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sexta-feira, 11 de março de 2016

Brooklyn Museum - Iggy Pop posa nu como modelo vivo no Brooklyn Museum, nos Estados Unidos

Se você gosta de artes plásticas, certamente vai invejar a oportunidade que 21 artistas tiveram na última semana no Brooklyn Museum, nos EUA.


O seleto grupo selecionado pela New York Academy of Art estudou por algumas horas as formas do corpo humano com ajuda de ninguém menos que Iggy Pop.

O roqueiro de 68 anos, ícone da ousadia nos palcos, posou para os alunos como modelo vivo. Detalhe (nada surpreendente no caso de Iggy): totalmente nu.


A proposta da aula foi desenvolvida pelo artista conceitual inglês Jeremy Deller.

De acordo com a revista GQ, Deller considera o corpo do roqueiro fundamental para a compreensão do rock na cultura americana. “Ele tem testemunhado muito e deve ser documentado”, comentou.

A seleção dos alunos, com idades entre 19 e 80 anos, foi feita a partir de diversas instituições. Eles tiveram que ser aprovados por um grupo de profissionais da cena de arte norte-americana.

O workshop com Iggy Pop foi conduzido pelo professor de desenho Michael Grimaldi e os retratos realizados serão expostos em uma mostra itinerante nos EUA.


Brooklyn Museum


Twenty-one artists, from all walks of life, gathered at the New York Academy of Art on Sunday, Feb 21 for a special life drawing class with a guest model, Iggy Pop. The class was organized by Brooklyn Museum and conceived by artist Jeremy Deller. The drawings created during the class will be part of an upcoming exhibition in fall 2016.







Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

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Paris, muse des peintres estoniens : exposition au musée Adamson-Eric. --- Paris, muuseum Eesti maalikunstnike näitus Adamson-Ericu muuseum --- Paris, Museu de pintores da Estonia exposição no Adamson-Eric Museum

L’exposition “La Ville-Lumière : Les peintres estoniens dans les métropoles d’Europe“ s’ouvre le 11 mars au musée Adamson-Eric (Lühike jalg 3, Tallinn) en coopération avec l’Institut français d’Estonie. L’exposition rendra hommage au goût des peintres estoniens du début du 20ème siècle pour la créativité et le voyage. Le vernissage de l’exposition sera l’un des premiers événements du Festival de la Francophonie 2016.



Paris a joué un rôle inestimable pour les artistes estoniens au début du 20ème siècle. La ville a attiré les peintres avec son architecture et sa lumière, ses incroyables collections dans les musées, et son contexte favorable au développement de l’art contemporain. Aleksander Vardi, Andrus Johani et Kaarel Liimand figurent parmi les nombreux artistes qui ont résidé dans cette Ville-Lumière. Pour Karl Pärsimäe et Eduard Wiiralt, Paris est même devenue une ville d’adoption.

Outre Paris, les peintres estoniens ont trouvé l’inspiration à Barcelone, Berlin et Venise, également présentes dans le cadre de cette exposition. Les œuvres créées pendant leurs voyages sont mises en relation avec celles réalisées de retour en Estonie. On remarque que ces métropoles ont influencé les artistes dans leur façon de dépeindre leurs villes natales – on retrouve ainsi des traces de la lumière et de la foule de Paris dans les rues de Tartu et Tallinn.

En coopération avec l’Institut français d’Estonie, cette exposition se prolonge par un lien direct avec la culture française contemporaine : à côté de l’exposition seront organisés différents événements, où l’on rencontrera les écrivains et les artistes qui sont aujourd’hui inspirés par Paris. Un numéro spécial du ciné-club de l’Institut français sera également organisé dans le musée Adamson-Eric.

Les œuvres exposées dans le cadre de cette exposition proviennent des collections du Musée d’art estonien, du Musée d’art de Tartu, du Musée d’art de Võrumaa, du centre de la littérature de Marie Under et Friedebert Tuglas, de la Société des étudiants estoniens et de collections privées.

Commissaires : Kerttu Männiste (Musée d’art estonien), Kadri Asmer (Université de Tartu)
Design : Taso Mähar
Design graphique : Kätlin Tischler

Pour plus d’informations sur le musée et les horaires d’ouverture, cliquez ici.





Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://www.ambafrance-ee.org/Paris-muse-des-peintres-estoniens-exposition-au-musee-Adamson-Eric

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--et via tradutor google

Paris, muuseum Eesti maalikunstnike näitus Adamson-Ericu muuseum
Näitus "La Ville-Lumière: Eesti maalikunstnike Euroopa linnades" avab 11. märtsil Adamson-Ericu muuseumis (Lühike jalg 3, Tallinn) koostöös Prantsuse Instituut Eestis. Näitus jääb austust maitset eesti kunstis 20. sajandi alguses loovuse ja reisida. Avamine Näitus jääb üks esimesi festivalisündmustest Frankofoonia 2016.
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Paris on mänginud hindamatu roll eesti kunstnike 20. sajandi alguses. Linnas on äratanud kunstnikud oma arhitektuuri ja valgust, hämmastav muuseumikogude ja soodsa tausta kaasaegse kunsti arengut. Aleksander Vardi, Andrus Johani ja Kaarel Liimand on ühed paljud kunstnikud, kes on elanud City of Light. Karl Pärsimäe ja Eduard Wiiralt, Paris on isegi saanud vastu linna.
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Lisaks Paris, Eesti maalikunstnike inspireerinud Barcelona, ​​Berliin ja Veneetsia kohal ka sellel näitusel. Tööd on loodud lähetuseks on seotud nende läbi tagasi Eestisse. Pange tähele, et need linnad on mõjutanud artiste, kuidas nad kujutavad oma kodulinnaks - ja leiame jälgi kerge ja sebimine Pariisi tänavatel Tartus ja Tallinnas.
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Koostöös Prantsuse Instituut Eestis, näituse jätkub otsene seos kaasaegse prantsuse kultuuri kõrval näitus korraldatakse erinevaid üritusi, kus kohtume kirjanikud ja kunstnikud, kes on täna " hui inspireeritud Pariisi. Eriväljaandes filmi klubi Prantsuse Instituut toimub ka Adamson-Ericu muuseum.
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Eksponeeritud tööd sellel näitusel on pärit kogud muuseumis eesti kunsti Kunstimuuseumi, Tartu Kunstimuuseumi Võrumaa, kesklinnas kirjanduse ja Marie Under Friedebert Tuglas, Society Eesti õpilased ja erakogudes.
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Volinikud Kerttu Männiste (muuseum Eesti kunsti), Kadri Asmer (Tartu Ülikool)
Design: Taso Mahar
Graafiline disain: Kätlin Tischler








--br via tradutor do google
Paris, Museu de pintores da Estonia exposição no Adamson-Eric Museum
A exposição "La Ville-Lumière: pintores da Estónia nas cidades europeias" abre 11 de março no Museu Adamson-Eric (Lühike Jalg 3, Tallinn), em cooperação com o Instituto Francês da Estónia. A exposição vai prestar homenagem ao gosto dos pintores estónios do início do século 20 para a criatividade e viagens. A abertura da exposição será um dos primeiros eventos do Festival da Francofonia de 2016.
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Paris tem desempenhado um papel inestimável para artistas da Estónia no início do século 20. A cidade tem atraído artistas com a sua arquitectura e da luz, coleções de museus incríveis, e seu contexto favorável para o desenvolvimento da arte contemporânea. Aleksander Vardi, Andrus Johani e Kaarel Liimand estão entre os muitos artistas que tenham residido na Cidade da Luz. Karl Pärsimäe e Eduard Wiiralt, Paris tornou-se mesmo uma cidade adotada.
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Além de Paris, pintores Estónia encontrou inspiração em Barcelona, ​​Berlim e Veneza, também presente nesta exposição. As obras criadas durante as suas viagens estão relacionados com os levou de volta para a Estónia. Note-se que estas cidades têm influenciado artistas na forma como eles retratam suas cidades de origem - e nós encontramos traços de luz e agitação de Paris para as ruas de Tartu e Tallinn.
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Em cooperação com o Instituto Francês da Estónia, a exposição continua com um link direto com a cultura francesa contemporânea ao lado da exposição será organizada diferentes eventos, onde encontramos escritores e artistas que são hoje ' hui inspirado por Paris. A edição especial do clube de filme do Instituto francês também será realizada na Adamson-Eric Museum.
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As obras em exibição nesta exposição provêm das coleções do Museu de Arte da Estónia, o Museu de Arte de Tartu, o Museu de Arte de Võrumaa, o centro da literatura e Marie Sob Friedebert Tuglas, Sociedade estudantes da Estónia e coleções particulares.
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Comissários Kerttu Manniste (Museu de Arte da Estónia), Kadri Asmer (Universidade de Tartu)
Desenho: Taso Mahar
Design gráfico: Katlin Tischler


