domingo, 17 de janeiro de 2016

Cultura e cozinha brasileira: - QUINDIM - Receita da Chef Juliana Bonomo

Perfil da chef  Juliana Bonomo
Cozinheira, pesquisadora de cozinha brasileira e mestre em Memória Social.

Curiosa pela própria natureza, gosto de sair pelo Brasil e pelo mundo provando novos sabores. Gosto também de escrever e de dividir com as pessoas as coisas que vejo e que penso.


QUINDIM


INGREDIENTES

Ovos 6 unidades 

Açúcar 80 g 

Manteiga 10 g 

Leite de coco 50 ml 

Coco seco ralado 25 g 

Sal q.b. 


Para untar as forminhas:

Açúcar 20 g - 

Manteiga 20 g



PREPARAÇÃO dos insumos

Separe as gemas das claras e descarte as claras. 


Passe as gemas pela peneira. 

Derreta 10 g de manteiga. 

Unte as forminhas de quindim com bastante manteiga e açúcar. 

Deixe bastante açúcar no fundo da forminha para que o quindim fique bem brilhante e forme uma calda. 


Preparação do Quindim 

Em uma vasilha, misture as gemas peneiradas, o leite de coco, o açúcar, o coco seco ralado, 10 g de manteiga e uma pitada de sal. 

Misture bem e coloque nas forminhas untadas, completando até dois terços da forminha. 

Asse em banho-maria no forno a 180º C. 

Desenforme ainda quente. 

Leve à geladeira.





fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti 
https://julianabonomoblog.wordpress.com/

colaboração: Juliana Bonomo


--in
Culture and Brazilian cuisine: - hominy MINING - Revenue Chef Juliana Bonomo.

Chef profile Juliana Bonomo
Cook, kitchen Brazilian researcher and teacher in social memory.

Curious by nature, I like to go out throughout Brazil and the world tasting new flavors. I also like to write and to share with people the things I see and what I think.


QUINDIM

INGREDIENTS

Eggs 6 units

sugar 80g

Butter 10 g

50 ml Coconut Milk

Dried coconut grated 25g

qs salt


To grease the pans:

Sugar 20 g -

Butter 20 g


Preparation of inputs

Separate the yolks from the whites and discard the clear.

Pass the yolks through a sieve.

Melt 10g of butter.

Grease the pans of quindim with plenty of butter and sugar.

Leave plenty of sugar forminha background for the quindim be very bright and form a syrup.

Preparation of Quindim

In a bowl, mix the sieved egg yolks, coconut milk, sugar, grated dried coconut, 10 g of butter and a pinch of salt.

Mix well and place in greased muffin tins, make up two-thirds of forminha.

Bake in water bath in the oven at 180 ° C.

Turn out hot.

Refrigerate.

Espaço Cultural José Lins do Rego, João Pessoa, Paraíba, Brasil. --- Cultural space José Lins do Rego, João Pessoa, Paraíba, Brazil.

José Lins do Rego Cavalcanti (Pilar, 3 de junho de 1901 — Rio de Janeiro, 12 de setembro de 1957) foi um escritor brasileiro que, ao lado de Graciliano Ramos, Érico Veríssimo, Rachel de Queiroz e Jorge Amado, figura como um dos romancistas regionalistas mais prestigiosos da literatura nacional. Segundo Otto Maria Carpeaux, José Lins era "o último dos contadores de histórias." Seu romance de estreia, Menino de Engenho (1932), foi publicado com dificuldade, todavia logo foi elogiado pela crítica.



Espaço Cultural José Lins do Rego





José Lins do Rego

José Lins do Rego


José Lins escreveu cinco livros a que nomeou "Ciclo da cana-de-açúcar", numa referência ao papel que nele ocupa a decadência do engenho açucareiro nordestino, visto de modo cada vez menos nostálgico e mais realista pelo autor: Menino de Engenho, Doidinho (1933), Bangüê (1934), O Moleque Ricardo (1935), e Usina (1936). Sua obra regionalista, contudo, não se encaixa somente na denúncia sócio-política, mas, como afirmou Manuel Cavalcanti Proença, igualmente em sua "sensibilidade à flor da pele, na sinceridade diante da vida, na autenticidade que o caracterizavam."

