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sábado, 30 de janeiro de 2016

O Museu de Zoologia da Unesc e o Turismo Cultural

Os museus vêm se destacando como importantes espaços atrativos para o turismo em diferentes regiões brasileiras. Essas instituições contribuem para refletir sobre temas específicos, seja por meio do lazer, seja por meio de projetos educativos. Museus com propostas bem definidas têm contribuído para que pessoas se desloquem, percorrendo distâncias consideráveis para conhecê-los.



O Museu de Zoologia Prof.ª Morgana Cirimbeli Gaidzinski, da Universidade do Extremo Sul Catarinense - Unesc, ao longo de seus 13 anos de atividades, desenvolveu um importante trabalho na valorização do respeito à vida em suas múltiplas formas, despertando o interesse pelo mundo natural com a difusão do conhecimento por meio das exposições e ações educativas, reforçando sua posição de atrativo turístico do município e da região sul catarinense.

O Museu de Zoologia tem em suas exposições um espaço privilegiado para estabelecer um diálogo com o seu público. Nele merecem destaque as exposições de longa duração sobre os Animais da Mata Atlântica, que expõem exemplares taxidermizados de legítimos representantes da fauna silvestre regional, e sobre o Ecossistema Marinho, que apresentam espécies taxidermizadas e esqueletos de animais marinhos encontrados no litoral sul de Santa Catarina.

Essas exposições, em conjunto, já receberam um público total de mais de 176.121 visitantes, sendo que 108 mil participaram das visitas mediadas e dos programas educativos do museu. A visitação recebida pelo Museu de Zoologia se destaca entre as instituições culturais de Santa Catarina, fazendo dele um dos museus mais visitados do Estado.

Devido ao seu reconhecimento como espaço de lazer, convivência e compartilhamento de experiências sobre a fauna sul catarinense, a instituição foi incluída pela Fundação Cultural de Criciúma no roteiro oficial de visitação turística do município no ano de 2007. Esse reconhecimento ganhou notoriedade estadual com a inclusão do Museu no roteiro turístico "Encantos do Sul", organizado pela SANTUR (Santa Catarina Turismo S/A). Nesse sentido, o Museu de Zoologia representa um papel importante na construção do projeto turístico da região, pois tem como uma de suas funções preservar e proteger o patrimônio natural para garantir uma análise do desenvolvimento e a qualidade de vida da comunidade sul catarinense.

Ele também conseguiu se constituir como um espaço de educação, contribuindo, por meio de suas ações educativas, para que o público escolar encontrasse nele atividades pedagógicas significativas e estimulantes para o aprendizado. Um número cada vez mais crescente de escolas inclui a participação nos programas educativos do Museu de Zoologia como uma das atividades no seu calendário anual. Ao todo, já estiveram no museu 538 escolas provenientes de 44 municípios.

Esse trabalho possui uma representatividade importante e já foi reconhecido nacionalmente pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) em três edições do Prêmio Darcy Ribeiro de Educação e pela Fundação Catarinense de Cultura com o Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura.

Ciente de sua função social, o Museu pretende fortalecer seu papel como um espaço de encontro, aprendizado, lazer e turismo.


Morgana Cirimbeli Gaidzinski - Coordenadora do Museu de Zoologia da Unesc


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.


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Orhan Pamuk promène son musée de l’Innocence à Londres

Des objets insolites suspendus au plafond de la Somerset House à Londres. Ben L'exposition, ouverte hier, restera jusqu'au 3 avril et présente 13 vitrines sur les 83 originales du musée d'Istanbul.









PENDANT CE TEMPS, AILLEURS...



Une série de vitrines remplies d'objets inattendus – vieux flacons d'eau de Cologne, dentier, cartes postales: l'écrivain turc et prix Nobel de littérature Orhan Pamuk présente son musée de l'Innocence à Londres, à la Somerset House. L'idée était unique: écrire un roman d'amour basé sur des objets, avec en miroir la création d'un musée renfermant ces objets. Cet exercice obsessionnel a donné lieu à la création, en 2012, du musée de l'Innocence à Istanbul, en réponse au roman éponyme paru en 2008.

