertura do museu, eles estão agora na defensiva contra a frouxidão das acusações de chover sobre eles. "Este é um projeto privado. Nós não têm meios legais ou regulamentares para proibir isso ", diz Theo Huguenin-Elie, presidente da cidade de La Chaux-de-Fonds. "Nós também temos nenhuma maneira de obrigar a comunidade a transparência sobre a origem dos fundos. A única coisa que podemos esperar é que os bancos estão a fazer o seu trabalho de auditoria, sob a autoridade da Confederação e FINMA [Swiss Mercado Financeiro Autoridade de Supervisão] ", diz ele.
 



Mathilde prend l’air au musée La Boverie. --- Mathilde leva o museu ao ar La Boverie

La reine des Belges Mathilde a visité ce jeudi au musée La Boverie à Liège une exposition consacrée au plein air en peinture, en lien avec le Musée du Louvre.



Corot, Monet, Cézanne, Matisse, Léger, Picasso… Ce sont des toiles de grands maîtres des XIXe et XXe siècles que Mathilde a pu admirer ce jeudi 26 mai à Liège. La reine des Belges s’était rendue dans cette ville de l’est de la Belgique pour visiter l’exposition inaugurale du musée La Boverie. 






Abritant les collections de la Ville de Liège et un espace d’expositions temporaires, celui-ci a ouvert ses portes en ce mois de mai 2016 après de gros travaux, en lieu et place de l’ancien musée d’Art moderne et d’Art contemporain fermé en 2011.

Mathilde avait opté pour un look bicolore signé Dries Van Noten

L’épouse du roi Philippe s’affichait pour ce rendez-vous pictural dans un look bicolore. La jeune femme de 43 ans avait revêtu une robe blanche et bleu marine du designer belge Dries Van Noten, à la jupe imprimée de fleurs stylisées. Un clin d’œil sans doute au sujet de l’exposition qu’elle venait découvrir. 

Organisée en collaboration avec le Musée du Louvre à Paris, celle-ci traite de la naissance et de l’essor progressif de la peinture réalisée en plein air, du XVIIIe siècle à nos jours, pratique qui a coïncidé avec la mise en scène de nouveaux plaisirs du monde moderne tels que les promenades, les loisirs, les vacances… Cette thématique a été choisie en référence à la relation de ce musée avec le parc public qui l’entoure.



Présentée du 5 mai au 15 août 2016, cette exposition, tout simplement intitulée «En plein air», dévoile près de 100 œuvres venues de plus de 40 institutions européennes et américaines -Musée du Louvre, Museo del Prado, Dallas Museum, Musée de l’Orangerie, etc.- et des collections du musée des Beaux-Arts de Liège.





Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

  http://www.parismatch.com/Royal-Blog/famille-royale-belge/Mathilde-prend-l-air-au-musee-La-Boverie-979801




Mathilde leva o museu ao ar La Boverie.

 
Rainha dos belgas Mathilde visitou nesta quinta-feira no museu Boverie em Liège uma exposição dedicada à pintura ao ar livre, em conexão com o Louvre.Corot, Monet, Cézanne, Matisse, Léger, Picasso ... Estas são pinturas de grandes mestres do séculos XIX e XX que Mathilde poderia admirar esta quinta-feira, maio 26 em Liège. Rainha dos belgas tinha visitado esta cidade no leste da Bélgica para visitar a exposição inaugural do museu Boverie. Abrigando as coleções da cidade de Liège e um espaço para exposições temporárias, que abriu suas portas no mês de maio 2016 após o trabalho pesado, no lugar do antigo Museu de Arte Moderna e Arte contemporânea fechada em 2011.Mathilde tinha optado por um olhar de dois tons assinado Dries Van NotenA esposa do rei Philip foi exibido para este compromisso pictórica em um olhar de dois tons. A mulher de 43 anos de idade jovem estava usando um vestido navy designer belga branco e azul Dries Van Noten, a saia impresso com flores estilizadas. Um aceno, provavelmente, sobre a exposição que ela tinha descoberto. Organizada em colaboração com o Museu do Louvre, em Paris, este lida com o nascimento ea ascensão gradual da pintura feito ao ar livre, o século XVIII até o presente, uma prática que tem coincidiu com o surgimento de um novo desenvolvimento prazeres do mundo moderno, tais como caminhadas, lazer, férias ... este tema foi escolhido em referência à relação do museu com o parque público que a circunda.Apresentado a partir de 5 maio - 15 agosto, 2016, a exposição, intitulado simplesmente "ao ar livre" revela quase 100 obras de mais de 40 instituições europeias e americanas -Musée Louvre, Museu do Prado, Museu Dallas, Museu de Orangerie, etc.- e colecções do museu de Belas Artes de Liège.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Prémio Personalidade 2016 da Associação de Museologia para Madeira e Açores