José Lins nasceu na Paraíba; seus antepassados, que eram em grande parte senhores de engenho, legaram ao garoto a riqueza do engenho de açúcar que lhe ocupou toda a infância. Seu contato com o mundo rural do Nordeste lhe deu a oportunidade de, nostalgicamente e criticamente, relatar suas experiências através das personagens de seus primeiros romances. Lins era ativo nos meios intelectuais. Ao matricular-se em 1920 na Faculdade de Direito do Recife ampliou seus contatos com o meio literário de Pernambuco, tornando-se amigo de José Américo de Almeida (autor de A Bagaceira). Em 1926, partiu para o Maceió, onde se reunia com Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Aurélio Buarque de Holanda e Jorge de Lima. Quando partiu para o Rio de Janeiro, em 1935, conquistou ainda mais a crítica e colaborou para a imprensa, escrevendo para os Diários Associados e O Globo.

É atribuído a José Lins do Rego a invenção de um novo romance moderno brasileiro. O conjunto de sua obra é um marco histórico na literatura regionalista por representar o declínio do Nordeste canavieiro. Alguns críticos acreditam que o autor ajudou a construir uma nova forma de escrever fundada na "obtenção de um ritmo oral", que foi tornada possível pela liberdade conquistada e praticada pelos modernistas de 1922. Sua magnum opus, Fogo Morto (1943), é visto como o "romance dos grandes personagens." Massaud Moisés escreveu que esta obra-prima de José Lins "é uma das mais representativas não só da ficção dos anos 30 como de todo o Modernismo."








fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

 colaboração: Jeane Alves  

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.


Vamos compartilhar.







Espaço Cultural José Lins do Rego

O Espaço Cultural José Lins do Rego é uma monumental construção moderna, totalmente dedicada a tudo que diz respeito à cultura e às artes. Está localizado no Bairro de Tambauzinho, a meio caminho do centro e das praias, sendo um dos pontos turísticos mais visitados da capital paraibana.


O conjunto arquitetônico compreende:
- Biblioteca com acervo de milhares de livros e revistas,
- Confortável teatro com 800 lugares
- Cinema de idênticas proporções
- Planetário bem aparelhado que apresenta sessões diversas para o público.
- Centro de Convenções
- Museu José Lins do Rego, que exibe o gabinete completo do escritor, além de fotografias, livros e objetos pessoais
- Praça do Povo, grande praça coberta, onde se realizam periodicamente shows populares, feiras, exposições, congressos e outros eventos
VISITAS - Diariamente, das 08:00 às 22:00 horas










--in via tradutor do google

José Lins do Rego Cavalcanti (Pilar, June 3, 1901 - Rio de Janeiro, September 12, 1957) was a Brazilian writer who, alongside Graciliano Ramos, Erico Verissimo, Rachel de Queiroz and Jorge Amado, stands as one of the regionalist novelists most prestigious national literature. According to Otto Maria Carpeaux, José Lins was "the last of the storytellers." His debut novel, Plantation Boy (1932) was published with difficulty, but was immediately praised by critics.

José Lins wrote five books that named "sugarcane Cycle," a reference to the role that it occupies the decadence of the northeastern sugar mill, as so less and less nostalgic and more realistic by the author: Plantation Boy, Stoner (1933), Bang (1934), Ricardo Molech (1935) and Plant (1936). His regionalist work, however, does not fit only in the socio-political denunciation, but as stated Manuel Cavalcanti Proenca, also in his "sensitivity to the surface, in singleness towards life, the authenticity that characterized."

John Jones was born in Paraíba; their ancestors, who were largely planters, bequeathed to the boy the wealth of the sugar mill that occupied him throughout childhood. His contact with the rural Northeast gave him the opportunity to nostalgically and critically relate their experiences through the characters of his early novels. Lins was active in intellectual circles. To enroll in 1920 in Recife Law Faculty has expanded its contacts with the literary medium of Pernambuco, becoming friends with Jose Americo de Almeida (author of The Brandy). In 1926, he left for Maceio, where they met with Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Aurélio Buarque de Holanda and Jorge de Lima. When he left for Rio de Janeiro in 1935, he won even more critical and collaborated in the press, writing for the Daily Associates and The Globe.