Principais séries de TV ganham espaço nos museus dos EUA

Frequentadores conferem novo retrato de Kevin Spacey no papel no Francis J. Underwood, pelo artista Jonathan Yeo | Foto: Paul J. Richards / AFP / CP




"House of Cards" e "Breaking Bad" estão entre as que integram exposições


A televisão vive uma nova era de ouro e seus programas mais aclamados são exibidos nos museus dos Estados Unidos, que mostram em seus prestigiados espaços a cultura popular com a esperança de atrair visitantes mais jovens e diversos. Na capital americana, a National Portrait Gallery abriga os retratos de todos os grandes líderes do país: George Washington, Thomas Jefferson, Abraham Lincoln e... Francis Underwood?

Underwood, o malicioso presidente de ficção da série da Netflix "House of Cards", encarnado pelo ator vencedor do Oscar Kevin Spacey, aparece sentado com as pernas cruzadas em seu escritório, no Salão Oval, é claro. A obra foi inaugurada na semana passada e será apresentada até outubro.

A exibição coincide com o lançamento da quarta temporada deste drama político nesta sexta-feira. "Estou um passo mais próximo de convencer o resto do país de que sou o presidente", brincou Spacey no dia em que o retrato foi exibido. 

Por que um museu conta com um personagem fictício de TV? "Não apenas reflete o impacto da cultura contemporânea popular na história dos Estados Unidos, mas que também exemplifica a tradição de belas artes dos atores retratados em seus papeis", explicou a diretora da National Portrait Gallery, Kim Sajet.

O Museu Nacional de História americana, também em Washington, deu uma explicação similar quando acrescentou objetos icônicos da série de televisão "Breaking Bad" as suas coleções de dezembro passado. O traje protetor amarelo e o chapéu preto usados por Walter White, um tímido professor de química que se torna chefe do tráfico de drogas, não serão mostrados ao público até uma exibição sobre cultura americana planejada para 2018.

Uma nova exibição no Mom Museum de Las Vegas também contém o traje protetor e a máscara que White, encarnado pelo vencedor do Emmy, Bryan Cranston, usava ao preparar metanfetamina. Outras sensações da televisão apresentadas em museus americanos incluem roupas do início do século XX utilizadas pelos aristocráticos personagens e seus funcionários em "Downton Abbey" no Driehaus Museum de Chicago, que será mostrada ao público até 8 de maio.

No ano passado ocorreram duas exibições de "Mad Men" no Museum of the Moving Image de Nova Iorque que coincidiram com os episódios finais do aclamado programa sobre um narcisista executivo publicitário e vida familiar na década de 1960. 

"Novas, mais jovens e mais diversas"

"Não há nada surpreendente ao ver a influência da televisão" nos museus americanos, disse Dustin Kidd, um sociólogo da Temple University na Pensilvânia. O autor do livro "Pop Culture Freaks" disse que o país tem muitos museus dedicados aos filmes e à TV e que a "influência da televisão na arte americana é tão velha quanto a televisão em si".

Mas Vera Zolberg, socióloga da New School, uma universidade de Nova Iorque, disse que a apresentação de séries televisivas pode ser uma nova tendência. Ela comparou este fenômeno com as visitas noturnas aos museus. Agora rotineiramente é oferecida esta opção, que ninguém havia imaginado há alguns anos.

Peggy Levitt, socióloga na Wellesley College em Massachusetts, disse que as exibições de cultura popular estão se disseminando à medida que essas instituições compreendem a necessidade de mudar suas práticas para alcançar "audiências novas, mais jovens e mais diversas". "Há um reconhecimento crescente neste país de que as pessoas dentro dos museus não se parecem com as pessoas fora deles", disse Levitt.

Um estudo de 2010 da Associação Americana de Museus mostrou que os americanos brancos são 69% da população, mas constituem 79% dos visitantes desses locais Quanto a negros e hispânicos, o estudo previu que em 25 anos serão 46% da população americana, mas apenas 9% dos visitantes.

