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sábado, 19 de março de 2016

ВОРОНЕЖСКИЙ ОБЛАСТНОЙ КРАЕВЕДЧЕСКИЙ МУЗЕЙ. --- VORONEZH REGION MUSEUM. --- VORONEZH REGIÃO MUSEU

Археология


Здание «Училище слепых» построено в 1901—1902 гг. Воронежским отделением «Попечительства императрицы Марии Александровны о слепых», на земле усадьбы известного воронежского купца, потомственного почетного гражданина А. Н. Клочкова. В конце 1885 г. Клочков пожертвовал для призрения незрячих свою усадьбу. Дар был преподнесен с условием, чтобы в этих зданиях попечительство открыло убежище для престарелых слепцов и школу для слепых детей. 6 мая 1901 г. состоялась торжественная закладка первого камня. Проект здания разработал военный инженер Николай Александрович Кухарский. 



Гривна, браслет и нашивные бляшки. золото. V-IV вв. до н.э. Могильник Частые курганы.


Двухэтажное с полуподвалом, прямоугольное в плане здание было сооружено из кирпича в духе эклектики с элементами декора в русском стиле.




Ювелирные изделия из Мастюгинского могильника: пластинка-оковка с сосуда, нашивные бляшки, кольцо с подвеской, амфорные подвески, фрагмент серьги с сердоликом. Золото. VI-IV вв.до н.э.


Во время Первой мировой войны, в 1915 году по ходатайству Всероссийского Союза Городов «вполне благоустроенное здание училища слепых, было передано под хирургический госпиталь № 10».

После революции 1917 года, в начале 1918 г. здание училища слепых было передано в ведение Губотсобеса (губернский отдел социального обеспечения). В здании вновь разместилась школа слепых, находящаяся теперь в ведении государства.



В 1941 г. школу эвакуировали. С 1941 г. до фашистской оккупации летом 1942 г. в здание перевели отдел обкома комсомола. Во время боев за Воронеж прямого попадания снарядов в здание не было, значительным разрушениям конструкции здания не подвергались, однако, как и большинство сооружений города, не избежало пожара. После изгнания фашистов и частичной реконструкции здание занимал облисполком до 1959 года. С момента постройки по сегодняшний день здание сохранило изначальную планировку и объемы, частично сохранилось напольное покрытие из метлахских плиток, не изменилась форма оконных проемов, однако во время ремонта в 1960-е гг., были заменены оконные рамы. В неустановленное время было снесено крытое крыльцо, в послевоенное время — ограждение перед фасадом здания.






Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

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--in via tradutor do google

VORONEZH REGION
MUSEUM


"Archeology"
Grivna, bracelet and sewn plaques. gold. V-IV centuries. BC. Frequent Burial mounds.

Jewelry Mastyuginskogo burial: plate-Forged with the vessel, sewn-on plaques, ring suspension, the suspension amphora fragment earrings with carnelian. Gold. VI-IV BC vv.do

The building "Blind School" was built in 1901-1902 gg. Voronezh branch of "Guardianship of Empress Maria Alexandrovna of the Blind," in the land of the estate famous Voronezh merchant, hereditary honorary citizen AN Klochkova. At the end of 1885 Klotchkov donated to charity for blind his estate. A gift was presented to the condition that these buildings curatorship opened a shelter for the elderly blind and a school for blind children. May 6, 1901 the solemn laying of the first stone. The building project has developed a military engineer Nikolai Kucharski. The two-storeyed with a basement, rectangular building was built of brick in eclectic style with decorative elements in the Russian style.

During the First World War in 1915 at the request of the All-Russian Union of Cities "is quite well-appointed building blind school was placed under surgical hospital № 10".

After the 1917 revolution, in early 1918 the building of the blind school was transferred to the Gubotsobesa (provincial department of social security). The building is located near the newly blind school, located now under the supervision of the state.