L'exposition londonienne, ouverte hier et qui restera jusqu'au 3 avril, présente 13 vitrines sur les 83 originales du musée d'Istanbul, correspondant aux 83 chapitres de l'histoire d'amour malheureux d'un Stambouliote des classes aisées, Kemal, pour sa cousine pauvre, Füsun. « Nous sommes contents d'être dans une bonne galerie, les vitrines sont une réplique de celles d'Istanbul. J'ai choisi celles que j'aime le plus, que je trouve les plus jolies, explique Orhan Pamuk, âgé de 63 ans. J'ai placé moi-même les objets un par un dans la vitrine. Par exemple, la vitrine 74, celle sur la vie et la mort du père de Kemal, ce sont des objets que vous trouviez sur les tables de nuit à l'époque, le héros a mes antécédents culturels, et le roman a aussi un aspect autobiographique. »

Dans un extrait du film projeté à l'exposition, Innocence of Memories, réalisé par Grant Gee, Orhan Pamuk explique : « J'ai conçu le musée et le roman simultanément. Plus je collectionnais les objets, plus j'écrivais. » Le film, réalisé en étroite collaboration avec Pamuk et présenté au Festival de Venise, est sorti cette semaine à Londres.

Préserver la mémoire
« Les lignes qui lient les objets créent des histoires et les lignes qui lient les moments créent le temps », philosophe Pamuk dans ce film. Mais il se défend d'être sur la même Recherche du temps perdu que l'écrivain français Marcel Proust. « Mon musée est un endroit délibéré pour préserver la mémoire, tandis que Proust a basé sa madeleine sur la mémoire involontaire » qui ressurgit en goûtant le petit gâteau, souligne-t-il, ajoutant : « Kemal est un proustien complexé. »

Le directeur de la Somerset House, Jonathan Reekie, est en discussion avec plusieurs pays pour faire voyager l'exposition, répartie sur trois salles : France, Belgique et États-Unis.

Orhan Pamuk vient de terminer un nouveau roman, La Femme aux cheveux rouges, qui paraît le 2 février à Istanbul. En marge de l'exposition, l'écrivain ne mâche pas ses mots, fidèle à son habitude, pour critiquer la situation politique dans son pays et le régime du président islamo-conservateur Recep Tayyip Erdogan. Cela affecte-t-il son travail ? « On y pense tout le temps, c'est un problème pour tout le monde », conclut-il.




fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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ORGANIZACIÓN DE EXPOSICIONES TEMPORALES (III). · en GESTIÓN, INSTITUCIONES,MUSEO, OPINIÓN. ·

Hablemos de lo que el director y/o responsable del museo y sus colecciones (curador) debe exigir sobre condiciones específicas a la hora de prestar fondos de la colección del museo que dirige al prestatario de dicho fondo. Esas condiciones específicas podrían ser las siguientes:

· Embalaje y transporte: Aunque el director del museo que presta las piezas elige el tipo de embalaje y transporte adecuado para el transporte de los fondos, los gastos que se originen quedan a cuenta del prestatario. Existen sistemas adecuados para cada uno de los objetos teniendo en cuenta las características y naturaleza (Stolow, 1980). En la actualidad se cuenta con agencias especializadas exclusivamente en el embalaje y transporte de objetos de enorme valor, disponiendo de técnicas para disminuir hasta el nivel cero de riesgo en cada traslado. Ofrecen un servicio seguro e integral en todas las fases: embalaje de las obras, vehículos con temperatura controlada, organización de escoltas de protección al convoy, contactos con las oficinas aduaneras y hasta con los ministerios, colocación de los objetos en el lugar de la exposición y todo el proceso en viceversa. El itinerario del viaje deberá ser aprobado por el director del museo que presta los fondos.

OMSAN

· Escolta: Se organizará la escolta necesaria para la vigilancia en el trayecto, así como para las operaciones de carga y descarga (siempre contemplando esta fase cuando los objetos que movemos son de gran valor), incluso acompañadas por guardias armados.

· Conservación y seguridad: Se centrará la atención sobre todo en las medidas contra el fuego, posible vandalismo, inundación, exposición, iluminación, temperatura y humedad relativa.

· Fotografía y comunicación: Las piezas prestadas no serán objeto de filmación, fotografiado o reproducción sin el consentimiento previo del museo prestador, a excepción de tomas en planos generales para la prensa y la comunicación publicitaria, respetando siempre los derechos de propiedad intelectual.

Oficina de Turismo de San Antonio, Texas

· Informe del director del museo: Es preceptivo este documento de aquel que presta las obras, quien determinará la conveniencia del préstamo, el estado de conservación, las condiciones técnicas en que deben ser expuestas, así como el cumplimiento de las normas específicas descritas anteriormente.

