terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A província da Lunda Sul vai contar em breve com dois museus, um em Saurimo e outro na localidade de Itengo. --- The province of Lunda Sul will count soon with two museums, one in Saurimo and another in the town of Itengo

Além de uma Casa de Cultura, para a preservação e enriquecimento da identidade patrimonial da região, a serem construídos no âmbito do projecto “Havemos de Voltar”, disse ontem o director Provincial da Cultura.

Lunda Tchokwes foram o grupo mais influente do continente



António Izumbo confirmou o início dos trabalhos com sessões de campanha de registo e busca de informações sobre bens patrimoniais, que visam promover a divulgação e conservação do património. O projecto tem como objectivo criar estratégias de produção e divulgação de expressões culturais da região, de acordo com as suas realidades, partindo do pressuposto de que “este vai servir como ponto de partida no domínio de formação de novos valores culturais”, disse António Izumbo, que confirmou que no prazo de um ano, os intervenientes no processo têm de actualizar o património cultural já existente na província.

Um estudo profundo sobre a História dos povos Tchokwe, Lunda Kamatanga, Xinge e Minungo está também previsto, assim como um mais abrangente à volta de figuras históricas da região com destaque para Lueji A'Nkonde, Ndumba-Wa-tembo e Nguza-ya-wona-Mwamuyombo.




fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://jornaldeangola.sapo.ao/cultura/governo_constroi_museus

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--in via tradutor do google
The province of Lunda Sul will count soon with two museums, one in Saurimo and another in the town of Itengo, 30 kilometers from the city.

In addition to a Culture House, for the preservation and enrichment of the heritage identity of the region, to be built under the project "We Shall Return", said yesterday the Provincial Director of Culture.

Antonio Izumbo confirmed the start of work sessions with registration campaign and search for information about assets, to promote the dissemination and heritage conservation. The project aims to create production strategies and dissemination of cultural expressions of the region, according to their realities, assuming that "this will serve as a starting point in the field of training of new cultural values," said Antonio Izumbo , who confirmed that within one year, the participants in the process must update the existing cultural heritage in the province.

 A thorough study of the history of people Tchokwe, Lunda Kamatanga, Xinge and Minungo is also planned, as well as a broader historical figures around the region especially Lueji A'Nkonde, Ndumba-Wa-tembo and Nguza-ya- wona-Mwamuyombo.


Coliseu, na Itália, foi o segundo sítio arqueológico mais visitado do mundo em 2015.

Entre os museus e complexos culturais que tiveram o maior crescimento de visitas estão o Coliseu, que foi o segundo sítio arqueológico mais visitado do mundo em 2015, com um aumento de 6%; Pompéia, com crescimento de 12%; e Reggia di Caserta, com 16% a mais de visitas. Além disso, quase 900 mil pessoas a mais que em 2014 aproveitaram os ingressos gratuitos, resultados de iniciativas privadas e Estatais. 



"Não estamos presenciando uma tendência internacional, ao contrário, estamos indo contra todas as tendências se olharmos os dados que acabam de sair da imprensa de outros países. Na Itália, graças a novas políticas de valorização, como os domingos de graça, os italianos voltaram a 'viver' os museus. Uma reaproximação ao patrimônio cultural que educa, enriquece e faz com que os cidadãos conheçam a magnífica história dos seus próprios territórios", explicou Franceschini. (ANSA)

Visitas a museus na Itália crescem cerca de 6% em 2015

Atrações trouxeram cerca de 14% a mais de lucro para o país


Com 43 milhões de visitas e um lucro de 155 milhões de euros, 2015 se confirma como o "ano de ouro" para os museus italianos. O anúncio foi feito pelo ministro dos Bens Culturais da Itália, Dario Franceschini, que afirmou que os estabelecimentos culturais do país europeu tiveram um aumento de cerca de 6% no seu número de visitas em 2015 em relação ao ano anterior. 