It is attributed to José Lins do Rego the invention of a new Brazilian modern novel. The body of his work is a landmark in the regionalist literature to represent the decline of sugarcane Northeast. Some critics believe that the author helped build a new form of writing based on "obtaining an oral pace", which was made possible by the freedom won and practiced by the modernists, 1922. His magnum opus, Dead Fire (1943), is seen as the "romance of the great characters." Massaud Moses wrote this masterpiece of John Jones "is one of the most representative not only of fiction of the 30s as all Modernism."

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Cultural space José Lins do Rego

The Cultural Center José Lins do Rego is a monumental modern building, totally dedicated to everything related to culture and the arts. It is located in Tambauzinho district, halfway from the center and the beaches, one of the most visited tourist attractions of the capital of Paraiba.

The architectural complex comprises:

- Library with a collection of thousands of books and magazines,
- Comfortable theater with 800 seats
- Of similar magnitude Cinema
- Planetarium well prepared presenting several sessions to the public.
- Convention Center
- Museum José Lins do Rego, which displays the full cabinet of the writer, as well as photographs, books and personal items
- People's Square, large covered plaza, where they periodically perform popular shows, fairs, exhibitions, conferences and other events
VISITS - Daily from 08:00 to 22:00 hours

Museu Rio-Pardense em São José do Rio Pardo, São Paulo, Brasil.

O Museu Rio Pardense é mantido pela Prefeitura Mucinipal de São José do Rio Pardo, por meio do DEC - Departamento de Esportes e Cultura, instalado na Praça Capitão Vicente Dias nº 09, centro, antigo prédio de Câmara e Cadeia. Foi inaugurado em 08 de maio de 1986.



O prédio localizado à Praça da Matriz que abriga hoje o Museu rio-pardense foi construído pela população, que com muito sacrifício, conseguiu obter os fundos necessários que a requeria obra.

No ano de 1885 São José do Rio Pardo ainda era uma freguesia, mas almejava ser elevado à categoria de Vila e nesse sentido muitos esforços foram dedicados a essa conquista. Mas, segundo a legislação da época era necessário para a realização desse feito, que houvesse um prédio para que este abrigasse a Câmara e Cadeia; foi justamente por esse motivo que a população se empenhou e consegui o suficiente para a realização da obra.

Assim no dia 08/05/1886 foi inaugurado o formoso prédio, mesmo dia em que são José foi elevado à categoria de Vila, um motivo de orgulho para os rio-pardenses.

Posteriormente esse edifício foi usado pela Prefeitura e Câmara Municipal, que no ano de 1968 foi transferida para a Praça dos Três poderes unindo os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Em 1969 o prédio estava sendo usado como sede da Guarda Mirim e a notícia publicada pela Gazeta dizendo que o prefeito Antonio Pereira Dias informava que o mesmo seria demolido para a construção de um hotel assustou a muitos, pois uma edificação de valor histórico correria o risco de vir abaixo.

Muito se comentou a respeito e muito foi feito para que isso não viesse a acontecer. Graças à atuação de voluntários e do grupo Amigos da cidade, que se mobilizaram, o prédio foi preservado, restaurado e nele instalado o Museu rio-pardense.

Assim no dia 08/05/1986, no centenário da sua inauguração, foi inaugurado o Museu rio-pardense, data que também se comemorava o Centenário da Câmara Municipal e a homologação do tombamento da Ponte Metálica.

Hoje o Museu agregou-se ao prédio da Biblioteca Municipal, formando um majestoso conjunto arquitetônico de imensurável valor histórico, e também um dos cartões-postais de São José do Rio Pardo, São Paulo, Brasil.



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


http://saojoseemfatosefotos.blogspot.com.br/2009/01/o-museu-rio-pardense.html

colaboração: Cristina Andrade

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Obras de Shakespeare inspiram exposição no Museu Mineiro, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. --- Shakespeare's works inspire display at the Mining Museum, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil

Está aberta a seleção de obras para a mostra coletiva:
“William Shakespeare – 400 Anos Depois” 

Em abril deste ano o Museu Mineiro, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, vai apresentar, em sua galeria de exposições temporárias, a mostra “William Shakespeare – 400 Anos Depois”. A coletiva será composta de trabalhos escolhidos a partir de edital aberto pela Superintendência de Museus e Artes Visuais (Sumav) da Secretaria de Cultura do Estado (SEC) de Minas Gerais. Os interessados em participar da seleção tem até o dia 12 de fevereiro para se inscreverem no certame.