· Orden Ministerial de autorización del préstamo: El préstamo de piezas provenientes de un museo nacional no puedo realizarse sin una Orden Ministerial, que se extenderá una vez revisada la solicitud y el informe del director del museo donde se encuentran las piezas que será objeto del préstamo. Si los objetos solicitados son un depósito de cualquier organismo no público o persona particular, corresponderá a estos conceder la autorización, a petición de la organización o dirección de museos pertinente en cada país.

DKV

· Póliza de seguro: El director del museo que hace el préstamo se encargará de valorar dichos bienes a efectos de formalizar la póliza del seguro, aunque la contratación correrá a cargo de la entidad organizadora de la exposición. El beneficiario de la póliza será el estado en el caso de tratarse de piezas provenientes de un museo público. Dicha póliza deberá cubrir todos los daños que puedan sufrir las piezas aseguradas desde el momento en que se retiran del museo hasta que son devueltas al mismo.

· Permiso de exportación temporal: Si la exposición se realiza en el extranjero, se necesitará un permiso de exportación en fechas determinadas, previo informe de la Junta de Calificación, Valoración y Exportación de Bienes del Patrimonio en cada país si hubiere dicha entidad. El permiso será solicitado por el museo organizador de la exposición o por el mismo museo que accede al préstamo teniendo una validez de tres meses, aunque si la duración de la exposición supera este tiempo, podría solicitarse una prórroga.

Transport for London

· Acta de entrega: Una vez autorizado el préstamo por parte de las instituciones gubernamentales correspondientes si las piezas provienen de un museo público, las partes interesadas firmarán el acta de entrega, siempre que se hayan respetado las normas concretas y las generales.

· Acta de devolución: En el momento de la devolución de los objetos, se comprobará su estado de conservación comunicándose cualquier alteración de los mismos, si las hubiere, a las instancias públicas correspondientes (Ministerio de Cultura), quien se encargará de hacer la correspondiente reclamación al seguro, siempre que se trate de objetos procedentes de un museo público. En el caso de museos privados, se comunicará directamente con la compañía aseguradora contratada.

New Zealand Transport Agency


fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

Espacio Visual Europa (EVE) 

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

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Cultura - Candomblé no Brasil. Cossard era de origem marroquina, mas se encantou pelo Brasil e pelo Candomblé.. --- Culture - Candomble in Brazil. Cossard was of Moroccan origin, but was enchanted by Brazil and Candomblé

Morre Antropóloga Giselle Cossard.  Ela se tornou Mãe de Santo e foi autora de livros sobre a religão


Tese na Sorbonne sobre candomblé.Foto Isabela Kassow/Diadorim Ideias


MÃE GISÈLE DE IEMANJÁ

A antropóloga de família francesa, nascida em Marrocos, e que se apaixonou pelo Brasil e pelo candomblé, Giselle Cossard, faleceu na última quinta-feira (21), aos 92 anos. Ela chegou ao Brasil na década de 60, com o marido diplomata, e se converteu à religião de matriz africana. 

Depois de iniciada, tornou-se mãe de santo e assumiu o nome africano Omindarewa. Giselle abriu um terreiro em Santa Cruz da Serra, na cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, região metropolitana do Rio de Janeiro.

Giselle Cossard também escreveu livros sobre o candomblé, apresentados como teses em universidades da França. Em sua juventude na Europa, ela participou da resistência francesa durante a Segunda Guerra Mundial e atuou como espiã. A mãe de santo morreu de câncer. 

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Filha de franceses, a escritora e antropóloga Gisèle Cossard Binon nasceu no Marrocos, em 1924, e morreu no Rio de Janeiro, em janeiro de 2016. Casou-se com um diplomata, com quem morou oito anos na África. Foi em 1960, contudo, em uma viagem ao Brasil, que sua vida mudou. Conheceu o terreiro de Joãozinho da Gomeia, em Duque de Caxias, onde iniciou-se  no candomblé. "Em uma festa para Iansã, entrei em transe e perdi o controle de mim. Quando acordei já não era mais a embaixatriz, como Pai Joãozinho me chamava", contava a mãe de santo.

Logo em seguida, Gisèle regressou  à França. Em 1970, defendeu tese de doutorado em antropologia, na Universidade de Sorbonne, em Paris, que no Brasil ganhou o título de Awô: O Mistério dos Orixás. Neste período, separou-se do marido e ficou amiga de Pierre Verger, fotógrafo francês e pesquisador do candomblé de Bahia. Em 1972, de volta ao Rio de Janeiro, Gisèle teve como guia o pai de santo baiano Balbino Daniel de Paula, apresentado a ela por Verger.

