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sexta-feira, 3 de junho de 2016

Flowers bloom in the Brazilian Jewish Museum. --- Flores Brasileiras Desabrocham no Jewish Museum.


At the same time the Central Park back to life, it seems that the whole northern Manhattan is also in bloom. Just take a step into the Jewish Museum and the transformation is complete, thanks to two new exhibitions with a lot of flora, honoring the work of landscape architect Roberto Burle Marx and artist Beatriz Milhazes. Both Brazilians, Burle Marx, who died in 1994, and Milhazes share an affinity for nature - especially in Rio de Janeiro, the lush city by the sea that both call home.


Working alongside the botanical garden of Rio de Janeiro, Milhazes feels very encouraged. "I need to be close to nature to develop my art. This gives me what I need to be inspired," she told ARTINFO on a recent visit to the museum. "But the first time I used flowers, the reference actually came from the decorative arts, and not the nature of the river. It was only about four or five years I started to look directly at it."

Vista da instalação "Gamboa II" de Beatriz Milhazes em mostra no Jewish Museum. 


A canopy made of plastic flowers and gold balls of the artist, balance ceiling of the entrance, in chateau-style museum. The site-specific installation, designed for space as part of the rotation that the institution makes works commissioned artists especially for your lobby, "Gamboa II", following the recent interest of Milhazes by responsive sculpture. The first mobile that it created came out of a commission for his sister's dance company -. this new work seems an organic progression from that starting point "They respond to space," Milhazes explained, referring to sculptural installations, as she reached an eager group of visitors. "at first I thought it would be too much, but it actually works perfectly." the carnivalesque exuberance of inlaid jewelry buffs draws the eye up there, to the ceiling that looks like praline cake, which otherwise would go unnoticed.

The interest of Milhazes in architecture predates their own forays into sculpture. "I always felt very connected to modernism," she said. "Of course, Burle Marx has always been one of my references. I grew up in Copacabana - when I developed my own language, I wanted to use it, "Milhazes said, referring to Atlantic Avenue, the iconic sidewalk along the river of Burle Marx's coast, providing the starting point for your retrospective exhibition, just beyond the lobby.

Upon entering the exhibition of Burle Marx with Milhazes, she immediately points to the paintings of landscapes and drawings. "These black and white drawings are fantastic," she said as the deputy director of the Jewish Museum, Jens Hoffmann, begins the tour. "He was interested in recreating heaven; he said it on several occasions," Hoffmann said, connecting the dots between external facilities Burle Marx and these minor works "He was also fascinated by the possibility that a work of art exist in the same dimension. time, as you could control or manipulate it. I really like to think of their gardens at different times of year and how it gets tricky trying to organize all the details. "The hierarchy encompassing shape and color, the image of an elaborate system, reminds the organization of the paintings in graphic layers Milhazes.

In the early works of Burle Marx on paper, scrawled characters strategically inhabit landscapes layered, the same type of strategy that the designer used on public commissions, such as curvilinear gardens of 1938 to the glass roof of the building of the Ministry of Education and health Le Corbusier, in Rio de Janeiro. "It looks like Piet Mondrian using LSD," Hoffmann said, before adding: "Le Corbusier loved it."

As Milhazes, modernist tendencies can be seen in every facet of the work of Burle Marx, from his own experiences in stage design projects to his hand-painted tiles with similar arabesques fish. As he passed the window, Hoffmann pointed to a group of playful tiles by artist Nick Mauss, one of the six artists invited to respond directly to the work of Burle Marx. The Dominique Gonzalez-Foerster response, "Plages (beaches)," 2001, a video made of Atlantic Avenue, shows locals partying seaside during New Year celebrations in the city. It was actually Gonzalez-Foerster who presented Hoffmann to the landscape.