"Na história da nossa nação, este é o melhor resultado de todos, um recorde absoluto para os museus italianos", disse o ministro, que também comentou que aproximadamente 2,5 milhões de pessoas a mais que em 2014 passaram pelas atrações culturais da Itália, número que corresponde a um crescimento de 14% nos lucros obtidos no ano passado. 




fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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Galerias do país ( Brasil ) exportaram US$ 67 mi no ano passado, o dobro de 2014.

Dados recém-compilados pelo governo e obtidos pela Folha mostram que exportações de obras de arte brasileiras para colecionadores no exterior duplicaram no ano passado em relação a 2014.



No total, US$ 66,9 milhões, cerca de R$ 271 milhões em trabalhos artísticos, deixaram o país em 2015, 97,4% a mais do que os US$ 33,9 milhões, ou R$ 137,5 milhões, vendidos para estrangeiros no ano retrasado.

Os números são de um estudo a ser divulgado em breve pela Apex, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos. Esse órgão do governo federal acompanha as atividades das 48 galerias reunidas na Associação Brasileira de Arte Contemporânea —parceria batizada Projeto Latitude.

Nem todas as casas em atividade no Brasil integram o grupo, embora as maiores galerias nacionais façam parte dele. Ou seja, são dados representativos dos rumos do setor —compilados desde 2007, quando as galerias do país exportaram US$ 6 milhões, ou R$ 24,3 milhões, os números refletem uma alta exponencial desse mercado.

Enquanto a crise econômica corrói as vendas domésticas —a Apex deve divulgar esses dados só no segundo semestre—, a expansão das vendas no exterior indica o esforço cada vez maior de galerias nacionais para driblar o pessimismo no Brasil, lucrando com a alta do dólar em vendas para outros países.

Um reflexo desse foco no exterior é o aumento da participação das galerias brasileiras nas principais feiras do mundo, como a Art Basel Miami Beach, que acontece todo mês de dezembro no balneário americano e responde por parte expressiva do faturamento anual de várias casas no país.

Outras feiras que tiveram períodos de menor frequência de galerias brasileiras também vêm registrando um aumento na participação de casas do país, entre elas a Arco, em Madri, a ArteBA, em Buenos Aires, a Fiac, em Paris, e a ArtBO, em Bogotá.








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EXPOSICIÓN DEL OBJETO: MUSEOS ARQUEOLÓGICOS - · en CULTURA, DISEÑO, MUSEO,MUSEOGRAFÍA, MUSEOLOGÍA, OPINIÓN. ·

En los museos arqueológicos, los criterios de exposición han ido evolucionando al ritmo del desarrollo de esta ciencia en el tiempo. Las primeras formas de exposición se basaban, básicamente, en la naturaleza de los objetos, edad, procedencia, también en aspectos morfológicos y en su posible función, mostrando el objeto encerrado en una vitrina o encima de un pedestal apartado del alcance del público.


En este sentido, conviene tener en cuenta que la primera división de la Prehistoria se realizó siguiendo ese criterio de clasificación y exposición. De esta forma, el conservador del Museo Nacional de Dinamarca, Thomsen (1836), al llevar a cabo una ordenación de los materiales a su cargo, los clasificó en objetos de piedra, de bronce y de hierro. Este criterio fue seguido en las primeras instalaciones de los recién creados museos arqueológicos. La única información que acompañaba a dichos objetos se reducía a señalar su procedencia, siempre que esta fuera conocida.


Después de la Segunda Guerra Mundial, comienzan a renovarse la mayoría de los museos. Al interés del objeto en sí, se añade el de su valor documental e histórico a partir de textos explicativos, fotografías u otros elementos complementarios. Hacia los años setenta se incorporan nuevos aspectos sobre tecnología y economía como resultado de la orientación interdisciplinar de dicha ciencia.

