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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Museu do Diamante. Minas Gerais, Brasil, sedia festival internacional de música histórica. --- Diamond Museum. Minas Gerais, Brazil, hosts international historical music festival.

Concertos, aulas-espetáculo, minicursos, debates e saraus compõem o programa geral do festival, que além do Museu do Diamante se espalhará por outros centros culturais, igrejas e lugares históricos de Diamantina.

em Minas Gerais, Brasil,
local do evento internacional.


O Museu do Diamante será palco da segunda edição do Festival Internacional de Música Histórica a partir desta sexta-feira (19). O museu fica na cidade histórica de Diamantina, em Minas Gerais.

Realizado pelo Ministério da Cultura através da Lei Rouanet, com o apoio do Instituto Brasileiro de Museus e outras instituições, o festival oferecerá a músicos e público em geral, durante dez dias, uma vasta programação gratuita em torno de um conceito ampliado da chamada “Música Antiga”, entrelaçado à história da musicalidade brasileira.

Este ano, o festival traz como tema “De la Mancha ao Sertão: o Ibérico na tradição musical do Brasil”. A ideia é, a partir da inspiração de Dom Quixote, personagem-símbolo da mitologia ibérica, mergulhar nas influências e contribuições da produção cultural Ibérica na construção da musicalidade armorial do sertão brasileiro.

Concertos, aulas-espetáculo, minicursos, debates e saraus compõem o programa geral do festival, que além do Museu do Diamante se espalhará por outros centros culturais, igrejas e lugares históricos de Diamantina.

Como explica o diretor artístico do evento, Marco Brescia, o festival pretende “transpor as agrestes paisagens manchegas ao infinito Sertão do Brasil, onde as tradições tardo-medievais da velha Ibéria se fazem iniludivelmente presentes”.

As inscrições gratuitas para a programação oferecida podem ser feitas através do site do II Festival Internacional de Música Histórica de Diamantina, que segue até o próximo dia 28.



Portal Brasil com informações do Ibram

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

Vamos compartilhar.



--in via tradutor do google
Diamond Museum. Minas Gerais, Brazil, hosts international historical music festival.

Concerts, lessons-show, mini-courses, debates and soirees included in the general program of the festival, which in addition to the Diamond Museum will spread to other cultural centers, churches and historical places of Diamantina.

The Diamond Museum will host the second edition of the International Festival of Historical Music from this Friday (19). The museum is located in the historic city of Diamantina, in Minas Gerais.

Conducted by the Ministry of Culture through the Rouanet Law, with support from the Brazilian Institute of Museums and other institutions, the festival will offer musicians and the general public, for ten days, a wide free programming around an expanded concept of the "Music old ", interwoven with the history of the Brazilian musicality.

This year, the festival brings the theme "De la Mancha to the backwoods: Iberian in Brazil's musical tradition." The idea is, from the Don Quixote of inspiration, character, symbol of the Iberian mythology, dive into the influences and contributions of the Iberian cultural production in the construction of armorial musicality of Brazilian backlands.

Concerts, lessons-show, mini-courses, debates and soirees included in the general program of the festival, which in addition to the Diamond Museum will spread to other cultural centers, churches and historical places of Diamantina.

Explains the artistic director of the event, Marco Brescia, the festival aims to "cross the rugged landscapes Mancha to infinity backlands of Brazil, where the late-medieval traditions of the old Iberia are made unmistakably present."

The free registrations for programming offered can be made through the website of the International Festival II Historical Music of Diamantina, which will continue until the 28th.

Neokoolt was founded, as a group of 3 members, in 2009 when we have “discovered the last unexplored treasure on earth” - the Cucuteni culture.

The main reason for us as a team was in fact this amazing culture that is almost unknown for the rest of the world. 



We started searching through materials about Cucuteni and old Europe civilizations but we found little known facts; then came the idea to make a facebook page. We started making photos and videos on this topic and people were very interested in knowing more about Old Europe History.

After 3 years of activity on awarness campaings and promoting the culture we established Neokoolt NGO in october 2013.

We are committed to a process of continuous improvement in order to increase the quality of our education and research materials .


We have a lot of work : we send emails to all the pages and sites about Ancient Civilizations to point out the missing period in our world history - the neolithic age in Europe.. We are also involved in archaeological projects, museum photography, ceramic workshops, art exhibitions, conferences and tourism .

Our main target, for 2016, is making “The Lost World Of Old Europe” documentary that we think will be a movie that will solve the problem of awarness, at least online. Our goal is to achive the NGC quality standard for TV stations. It’s a big and complex project for us, maybe a little bigger than we have expected.



We still believe in miracles

video



Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti



colaboração: 
Gabriela Mangirov

Romênia 


http://www.neokoolt.com/#!about_us/csgz

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Vamos compartilhar.






--br via tradutor do google
Neokoolt foi fundada, como um grupo de 3 membros, em 2009, quando temos "descoberto o último tesouro inexplorado na terra" - a cultura Cucuteni.

A principal razão para nós como uma equipe foi, de facto, essa cultura incrível que é quase desconhecido para o resto do mundo.



