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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

The Real Forte Príncipe da Beira is a military fortress from the late 18th century, considered one of the largest Portuguese buildings outside Portugal. Built in the middle of the Amazon rainforest, it is considered one of the most challenging buildings built in the late 1700s in Brazil. ---- O Real Forte Príncipe da Beira é uma fortaleza militar do final do século XVIII, tido como uma das maiores construções portuguesas fora de Portugal. Erguida em plena floresta amazônica, é considerada uma das mais desafiadoras construções realizadas no final de 1700 no Brasil.

The National Historical and Artistic Heritage Institute (IPHAN), through the Superintendency in Rondônia, resumed in the first half of February the project to stabilize the ruins of the Royal Fort of Principe da Beira, a military monument installed in the municipality of Costa Marques / RO. The work continues the activities initiated in 2007, and provides for actions for 2014 and 2015.


The Real Forte Príncipe da Beira is a military fortress from the late 18th century, considered one of the largest Portuguese buildings outside Portugal. Built in the middle of the Amazon rainforest, it is considered one of the most challenging buildings built in the late 1700s in Brazil. Its importance for the history of the country and for the format of the current national territory was recognized by means of the tipping in the year of 1950.

The work team, made up of the engineer of the Department of Material Heritage and Inspection (DEPAM) of IPHAN headquarters in Brasília / DF, Renata Ceridono Fortes and the deputy superintendent of Iphan in Rondônia, Danilo Curado, carried out a technical survey in Forte in the last month of February.

For the substitute superintendent of IPHAN in Rondônia, Danilo Curado, the Institute intends to agree a technical partnership with the Army, seeking to make possible the shoring of the ruins of the intramural buildings. "This is an emergency demand, because several walls are in disappointment. In this way, according to the initial contacts with the then Commander of the 17th Brigade, General Ubiratan Poty, the Army will be able to hand over the timber and provide labor for the execution of said shoring and, in turn, rely on technical guidance and guidance Of IPHAN, "says Curado.

After the emergency shoring, provisional action to support the structures and elements that present risks of loss of Good, the works of stabilization of one of the buildings must be carried out. "Considering the logistical difficulties inherent in Forte's locality, and according to guidelines already presented by other technicians in the past, and which today we still consider a way of giving continuity to the project, the proposal is to begin with a pilot project, which will serve Of parameter for the execution of the works, as well as for the appropriation of the costs and technical specification of these services ", affirms Ceridono.


For the substitute superintendent of IPHAN in Rondônia, it is necessary that partnerships take place in support of the monument. "Forte Príncipe da Beira is not just an eighteenth-century stronghold. It is the material representation of the herculean efforts that Brazilians, Africans and Europeans had in the Amazon. If almost two hundred and fifty years after its founding we feel the difficulty of working in the Fort today, it is peremptory that we recognize all the sweat and blood piled on those tapiocanga walls. For such, this recognition stems from the resumption of activities in equity, "says Curado.

the monument

Forte Príncipe da Beira is a fortress composed of a wall of approximately 980 meters of perimeter, erected in stoneware mud and protected by curtains of tapiocanga stone equipped. Surrounded by walls that measure 10 meters high, the fort is basically constituted by a central square, where there are the ruins of fifteen buildings.

In addition to being tilted by the Union, the Fort is registered as patrimony of the State of Rondônia, being recognized by means of the state Constitution of 1989, article 264. Because it is within a military area, land responsibility is the responsibility of the Brazilian Army.


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fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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O Real Forte Príncipe da Beira é uma fortaleza militar do final do século XVIII, tido como uma das maiores construções portuguesas fora de Portugal. Erguida em plena floresta amazônica, é considerada uma das mais desafiadoras construções realizadas no final de 1700 no Brasil. 

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), através da Superintendência em Rondônia, retomou na primeira quinzena de fevereiro o projeto de estabilização das ruínas do Real Forte Príncipe da Beira, monumento militar instalado no município de Costa Marques/RO. Os trabalhos dão continuidade às atividades iniciadas em 2007, e prevê ações para 2014 e 2015.

O Real Forte Príncipe da Beira é uma fortaleza militar do final do século XVIII, tido como uma das maiores construções portuguesas fora de Portugal. Erguida em plena floresta amazônica, é considerada uma das mais desafiadoras construções realizadas no final de 1700 no Brasil. Sua importância para a história do país e para a formatação do atual território nacional foi reconhecida por meio do tombamento no ano de 1950.

A equipe de trabalho, integrada pela engenheira do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização(DEPAM) da sede do IPHAN em Brasília/DF, Renata Ceridono Fortes e pelo superintendente substituto do Iphan em Rondônia, Danilo Curado, realizou uma vistoria técnica no Forte no último mês de fevereiro.

Para o superintendente substituto do IPHAN em Rondônia, Danilo Curado, o Instituto pretende acordar parceria técnica com o Exército, procurando viabilizar o escoramento das ruínas das edificações intramuros. “Esta é uma demanda emergencial, pois diversas paredes se encontram em desaprumo. Desta maneira, conforme os contatos iniciais com o então comandante da 17ª Brigada, General Ubiratan Poty, o Exército poderá ceder o madeiramento e disponibilizara mão-de-obra para a execução do referido escoramento e, por sua vez, contar com acompanhamento e orientação técnica do IPHAN”, afirma Curado.

Após o escoramento emergencial, ação provisória de apoio às estruturas e elementos que apresentam riscos de perda do Bem, deverão ser executadas as obras de estabilização de uma das edificações. “Considerando as dificuldades logísticas inerentes à localidade do Forte, e conforme diretrizes já apresentadas por outros técnicos no passado, e que hoje ainda entendemos ser uma forma de darmos continuidade no projeto, a proposta é a de iniciarmos com uma obra piloto, a qual servirá de parâmetro para a própria execução dos trabalhos, bem como para a apropriação dos custos e especificação técnica destes serviços”, assevera Ceridono.
Para o superintendente substituto do IPHAN em Rondônia, é necessário que ocorram parcerias em prol do monumento. “O Forte Príncipe da Beira não é tão somente um baluarte setecentista. Ele é a representação material dos esforços hercúleos que brasileiros, africanos e europeus dispuseram na Amazônia. Se a quase duzentos e cinquenta anos após sua fundação, nós sentimos hoje a dificuldade de trabalharmos no Forte, é peremptório que reconheçamos todo o suor e sangue empilhado naquelas muralhas de tapiocanga. Para tanto, tal reconhecimento decorre da retomada das atividades no patrimônio”, finaliza Curado.

O monumento

O Forte Príncipe da Beira é uma fortaleza composta de uma muralha de aproximadamente 980 metros de perímetro, erigida em taipa de formigão e protegida por cortinas de pedra tapiocanga aparelhada. Cercado por muralhas que medem 10 metros de altura, a fortaleza é basicamente constituída por uma praça central, onde existem as ruínas de quinze prédios.
Além do tombamento pela União, o Forte é tombado como patrimônio do Estado de Rondônia, sendo reconhecido por meio da Constituição estadual de 1989, artigo 264. Por se encontrar dentro de área militar, a responsabilidade fundiária compete ao Exército Brasileiro.





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