quarta-feira, 16 de março de 2016

Museu das Bandeiras recebe mostra “Memória das Mulheres Coralinas”

O Museu das Bandeiras recebe, até 31 de março, a exposição “Memória das Mulheres Coralinas: fotografias e objetos”. A mostra apresenta fotos, objetos e peças artesanais produzidas ao longo do processo de aprendizagem, entre 2014 a 2016, pelas mulheres integrantes do Projeto Mulheres Coralinas, realizado pela Prefeitura Municipal de Goiás e a Secretaria de Políticas para as mulheres, vinculada ao Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.

O objetivo da exposição é divulgar o processo vivenciado pelas mulheres ao longo da execução do Projeto. A mostra é composta por 27 fotografias, tamanho 30×40, em moldura preta. O tema são as mãos das mulheres participantes nas oficinas. Segunda as curadoras Ebe Maria de Lopes Siqueira e Geovana Lopes “as fotografias constituem arte, que valoriza a condição feminina e, ao mesmo tempo, é documento de um momento singular proporcionado pelo Projeto, que foi o encontro entre a formação para o trabalho, cultura por meio das leituras da obra de Cora Coralina, e conhecimento sobre o patrimônio histórico e cultural de Goiás”.


A exposição também é composta por objetos que revelam o processo de criação das Mulheres Coralinas: argila, palha, tecidos de tamanhos variados e botões. O Museu das Bandeiras fica na Praça Dr. Brasil Ramos Caiado, na Cidade de Goiás.




Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

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Seia aposta em tecnologia LED no Museu do Brinquedo e pensa poupar mais de 4 mil euros anuais em electricidade.

O Município de Seia vai fazer este ano a substituição integral da iluminação existente no Museu do Brinquedo de Seia por tecnologia LED. Esta é considerada a solução mais eficiente, duradoura e com menores impactos ambientais. Com esta acção, definida no Plano de Ação para a Energia Sustentável do Município de Seia, a autarquia prevê, anualmente, uma poupança na factura da electricidade do Museu do Brinquedo de 4159,23 euros e, em termos ambientais, a redução de 3 tCO2 – emissão de gases de efeito estufa.

Seia aposta em tecnologia LED no Museu do Brinquedo
e pensa poupar mais de 4 mil euros anuais em electricidade

O Município de Seia vai fazer este ano a substituição integral da iluminação existente no Museu do Brinquedo de Seia por tecnologia LED. Esta é considerada a solução mais eficiente, duradoura e com menores impactos ambientais. Com esta acção, definida no Plano de Ação para a Energia Sustentável do Município de Seia, a autarquia prevê, anualmente, uma poupança na factura da electricidade do Museu do Brinquedo de 4159,23 euros e, em termos ambientais, a redução de 3 tCO2 – emissão de gases de efeito estufa.

O Município estima recuperar o investimento efectuada nas lâmpadas LED ao fim de 10 meses, antecipando um consumo energético no Museu de 1.980 euros e a libertação de 2,0 tCO2, previsões anuais.

Esta é mais uma acção da autarquia em termos de boas práticas ambientais. Faz parte de um conjunto de projectos sobre o compromisso de tornar o concelho mais sustentável e amigo do ambiente, de que constituem exemplos: o programa Eco2SEIA, os Planos de Acção para a Energia Sustentável e Mobilidade Urbana Sustentável do Município de Seia e a adesão ao ClimAdapt, que tem como principal objectivo desenvolverem a Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas.

Seia vai aderir também aderir à Hora do Planeta e desligará as luzes de edifícios públicos no dia 19 de Março de 2016, entre as 20H30 e as 21H30, em associação ao maior movimento global pelo ambiente e contra as alterações climáticas, a Hora do Planeta. O contributo de Seia para a maior acção ambientalmente sustentável à escala mundial reflectir-se-á no apagar das luzes, durante 60 minutos, nos edifícios da Biblioteca Municipal, Casa Municipal das Artes, Igreja Matriz de Seia, Mercado Municipal e Paços do Concelho.

A Hora do Planeta é uma iniciativa da organização global de conservação de natureza WWF que procura incentivar cidadãos, empresas e governos a desligarem as luzes por uma hora, mostrando assim o seu apoio à luta contra as alterações climáticas. A Câmara de Seia aderiu, pela primeira vez, à Hora do Planeta em 2011 e, desde então, todos os anos se tem associado à iniciativa, enquanto gesto simbólico representativo da consciencialização de um problema que é de todos: as alterações climáticas.





Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


http://correiodabeiraserra.com/seia-aposta-em-tecnologia-led-no-museu-do-brinquedo-e-promete-poupar-mais-4-mil-euros-anuais-em-electricidade

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Habitante de aldeia de Gouveia tem museu dedicado à carpintaria.

Um homem de 75 anos instalou um museu dedicado à carpintaria no rés-do-chão da sua casa de habitação, na aldeia de Melo, Gouveia, para mostrar aos turistas e aos jovens como era antigamente aquela arte.



Luís Filipe Gonçalves, reformado do ramo automóvel e investigador histórico autodidata, abriu as portas do Museu Etnológico de Melo, exclusivamente dedicado à arte do carpinteiro, no dia 01 de maio de 1999.




