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sábado, 23 de janeiro de 2016

O Museu Histórico e Pedagógico Dom Pedro I e Dona Leopoldina, Pindamonhangaba, São Paulo, Brasil,

Com exposições no térreo, porão e pavimento superior. Entre as mostras, coleção de rádios e gramofones antigos, acervo da Escola de Pharmácia e Odontologia (que ocupou o Palacete da Palmeira de 1913 a 1929), Acervo da Revolução de 32 e do pindamonhangabense General Júlio Salgado, Memória da Escravidão no Brasil e no Vale do Paraíba, antigos sinos da Igreja Matriz, máquinas da Tribuna do Norte, porcelanas e pratarias antigas, entre outras.



Além de sua própria arquitetura, o Palacete 10 de Julho conta com sala de maquete e fotos do restauro, salão dos quadros da nobreza cafeeira, entre outros, e o visitante receberá dos monitores informações sobre os elementos da decoração e história do Palacete; prospecção pictórica; personalidades dos quadros; técnicas construtivas; itens expositivos do jardim como o mosaico e o muro de taipa e outros aspectos arquitetônicos dos Palacetes da segunda metade do século XII.

O Palacete 10 de Julho – Centro de Memória Barão Homem de Mello – fica localizado na rua Deputado Claro César, 33, centro, e recebe visitantes de segunda à sexta-feira, das 8 às 20 horas. Contato pelo telefone 3648-1779.

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No acervo do museu, divididas Acervo Bibliográfico, de Documentos, Fotográfico, Audiovisual.










Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.



Vamos compartilhar.






Cape Verdean Museum Exhibit. História de Cabo Verde desperta interesse nos EUA. --- Cape Verdean Museum Exhibit. History of Cape Verde arouses interest in the US.

Novas gerações querem conhecer as suas origens e os americanos se interessam cada vez mais pelas ilhas do Atlântico Médio.

Declaração da Independência da Cabo Verde, 

Whaling Museum, New Bedford


Com quase três séculos de história de emigração para os Estados Unidos, os cabo-verdianos constituem uma das mais sólidas comunidades na América do Norte, com uma longa tradição de ligação à sua história e cultura.

O crioulo foi uma das primeiras línguas estrangeiras a ser ensinada nas escolas americanas, nomeadamente no Estado de Massachussets, e a origem da emigração de cabo-verdianos para os Estados Unidos está intimamente ligada a uma importante etapa da história americana: a pesca da baleia no Atlântico.


Museu da Baleia, New Bedford, Estados Unidos

Com várias gerações de descendentes, presentes nos mais diversos campos da vida política, social, económica, associativa, cultura, surge, cada vez mais, o interesse pela história das ilhas e sua cultura.

A língua cabo-verdiana, o crioulo, a história, a obra e vida de Amílcar Cabral, a imigração, a cultura, são alguns dos muitos temas que levam descendentes de cabo-verdianos e americanos a procurar informações sobre o aquipélago e os primeiros imigrantes.

Na cidade de Providence, no Estado de Rhode Island, encontra-se o Cape Verdean Museum Exhibit, uma instituição privada criada em 2005 por cabo-verdianos e descendentes, o único museu exclusivamente dedicado ao arquipélago.

“Criamos o museu para contarmos a nossas história da nossa maneira, na nossa óptica”, explica a professora e investigadora Virgínia Goncalves, a impulsionador da iniciativa.


Cape Verdean Museum Exhibit, Providence, Estados Unidos

Ivonne Smart, filha de cabo-verdianos nascida nos EUA e voluntária no museu, revela que pessoas de 32 nacionalidades e de quase todos os Estados americanos já passaram pelo local, cujo acervo cresce graças às doações, "desde uma carta a uma escultura, tudo serve".

“Estudantes de todos os níveis de ensino, professores, investigadores e descendentes que querem conhecer as suas origens procuram o museu”, que funciona também de forma gratuita.

Curioso, "ou talvez não", como explica Virgínia Gonçalves, é que o Cape Verdean Museum Exhibit é mais visitado por americanos do que por cabo-verdianos.

"Os cabo-verdianos, principalmente os que emigraram, não conheciam museus e não têm este hábito”, justifica a professora.

A emigração das ilhas para os Estados Unidos começou nos meados do século 18, com a pesca da baleia.


