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quinta-feira, 10 de março de 2016

Technologies de l'infiniment petit au Musée de la civilisation, Québec

Le Musée de la civilisation se penche sur les nanotechnologies, les technologies de l'infiniment petit, avec une nouvelle exposition qui explore le potentiel du phénomène et les préoccupations qu'il suscite.



Intitulée Nanotechnologies: l'invisible révolution, l'exposition propose un voyage dans cet univers qui semble relever de la science-fiction, mais qui fait aussi partie de notre quotidien. Cosmétiques, appareils électroniques, équipements sportifs, traitements médicaux, et même la nature utilisent des nanotechnologies, souligne Anouk Gingras, chargée de projet de l'exposition.



« On a voulu présenter le fait que les nanotechnologies sont partout, parfois dans des produits autour de nous, mais parfois, de façon tout à fait naturelle. On a des geckos vivants par exemple qui au bout de leurs pattes, ont des nanostructures qui leur permettent d'adhérer à n'importe quelle surface », illustre-t-elle.

L'exposition aborde les espoirs que génèrent les nanotechnologies avec, par exemple, le développement de nouvelles formes d'énergies ou dans les traitements contre le cancer.

Les visiteurs sont appelés à se prononcer sur
 l'utilisation des nanotechnologies. Photo : ICI Radio-Canada


Des espoirs et des inquiétudes

Les nanotechnologies soulèvent aussi bien des inquiétudes. Leurs effets sur la santé ou sur l'environnement sont encore méconnus, mentionne Mme Gingras. L'exposition tente de faire le point sur les connaissances jusqu'à présent, tout en faisant réfléchir les visiteurs.

« L'objectif de l'exposition est un peu de faire réfléchir les gens et de les faire se positionner par rapport aux nanotechnologies et dire : "informez-vous, lisez, apprenez à les connaître davantage". Ça va permettre aux gens de mieux y réfléchir et mieux savoir ce qu'on veut aussi dans la société comme développement technologique », avance me Gingras

D'ailleurs, tout au long du parcours, les visiteurs sont appelés à se prononcer sur l'utilisation des nanotechnologies à l'aide d'un petit canard muni d'une micropuce.

L'exposition Nanotechnologies : l'invisible révolution est présentée au Musée de la civilisation à compter de mercredi jusqu'au 2 avril 2017.





Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://ici.radio-canada.ca/regions/quebec/2016/03/08/011-nanotechnologie-musee-civilisation-exposition.shtml

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.


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O Chaplin’s World – The Modern Times Museum, está situado em Manoir de Ban, na chamada Riviera Suiça, na casa do século XVIII onde Charlot viveu os últimos 25 anos de vida.

O Museu de Charlie Chaplin abre a 17 de Abril, na Suíça, e conta com dois modelos Jaeger-LeCoultre oferecidos ao actor e realizador, entre muitas outras atracções. 



O projecto do arquitecto suíço Philippe Meyle e o investimento superior a 50 milhões de francos suíços (cerca de 41 milhões de euros) deram forma a um espaço museológico, com cerca de 14 hectares, que inclui centro de interpretação e parque temático e está dotado de sofisticadas tecnologias de comunicação interactiva e virtual em 3D. 

Alguns dois objectos que poderão ser admirados são dois modelos da marca relojoeira de luxo, Jaeger-LeCoultre, oferecidos ao criador da personagem Charlot. Quando o actor fixou residência na Suiça, o governo helvético, em sinal de agradecimento, ofereceu-lhe um modelo Memovox, com caixa em ouro e a gravação “Hommage du gouvernement Vaudois à Charlie Chaplin – 6 octobre 1953”. Em 1972, a marca foi novamente escolhida em representação do prémio "Caméra souriante", da Associação de fotógrafos de imprensa suíça, com a oferta de um modelo Atmos, atribuído a Charlie Chaplin pela sua postura gentil com a imprensa.



Charliet Chaplin nasceu a 16 de Abril de 1889, em Londres, e foi um dos mais icónicos actores do cinema mudo. Morreu no dia de Natal, aos 88 anos na Suiça. Uma das suas mais famosas frases ilustra bem a figura cinematográfica que imortalizou : ‘’Não julgue o homem pelos seu trapos, mas sim pelo seu carácter”.






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Les trésors du musée de Budapest à Paris.

Édouard Manet, La Dame à l’éventail ou La Maîtresse de Baudelaire, 1862, huile sur toile, 90 x 113 cm (Budapest, musée des Beaux-Arts).



Les travaux de rénovation du Szépmuvészeti Múzeum, le musée des Beaux-Arts de Budapest, permettent au public parisien d'en découvrir les collections sans billet d’avion pour la Hongrie.


Les Galeries nationales hongroises présentent la production artistique du pays, mais aussi le meilleur de l’art européen, tant l’histoire de la Hongrie est liée à celle de l’immense Empire austro-hongrois et à la puissante dynastie des Habsbourg. C’est l’achat, en 1871 par l’État hongrois, des six cents chefs-d’œuvre de la collection des princes Esterházy, lesquels jouèrent un rôle clé à la cour de Vienne, qui constitue le cœur des collections. Si on ne retrouve pas, hélas, au musée du Luxembourg la célèbre Madone dite Esterházy de Raphaël, on peut y admirer des chefs-d’œuvre de Dürer, Cranach, Véronèse, Tintoret ou Goya. La politique d’acquisition avant-gardiste du musée dès la fin du XIXe siècle nous permet de découvrir des œuvres de Cézanne, Manet, Van Gogh ou Gauguin, de retour à Paris pour quelques semaines.