A Associação Portuguesa de Museologia vai distinguir Luiza Clode, ex-diretora do Museu de Arte Sacra do Funchal (Madeira), e Francisco dos Reis Maduro-Dias, ex-diretor do Museu de Angra do Heroísmo (Açores), com o Prémio Personalidade 2016.

De acordo com aquela entidade, que atribui anualmente prémios para museus, projetos, profissionais e atividades desenvolvidas no setor, as distinções serão entregues no dia 03 de junho, no Museu do Dinheiro, em Lisboa.

De acordo com o presidente da Associação Portuguesa de Museologia (APOM), João Neto, esta entidade decidiu, este ano, atribuir o prémio de carreira a estas duas figuras da área da museologia.

Luiza Clode, 80 anos, ex-diretora do Museu de Arte Sacra do Funchal, é autora de vários guias patrimoniais e artísticos da Madeira, nomeadamente "Tesouros Artísticos de Portugal", "À Descoberta de Portugal" e "Por Terras de Portugal", editados pela Reader`s Digest.

Nascida no Funchal, em 1936, fez o curso do Magistério Primário, o curso superior de Escultura, licenciou-se em História e estudou Ciências Pedagógicas, tendo lecionado em vários níveis de ensino, desde o primeiro ciclo, à Academia de Música e Belas Artes da Madeira, mais tarde Instituto de Artes Plásticas.

É coautora, com Fernando António Baptista Pereira, do livro "Museu de Arte Sacra do Funchal Arte Flamenga" (1997), e foi pioneira na introdução dos serviços educativos nos museus da Madeira.

Desde 1976, fez parte da comissão diretora do Museu de Arte Sacra do Funchal, tendo sido responsável pela vertente museológica na instituição, promovendo as coleções, o seu estudo, inventariação e divulgação.

Francisco dos Reis Maduro-Dias, 62 anos, natural de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores, é licenciado em História pela Universidade do Porto, com pós-graduações em Museologia na Universidade Autónoma de Lisboa, e em Gestão e Conservação da Natureza, pela Universidade dos Açores.

Foi diretor do Museu de Angra do Heroísmo, entre 2002 e 2005, e diretor do Gabinete da Zona Classificada de Angra do Heroísmo, entre 1987 e 2000.

Ao longo dos últimos 40 anos tem desenvolvido atividade nas áreas da cultura e identidade, desenvolvimento sustentado e património cultural, com textos publicados, palestras e comunicações, em congressos e colóquios em Portugal e no estrangeiro.

Tem sido professor convidado em diversas instituições, nomeadamente na Universidade dos Açores, e na Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo, nas áreas da cultura, património, turismo e identidade.

Fundada em 1965, a APOM atribui os galardões na área da museologia, desde 1997, para incentivar o espírito de preservação e divulgação do património dos museus, segundo a associação, que distingue ainda, entre outros, a melhor intervenção e restauro, o melhor catálogo, mecenato e projeto museográfico.

 

 

 

Centro Cultural Alberto Rougés, SM de Tucumán - Argentina

El Centro Cultural Alberto Rougés nació en junio de 1990 como un resultado natural del crecimiento de la Fundación Miguel Lillo y como una respuesta a la necesidad de integrar la investigación científica con la indagación humanística.


Con su creación se unen dos nombres señeros de nuestra cultura: el del científico Miguel Lillo con el del humanista Alberto Rougés, amigos que compartieron ideales y proyectos.

Al pertenecer a una institución científica de reconocido prestigio, el Centro Cultural muestra otras formas del quehacer humano y por eso ha dado cabida a la reflexión filosófica, a la investigación histórica, a la creación y a la crítica literaria, a la expresión de los artistas plásticos... La Casa es, de esta forma, la sede natural de numerosos congresos, exposiciones y talleres y se ha convertido en un sitio insoslayable de la cultura tucumana.