Museu da Baleia, New Bedford, Estados Unidos


Os baleeiros americanos iam pelo Atlântico Sul e paravam em Cabo Verde para se abastecerem de água e alguma comida.

No regresso traziam muitos cabo-verdianos conhecidos por serem bons marinheiros.

O maior museu da baleia do mundo, o Whaling Museum, está na cidade de New Bedford, onde a comunidade cabo-verdiana se concentrou há mais de dois séculos.

Nesse museu, "está também grande parte da história de Cabo Verde", como diz Carlos Almeida, professor universitário e um dos conselheiros académicos do Whaling Museum.

“Pode-se conhecer a história da emigração para os Estados Unidos, tanto de cabo-verdianos como de açoriano,s através dos materiais que o museu possui e de exposições, como agora, em que temos uma sobre marinheiros daqueles dois arquipélagos”, explica Almeida.


James Russel, presidente do Whaling Museu 

(Museu da Baleia), New Bedford, Estados Unidos.

O director do Whaling Museum James Russel destaca a importância dos "marinheiros cabo-verdianos, não só na faina da pesca da baleia, mas também na construção de uma cidade multicultural, ao trazer a sua cultura, música, gastronomia e calor humano".

Além de receber muitos eventos da comunidade cabo-verdiana, o museu tem um estreita cooperação com o Ministério da Cultura de Cabo Verde, com o qual trabalha neste momento na criação do Museu do Mar em São Vicente.






fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

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--in via tradutos do google
Cape Verdean Museum Exhibit. History of Cape Verde arouses interest in the US.


New generations want to know their origins and Americans are increasingly interested in the islands of the Middle Atlantic.


Declaration of Independence of Cape Verde,
Whaling Museum, New Bedford


With almost three centuries of history of emigration to the United States, Cape Verdeans are one of the strongest communities in North America, with a long tradition of connection to their history and culture.

The Creole was one of the first foreign language to be taught in American schools, particularly in the state of Massachusetts, and the origin of the emigration of Cape Verde to the United States is closely linked to an important stage of American history: Whale fishing in Atlantic.


Whaling Museum, New Bedford, United States

With several generations of descendants, present in various fields of political, social, economic, associative, culture, comes more and more, interest in the history of the islands and their culture.

The Cape Verdean language, Creole, history, work and life of Amilcar Cabral, immigration, culture, they are among the many issues that lead Cape Verdean descent and Americans seeking information about the aquipélago and the first immigrants .

In the city of Providence, in Rhode Island, is the Cape Verdean Museum Exhibit, a private institution established in 2005 by Cape Verdeans and descendants, the only museum dedicated exclusively to the archipelago.

"We created the museum to count to our history of our way, in our view," explains the professor and researcher Virginia Goncalves, the driving force behind the initiative.


Cape Verdean Museum Exhibit, Providence, United States

Ivonne Smart, Cape Verde's daughter born in the US and a volunteer at the museum, reveals that people of 32 nationalities and nearly all American states have gone through the place, whose collection grows thanks to donations, "from a letter to a sculpture, all serves ".

"Students of all levels of education, teachers, researchers and descendants who want to know their origins seek museum", which also works for free.

Curious, "or maybe not," explains Virginia Gonçalves, is that the Cape Verdean Museum Exhibit is most visited by Americans than by Cape Verdeans.

"Cape Verdeans, especially those who emigrated, did not know museums and not have this habit," explains the professor.

Emigration from the islands to the United States began in the mid-18th century with the whaling.


Whaling Museum, New Bedford, United States

Whaling Museum in New Bedford

American whalers were the South Atlantic and stopped in Cape Verde to obtain supplies of water and some food.

In return they brought many Cape Verdeans known to be good sailors.

The world's whale museum, the Whaling Museum, is in New Bedford, where the Cape Verdean community focused for over two centuries.

In this museum, "it is too much of Cape Verde's history," as Carlos Almeida, a university professor and one of the academic advisors of the Whaling Museum.

"You can know the history of emigration to the United States, both of Cape Verde as the Azores, s through the materials that the museum owns and exhibits, as now, where we have one on sailors those two archipelagos," explains Almeida.


James Russell, president of the Whaling Museum
(Whale Museum), New Bedford, United States.

The director of the Whaling Museum James Russell highlights the importance of "Cape Verde seamen, not only in whaling of toil but also in building a multicultural town, bringing their culture, music, food and warmth."

