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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

The Contemporary Art Museum, Kumamoto, Japan, finds itself in the heart of the city and will beat and pulse with the people as they gather and disperse into their separate and shared lives.

What is contemporary art? It can be defined as any and every creative work fashioned out of this ever-changing world in which we live. Out of the totality of art born at any given time, there are some works which may surprise one with their atypical ideas or expressions; but these are of course only genuine reflections of our present age.

(C)Sumo Museum (Tokyo)

The Contemporary Art Museum, Kumamoto is committed to being adaptive with its handling of the rich and varied artworks out there and aims to introduce the versatility of contemporary art as it is intertwined with tradition and history.

The social role of art is being re-evaluated globally, and art culture as a whole continues to gain significance. Indeed, we now know that art does not merely animate cities, it drastically changes them. I for one am confident that art will become a more intimate part of our lives more so than ever before.


Utamaro Kitagawa, A Woman playing a Poppin, 38.6x25.5cm,1971 (C)Sakima Art Museum (Okinawa)


Alongside comparatively recognizable works of established artists and styles, the museum promises to offer no shortage of avant-garde exhibitions and events, where visitors can encounter radically new colors, forms, lights and sounds.

Art permeates every aspect of our lives and has an uncanny ability to unite all individuals and peoples. Our mission is to harness the power of art in order to make this city even richer and more wonderful. The Contemporary Art Museum, Kumamoto finds itself in the heart of the city and will beat and pulse with the people as they gather and disperse into their separate and shared lives.







Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

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Moscou ganhará museu dedicado a Mao Tsé Tung. --- In July, a museum dedicated to Mao Zedong will open its doors in the Russian capital

Documentação para projeto já foi aprovada e material chegará diretamente de Pequim.

Líder estampará paredes de propriedade que recebeu reunião do partido comunista chinês em 1928



Em julho, um museu dedicado a Mao Tsé Tung abrirá as portas na capital russa, de acordo com comunicado divulgado no portal oficial da prefeitura de Moscou.

Segundo o chefe do Mosgornasledie, departamento de patrimônio da cidade de Moscou, Aleksêi Emelianov, a documentação para a realização do projeto já foi aprovada.

O museu será instalado no prédio que anteriormente abrigou o museu-propriedade do cientista e magnata Aleksêi Ivánovitch Mússin-Púchkin.

O local foi escolhido a dedo: em 1928, o edifício recebeu o 6° Congresso do Partido Comunista da China. Foi o único congresso do partido ocorrido fora do país.

O material exposto no museu virá diretamente de Pequim. Assim, as paredes das salas reformadas receberão fotos do líder comunista Mao Tsé Tung, assim como de outros presentes no congresso de 1928, cartazes do partido em chinês etc.

No primeiro andar da propriedade, será possível assistir a documentários que contarão mais detalhes da história aos visitantes.

A construção tornou-se Centro Cultural Chinês em setembro de 2013, durante reunião paralela ao G-20 entre o presidente russo Vladímir Pútin e seu homólogo chinês. O acordo então assinado é válido por 49 anos.







Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://gazetarussa.com.br/sociedade/2016/02/18/moscou-ganhara-museu-dedicado-a-mao-tse-tung_568967

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--in via tradutor do google
In July, a museum dedicated to Mao Zedong will open its doors in the Russian capital, according to a statement on the official website of the Moscow City Hall.

According to the head of Mosgornasledie, heritage department of the city of Moscow, Alexei Emelianov, the documentation for the realization of the project has already been approved.

The museum will be installed in the building that previously housed the museum-estate mogul and scientist Alexei Ivanovich Mussin-Pushkin.

The place was handpicked: in 1928, the building received the 6th Congress of the Communist Party of China. Was the only party congress occurred outside the country.

The materials in the museum come directly from Beijing. Thus, the walls of the renovated rooms will receive photos of Communist leader Mao Zedong, as well as other gifts in 1928 Congress, party posters in Chinese etc.

On the first floor of the property, you can watch documentaries that will tell more details of the story to visitors.

The building became Chinese Cultural Center in September 2013, during parallel meeting to the G-20 between Russian President Vladimir Putin and his Chinese counterpart. The then signed agreement is valid for 49 years.