While these contemporary works provide context for the legacy of Burle Marx, the most amazing addition to the show comes from the landscape architect: a giant tapestry that swallows the back wall. Originally designed for the Foreign Ministry in Brasilia, the elaborate woven alloy work ecological regions of Brazil through the abstraction language. The geometric pace set by the carpet helps to create a context for the Burle Marx projects. Artistically made in gouache, these graphical maps describe carefully calculated systems that were born of practical investigations of Burle Marx on regionalized ecologies of Brazil. It is this relationship between artifice and nature that seems to pervade the two exhibitions. Interpreting the international influences that have arisen in your country, Brazilian artists established their own identity by mixing references that defined their culture, such as samba and the green scenery of Brazil. "Now I can say that my work uses some things that are very local, but always through an international language, "said Milhazes. "It's amazing how it resonates everywhere where I'm going."

Located on New York City’s Museum Mile, the Jewish Museum is a jewel-box of an art museum, and a distinctive hub for art and Jewish culture for people of all backgrounds.

The Museum maintains a unique collection of nearly 30,000 works of fine art, Judaica, antiquities, folk art, ceremonial objects, and broadcast media which reflect the global Jewish experience over more than 4,000 years. Our distinguished exhibition history reveals a deep and rich exploration of Jewish culture and identity, and includes some of the most seminal shows of the 20th and 21st centuries. Our dynamic education programs – from talks and lectures, to performances, to hands-on art making and more – serve a wide range of audiences, including families, students, educators, and art lovers.










--brFlores Brasileiras Desabrocham no Jewish Museum.
Ao mesmo tempo em que o Central Park retorna à vida, parece que toda a região norte de Manhattan também está em flor. Basta dar um passo para dentro do Jewish Museum  e a transformação se completa, graças a duas novas exposições, com muita flora, homenageando a obra do paisagista Roberto Burle Marx e da artista Beatriz Milhazes. Ambos brasileiros, Burle Marx, que morreu em 1994, e Milhazes compartilham de uma afinidade pela natureza - especialmente a do Rio de Janeiro, a exuberante cidade à beira-mar que ambos chamam de lar.

Trabalhando ao lado do jardim botânico do Rio de Janeiro, Milhazes se sente muito estimulada. "Eu preciso estar perto da natureza para desenvolver minha arte. Isso me dá o que preciso para ficar inspirada," ela disse à ARTINFO em uma recente visita ao museu. "Mas a primeira vez que eu usei flores, a referência, na verdade, veio das artes decorativas, e não da natureza do Rio. Foi somente há uns quatro ou cinco anos que eu comecei a olhar diretamente para ela".

Uma copa, composta de flores de plástico e de bolas de ouro da artista, balança no teto da entrada, em estilo chateau, do museu. A instalação site-specific, concebida para o espaço, como parte da rotação que a instituição faz de obras de artistas comissionadas especialmente para seu lobby, “Gamboa II", segue o interesse recente de Milhazes pela escultura responsiva. O primeiro mobile que ela criou saiu de uma comissão para a companhia de dança de sua irmã - este novo trabalho parece uma progressão orgânica daquele ponto de partida. "Elas respondem ao espaço", Milhazes explicou, referindo-se às instalações escultóricas, enquanto chegava um grupo ansioso de visitantes. "No começo eu pensei que ia ser demais, mas na verdade ela funciona perfeitamente." A exuberância carnavalesca dos lustres incrustados de joias atrai o olhar lá para cima, para o teto com aparência de bolo confeitado, que de outra forma passaria despercebido.

O interesse de Milhazes em arquitetura antecede suas próprias incursões em escultura. "Eu sempre me senti muito ligada ao modernismo,” ela disse. "Claro, Burle Marx sempre foi uma das minhas referências. Eu cresci em Copacabana - quando eu desenvolvi minha própria linguagem, eu queria usar aquilo,” Milhazes, disse, referindo-se à Avenida Atlântica, a calçada icônica ao longo do litoral do Rio de Burle Marx, fornecendo o ponto de partida para a sua mostra retrospectiva, um pouco além do lobby.