"Os museus têm que mudar o que fazem e chegar a audiências mais diversas se quiserem sobreviver e crescer no século XXI", disse Levitt. Ele também xxplicou que alguns dos estabelecimentos estão mudando suas exibições, que são agora mais coloridas ou têm textos descritivos mais breves para ampliar seu público.

"É outra época, isso significa colocar em exibição grafites, personagens de histórias em quadrinhos ou o presidente Underwood", indicou Lewitt. "Não vejo nenhuma ameaça nisto, a Mona Lisa não irá para lugar nenhum", acrescentou.






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Музей історії м.Дніпродзержинська --- Museu de História da Dneprodzerzhinsk, Ucrania.

Музей історії м.Дніпродзержинська пройшов довгий і складний шлях розвитку. Він почав створюватись у 1927 р., а 1 серпня 1931р. відкрилась перша експозиція Музею революції у приміщенні колишньої Свято-Миколаївської церкви. 



Великих збитків музею завдала війна 1941-1945 рр.У період німецької окупації він був пограбований.Зберігся тільки один експонат– сталева пластинка з профілем В.І.Леніна.

У жовтні 1957р. з ініціативи ветеранів праці І.В.Васильєва, М.І.Начального, Я.С.Фомкіна при Будинку партійної освіти міському партії був відкритий куток історії революційного руху в Дніпродзержинську.

У 1959 р. було прийняте рішення Ради Міністрів УРСР про відкриття в Дніпродзержинську державного Музею історії міста.

1.05.1962р. музей прийняв перших відвідувачів у приміщенні Свято-Миколаївської церкви.

1 лютого 1985р. відкрита експозиція музею в новому приміщенні,побудованому за проектом інституту "КиївНДІмістобудування”(головний архітектор проекту–В.Г.Ширяєв.Авторами архітектурно-художнього вирішення експозиції стали лауреати Державної премії УРСР імені Т.Г.Шевченка,відомі ленінградські художники В.І.Коротков та В.Л.Рівін).


На сьогодні Музей історії м.Дніпродзержинська – це науково-дослідний і культурно-освітній заклад, який у відповідності зі своїми соціальними функціями здійснює комплектування, облік, зберігання, вивчення і популяризацію пам’яток історії та культури міста.

Експозиція музею розміщена в двох залах на площі 2441 кв.м. і відтворює історію міста з найдавніших часів до сьогодення. Складовою її частиною є окремий розділ "Л.І.Брежнєв та його час”, присвячений життю та діяльності нашого земляка, державного і політичного діяча Л.І.Брежнєва.

Фондові колекції налічують більше 90 тис. одиниць збереження основного та науково-допоміжного фонду. Серед них - археологічна та етнографічна колекції, нумізматика, філателія, боністика, колекція подарунків Л.І.Брежнєву тощо.

Музей щороку відкриває десятки нових виставок, що дає можливість ширше знайомити відвідувачів із музейними фондами, а також колекціями інших музеїв України та зарубіжжя.Щороку музей відвідує 55 – 70 тис. осіб, причому значна частина відвідувачів – діти та молодь.

Завдяки успішній реалізації численних різнопланових мистецьких проектів, музей історії м.Дніпродзержинська став центром тяжіння творчої інтелігенції, одним із головних осередків культури Дніпродзержинська.

Директор музею історії: Буланова Н.М.








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Museu de História da Dneprodzerzhinsk

Museu de História da Dneprodzerzhinsk passou um caminho longo e difícil. Ele começou a ser criada em 1927 e 01 de agosto de 1931. abriu a primeira exposição do Museu da Revolução na antiga Igreja de São Nicolau.

Grande dano causado museu rr.U 1941-1945 guerra durante a ocupação alemã, ele era o único pohrabovanyy.Zberihsya eksponat- placa de aço com o perfil de Lenin.

Em outubro de 1957. iniciativa I.V.Vasylyeva veteranos trabalho, M.I.Nachalnoho, partido Ya.S.Fomkina na festa Casa Education City era canto aberto da história do movimento revolucionário em Dneprodzerzhinsk.

Em 1959 foi decidido Conselho de Ministros da URSS para abrir em Dneprodzerzhinsk Museu Estadual de História da.

1.05.1962r. museu recebeu seus primeiros visitantes nas instalações da Igreja de São Nicolau.

01 de fevereiro de 1985. abriu uma nova exposição do edifício do museu, projetado pelo instituto "KyyivNDImistobuduvannya" (Chief Architect of-V.H.Shyryayev.Avtoramy solução arquitectónica e artística da exposição foram os vencedores do Prêmio de Estado da URSS Shevchenko, artistas famosos Leningrado VI Korotkov e V.L.Rivin).