Primeiras edições dos livros de 

Shakespeare também serão expostos




É necessário imprimir a ficha de inscrição disponível no site da SEC e entregar pessoalmente ou por meio do Sedex duas vias do documento à Sumav. De acordo com Angelina Camelo Bagetti, coordenadora do Museu Mineiro, o objetivo é acolher obras em diversas linguagens, desde que o tema abordado esteja relacionado com a obra do poeta e dramaturgo inglês.

“As pessoas podem sugerir tanto uma instalação, quanto uma pintura, uma escultura, uma cerâmica, um desenho, uma aquarela, ou seja, qualquer possibilidade de linguagem dentro do segmento das artes visuais será aceita. O artista, que deve ser brasileiro ou estrangeiro radicado no país, pode inscrever até duas obras. Assim, à medida que as propostas forem chegando, a comissão vai analisar o conteúdo e, a partir disso, será feito um projeto expográfico para acolher esse conjunto”, explica.

Bagetti conta que essa iniciativa foi concebida no segundo semestre do ano passado, quando o Museu Mineiro estreitou diálogos com o Centro de Estudos Shakespeareanos. “Nós notamos que neste ano se comemora os 400 anos da morte de Shakespeare, então tivemos a ideia de realizar esse projeto. Percebemos que há uma influência muito forte desse autor na cultura, especialmente na área de teatro, e resolvemos trazer um pouco dessa referência para as artes visuais”, pontua.

“Nós estamos deslocando um pouco as questões trabalhadas por esse autor do contexto das artes cênicas para as artes visuais. O museu é um espaço interessante para se compartilhar diversos temas de maneira ampla e imaginamos que isso poderá ser alcançado por meio da participação dos artistas”, conclui ela.

Agenda

O quê. Edital para a mostra coletiva “William Shakespeare - 400 Anos Depois”, no Museu Mineiro está aberto até o dia 12/2. Interessados devem buscar edital e imprimir a ficha de inscrição disponível no  www.cultura.mg.gov.br










fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

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--in via tradutor do google

Shakespeare's works inspire display at the Mining Museum, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil

It is open to selection of works for the group show:
"William Shakespeare - 400 Years Later"

In April this year the Mining Museum, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil, will present in its temporary exhibition gallery, the show "William Shakespeare - 400 Years Later". The conference will consist of works chosen from open tender by the Superintendence of Museums and Visual Arts (Sumav) the Secretary of State for Culture (SEC) of Minas Gerais. Those interested in participating in the selection has until February 12 to register for the event.


First editions of books
They will also be exposed Shakespeare




It must print the registration form available on the SEC website and deliver in person or through Sedex two copies of the document to Sumav. According to Angelina Camel Bagetti, coordinator of the Mining Museum, the objective is to welcome works in several languages, provided the topic discussed is related to the work of the English poet.

"People can suggest both an installation, as a painting, a sculpture, a ceramic, a drawing, a watercolor, or any possibility of language within the segment of the visual arts will be accepted. The artist, who must be Brazilian or foreigner living in the country, may submit up to two works. Thus, as the proposals are coming, the commission will analyze the contents and, from that, a expográfico project to host this assembly will be done, "he explains.

Bagetti account that this initiative was conceived in the second half of last year, when the Mining Museum narrowed dialogues with Shakespearean Studies Center. "We noticed that this year marks the 400th anniversary of Shakespeare's death, then we had the idea to do this project. We realize that there is a very strong influence of this author in the culture, especially in the theater area, and decided to bring some of that reference to the visual arts, "he points out.

"We are moving a little issues worked by this author the context of performing arts to visual arts. The museum is an interesting space to share various topics broadly and imagine that this can be achieved through the participation of artists, "she concludes.

Agenda

What. Notice for the group show "William Shakespeare - 400 Years Later" in the Mining Museum is open until 12/2. Interested parties should seek notice and print the registration form available at www.cultura.mg.gov.br