Ao entrar na exibição de Burle Marx com Milhazes, ela logo aponta para as pinturas de paisagens e os desenhos. "Estes desenhos em preto e branco são fantásticos," ela disse, enquanto o vice-diretor do Museu Judaico, Jens Hoffmann, começa a turnê. "Ele estava interessado em recriar o paraíso; ele disse isso em várias ocasiões,” Hoffmann disse, conectando os pontos entre instalações externas de Burle Marx e essas obras menores. "Ele também era fascinado pela possibilidade que uma obra de arte existisse na mesma dimensão do tempo, como você conseguiria controlar ou manipular isso. Eu realmente gosto de pensar em seus jardins em diferentes épocas do ano e como fica complicado tentar organizar todos os detalhes." A hierarquia abrangendo forma e cor, a imagem de um elaborado sistema, faz lembrar a organização das pinturas em camadas gráficas de Milhazes.

Nas primeiras obras de Burle Marx no papel, personagens rabiscados habitam estrategicamente em paisagens em camadas, o mesmo tipo de estratégia que o designer usou em comissões públicas, como os curvilíneos jardins de 1938 para a cobertura do edifício de vidro do Ministério da Educação e da Saúde de Le Corbusier, no Rio de Janeiro. "Parece Piet Mondrian usando LSD," Hoffmann comentou, antes de acrescentar: "Le Corbusier adorou."

Como Milhazes, as tendências modernistas podem ser vistas em todas as facetas das obras de Burle Marx, desde suas próprias experiências em projetos de cenografia até seus azulejos pintados à mão com arabescos semelhantes a peixes. Ao passar pela vitrine, Hoffmann apontou para um grupo de telhas lúdicas criadas pelo artista Nick Mauss, um dos seis artistas convidados a responder diretamente às obras de Burle Marx. A resposta de Dominique Gonzalez-Foerster, "Plages (Praias)," 2001, um vídeo feito da Avenida Atlântica, mostra cariocas festejando à beira-mar durante as celebrações do Ano Novo da cidade. Na verdade foi Gonzalez-Foerster que apresentou Hoffmann ao paisagista.

Enquanto essas obras contemporâneas fornecem contexto para o legado de Burle Marx, a adição mais surpreendente para a mostra vem do próprio arquiteto paisagista: uma tapeçaria gigante que engole a parede de trás. Originalmente concebida para o Ministério das Relações Exteriores de Brasília, a elaborada obra tecida liga regiões ecológicas do Brasil através da linguagem da abstração. O ritmo geométrico estabelecido pelo tapete ajuda a criar um contexto para os projetos de Burle Marx. Artisticamente feitos em guache, estes mapas gráficos descrevem sistemas cuidadosamente calculados que nasceram das investigações práticas de Burle Marx sobre as ecologias regionalizadas do Brasil. É este relacionamento entre o artifício e a natureza que parece permear as duas exposições. Interpretando as influências internacionais que surgiram no seu país, artistas brasileiros estabeleceram a sua própria identidade misturando referencias que definiram a sua cultura, como o samba e o cenário verdejante do Brasil." Agora eu posso dizer que o meu trabalho usa algumas coisas que são muito locais, mas sempre através de uma linguagem internacional," disse Milhazes. "É incrível como isso ressoa em todos os lugares onde vou.”  


Localizado na cidade de Nova York museus, o Museu Judaico é uma jóia-box de um museu de arte, e um cubo distintivo para a arte ea cultura judaica para pessoas de todas as origens.

O Museu mantém uma colecção única de cerca de 30.000 obras de arte fina, Judaica, antiguidades, arte popular, objetos cerimoniais, e meios de transmissão, que reflectem a experiência judaica mundial ao longo de mais de 4.000 anos. Nosso ilustre história de exposição revela uma exploração profunda e rica da cultura e da identidade judaica, e inclui alguns dos shows mais seminais do século 20 e 21. Nossos programas de educação dinâmicas - de palestras e conferências, para performances, a hands-on fazer arte e mais - servem uma grande variedade de públicos, incluindo famílias, estudantes, educadores e amantes da arte.

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