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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Peritos atribuem autoria de Bosch a quadro do Museu Nelson-Atkins nos EUA

Especialistas internacionais que estudam há seis anos a obra do pintor Hieronymus Bosch (1450-1516) atribuíram a sua autoria ao quadro "A tentação de Santo António" que se encontra no Museu Nelson-Atkins em Kansas City, nos Estados Unidos.

Jeroen van Aeken, cujo pseudônimo é Hieronymus Bosch,
e também conhecido como Jeroen Bosch, foi um pintor e
gravador Holandês dos séculos XV e XVI


A conclusão foi hoje anunciada em Hertogenbosch, na Holanda, pela equipa internacional de peritos do Projeto de Investigação e Conservação Bosch, que apresentou o relatório final das suas pesquisas, indica o sítio online do jornal The New York Times.

Se a descoberta for aceite por outros especialistas, o quadro deverá juntar-se à lista mundial de 25 obras cuja autoria é aceite como sendo do mestre holandês, que assinou poucas.

Nesta lista encontra-se o tríptico "As tentações de Santo Antão", pintado em 1500, que pertence ao acervo do Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa, examinada e confirmada pelo projeto Bosch em 2011.

Esta obra do património nacional português será emprestada ao Museu do Prado, em Madrid, que vai assinalar a partir de 31 de maio os 500 anos da morte do pintor com uma exposição de 60 obras, entre pinturas e desenhos, e já foi alvo de polémica devido a revelações anteriores do projeto de que seriam expostas obras não atribuídas ao mestre.

De acordo com o sítio online do jornal espanhol El País, que também cita a apresentação do relatório que analisou centenas de obras, a equipa de peritos retirou a autoria de Bosch a três obras que se encontram em Espanha: "As tentações de Santo António Abade" e "Os sete pecados capitais", que se encontram no Museu do Prado, e "Coroação de espinhos", que se encontra no Mosteiro de São Lourenço do Escorial.

A equipa reafirma a opinião sobre "Os sete pecados capitais", que já tinha revelado em novembro último, e que abalou o mundo da arte, atribuindo o quadro a seguidores de Bosch, uma conclusão que o Museu do Prado refutou, na altura.

A nova pintura agora anunciada como sendo da autoria de Bosch está datada de 1500-1510 e tinha sido previamente atribuída à oficina do mestre ou a um dos seus seguidores.

Os peritos basearam-se em estudos e desenhos realizados debaixo das pinturas, a comparação de motivos e detalhes a nível microscópico, relacionando-os com pinturas em que não há dúvidas da autoria do mestre holandês.

O Projeto de Investigação e Conservação Bosch foi criado há seis anos com um orçamento de cerca de três milhões de euros para uma equipa liderada por Matthijs Ilsink estudar e catalogar todos os trabalhos do artista antes do aniversário da morte.

De acordo com o The New York Times, o diretor do Museu Nelson-Atkins, Julián Zugazagoitia disse, em Amesterdão, que "apesar de ser o mesmo quadro, agora é olhado com mais afeto".

"É como se de repente um filho nosso tivesse recebido o Prémio Nobel. Gostamos muito dele como antes, mas podemos gabar-nos mais à família e aos amigos", comentou.

O Museu Nelson-Atkins, que recebe anualmente cerca de meio milhão de visitantes, possui uma coleção com 40 a 50 mil obras de arte destacando-se trabalhos de Caravaggio, Gauguin e Monet.

Com esta atribuição, os Estados Unidos contam com cinco obras de Bosch: o The Metropolitan Museum of Art, a National Gallery of Art, e a Yale University Art Gallery têm pinturas, e a Morgan Library and Museum possui um desenho.

Nascido em Hertogenbosch, cerca de 1450, Jeroen van Aeken, cujo pseudónimo é Hieronymus Bosch, dedicou-se à gravura e pintura, retratando, em muitas das suas obras, cenas de tentação e pecado, com figuras híbridas que vieram influenciar vários movimentos na História da Arte, nomeadamente o Surrealismo.






fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://www.rtp.pt/noticias/cultura/peritos-atribuem-autoria-de-bosch-a-quadro-do-museu-nelson-atkins-nos-eua_n892781

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Pais devem cultivar o hábito de levar os filhos para visitarem museus.