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Hoje, o Museu de História da Dneprodzerzhinsk - uma investigação e instituição cultural e educacional, que de acordo com suas funções sociais fornece aquisição, gravação, armazenamento, estudo e divulgação da cidade histórica e cultural.

O museu está localizado em duas salas em uma área de 2.441 m² e reflete a história da cidade desde os tempos antigos até o presente. Uma parte integrante do que é um "L.I.Brezhnyev e seu tempo" seção separada, dedicada à vida e obra de nosso conterrâneo, estado e política figura L.I.Brezhnyeva.

coleções de fundos somam mais de 90 mil. Unidades de preservar o fundo científico e auxiliar básica. Entre eles - as coleções arqueológicas e etnográficas, numismática, filatelia, coleção bonistics apresenta L.I.Brezhnyevu mais.

O museu abre todos os anos dezenas de novas exposições, que permite aos visitantes familiarizar mais largos, com fundos do museu, bem como colecções de outros museus na Ucrânia e museu zarubizhzhya.Schoroku é visitado por 55 -. 70 mil pessoas, e grande parte dos visitantes - crianças e jovens.

Graças ao sucesso da implementação de muitos projectos de arte diversas, Museu de História da Dneprodzerzhinsk tornou-se o centro de atração para os intelectuais, um dos principais centros culturais Dneprodzerzhinsk.

Director do Museu de História:



Bulanov NM

China mantém museu em homenagem a general americano Joseph W. Stilwell na cidade de Chongqing, na China


CHONGQING, China – Desde o início de seu período como comandante da missão americana na China durante a Segunda Guerra Mundial, o general Joseph W. Stilwell demonstrou um carinho contraditório pela abafada capital do sudoeste chinês, onde ficaria durante muitos anos.



“Chungking não é tão ruim quando o sol está brilhando”, afirmou sem titubear em seu diário, utilizando a grafia da época. Mas sua tolerância pela cidade isolada e cheia de refugiados escondida às margens do Rio Yangtze não durou muito tempo.

Um ano depois, escreveu um poema em cinco estrofes que dizia: “O lixo é rico, e apodrece nas valas. As carroças de mel espalham poluição.”

Quando Stilwell foi chamado de volta aos EUA no outono de 1944, reclamou que Washington era “uma pilha de estrume tão grande quanto Chungking”.

Ainda assim, sua visão pouco delicada de Chongqing, que se converteu em uma metrópole de 30 milhões de habitantes, não impediu que a cidade admirasse e estudasse os feitos do herói militar americano, que foi enviado pelo presidente Franklin D. Roosevelt para ajudar os chineses a enfrentar os japoneses.

Um museu dedicado à memória de Stilwell foi aberto há mais de 20 anos na casa de pedra e telhas retas, com um jardim de palmeiras, onde o general viveu e trabalhou. Pesquisadores de Chongqing afirmam que quando William J. Perry, que na época era secretário da Defesa dos EUA, veio para a inauguração do museu em 1994, seu avião foi a primeira aeronave norte-americana a descer na cidade desde a vitória dos comunistas em 1949.

Em um sinal de respeito oficial por Stilwell, a prefeitura de Chongqing é responsável pelo museu.


Busto do general Joseph W. Stilwell na cidade de Chongqing,
 na China Foto: ADAM DEAN / NYT
Jane Perlez, The New York Times - OGlobo


Uma das maiores batalhas de personalidade da Segunda Guerra foi travada na cidade, quando dois homens teimosos e hostis, Stilwell e Chiang Kai-shek, o líder nacionalista, disputavam a afeição do presidente dos EUA, embora devessem agir como aliados. Stilwell se referia abertamente a Chiang como “Amendoim” e criticava sua corrupção, queixando-se do fato de deixar seus homens famintos nas ruas de Chongqing.

Os móveis de madeira escura, um mapa amarelado mostrando a região na parede da sala de reuniões e uma mesa de jantar simples dão uma boa ideia do que acontecia nessas salas modestas. Outros toques – uma máquina de escrever Remington de ferro acinzentado, uma estante de livros com portas de vidro atrás da mesa do general e uma cama de madeira – são todas do mesmo período, mas não pertenciam ao general, de acordo com seu neto, John Easterbrook.