Brian Dettmer: “Textonomy”

Durante los años ochenta se intenta que las presentaciones sean dinámicas, propiciando la comunicación entre la exposición y sus visitantes, con el objetivo de que el pasado tenga una más sencilla comprensión en el presente. El interés se centra entonces en dar a conocer la estructura de la sociedad, tanto en su aspecto material como espiritual, utilizando en la exposición todos los medios necesarios para una mejor y más fluida comprensión. Nos encontramos entonces en una etapa de rigor científico de esta disciplina.


La exposición se basa en el discurso museográfico (expográfico) con un guión narrativo y que puede realizarse siguiendo diversos criterios, siendo el más frecuente el cronológico que se convierte, con frecuencia, en el eje de la exposición, al tiempo que puede combinarse con otros. A través de él, se ofrece una secuencia cultural de la Prehistoria: primeros grupos recolectores, las comunidades agrícolas y metalúrgicas, etcétera. En cada una de estas secuencias se ofrecerá el mismo esquema: medio o entorno geográfico en el que se desarrolla la cultura presentada, tipo de asentamiento, formas de vida, tipo de sociedad, vida espiritual o creencias.

“Conversaciones con la Historia”

A partir del hecho arqueológico, se puede reconstruir los avances tecnológicos más importantes: la técnica de la talla, la fabricación de la cerámica, el inicio de la metalurgia, etcétera. A su vez, este tipo de presentación se completará con aspectos concretos sobre el modo de fabricación y uso de algunos objetos. En algunos museos surgen los talleres de experimentación que desempeñan un importante labor didáctica y pedagógica, sobre todo pensando en los niños y niñas.


Cuando el museo dispone de materiales representativas de un tema en concreto, se aconseja su presentación. Los temas pueden ser variados como apuntábamos: el trabajo, los recursos económicos, las creencias, los miedos, etcétera. Todo ello debe estar apoyado en los resultados e interpretaciones científicas realizadas por los investigadores, de forma que la exposición no se perciba como algo estático, sino como una realidad dinámica que debe renovarse constantemente. También es conveniente combinar con los criterios anteriores, la exposición de los yacimientos más representativos del ámbito geográfico en dónde se encuentra ubicado el museo (la localización).

Asimismo, se deberá ofrecer una visión del conjunto del yacimiento: ubicación, metodología empleada durante la excavación, exposición de los diversos momentos de la excavación, los hallazgos más representativos, así como su interpretación científica.


En la actualidad, después de ir evolucionando durante toda la década de los noventa hasta hoy en día, se está ampliando este concepto a un nuevo tipo de museo conocido como “parque arqueológico”, que intenta potenciar so sólo un determinado yacimiento “ad hoc”, sino también su entorno. Hablamos de un concepto muy cercano a la idea del ecomuseo revitalizador de la economía local.


Por nuestra parte decir que el objetivo principal que nos ocupa es el de contextualizar los objetos d ella exposición utilizando la innovación tecnológica aplicada a los museos. La museografía virtual es una solución de grandísimo valor para contextualizar los contenidos. Queremos que los visitantes se sumerjan en tiempos pretéritos haciendo viajes en el tiempo, para que puedan comprender aun mejor y de forma más divertida la realidad de aquellos tiempos, y para ello la tecnología es el vehículo que facilita estas transgresiones didácticas en el espacio y el tiempo.




fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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MUSEOS Y CONCEPTO DE TERRITORIO. - · en CULTURA, MUSEO,MUSEOGRAFÍA, OPINIÓN, PATRIMONIO. ·

Los museos locales, siempre hablando generalmente, han mantenido cierta vinculación con su localización geográfica lógica y natural desde su fundación. Esa vinculación, siendo pasiva, es una forma ya trasnochada de relacionarse con su entorno. Los museos locales deben explicar la vinculación que existe entre la historia del hombre y su territorio, la evolución de la sociedad local a lo largo de su vida como colectivo, y no solo en los museos de arqueología e historia, sino en todos los demás, no importa la naturaleza de sus colecciones.