En cuanto a su arquitectura, funciona –desde hace más de dos décadas- en una casa señorial que constituye uno de los pocos ejemplos del estilo francés de fines del siglo XIX que quedan en la provincia. Allí se conjugan el esplendor tradicional y la moderna tecnología que requiere la creación y transmisión de cultura.

El Centro cultural actúa como receptor y difusor de propuestas culturales a través de cursos, conferencias y congresos, cuya temática abarca las ciencias sociales en general, siendo de especial interés el estudio del noroeste argentino, su cultura, sociedad, política, economía, tradiciones, etcétera.

Como productor cultural se inserta en la comunidad con un proyecto de investigación histórica y uno de artes plásticas.

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Este primer Boletín de Historia y Cultura reúne los trabajos de investigadores del Centro Cultural Alberto Rougés de la Fundación Miguel Lillo referidos a la Historia de Tucumán ampliando el proyecto inicial dedicado a estudiar la llamada Generación del Centenario. 

Los cinco artículos abordan aspectos que permiten conocer problemáticas planteadas en la historia provincial en cuanto a sociedad, cultura y política desde fines del siglo XIX a mitad XX. La diversidad fue una fuente de enriquecimiento del equipo y suscitó un fecundo intercambio de ideas.

Además, pusimos una sección dedicada a novedades y actividades del Centro Cultural. Esperamos que este número cumpla con los parámetros de calidad y actualidad que caracterizan a una revista de esta clase y despierte el interés de la comunidad académica y de los interesados en conocer nuestra historia.



Las ruinas de los Quilmes Tucumán, Argentina. Existen desde el año 800 a. C.

Son los restos del mayor asentamiento precolombino en dicho país. 


Ocupan aproximadamente treinta hectáreas y están ubicadas al pie del cerro Alto del Rey. El lugar fue primero propiedad del pueblo originario, posteriormente del estado provincial, más tarde de un concesionario privado y finalmente, de los descendientes del pueblo Quilme. Estas ruinas han sido reconstruidas, por lo que en la actualidad pueden ser visitadas por los turistas. 

Fueron estudiadas por primera vez en 1897 por el arqueólogo Juan Bautista Ambrosetti y restauradas por un equipo bajo la dirección de Horacio Difrieri y Norberto Pelissero, con criterios más turísticos que arqueológicos.


Los indígenas conocidos como Quilmes, los primeros habitantes de este lugar, tuvieron una altísima densidad de población, lo que les permitió una mejor distribución de las tareas y una mayor explotación del ecosistema. En los Valles Calchaquíes en su totalidad se formaron ciudades con tan alto índice de densidad que actualmente los especialistas las consideran "las primeras ciudades prehispánicas de la Argentina".

Dichos asentamientos comenzaron su existencia en el siglo X d. C., alcanzando un gran desarrollo sociocultural y un buen manejo de sistemas agropastoriles y de cultivo e irrigación muy complejos. Este progreso continuo se vio recién interrumpido en 1667 cuando los Quilmes sufrieron su más importante derrota militar a manos de los españoles, liderados en este caso por Francisco Mercado y Villacorta, mediante el sitio a sus principales fuertes. Unos 400 españoles sitiaron a un pueblo de más de 6000 originarios primero impidiéndoles acceder a sus cultivos sobre la planicie fértil del Río santa María y luego envenenaron la fuente de provisión de agua que llegaba desde las montañas. Mientras los españoles contaban con armaduras y armas de fuego, aquellos utilizaban arcos y flechas, hondas, lanzas y hachas con puntas de piedra.

Luego de más o menos un mes, el pueblo indígena decidió rendirse. Su cacique, Martín Iquín, fue su vocero en ese entonces.

 Las ruinas de los Quilmes están ubicadas en el Valle Calchaquí,

Capitulose que se les perdonarían las vidas y haciendas, pero con condición que habían de desamparar el valle y ser encomendados a los vecinos en el lugar que les destinase el Gobernador.
Lozano, 1875.