As fotos nas paredes refletem as intrigas de uma cidade que não serviu apenas de abrigo para o exército e membros do governo norte-americano que atuavam ao lado de Chiang, mas que também abrigava um pequeno grupo de comunistas liderados por Zhou Enlai, que viria a se tornar o primeiro premiê da República Popular da China, e que não ficava muito longe da casa de Stilwell.

Segundo Theodore H. White, correspondente da revista “Time” na China, era como se os executivos mais capazes e devotados de Nova York, Boston e Washington tivessem saído de casa e criado um foco de resistência contra o inimigo no meio dos Apalaches.

As imagens mais impressionantes do museu Stilwell são fotos em preto e branco dos generais de cara amarrada, Stilwell e Chiang, que capturam seu relacionamento distante. Ambos aparecem virados para frente, magérrimos e com olhar fixo, com a senhora Chiang Kai-shek impecavelmente vestida entre os dois, como uma intermediária chique – embora nem sempre confiável, do ponto de vista dos EUA.

Depois de chegar ao poder, o Partido Comunista Chinês se negou a reconhecer a ajuda que os EUA haviam dado à China na derrota contra os japoneses, uma reação ao apoio americano a Chiang durante a guerra civil. Contudo, essa atitude mudou nos anos 90, e agora o papel dos EUA se tornou parte da versão padronizada da narrativa da guerra.

A visão negativa que Stilwell tinha em relação a Chiang, que perdeu para os comunistas e fugiu para Taiwan em 1949, ajudou a torná-lo um herói na China.

Nos documentos de Stilwell, atualmente abrigados no Instituto Hoover, da Universidade de Stanford, o general se refere ao programa comunista como: “Redução de impostos, alugueis e taxa de juros. Aumento da produção e do padrão de vida”. O governo de Chiang, segundo ele, era assolado pela “ganância, corrupção, favoritismo, mais impostos e moeda arruinada. Um desrespeito terrível à vida e a todos os direitos humanos”.

— Stilwell não estava nada contente com os soldados do Kuomintang e a situação da guerra — afirmou Zhou Yong, diretor do Centro de Pesquisa Chongqing da Grande Retaguarda Durante a Guerra Contra o Japão, referindo-se ao Partido Nacionalista Chinês.

— Mas essa era a realidade da China na época — afirmou Zhou, que foi aos Estados Unidos e a Taiwan para pesquisar sobre Chongqing na época da guerra. — (Stiwell) havia encontrado uma nova força para vencer a guerra, e essa nova força era o Partido Comunista.

Stilwell, segundo ele, queria que os comunistas sob o comando de Mao Zedong recebessem uma parcela proporcional à de Chiang dos equipamentos militares enviados pelos EUA. Essa divisão igualitária nunca aconteceu: Chiang ganhou do americano em quem nunca havia confiado, convencendo Roosevelt a levar o general de volta para casa.

Entre os estudiosos chineses, a atitude incansável contra Chiang que prevaleceu durante os primeiros anos do governo comunista já perdeu força, e agora ele e seus homens recebem o crédito merecido por impedir o avanço das tropas japonesas.

— Houve uma transformação do estudo chinês dessa parte da história. Antes, os especialistas só citavam os Kuomintang para criticá-los. Mas agora conseguimos vê-los de forma mais objetiva — afirmou Tan Gang, professor associado na Universidade do Sudoeste em Chongqing.

Era compreensível, de acordo com Tan, que Chiang odiasse Stilwell e trabalhasse para prejudicá-lo:

— Stilwell costumava criticar Chiang Kai-shek publicamente e de forma bastante agressiva. Isso envergonhava o líder – e é por isso que ele não gostava do americano.”

Embora o general fosse conhecido como “Vinegar Joe” (Zé Vinagre), e suas palavras tenham deixado uma imagem indelével de um chefe agressivo, seus diários eram basicamente uma tentativa de se livrar da pressão, afirmou Easterbrook em uma entrevista por telefone da sua casa nos arredores de San Jose, na Califórnia. O general provavelmente gostaria de ser lembrado como um bravo defensor dos soldados chineses, afirmou seu neto.

Desde o início de sua estadia na cidade, escreveu Stilwell, “os soldados eram um exemplo da grandeza do povo chinês, com espírito indomável, lealdade sem reclamações, honestidade de propósito e perseverança incansável”.








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