Parque Histórico lança campanha dedicada ao público infantil


A ação integra uma série de atividades que serão lançadas neste ano

Lugar de Criança é no Museu é o tema da nova campanha publicitária da Associação Parque Histórico de Carambeí(APHC)que tem comopropósito atrair o público infantil para a instituição cultural. A ação integra uma série de atividades que serão lançadas neste ano e expõe a preocupação da entidade com a educação.

Felipe Pedroso, Historiador da APHC, conta que a associação está preparando uma série de trabalhos pedagógicos com o intuito de democratizar o acesso da comunidade ao conhecimento que se encontra nas instituições culturais. A campanha Lugar de Criança é no Museu está associada as seguintes atividades que serão lançadas pela APHC: Teatro de Fantoches, Cartilha de Aproveitamento de Visitação Pedagógica e oParque nas Escolas. “O Parque está intensificando suas atividades para um dos principais pilares dos espaços museais que é a educação. Com isso, todos temos a ganhar, a comunidade pedagógica, própria instituição e a sociedade como todo”, afirma o historiador.

Para o estagiário do Núcleo de História e Patrimônio da APHC, Lucas Kugler, instituições culturais possuem atividades para todas idades e os pais devem aproveitar para levar os filhos ao museu, pois neste ambiente é possível proporcionar aos pequenos um conhecimento diferenciado.“O museu não é só um espaço recreativo e dedicado à preservação, criação e disseminação de memória, ele também possui caráter pedagógico e de natureza lúdica. Seu conteúdo serve como estímulo, que desde cedo, pode incentivar a criança ao aprendizado por meio das sensações que dialogam com a sua curiosidade”, contaLucas .

Turismo ou simplesmente por lazer, independente da razão, os pais devem cultivar o hábito de levar os filhos para visitarem museus. Quanto antes as crianças começarem a frequentar instituições culturais melhor será, pois jovens que visitam tais ambientes tem uma percepção superior das demais assegura Elizabeth Johansen, professora do Departamento de História da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e doutoranda em Geografia. “Quando os pais levam seus filhos a um museu, qualquer tipo de museu, estão desenvolvendo uma atividade educativa, mesmo que não tenha claro este objetivo, pois esses pais estão oportunizando aos seus filhos conhecer algo diferente do que eles estão acostumados, do que eles já conhecem. Quando essa prática é iniciada desde cedo as crianças se tornam mais receptivas à compreensão do que lhes é diferente, ou seja, são crianças que são educadas para não serem bitoladas, limitadas culturalmente falando”, finaliza Elizabeth.




fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

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Museus do estilista Yves Saint Laurent abrirão em Paris e no Marrocos.

Yves Saint Laurent foi um estilista francês que fez parte do mundo da alta costura do século XX. Assumidamente homossexual, Yves viveu boa parte da sua vida ao lado do seu companheiro Pierre Bergé - mesmo depois de separados, em 1976, ambos mantiveram a parceria que fundou a marca YSL. Hoje, mais de 50 anos após a consolidação da casa de moda, Bergé anunciou a fundação de dois museus em memória do estilista, um em Paris e outro em Marraquexe, Marrocos. Morto em 2008, aos 71 anos, o estilista considerado um gênio da moda teve dois filmes lançados sobre sua vida nos últimos anos.


O portal do The Telegraph revelou que a Fundação Pierre Bergé - Yves Saint Laurent está financiando o lançamento de dois museus em 2017, em Paris e Marraquexe. As duas cidades fizeram parte da história do estilista, uma vez que foram onde Yves fixou residência durante seu processo de criação. 

A Mansão na Avenida Marceau de Paris, onde o estilista manteve seu ateliê de criação por muitos anos, será o espaço onde habitará o primeiro museu. Com o espaço duplicado e a decoração restaurada para ficar igual ao ateliê original, o local abrigará o estúdio de criação, salão de costura, roupas, croquis e fotografias dos modelos criados por YSL. Por ter catalogado todo o seu trabalho, a Fundação herdou cerca de 40 anos de trabalho resgistrado, 5 mil modelos prontos e 15 mil acessórios. 