In addition to receiving many events of the Cape Verdean community, the museum has a close cooperation with the Ministry of Culture of Cape Verde, with which is working to create the Sea Museum in St. Vincent.


















The São Paulo Sacred Art Museum is offering the course ‘Art and Islamic Civilization: the Arab Empire’, --- O Museu de Arte de São Paulo Sagrado está oferecendo o curso 'Arte e Civilização Islâmica: o Império Árabe,

Course shows the evolution of Islamic art, from February 16th to April 5th. Classes show the influence of different cities and time periods in Islam’s art.

Gomes lived for six years in Damascus, Syria

São Paulo – The São Paulo Sacred Art Museum is offering the course “Art and Islamic Civilization: the Arab Empire”, from February 16th to April 5th, in the city of São Paulo. The classes will take place on Tuesdays and will be given by Plinio Freire Gomes, who has a master’s degree in History at São Paulo University (USP).

The course will cover the main features of art in Islam, showing the artistic manifestations in the Arab world from before the advent of religion up to the interaction occurred with the conquering of the Iberian Peninsula. The professor lived for six years in Damascus, Syria, and now teaches Art History in such places as the Art Museum of São Paulo (Masp) and Casa do Saber (House of Knowledge).

“The topic of each class is a city that was an important cultural center within the development of the Islamic civilization”, explains Gomes. Thus, the student will get to learn about the Islam’s artistic and social development in different time periods, cities and regions, such as Petra, Jordan, Mecca, Saudi Arabia, Damascus, Syria, Baghdad, Iraq, Cairo, Egypt, Al-Qayrawan (Kairouan), Tunisia, Al-Andalus, current Andalusia, Spain, and Marrakesh, Morocco.

According to Gomes, the Islamic art has a series of aesthetics elements that make for easy recognition of it, such as the non-representation of people of other living things. “People say that it’s forbidden to depict images, but it’s just not true. What is forbidden is to depict the figure of the prophet and his family”, says the professor.

Gomes says that the absence of figures wasn’t an option by the Islamic artists, but that it follows the precept of the Islamic culture that tangible things are only appearances and that the artist is seeking to depict the essence, therefore, making use of the geometrical art, made of pure forms.

“When we see an arabesque, it’s saturating, it even has a hypnotic effect. But that is a language, it wants to say something. The shapes are telling a story, it isn’t ornamental”, says Gomes. In the course, according to him, the students will learn how to understand these elements. “They are symbols that want to be decoded because they say specific things”, he points out.

Gomes emphasizes, however, that in the 8th century, during the construction of the great Umayyad Mosque of Damascus, Byzantine artisans were hired to do the place’s decoration, in which were used figurative shapes. The geometrical shapes took over the temple’s decoration gradually, he says.

In that period, says the professor, it was also common to find images of human figures in the Umayyad palaces. “Later, it faded out”, says Gomes, explaining that the figurative art started to lose ground to religious art, in which there were no figures representation. “Sacred art was more articulated, more expressive from the aesthetic point of view”, he says.

Outside the architectural field, however, images didn’t disappear from art in the Arab countries. According to Gomes, in book illustration, “the figurative element is omnipresent”. As aforementioned, only the representation of the prophet Mohammed is forbidden. According to Gomes, this prohibition was established “so not to create an idolatry of him (the prophet)”.

The historian explains that in images representing the story of the prophet in which there is a crowd, Mohammed is always the figure with the face covered. “As a human being, he can’t be idolized”, he says, reminding that, according to the Islam, only God should be adored.

Among the most representative dates for the evolution of the Islamic art, Gomes points out the year 711, when the expansion of the Islam of the Iberian Peninsula occurred and also when Arabs conquered part of India. The arrival of Islam in countries of Berber culture and language, such as Morocco, also had a strong impact in the work of Islamic artists.



Course Art and Islamic Civilization: the Arab Empire
Date: From February 16th to April 5th, on Tuesdays
Time: From 3PM to 5:15 PM
Place: São Paulo Sacred Art Museum
Address: Avenida Tiradentes, 676 - Luz - Metro Tiradentes
Price: R$385 (USD 95.12) –Limited openings
Registrations via email: mfatima@museuartesacra.org.br
Information: (11) 5627-5393
The course’s full program is available at www.museuartesacra.org.br/pt/acontece

*Translated by Sérgio Kakitani
Aurea Santos*
Press Release







fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://www2.anba.com.br/noticia/21870223/education/course-shows-the-evolution-of-islamic-art/

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

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--br via tradutor do google
O Museu de Arte de São Paulo Sagrado está oferecendo o curso 'Arte e Civilização Islâmica: o Império Árabe,

Curso mostra a evolução da arte islâmica, a partir de 16 fevereiro - 5 abril. Classes mostram a influência de diferentes cidades e períodos de tempo na arte do Islã.