Começamos a pesquisar através de materiais sobre Cucuteni e civilizações antigas Europa, mas que encontramos fatos pouco conhecidos; em seguida, veio a idéia de fazer uma página de facebook. Começamos a fazer fotos e vídeos sobre este tema e as pessoas estavam muito interessados ​​em saber mais sobre história antiga Europa.

Após 3 anos de atividade em campaings awarness e promover a cultura estabelecemos Neokoolt ONG em outubro de 2013.

Estamos comprometidos com um processo de melhoria contínua, a fim de aumentar a qualidade dos nossos materiais de ensino e pesquisa.


Temos um monte de trabalho: enviamos e-mails para todas as páginas e sites sobre civilizações antigas para apontar o período em falta na nossa história do mundo - o período Neolítico na Europa .. Também estamos envolvidos em projetos arqueológicos, Museu da Fotografia, oficinas de cerâmica , exposições de arte, conferências e turismo.

O nosso principal objectivo, para 2016, está fazendo "The Lost World Of Velha Europa" documentário que nós pensamos que vai ser um filme que vai resolver o problema do awarness, pelo menos online. Nosso objetivo é achive o padrão de qualidade NGC para estações de TV. É um projeto grande e complexo para nós, talvez um pouco maior do que se esperava.

Museu holandês Rijksmuseum altera títulos de obras e exclui termos racistas. --- Dutch museum Rijksmuseum change titles of works and exclude racist terms

Palavras como “negro”, “mouro” e “escravo” foram retiradas. Para Professora da USP, atitude do museu é acertada e visa respeito à diversidade.





O célebre Rijksmuseum, em Amsterdam, reúne um dos mais preciosos acervos de arte da Europa: a história da arte holandesa está lá, mas não apenas. As peças de arte asiática presentes no local contam também sobre o extenso império colonial que o país batavo construiu ao longo dos séculos. A empreitada pelos oceanos fez com que o pequeno país travasse contato com regiões, povos, culturas e animais da África, Ásia, Oceania e América. O resultado dessa troca cultural pode ser observado em diversas obras expostas no museu: negros, indígenas e asiáticos são personagens nada raros retratados nas pinturas.

O museu, no entanto, tem mudado a forma de “apresentar” esses personagens ao grande público. Após queixas de minorias que se sentiam incomodadas com o uso de alguns termos presentes nos títulos das obras, palavras como “Mouro”, “Anão”, “Escravo” e “Selvagem” desapareceram dos títulos das obras. A carga imperialista e racista que muitas delas carregavam fazia com que as minorias que frequentavam o museu não se sentissem à vontade no local. Conforme explicou o diretor de comunicação do museu em reportagem ao jornal português Público, “as minorias também têm de se reconhecer num museu nacional, nas histórias que ele conta. Não queremos ser um museu só para brancos, onde outras etnias não se vejam, onde alguém sinta que tem a obrigação de escrever um manifesto contra o racismo por causa de uma legenda”.

Para Marina de Mello e Souza, professora de História da África da USP, a medida é necessária e se trata de uma readequação da linguagem aos tempos atuais: “A mudança proposta não me parece ser um anacronismo e sim uma adaptação da língua ao tempo atual, pois a língua é viva, os significados das palavras se alteram ao longo dos tempos e o que o museu está fazendo é uma adequação dos títulos ao tempo presente” explica. Os títulos dos trabalhos, segundo a professora, também não são produtos da época das pinturas. “Muitas das obras tiveram seus títulos atribuídos posteriormente à sua produção, portanto em contextos diferentes dos quais foram produzidas.”

A atitude do Rijks também não se trata de um caso isolado. Muitos museus atualmente vêm repensando a forma como expõe seus acervos, de modo a não mostrarem apenas o ponto de vista do europeu e do colonizador, mas também da cultura subjugada. Marina traz exemplos, como o Musée du Quai Branly, que hoje abriga coleções de arte africana e da Polinésia antes expostas no Museu do Homem. Enquanto no antigo museu os objetos eram tratados como pertencentes a culturas primitivas, no atual são tratadas como obras de arte, explica a professora.

Um caso mais extremo já foi explorado pelo Museu da África Central, na Bélgica, que mostrava o Rei Leopoldo II como um herói que havia trazido a civilização para a região da bacia do Rio do Congo, quando na verdade houve ali um verdadeiro genocídio. Atualmente o museu está fechado e sua proposta museológica totalmente reformulada a fim de tratar a produção material do acervo a partir de suas culturas de origem. No caso brasileiro, a professora vê o Museu Afro Brasil como um importante passo na ruptura com o olhar eurocêntrico sobre a cultura africana.

Marina acredita, portanto, que a Holanda “sai na frente ao buscar tratar a diversidade de forma não preconceituosa”. Para ela, não se trata de mudar o texto de uma obra literária, que nesse caso deve ser, sim, contextualizada para ser discutida com o público. “É fundamental adaptarmos a linguagem ao tempo que vivemos e trabalhar sempre para buscar uma convivência harmônica entre os diferentes, em um ambiente de tolerância e respeito mútuo. Se percebemos que uma palavra pode ser ofensiva a um grupo de pessoas, devemos substituí-la por outra que não o seja” conclui.






Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

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--in via tradutor do google
Dutch museum Rijksmuseum change titles of works and exclude racist terms

Words such as "black", "Moorish" and "slave" were dropped. For Professor at USP, the museum's attitude is right and seeks respect for diversity

The famous Rijksmuseum in Amsterdam, brings together one of the most precious European art collections: the history of Dutch art is there, but not only. The pieces of Asian art on site also rely on the extensive colonial empire the Batavian country built over centuries. The undertaking by the oceans has made the small country caught contact regions, peoples, cultures and animals from Africa, Asia, Oceania and America. The result of this cultural exchange can be seen in various works on display: blacks, Indians and Asians are nothing rare characters portrayed in the paintings.

The museum, however, has changed the form of "present" these characters to the general public. After complaints from minorities who felt uncomfortable with the use of some terms in titles of works, words like "Moor", "Dwarf", "Slave" and "Wild" disappeared from the titles of the works. The imperialist and racist charge that many of them were carrying meant that minorities who attended the museum did not feel at ease on site. As explained by the museum's communications director in a report to the Portuguese newspaper Público, "minorities must also be recognized in a national museum, the stories he tells. Not want to be a museum all-white, where other ethnic groups do not see where someone feels that is required to write a manifesto against racism because of a legend. "

Marina de Mello e Souza, professor of history of Africa's USP, the measure is necessary and it is a readjustment of language to modern times: "The proposed change does not seem to be an anachronism but a language adapted to the present time because the language is alive, the meanings of words change over time and what the museum is doing is an adaptation of the titles to the present time, "he explains. The titles of the works, according to the teacher, are not products of the age of the paintings. "Many of the works had their titles later assigned to its production, so in different contexts of which were produced."

The Rijksmuseum's attitude also this is not an isolated case. Many museums have currently rethinking the way expose their collections in order to not only show the point of view of European and colonizer, but the subdued culture. Marina brings examples, such as the Musée du Quai Branly, which today houses collections of African art and Polynesia before exhibited in the Museum of Man. While in the old museum objects were treated as belonging to primitive cultures in today are treated as works of art, he explained.

A more extreme case has been investigated by the Central Africa Museum in Belgium, showing King Leopold II as a hero who had brought civilization to the region of the Congo River basin, when in fact there was a real genocide. Currently the museum is closed and its museum proposal completely redesigned to address the production assets of the material from their cultures of origin. In Brazil, the teacher sees the Museu Afro Brazil as an important step to break with the Eurocentric look at African culture.

Marina believes, therefore, that the Netherlands' takes the lead in seeking to treat the diversity of unprejudiced way. " For her, it is not to change the text of a literary work, in which case it should be, yes, contextualized to be discussed with the public. "It is essential adapt the language to the time that we live and work always to seek a harmonious coexistence between different in a climate of tolerance and mutual respect. If we realize that a word can be offensive to a group of people, we must replace it with one that is not "concludes.





Museu de Toronto distingue trabalhos de lusodescendentes sobre "Ser Português"

Os prémios do concurso "Ser Português", do Real Canadian Portuguese Historical Museum, que contou com 30 alunos lusodescendentes, foram hoje entregues em Toronto.



O concurso foi criado com o objetivo de incentivar os lusodescendentes, no Canadá, a terem orgulho em "Ser Português", como hoje disse à agência Lusa um elemento da organização.

"Tivemos 30 participantes, concorrendo mais alunos do primeiro e segundo ciclos do Ensino Básico, enquanto, do ensino profissional e universitário, participaram apenas quatro estudantes", disse a presidente do Real Canadian Portuguese Historical Museum, Suzy Soares.

O concurso 'Ser Português' decorreu até ao dia 31 de dezembro de 2015, foi dirigido a estudantes de três escalões, e teve hoje a sua cerimonia da entrega de prémios no museu de Toronto.

Segundo a organização, os jovens lusodescendentes que participaram no concurso têm "orgulho das suas raízes, em serem portugueses, o objetivo do concurso".

Os trabalhos foram analisados por uma comissão nomeada pelo museu.

Isabel Domingos venceu o prémio destinado a estudantes universitários, dos 18 aos 22 anos, no valor de 500 dólares canadianos (cerca de 326 euros).

Mónica Gomes Gonçalves, Vitória Saraiva Ferreira e Raquel Araújo Lima, alunas da Escola Lusitânia de Toronto, venceram a categoria destinada a alunos do primeiro e segundo ciclos do Ensino Básico, dos oito aos 12 anos de idade, com um prémio de 200 dólares canadianos (perto de 131 euros).

"No fundo, ['Ser Português'] é termos orgulho no país dos nossos pais, que também é o nosso, falarmos português em casa, gostarmos da cultura portuguesa e não termos vergonha de sermos portugueses", explicou uma das vencedoras, Isabel Domingues, aluna de Tradução e Comunicação da Universidade de York, no norte de Toronto.

A estudante universitária salientou que o seu trabalho abordou as dificuldades que os pais tiveram na integração, no Canadá, através da língua, e no tempo que tiverem de esperar "para conseguirem emprego".





Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

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