Artistas coloniais ganham destaque em exposição no Museu de Arte Sacra em São Paulo.

O Museu de Arte Sacra, na capital paulista, apresenta a exposição “Mestres Santeiros Paulistas do Século XVII”, que traz esculturas de santos feitas por artistas do estado de São Paulo. São 54 peças, feitas em barro e madeira, do colecionador Ladi Biezus, que, nos últimos 46 anos, utilizou as características escultóricas para determinar qual seria o mestre que produziu cada uma dessas obras ao longo do século XVII.

“São peças paulistas, produto da arte colonial paulista. Vários mestres foram identificados. Um deles é o Frei Agostinho de Jesus, que é o mais importante deles todos. É atribuída a ele a feitura da Nossa Senhora da Conceição Aparecida, que é a padroeira do Brasil, e é a imagem que está no santuário”, disse a curadora da exposição Maria Inês Lopes Coutinho. Segundo ela, na mostra, há peças do Frei Agostinho de Jesus, feitas no mesmo período.

A construção do acervo começou em 1970, com a aquisição de uma Santa Gertrudes. A partir daí, as obras foram sendo incluídas no acervo sob o critério fundamental de serem imagens paulistas. Mais de 45 anos depois, Ladi Biezus iniciou uma pesquisa para separar as peças de acordo com traços em comum, que poderiam identificar e agrupar as esculturas por suas origens.

Há mestres que não foram identificados pelo nome nem pela data de nascimento e morte, mas que tiveram suas obras divididas somente com base nas características técnicas e estilísticas. “Foram separados grupos e foram dados nomes, que são atribuições a partir dessas questões estéticas. Por exemplo, tem o Mestre do Cabelinho Xadrez, porque ele dava um tratamento especial nos cabelos, então todas essas imagens [com semelhanças] pertencem ao mesmo agrupamento”, disse a curadora.

O trabalho do colecionador não é baseado em uma ciência exata, são observações e estudos a partir das próprias esculturas. De acordo com Maria Inês, “[o colecionador] faz uma proposição, não é uma verdade absoluta, mas a partir disso é que podemos desenvolver um estudo mais aprofundado sobre esse tempo e essas ideias”.

“Conseguimos identificar vários mestres desse período, e isso é um trabalho inédito. É um trabalho que foi desenvolvido pelo colecionador no contato com as obras ao longo de 40 anos”, comemorou a curadora. Para ela, é muito importante que uma coleção particular esteja aberta à visitação pública. Antes, somente o próprio colecionador, sua família e amigos podiam desfrutar das obras. Nessa exposição, a sociedade poderá tomar conhecimento da arte produzia no estado durante o século XVII.

A exposição fica em cartaz entre 20 de fevereiro e 29 de maio, no Museu de Arte Sacra, na avenida Tiradentes, região da Luz. Os ingressos custam R$ 6 e estudantes pagam meia entrada. A entrada é gratuita aos sábados. Idosos acima de 60 anos, crianças até sete anos, professores da rede pública (com identificação e com até 4 acompanhantes) não pagam a visitação.







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One of the residences of Jimi Hendrix is open to the public as a museum dedicated to the guitarist, after a renovation that cost more than EUR 3 million.

The flat on the upper floors of 23 Brook Street was found by Jimi’s girlfriend Kathy Etchingham from an advert in one of the London evening newspapers in June 1968 while he was in New York. He moved in briefly in July before returning to the United States for an extensive tour. He spent some time decorating the flat to his own taste, including purchasing curtains and cushions from the nearby John Lewis department store, as well as ornaments and knickknacks from Portobello Road market and elsewhere. He told Kathy that this was ‘my first real home of my own’.





He returned to Brook Street in January 1969 and almost immediately launched into an exhaustive series of press and media interviews and photo shoots in the flat. On 4 January he made his infamous appearance on the BBC Happening for Lulu TV show, and gave his two Royal Albert Hall concerts in February. In March he was back in New York again and although Kathy remained at Brook Street for a while longer Jimi did not live there again.

Over the years the flat was used as office space until it was taken over in 2000 by the Handel House Trust. The intention of the Trust at the time was to restore the Hendrix flat alongside the restoration of Handel’s house next door at 25 Brook Street, but this proved to be unachievable at the time. Instead, the space became the administrative offices of the Handel House Museum. From 2006 to 2013 the rooms were opened to the public as part of the Open House Weekend, and in 2010 as part of the exhibition Hendrix in London they were open to visitors for 12 days.