Quando Yves descobriu Marraquexe, em 1996, ele ficou encantado com o lugar e decidiu comprar uma residência na cidade, onde visitava regularmente. O museu em Marrocos será um espaço de memória e lembrança do estilista, que contará também com uma biblioteca para pesquisa, um café e um restaurante.





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MUSEO LOCAL: DESARROLLO DEL PLAN DE MARKETING. - · en GESTIÓN, MUSEO, OPINIÓN. ·

Los museos nos muestran el pasado, nos ofrecen explicaciones y exposiciones de la Historia. A menudo, las técnicas de gestión de los museos locales también parecen estar ancladas en el pasado. Un administrador/a o gestor/a de un museo pasa, por término medio, más tiempo revisando el pasado que reflexionando sobre el presente y futuro del museo. La gestión en combinación con el desarrollo y ejecución de un plan de marketing son actividades muy dinámicas que requieren una constante atención de los responsables del museo local. Sin ser soluciones milagrosas para acabar con los males de un museo poco visitado, los planes de marketing son algo imprescindible, y que deben formar parte de una buena gestión.

Surfrider Foundation

“Para que el futuro sea una realidad, uno debe querer hacer algo nuevo. […] Uno debe querer decir: esto es lo que debe ocurrir […] trabajaremos para que esto ocurra […] es una actividad racional… Y es menos arriesgado que dejarse llevar por la cómoda suposición de que nada va a cambiar, menos arriesgado que seguir la afirmación de que lo que es más probable que suceda, es lo más deseable.”(Drucker, 1967).

NY Festivals- Schattdecor

La definición normalizada del término “plan” es “preparar por adelantado”. Ordenar por adelantado las prioridades es el aspecto esencial del marketing y la función principal de la gestión, ya sea en museos o en cualquier otra parte. Una vez establecida la “misión” del museo, las consecuencias de esa decisión deben ser comprendidas y deben responder al establecimiento de una estrategia.

Wolks

Los planes, tanto los corporativos como los de marketing, son modificables, pero creemos que deben mantenerse inalterables al menos el primer año. La evolución de las necesidades en el tiempo, así como las prioridades, los gastos y las circunstancias externas, obligarán a hacer reajustes en el plan, eso seguro, pero hay que evitar en la medida la modificación de los ejes principales en los objetivos del plan.

Miami Ad School

Sin embargo, nosotros aconsejamos no observar el futuro desde demasiada lejanía, el tiempo no es algo eterno y mucho menos para un museo. La misión es la base fundamental de cualquier iniciativa en un futuro a medio plazo. Son muchas las teorías planteadas y sugeridas para llevar un plan de marketing a buen fin. Por ejemplo, el libro “Forward planning manual” dirigido a museos y a instituciones de corte cultural, publicado por la Museums and Galleries Commission y por la HMSO, intenta aportar principios y directrices prácticas. Manejando una visión realista, está pensado para responder a un cliclo de vida de unos cinco años, lo que nos parece una decisión correcta. El manual pone de manifiesto una aparente paradoja de que el plan maestro, aunque sea la tarea más importante, es transitorio: aconseja que sea rehecho de nuevo cada año, cada cinco años y cada década posterior.

Raconteur Walks

No vamos a intentar aquí mostrar un esquema detallado para un plan de marketing de un museo local; podréis encontrar un esquema muy útil en la directriz 16 de la AIM (Bryant, 1988) aun vigente. Es un esquema que deberá adaptarse a la naturaleza de cada institución. Eso sí, podemos resaltar lo que entendemos son los puntos más importantes de este esquema (los publicaremos en el artículo de mañana).

Marketing Network Brazil

La administración pública y demás organismos que tienen responsabilidades en la ayuda financiera a los museos locales esperan planes de futuro de estos últimos. Los consejos administrativos públicos en el área de museos, que han revisado constantemente estos procesos, pueden enseñar su experiencia a quien la quiera y ofrecer consejo. La planificación es igual de esencial para los museos pequeños, e incluso para las asociaciones de amigos de los museos, todo aquel relacionado con su gestión y búsqueda de éxito. La presunción de que todos los museos conocen estos modelos de gestión no existe. Los planes de marketing deben realizarse ineludiblemente, como decíamos, sin excepción.

The Potato Coalition of Manitoba




fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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