Gomes viveu por seis anos em Damasco, Síria

São Paulo - O Museu de Arte de São Paulo Sagrado está oferecendo o curso "Arte e Civilização Islâmica: o Império Árabe", a partir de 16 fevereiro - 5 abril, na cidade de São Paulo. As aulas terão lugar às terças-feiras e será dado por Plínio Freire Gomes, que tem um mestrado em História pela Universidade de São Paulo (USP).

O curso abordará as principais características da arte no Islã, mostrando as manifestações artísticas no mundo árabe desde antes do advento da religião até a interação ocorreu com a conquista da Península Ibérica. O professor viveu por seis anos em Damasco, na Síria, e agora ensina História da Arte em lugares como o Museu de Arte de São Paulo (Masp) e Casa do Saber (Casa do Conhecimento).

"O tema de cada classe é uma cidade que foi um importante centro cultural no âmbito do desenvolvimento da civilização islâmica", explica Gomes. Assim, o aluno começa a aprender sobre o desenvolvimento artístico e social do Islã em diferentes períodos de tempo, cidades e regiões, tais como Petra, na Jordânia, Mecca, Arábia Saudita, Damasco, na Síria, Bagdá, no Iraque, no Cairo, Egito, Al-Qayrawan (Kairouan), Tunísia, Al-Andalus, atual Andaluzia, Espanha, e Marrakesh, Marrocos.

De acordo com Gomes, a arte islâmica tem uma série de estética elementos que fazem para fácil reconhecimento de que, como a não-representação de pessoas de outros seres vivos. "As pessoas dizem que é proibido retratar imagens, mas não é verdade. O que é proibido é descrever a figura do profeta e sua família ", diz o professor.

Gomes diz que a ausência de figuras não era uma opção pelos artistas islâmicos, mas que segue o preceito da cultura islâmica que as coisas tangíveis são apenas aparências e que o artista procura retratar a essência, portanto, fazer uso da arte geométrica, feitas de formas puras.

"Quando vemos um arabesco, está saturando, ele ainda tem um efeito hipnótico. Mas isso é uma linguagem, quer dizer alguma coisa. As formas são contando uma história, não é ornamental ", diz Gomes. No curso, de acordo com ele, os alunos vão aprender a entender esses elementos. "Eles são símbolos que querem ser decodificado, porque eles dizem coisas específicas", ressalta.

Gomes salienta, no entanto, que, no século oitavo, durante a construção da grande mesquita de Umayyad em Damasco, artesãos bizantinos foram contratados para fazer a decoração do lugar, em que foram utilizadas formas figurativas. As formas geométricas assumiu a decoração do templo gradualmente, diz ele.

Nesse período, diz o professor, ele também era comum encontrar imagens de figuras humanas nos seus palácios de Umayyad. "Mais tarde, ele desapareceu", diz Gomes, explicando que a arte figurativa começou a perder terreno para a arte religiosa, na qual havia nenhuma representação figuras. "A arte sacra foi mais articulada, mais expressiva do ponto de vista estético", diz ele.

Fora da área de arquitetura, no entanto, as imagens não desapareceu da arte nos países árabes. De acordo com Gomes, em ilustração de livro, "o elemento figurativo é onipresente". Como referido acima, apenas a representação do profeta Maomé é proibido. De acordo com Gomes, esta proibição foi estabelecida ", de modo a não criar uma idolatria de ele (o profeta)".

O historiador explica que, em imagens que representam a história do profeta em que há uma multidão, Mohammed é sempre a figura com o rosto coberto. "Como um ser humano, ele não pode ser idolatrado", diz ele, lembrando que, de acordo com o Islã, só Deus deve ser adorado.