In 2014 the Handel House Trust was awarded a Heritage Lottery Fund grant to restore the Hendrix Flat permanently, as well as creating a new studio space and improving visitor facilities. The Flat will open to the public on Wednesday 10 February 2016.


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About Hendrix
Jimi Hendrix at 23 Brook Street


Jimi Hendrix in his 23 Brook Street flat ©Barrie Wentzell

Brought to London by manager Chas Chandler in September 1966, Jimi Hendrix quickly established a reputation as a spectacular live performer, based on an intensive period of playing in London clubs, as well as venues across the UK, often delivering more than one set per night. The success of his first two single releases, Hey Joe (December 1966) and Purple Haze (March 1967), and his first album with the Jimi Hendrix Experience, Are You Experienced? (May 1967), coupled with the reputation established by his UK shows, led to fame; ensuring that when he returned to play shows in the USA, only nine months after he had arrived in London, he was already a European star.

After spending much of 1968 recording and touring in the USA, Hendrix returned to London, moving into an upstairs flat in 23 Brook Street which his then girlfriend Kathy Etchingham had rented for them that summer.

Kathy had completely furnished the flat with their joint possessions and new purchases, including curtains and carpets from John Lewis on Oxford Street.

For the next three months Hendrix used the flat as his base, giving interviews there, writing new songs, and preparing for his February concerts at the Royal Albert Hall. On learning that Handel used to live next door he went with Kathy to the One Stop Record Shop in South Molton Street and bought some classical albums – including Handel’sMessiah and Water Music.

For Hendrix, Brook Street was the doorstep to the London music scene of the late 60s. His flat was a short stroll from legendary venues like the Marquee, the Speakeasy and The Scotch of St James and he would spend many evenings wandering from club to club looking for a chance to play.

On 14 September 1997, 23 Brook Street was chosen for an English Heritage Blue Plaque commemorating his life and work. It is the only officially recognised Hendrix residence in the world.

Handel House opened in November 2001 and the Hendrix Flat is due to open on Wednesday 10 February 2016.

For Hendrix, Brook Street was the doorstep to the London music scene of the late 60s.



Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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Музей А. Гагарина русском. ( 12 апреля 1961 - 27 марта 1968 ) --- Museu Gagarin da Rússia. (12 de abril de 1961 - 27 de março de 1968)

12 апреля 1961 года Юрий Гагарин стал первым человеком в мировой истории, совершившим полёт в космическое пространство.


Ракета-носитель «Восток» с кораблём «Восток», на борту которого находился Гагарин, была запущена с космодрома Байконур. После 108 минут полёта Гагарин успешно приземлился в Саратовской области, неподалёку от города Энгельса. Начиная с 12 апреля 1962 года, день полёта Гагарина в космос был объявлен праздником — Днём космонавтики.



Первый космический полёт вызвал большой интерес во всём мире, а сам Юрий Гагарин превратился в мировую знаменитость. По приглашениям зарубежных правительств и общественных организаций он посетил около 30 стран. Много у первого космонавта было поездок и внутри Советского Союза. В последующие годы Гагарин вёл большую общественно-политическую работу, окончил академию им. Жуковского, работал в ЦПК и готовился к новому полёту в космос.

27 марта 1968 года Юрий Гагарин погиб в авиационной катастрофе вблизи деревни Новосёлово Киржачского района Владимирской области, выполняя учебный полёт на самолёте МиГ-15УТИ под руководством опытного инструктора В. С. Серёгина. Причины и обстоятельства авиакатастрофы остаются не вполне выясненными и на сегодняшний день.

В связи с гибелью Гагарина в Советском Союзе был объявлен общенациональный траур (впервые в истории СССР в память о человеке, не являвшемся главой государства). В честь первого космонавта Земли был переименован ряд населённых пунктов (включая его родной город — Гжатск), названы улицы и проспекты. В разных городах мира было установлено множество памятников Гагарину.






Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


colaboração: 

Anna Sarkisyan from Russia.

http://www.museum.ru/M717

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