Luego de su rendición y debido a que los españoles no lograron someterlos, fueron obligados a recorrer mil kilómetros a pie sin agua ni comida. Se estima que de los más de 2.600 sobrevivientes que partieron, solamente llegaron a los húmedos e insalubres bañados de Quilmes a orillas del Río de La Plata, poco más de 400. 

Los supervivientes finalizaron sus días pereciendo principalmente por enfermedades pulmonares. Al llegar no encontraron el algarrobo considerado sagrado ya que les daba alimento, leña y bebida sagrada. 

No conocían las hierbas medicinales locales y no podían sanarse. El sitio ubicado a 35 km al sur de la actual ciudad de Buenos Aires se denomina Quilmes en referencia a la Misión de Santa María de Quilmes.


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Arquitectura de las ruinas
Las ruinas de los Quilmes son un conjunto de viviendas que pertenecieron a dicho pueblo originario, donde se pueden observar restos rectangulares y circulares de los cimientos de la construcción.





Este asentamiento servía de hogar para las familias quilmes, lo cual no era bien visto por sus vecinos, los indios calchaquíes, con quienes tenían cruentos enfrentamientos. Finalmente se aliaron para combatir a los españoles, quienes los derrotaron en el siglo XVII.

La fortaleza se mantuvo en pie desde los años 800 hasta el siglo XVII, con una población estable de tres mil personas, hasta que finalmente fueron obligados a trasladarse a pie 1200 km hasta la zona en donde hoy se encuentra la ciudad de Quilmes en la provincia de Buenos Aires el 2 de enero de 1667.

 Durante esa travesía, murieron muchos de los casi cuatro mil indígenas desterrados. Gracias al trabajo de un equipo de especialistas, que restauró los edificios más importantes, se puede observar la complejidad del asentamiento. Dos fortalezas que servían de defensas contra posibles ataques de poblaciones indígenas vecinas y uno de los sectores de una ciudadela han sido reconstruidos.

En los restos de la ciudadela se pueden observar casas de piedra, antiguas paredes de roca y también cactus. La ciudad original incluía asimismo una capilla construida por los españoles con el fin de evangelizar a la población, la cual se estima en cinco mil habitantes. Otro elemento llamativo de estas ruinas son las destacadas construcciones de represas de agua y la gran cantidad de cultivos, principalmente de maíz, que eran la base alimenticia de estos indígenas. Se cree que la estrategia aplicada por los españoles para derrotar a este belicoso pueblo consistió en cortar su acceso a las fuentes de reserva de recursos, tanto hídricos como alimenticios. son actualmente debido al periodo humedo (efecto niño) precipita 160 mm al año.




domingo, 29 de maio de 2016

First in our hearts. How could we define the 'first' museum? --- Primeiro no nosso coração. De que forma poderíamos definir o ‘primeiro’ museu?

It will be the one that best fulfills its mission? Or that we think first when you hear the word 'museum' (the dream of any marketeer)? It will be the one that has the biggest collection or one that has the best collection? Is the one who makes more exhibitions? It will be the 'first' museum one that produces a lot of news for the media, but continues to work for the same elite? Or one that is rarely news, but it works to diversify its 'elite'? Which one deserves to be considered 'first'? Who assigns the 'primacy', the museum itself or the recipients, actual and potential, of their action?








Increasingly, to reflect on these and other issues and to publish my reflection in this blog, I feel that I contribute to a certain injustice. The target of my criticism, positive or negative, is what gets me through newspapers, specialized magazines, blogs, presentations at conferences.

However, what becomes known is not all that is happening and the truth is that my reflection ignores sometimes other realities. And it is ignorance, but involuntary, since I can not do something about it does not become public, it is not shared.

From this point of view, I am sorry that not all cultural institutions have the capacity and the means to, in addition to also record and report what they do, to share it with the whole sector and society.


Returning to the main issue, the 'primacy', I think it should be evaluated based on multiple factors and this assessment will naturally arise several firsts.




In his The Excellence Barrier test, Diane Ragsdale presents its 7 points for a slow arts movement (an allusion to the slow food movement), and the 6th point says: "Focus on impact and not on growth." Whereas growth is usually measured with numbers, I would also like to reflect on the impact as a way to identify firsts.


At first, it occurs to me the work of the National Museum Soares dos Reis (NRHM). A constant activity but, say, discreet, for many of us goes almost unnoticed.