A antropóloga vivia entre Paris e o Rio de Janeiro enfrentou a família para viver na Baixada Fluminense como mãe de santo. Em 1974, comprou uma casa em Santa Cruz da Serra, onde mantinha o terreiro Ile Axé Atara Magba. "Construí a casa com pau de eucalipto que trouxe da África. Ele é o fundamento do candomblé: tem que plantar pra ter", costumava dizer Gisèle, que venceu o preconceito no Rio por ser uma mãe de santo branca.

Aposentada do serviço público francês em 1980, Mãe Gisèle de Iemanjá iniciou centenas de filhos de santo. "Por conta do excesso de segredos do candomblé, muito de sua essência se perdeu", dizia ela, que lutou para acabar com a interdição de informações sobre a religião de matriz africana. "Infelizmente o candomblé se tornou um show, com muito luxo e etiquetas. Mas ele é uma religião do povo".

Anos antes de falecer, Gisèle apontou sua sucessora. Segundo ela, Iemanjá teria se manisfestado indicando a filha de santo Akindelê, de 40 anos, criada desde pequena no terreiro, como a herdeira no comando do Ile Axé Atara Magba.






fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/atualidades/morre-antropologa-giselle-cossard/?cHash=42e6b554d427d89e9c58bd03e087d2b2

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

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--in via tradutor do google

Culture - Candomble in Brazil. Cossard was of Moroccan origin, but was enchanted by Brazil and Candomblé .. ---

Anthropologist Giselle dies Cossard. She became Mother of Santo and was the author of books on Religion


Thesis at the Sorbonne on candomblé.Foto Isabela Kassow / Diadorim Ideas

MOTHER IEMANJÁ Gisele

The French family anthropologist, born in Morocco, and fell in love with Brazil and the Candomblé, Giselle Cossard, died last Thursday (21), at age 92. She arrived in Brazil in the 60s, with the diplomat husband, and became the religion of African origin.

Once started, it has become holy mother and took the African name Omindarewa. Giselle opened a yard in Santa Cruz de la Sierra, in the city of Duque de Caxias, at Baixada Fluminense, the metropolitan area of ​​Rio de Janeiro.

Giselle Cossard also written books on Candomble, presented as theses at universities in France. In his youth in Europe, she participated in the French Resistance during World War II and served as a spy. The saint's mother died of cancer.

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Daughter of French, the writer and anthropologist Gisèle Cossard Binon was born in Morocco in 1924 and died in Rio de Janeiro in January 2016. He married a diplomat, who has lived eight years in Africa. It was in 1960, however, on a trip to Brazil, his life changed. Johnny met the yard of the Goméia in Duque de Caxias, which began in Candomblé. "At a party for Iansa, went into trance and lost control of me. When I woke up it was no longer the ambassador, as Father Johnny called me", he told the saint's mother.

Soon after, Gisèle returned to France. In 1970, he defended doctoral dissertation in anthropology at the University of Sorbonne in Paris, in which Brazil won the title of AWO: The Mystery of the Orishas. During this period, she separated from her husband and became friends with Pierre Verger, French photographer and Bahia de Candomblé researcher. In 1972, back in Rio de Janeiro, Bahia Gisèle had the saint's father guide Balbino Daniel de Paula, presented to her by Verger.

Anthropologist lived between Paris and Rio de Janeiro faced the family to live in the Baixada Fluminense as holy mother. In 1974, he bought a house in Santa Cruz de la Sierra, where he kept the yard Ile Axe Atara Magba. "I built the house with wooden eucalyptus brought from Africa It is the foundation of Candomblé:. Have to plant to have" used to say Gisèle, who won the prejudice in Rio for being a white saint's mother.

Retired French public service in 1980, Mother Gisèle of Yemanja began hundreds of holy children. "Because of the excess Candomblé secrets, much of its essence was lost," she said, who fought to end the ban on information about the African-based religion. "Unfortunately Candomblé became a show, with much luxury and labels. But it is a religion of the people."

Years before he died, Gisèle pointed his successor. According to her, Yemanja would have manisfestado indicating akindele saint's daughter, 40, created from an early age in the yard, as the heir in charge of the Ile Axe Atara Magba.