"Estão aqui registadas 252 peças, todas elas diferentes", e na região não há outro museu "com tanta quantidade de peças" de carpintaria, disse Luís Filipe Gonçalves à agência Lusa.

O reformado explicou que decidiu criar o museu no espaço onde anteriormente funcionou um pequeno café, para mostrar aos turistas e às novas gerações como era o artífice de carpinteiro, que ainda chegou a exercer quando tinha 17 anos.

"É um museu, pelo menos, para mostrar às novas gerações aquilo que na realidade foi a arte de carpinteiro. Eu também estive algum tempo nesta área e sempre ficou [em mim] a ideia de mais tarde poder fazer esta recolha, como de facto, aconteceu", disse.

Algumas das peças que exibe no seu museu particular foram adquiridas, mas dá conta da existência de algumas, "em menor número", que foram oferecidas.

"Aqui em Melo e na região, como digo, é um exemplo, que eu aqui tenho para mostrar às novas gerações", justificou, dizendo que os mais novos estão afastados "de tudo isto", preferindo telemóveis e computadores.

Segundo Luís Filipe Gonçalves, o museu já foi visitado, desde a data da abertura, por mais de 3.000 pessoas de vários pontos do país e do estrangeiro.

Contou que os visitantes "ficam muito surpreendidos, porque têm sempre familiares que trabalharam" no setor da carpintaria "e conhecem algumas peças" expostas.

No espaço museológico podem ser apreciadas várias ferramentas relacionadas com a arte de trabalhar a madeira, que eram utilizadas desde o corte das árvores até à execução do produto final.

Existem secções de serras e de serrotes, arcos de pua, plainas, esquadros, macetas, formões, grosas, fitas métricas, grampos, réguas, machados, martelos, etc.

De todas as peças exibidas, o reformado assinala algumas que utilizou quando trabalhou como carpinteiro, dando especial destaque a uma 'juntoura' [junteira], uma espécie de plaina grande que era utilizada para abrir juntas na madeira.

No Museu Etnológico também expõe pequenos trabalhos criativos que executa no dia-a-dia com restos de madeira e miniaturas de construções em madeira alusivas à aldeia de Melo, como réplicas da sua casa de habitação, da Casa da Câmara, do pelourinho, do tronco do ferrador e da capela da Misericórdia.

Luís Filipe Gonçalves exibe ainda duas plainas em madeira - uma com quatro metros de comprimento e outra com quatro milímetros - que construiu em 2011 para concorrer ao livro Guinness dos Recordes.

O museu da aldeia de Melo, terra aldeia natal do escritor Vergílio Ferreira, está aberto diariamente e é de visitação gratuita.







Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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C’est au musée du Luxembourg. Presque une centaine d’œuvres en provenance du musée de Budapest.

Szépmuvèszeti Muzeum est en cours de rénovation et a donc prête une exceptionnelle collection de tableaux et de sculptures. Quatre-vingt peintures, dessins et sculptures de Dürer, Rembrandt, Cranach, Greco ,Goya, Manet, Gauguin… Des œuvres rares à Paris. Un beau moment dans ce petit musée du Luxembourg, suivi d’une promenade dans son jardin, d’une visite dans les rues voisines dont la petite rue des Fossés saint Jacques ou nous avons été accueillis dans la petite boutique Tibétaine qui fourmille de bijoux et artisanat tibetain, pas toujours très tibétains, mais qui nous rappellent quelques souvenirs.



Fondation Louis Vuitton le vendredi soir

Et à propos de d’art asiatique, et au risque d’être désagréable aux instances chinoises à cause de notre visite tibétaine, nous sommes allés à l’exposition des artistes chinois à la Fondation Louis Vuitton.


Là, pas d’artisanat, mais des œuvres contemporaines naturellement pour beaucoup incompréhensibles pour la nature humaine moyenne, mais qui ont l’avantage de nous refaire visiter ce monument architectural exceptionnel.

Le catalogue de l’exposition est quand même à voir et à revoir. Il montre plusieurs faces de l’art contemporain chinois, y compris des peintures réalistes qui reflètent bien la lourdeur de la chape communiste. On peut méditer sereinement devant ces toiles.

Le mieux en ce moment, est de se rendre à la Fondation le vendredi soir en réservant à l’avance son billet. Non seulement vous pourrez visiter les expositions, mais vous pourrez également vous procurer une petite collation, comme si vous étiez un invité de marque. Ce n’est pas gratuit, mais c’est délicieux et très hype.

Roof Top du Nuba

Si vous préférez prendre l’air, alors, cela se passe sur le Roof Top du Nuba. Le toit de la Cité de la Mode et du Design. C’est aussi culte, ensoleillé, vous pourrez profiter du soleil, de la terrasse, des cafés, des bancs et chaises offertes à votre lascivité. Là aussi, c’est chic branché et vous assisterez, assis sur le sol, le dos à la Seine et le soleil dans les yeux au défilé des hipster et de cette belle jeunesse contemporaine, branchée et cultivée aux faux airs anglo-américain qui font les beaux jours de notre capitale.

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