Entre as datas mais representativas para a evolução da arte islâmica, Gomes aponta o ano 711, quando a expansão do Islã da Península Ibérica ocorreu e também quando árabes conquistaram parte da Índia. A chegada do Islã em países de cultura berbere e linguagem, como Marrocos, também teve um forte impacto no trabalho dos artistas islâmicos.

EXPOSICIÓN DEL OBJETO: MUSEOS DE BELLAS ARTES - · en ARTE, MUSEO,MUSEOGRAFÍA, MUSEOLOGÍA, OPINIÓN. ·

En este grupo se engloban los museos que albergan obras de arte de diversa factura y naturaleza: pintura, escultura, grabado, montajes especiales y artes decorativas. Todas estas colecciones pueden exponerse de forma individual y conjuntamente. En algunos museos, la escultura y las artes decorativas se presentan como un complemento a las exposiciones de pintura, que siempre han sido las más populares, las que mayor aceptación tienen por parte del gran público. En determinadas exposiciones, todas las técnicas artísticas alcanzan un mismo tratamiento ya que se busca como un único objetivo: la creación y/o recreación de un ambiente determinado. El contenido de estos museos puede extenderse indefinidamente en el tiempo o bien hacerse temporal, centrase en un único artista o bien exponer todas las expresiones artísticas.

The Power Plant

Los criterios en los que se fundamentan generalmente estas exposiciones son el cronológico y, dentro de éste, por escuelas y movimientos artísticos, el temático, el técnico o una combinación de todos ellos. En las exposiciones de arte, entendemos, el esfuerzo e interés de la curaduría se centra en resaltar la obra, pues en la mayoría de los casos no existe información alguna complementaria, a excepción del cartelito de siempre colocado al lado de la obra con el nombre, técnica, fecha, título… Nosotros defendemos, en estos casos, el uso de las nuevas tecnologías para complementar esa información, atendiendo a las posibilidades de los smartphones por ejemplo y con el uso de DECs beacons. Estes tecnologías abren un enorme espectro de posibilidades que pretendiendo ahondar en la información didáctica sobre los autores y sus obras.

MASP

De las diversas técnicas expositivas, conviene resaltar la ubicación de la obra en el espacio, su jerarquización o “individualización”. Existen muchos ejemplos de obras de arte que se exponen en una sola sala exclusivamente, sin que haya nada más que pueda distraer la atención del visitante. Uno de los cambios que hemos podido ver a lo largo de los últimos años es que las obras van abandonando el “horror vacui” de las antiguas galerías de arte para exponerse con “aire” entre obra y obra. Esto permite una contemplación mucho más relajada, sin acumulaciones de personas en un mismo lugar (a excepción de la sala de la Gioconda del Louvre, entre otras), y donde lo importante es la correcta visualización por parte del visitante, en las mejores condiciones de luminosidad y clima interior (la acumulación de personas en torno a una misma obra resulta dañino y hay que evitarlo).

Italo

La forma y tamaño de las salas, el color de las paredes y, sobre todo, la iluminación como decíamos, son aspectos que hay que tener a la hora de elaborar un proyecto museográfico. A partir de los años sesenta, los museos de arte contemporáneo comienzan la exposición de las obras de una manera diferente a la que se hacía tradicionalmente. Se trata de la primera nueva forma de exponer y de concebir la socialización del arte al entender de todos los públicos. Además, aparecen las nuevas instalaciones, el video-arte, las presentaciones multimedia y las “performances” que ofrecen aspectos específicos como la participación del propio público.

Arla

Las obras de arte expuestas en el museo pueden definirse ya como el “contemplador activo que circula que circula entre las obras, los objetos” (Krausz, 1992), de forma que la instalación de una obra requiere de un espacio específico que la acoja: el museo de arte. A su vez, el artista lo utiliza y lo modifica para que el visitante pueda interpretarlo de la mejor manera posible. Es frecuente que en este tipo de instalaciones, además de la obra, se utilicen diversos medios como vídeos y la tecnología (y la que viene como son las Google Glasses) que ya funciona y muy bien, además de estar al alcance de todos nosotros.

Universidad Cruzeiro Do Sul

Ahora EVE se encuentra trabajando en el desarrollo de un algoritmo ya registrado, que ordenará digitalmente las pinceladas que el pintor ha aplicado al lienzo desde la primera hasta la última (no importa la época), para que todos podamos observar como ha pintado el cuadro el artista y a que velocidad lo realizó en una posterior proyección audiovisual.

ACD






fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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