I do not know if this will be an assumed attitude or whether it is a lack of sensitivity to the importance of communication or if it is no more or less than usual lack of means. Whatever the reason, it is a fact that the CNV has been shown to be attentive to what is happening around him and has sought to be involved. For example, in 2010 the CNV held the exhibition "Encounters Portugal China", which proved to be aware of the growth of this community in the city of Porto and the need to include.

At the time, the hope of the president of the League of Chinese in Portugal was that this exhibition "[help] integration and credibility of the Chinese community," making known to the public the "development of the Chinese in Porto and the relationship between Portugal and China ".




Later, in 2013, was organized in NRHM the first meeting of the homeless, which allowed to raise and promote pressing social issues and had new editions in 2014 and 2015. At the time, the CNV appeared in notíciascomo 'only' local the meeting. But it was no accident that the homeless esolheram this location. His relationship with the museum, which opened their doors, came from behind. What will be the 'first' museum for the Chinese community and the homeless Porto?





Similarly, it occurs to me the project "I at the Museum", the National Museum Machado de Castro in Coimbra, which seeks to involve people with Alzheimer's, their families and friends. The motto of the project is "Because more important than the objects of a museum is what you do with them."




There is also the project "Mobile Museum", the Carlos Machado Museum in Ponta Delgada, that takes the museum to remote and disadvantaged communities, because it belongs to them as much as belongs to the people of Ponta Delgada. Both of these projects were awarded the Jury Prize Culture Access in 2015. What will be the 'first' museum for Alzheimer's patients and their caregivers in Coimbra; or to remote communities on the island of São Miguel?





Mobile Museum project (removal image of the Carlos Machado Museum website)

Another experience even that much touched me and made me reflect on the issue of the impact was asistir the show "The Ball", Aldara Bizarro, Pasteleira in the neighborhood of Porto. The show was part of the program "Culture in Expansion", designed by Paulo Cunha e Silva. And he touched me not only to be a beautiful spectacle, but also because I recognized among the faces of residents interpreters me were already known, of the SKIN shows. Who will be the 'first' for the residents of the neighborhood Pasteleira?


Typically, results are measured in numbers: how many people attended, how news is made, how many "likes" and "shares" on Facebook? I disvalue not the numbers, but I think that alone does not indicate anything significant. They must be accompanied by other data quality, which can bring more content, more substance to the assessment to be done.


Who plays in a special way? Those looking to relate to us? Who wants to share what you have and give room for us also we share what we have? Who helps us to grow, to be better? Who brings meaning to our lives? Not this way we decide who is the'primeiro' in our hearts? Or 'the firsts, since our heart is big and fit many good things ...
 
 
Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

 https://mail.google.com/mail/u/0/#inbox/154fab0beb46af35

 
 --pt

Será aquele que melhor cumpre a sua missão? Ou aquele em que pensamos primeiro quando ouvimos a palavra ‘museu’ (o sonho de qualquer marketeer)? Será aquele que tem a maior colecção ou aquele que tem a melhor colecção? Será aquele que faz mais exposições? Será o ‘primeiro’ museu aquele que produz muitas notícias para os media, mas continua a trabalhar para a mesma elite? Ou será aquele que raramente é notícia, mas que trabalha para diversificar as suas ‘elites’? Qual deles merece ser considerado ‘primeiro’? E quem atribui a ‘primacia’, o museu a si próprio ou os destinatários, reais e potenciais, da sua acção?









Cada vez mais, ao reflectir sobre estas e outras questões e ao publicar a minha reflexão neste blog, sinto que contribuo para uma certa injustiça. O alvo da minha crítica, positiva ou negativa, é aquilo que me chega através de jornais, revistas de especialidade, blogs, comunicações em conferências.

No entanto, o que se torna mais conhecido não é tudo o que se passa e a verdade é que a minha reflexão ignora, às vezes, outras realidades. E é mesmo ignorância, mas involuntária, uma vez que não posso fazer algo em relação ao que não se torna público, ao que não é partilhado.

Deste ponto de vista, tenho muita pena que nem todas as instituições culturais tenham a capacidade e os meios para, além de fazer, também registar e comunicar o que fazem, de o partilhar com todo o sector e com a sociedade.