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Wilson A. Mariotti, PAI de Edison Mariotti, Edemir Mariotti, Alvaro Mariotti e Eliza C. Mariotti, agora é PRAÇA WILSON ANTONIO MARIOTTI, o logradouro público inominado,

Câmara Municipal de SÃO PAULO

Secretaria Geral Parlamentar 
Secretaria de Documentação
Equipe de Documentação do Legislativo



PRAÇA WILSON ANTONIO MARIOTTI,

PROJETO DE LEI 01-00607/2015 do Vereador Eliseu Gabriel (PSB)

"Denomina PRAÇA WILSON ANTONIO MARIOTTI, o logradouro público inominado, localizado na esquina da Rua Rio Verde com a Avenida Fuad Lutfalla. Pirituba, São Paulo, Brasil.

A CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO decreta:

Art. 1° - Fica denominada Praça Wilson Antônio Mariotti, o logradouro público inominado, localizado na esquina da Rua Rio Verde com a Avenida Fuad Lutfalla, Pirituba.

Art. 2° -  A presente propositura encontra amparo legal na Lei n° 14.454. de 27 de junho de 2007, Capitulo II, que disciplina sobre a Denominação das Vias Logradouros Públicos Municipais.

Art. 3° -  As despesas decorrentes da implantação desta lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.

Art. 4° - Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas disposições em contrário.

Sala das Sessões. Às Comissões competentes."








biografia
Em 1850, três séculos depois de fundada, São Paulo era ainda uma cidadezinha feiosa e humilde, cercada de sítios e chácaras por todos os lados. Abrigava coisa de 15 mil almas, só. Mais 50 anos (1900) e o número de habitantes subira para 240 mil. 

De onde surgiu tanta gente em tão pouco tempo? Da Europa. Sobretudo da Itália.

São Paulo era a capital de uma província que, de repente, se tornara importante por causa do café. As fazendas, trabalhadas por escravos, alastravam-se pelo interior de terra vermelha (terra rossa em italiano, que deu terra roxa em português macarrônico).

No entanto, naquele ano de 1850, foi proibido o trafico negreiro. Os fazendeiros ficaram apavorados. Pior: previa-se para logo a abolição definitiva da escravatura - fato consumado em 1888 com a Lei Áurea, assinada pela princesa Isabel, regente na ausência do pai imperador. Quem então trabalharia nos cafezais? Imigrantes. Essa seria a solução E foi. Veio gente de todos os países europeus e, já no século 20, também dos países asiáticos.

No chamado período da grande imigração (1880-1930), um milhão e meio de emigrados da Itália entraram no Brasil. Alguns se radicaram nos estados nordestinos, muitos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo E muitíssimos, a grande maioria, em São Paulo.

Por que vieram? Em meados do século 19, a Itália tinha 20 milhões de habitantes. Em 1900,30 milhões. Gente demais, trabalho de menos: pouca indústria, pouca terra cultivável. A Política econômica após a unificação de toda a Itália num só reino (1870) escorchava os pequenos agricultores. O desemprego generalizado tornou-se tragédia para um número incalculável de famílias. A solução foi partir para outras terras em busca de trabalho, procurar mundo afora meios de sobrevivência.

Entre 1870 e 1914 deixaram a Itália 10 milhões de pessoas.

Wilson Antonio Mariotti, nasceu no Brasil em 1926 filho de imigrantes. Jovem, trabalhou na roça na fazenda de café em Brotas, cidade do interior de São Paulo. Família grande, com onze irmãos - é o do meio. Na década de quarenta, com muita coragem, deixa a família e o trabalho na roça. Veio para São Paulo. Com muitas dificuldades, aprendeu a profissão. Como motorista de ônibus na capital de São Paulo, fazia o itinerário do bairro de Santana ao centro da cidade. 

Conheceu Olivia Paiz, passageira da linha de ônibus, no final da década de 40. Casou-se e construiu uma família com quatro filhos. Na década de cinquenta, nascem os filhos: Edison, Edemir, Alvaro e Eliza Mariotti. 

Durante sua vida, trabalhou como motorista e ajudou a construção da capital do Brasil, Brasília, em 1956. Na década de sessenta, trabalhou como taxita na cidade de São Paulo e ajudou os seus irmãos a construírem suas vidas em São Paulo. 

Em vinte e cinco de outubro de um novecentos e noventa e oito, cumprindo seu direito de votar, às onze horas, faleceu. Deixou esposa e filhos preparados para á vida.


Museu da Revolução conta a história da luta patriótica do Vietnã

O edifício do Museu Histórico foi construído nos anos 30 do século XX. O museu conta a história do país. Cada etapa histórica de desenvolvimento do tema de vários quartos. Aqui você pode ver as relíquias do Paleolítico e Neolítico artefatos tempos de grandes impérios, uma grande coleção de estátuas tyamskih, aquarelas deslumbrantes do século XIX, que retratam a vida da corte imperial em Hue.




Colecção do Museu da Revolução conta a história da luta patriótica do Vietnã contra os franceses e americanos. Aqui você pode ver um monte de documentos originais assinados por Ho Chi Minh.










o canhão do exército francês, para além dos canhões militares Vietnã no século 19,






PAÍSES BAIXOS canhões ANTIGUIDADES museu na corte imperial




Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


colaboração:
Toan Hoang

Hoang thi Kim Toan


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