La vinculación del museo con su comunidad debe contemplar y generar respuestas a cuestiones universales como son: la evolución de la vida en su zona, la técnica, los valores sociales, las actitudes ante la existencia, etcétera. Los museos locales, localizados en una zona muy concreta, deben apoyarse en la esencia de su colectividad y así generar sentimientos y trasmitir emociones tan necesarios en nuestra sociedad.


Con la aparición del museo virtual y su expresión en la nueva sociedad de la información, la vinculación de los museos que tienen presencia en la red está traspasando su identidad local a ese mundo digital. El concepto del museo se mantiene, es básicamente el mismo, eso sí, utilizando sistemas de presentación diferentes, pero con contenidos que vienen siendo los mismos que los del museo “real” pero ya en un entorno diferente. Este fenómeno nos acerca al fenómeno de la globalización y sus peligros.


Los grandes museos también están a merced de la territorialización, pero con características diferentes comparándolos con los locales. Para empezar, el área de acción de un gran museo, en el mundo analógico, es muy amplia. Un museo nacional ejerce influencia en mucho mayor territorio, incluso a nivel internacional. El museo nacional atrae visitantes potenciales que provienen de diferentes territorios, con procedencia de culturas diversas, lenguas diversas, haciendo un esfuerzo de adaptación a una realidad universal. El museo nacional, en muchas ocasiones, desde su fundación por poderes públicos, adquiere el rango de “símbolo cultural sagrado”. Son museos que guardan celosamente el ADN cultural e identitario nacional, lo que nos diferencia de vecinos más allá de su frontera. Se potencian las diferencias y no las similitudes, algo que nos parece un error, una forma de expresión que aleja y no acerca, que lo pone a merced de la globalización.

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El mundo virtual ha sido para muchos gestores de museos nacionales una oportunidad inmejorable para abrir un escaparate digital al mundo, potenciando ese carácter electrónico sin ubicación geográfica, por encima incluso de su identidad real. Estos museos no reparan en gastos para construir ese equipamiento virtual, alejándose de una expresión natural dentro de su entorno geográfico. Es una forma muy sencilla de perder identidad y valor local.

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Entonces, el fenómeno de la globalización también está afectando profundamente a los museos locales, alejándolos de su entorno social, de la comunidad a la que pertenecen. Al margen de lo virtual, se tiende a incorporar explicaciones estandarizadas a partir de soluciones museográficas idénticas a las de otros museos pertenecientes incluso a otros países. Podríamos comparar este fenómeno con lo que ocurre en los centros comerciales en todo el mundo. Las franquicias hacen que todo nos parezca igual, no importa si estamos en un centro comercial de Chicago que en uno de París, las marcas son las mismas, y la decoración de las tiendas son idénticas, todo resulta monótono y predecible, la esencia de una identidad diferenciada deja de existir. Por eso consideramos tan importante que se trabaje en una museografía moderna consciente y respetuosa con lo nuestro, siempre respetando la identidad e idiosincrasia locales, que es un valor importantísimo, siendo en sí mismo un contenido didáctico añadido.


Puede llegar el día en que se haga realmente difícil encontrar museos presenciales que respondan a los parámetros de su propia identidad local, y eso resultaría ser una gran pérdida para su sociedad y para el resto del mundo. El arte, la historia, la ciencia expuesta en estos museos locales, deben ser concebidos como una expresión de identidad local y no como patrimonio de un mundo globalizado. En el momento en que se realice un proyecto museográfico de ámbito global, capaz de interpretar el patrimonio a nivel planetario, dando respuesta a inquietudes universales, habiendo decidido que lo local ya no existe, entonces habrá llegado la hora en la que no tendremos que preocuparnos por defender y explicar la identidad que nos pertenece legítimamente como individuos únicos, personas con personalidad diferenciada que forman parte de una sociedad bien definida; si ese día llega, el concepto de individuo, de ente personal individual, habrá desaparecido para siempre.





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