Regressando à questão principal, a da ‘primacia’, penso que a mesma deverá ser avaliada com base em múltiplos factores e desta avaliação irão, naturalmente, surgir vários ‘primeiros’.


No seu ensaio The Excellence Barrier, Diane Ragsdale apresenta os seus 7 pontos para um movimento slow arts (fazendo uma alusão ao movimento slow food), sendo que o 6º ponto diz: “Concentrar no impacto e não no crescimento”. Considerando que o crescimento é normalmente medido com números, eu também gostaria de reflectir sobre o impacto como uma forma de identificar os ‘primeiros’.

Num primeiro momento, ocorre-me o trabalho desenvolvido pelo Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR). Uma actividade constante mas, diria, discreta, que para muitos de nós passa quase despercebida.

Não sei se esta será uma atitude assumida ou se se trata de alguma falta de sensibilidade em relação à importância da comunicação ou se não é mais nem menos do que a habitual falta de meios. Qualquer que seja o motivo, é um facto que o MNSR tem-se mostrado atento ao que se passa à sua volta e tem procurado estar envolvido. A título de exemplo, em 2010 o MNSR realizava a exposição “Encontros Portugal China”, o que revelou estar consciente do crescimento desta comunidade na cidade do Porto e da necessidade de a incluir.

Na altura, a esperança do presidente da Liga dos Chineses em Portugal era que esta exposição “[ajudasse] na integração e credibilidade da comunidade chinesa”, dando a conhecer ao público o “desenvolvimento dos chineses no Porto e a relação de Portugal com a China”.




Mais tarde, em 2013, organizava-se no MNSR o primeiro encontro dos sem-abrigo, que permitiu levantar e promover questões sociais prementes e que teve novas edições em 2014 e 2015. Na altura, o MNSR aparecia nas notíciascomo ‘apenas’ o local do encontro. Mas não foi por acaso que os sem-abrigo esolheram este local. A sua relação com o museu, que lhes abriu as portas, vinha de trás. Qual será o ‘primeiro’ museu para a comunidade chinesa e para os sem-abrigo do Porto?




Da mesma forma, ocorre-me o projecto “EU no musEU”, do Museu Nacional Machado de Castro em Coimbra, que procura envolver as pessoas com Alzheimer, os seus familiares e amigos. O motto do projecto é “Porque mais importante que os objectos de um museu é o que se faz com eles”.



Há ainda o projecto “Museu Móvel” , do Museu Carlos Machado em Ponta Delgada, que leva o museu a comunidades distantes e desfavorecidas, porque pertence-lhes tanto quanto pertence aos habitantes de Ponta Delgada. Ambos estes projectos foram distinguidos pelo júri do Prémio Acesso Cultura em 2015. Qual será o ‘primeiro’ museu para os pacientes de Alzheimer e os seus cuidadores em Coimbra; ou para as comunidades distantes na ilha de São Miguel?




Projecto Museu Móvel (imagem retirada do website do Museu carlos Machado)

Uma outra experiência ainda que muito me tocou e que me fez reflectir sobre a questão do impacto foi asistir ao espectáculo “O Baile”, de Aldara Bizarro, no Bairro da Pasteleira no Porto. O espectáculo fazia parte da programação “Cultura em Expansão”, idealizada por Paulo Cunha e Silva. E tocou-me não só por ser um belo espectáculo, mas também por eu ter reconhecido entre os intérpretes rostos de moradores que me eram já conhecidos, dos espectáculos da PELE. Quem será o ‘primeiro’ para os moradores do Bairro da Pasteleira?

Normalmente, os resultados medem-se em números: quantas pessoas participaram, quantas notícias se fizeram, quantos “likes” e “shares” no Facebook? Não desvalorizo os números, mas penso que só por si não indicam algo significativo. Devem ser acompanhados de outros dados, qualitativos, que possam trazer mais conteúdo, mais substância para a avaliação que se pretende fazer.


Quem é que nos toca de um forma especial? Quem procura relacionar-se connosco? Quem quer partilhar o que tem e dá espaço para nós também partilharmos o que temos? Quem é que nos ajuda a crescermos, a sermos melhores? Quem é que traz significado às nossas vidas? Não é desta forma que decidimos quem é o ´primeiro´ no nosso coração? Ou ‘os’ primeiros, já que o nosso coração é grande e cabem muitas coisas boas...