In 1941, the school was evacuated. Since 1941 until the Nazi occupation in the summer of 1942, the building was transferred to the department of the regional committee of Komsomol. During the battle for Voronezh direct hit into the building there was no significant destruction of building structures not exposed, however, like most buildings of the city, did not escape the fire. After the expulsion of the Nazis and the partial reconstruction of the building occupied executive committee until 1959. Since the construction of the present day the building retains the original layout and volumes, partly preserved floor tiles from metlahskoy not changed shape of window openings, but during the repair in the 1960s., Window frames have been replaced. On an unspecified date it was demolished covered porch, in the postwar period - the fence in front of the building facade.




--br via tradutor do google
VORONEZH REGIÃO
MUSEU

"Arqueologia"
Grivna, pulseira e placas costuradas. ouro. V-IV séculos. BC. Montes de enterro frequente.
-
Jóias Mastyuginskogo enterro: com o navio-forjado placa, costurado em placas, suspensão anel, a suspensão brincos de fragmentos de ânforas com cornalina. Ouro. VI-IV aC vv.do

O edifício "Blind Escola" foi construído em 1901-1902 gg. ramo Voronezh de "Tutela da imperatriz Maria Alexandrovna dos Cegos", na terra da propriedade famoso comerciante Voronezh, hereditária cidadão honorário AN Klochkova. No final de 1885 Klotchkov doado à caridade para cegos sua propriedade. Um presente foi apresentada à condição de que estes edifícios curadoria abriu um abrigo para os cegos idosos e uma escola para crianças cegas. 06 de maio de 1901 a imposição solene da primeira pedra. O projeto de construção desenvolveu um engenheiro militar Nikolai Kucharski. Os dois-storeyed com uma cave, construção retangular foi construído de tijolo em estilo eclético, com elementos decorativos em estilo russo.

Durante a Primeira Guerra Mundial, em 1915, a pedido da União All-Russian das Cidades "é bastante bem equipados construir escola para cegos foi colocado sob hospital cirúrgico № 10".

Depois da revolução de 1917, no início de 1918, a construção da escola cego foi transferido para o Gubotsobesa (departamento provincial da segurança social). O edifício está localizado perto da escola recém-cego, situada agora sob a supervisão do Estado.

Em 1941, a escola foi evacuada. Desde 1941 até a ocupação nazista, no verão de 1942, o edifício foi transferido para o departamento do Comitê Regional da Komsomol. Durante a batalha pela batida direta Voronezh para dentro do prédio não houve destruição significativa de estruturas de construção não expostos, no entanto, como a maioria dos edifícios da cidade, não escapou do fogo. Após a expulsão dos nazistas e a reconstrução parcial do edifício ocupado comissão executiva até 1959. Desde a construção do presente dia, o edifício mantém o layout original e volumes, em parte preservada pisos de metlahskoy forma não mudou de aberturas de janelas, mas durante a reparação na década de 1960., esquadrias foram substituídos. Em data não foi demolido varanda coberta, no período do pós-guerra - a cerca na frente da fachada do edifício.

Exposição sonhada há dez anos. Seria preciso visitar 22 cidades, sete norte-americanas e 15 europeias, para ver cada um dos 31 quadros do pintor francês Georges de La Tour. ---

A obra de Georges de La Tour ocupa uma das galerias de exposições temporárias do museu fundado pela portuguesa Maria Isabel de Bragança, mulher do rei espanhol Fernando VII 


Das 40 obras conhecidas de George de La Tour, o museu espanhol apresenta 31, a maior mostra antológica de sempre do pintor


Seria preciso visitar 22 cidades, sete norte-americanas e 15 europeias, para ver cada um dos 31 quadros do pintor francês Georges de La Tour que desde terça-feira ocupam a sala de exposições temporárias do Museu do Prado, em Madrid. E, mesmo assim, não seria garantido poder apreciar todas as obras do artista: três fazem parte de coleções privadas, e uma destas, São Jerónimo Lendo, pertence a Sua Majestade, a rainha de Inglaterra.

Não sendo um dos primeiros nomes que nos ocorrem quando se pensa em pintura francesa, é um dos artistas mais amados e admirados pelos franceses. E a atestá-lo está o recorde de visitantes que mantém desde 1997, ano em que o Grand Palais, em Paris, lhe dedicou uma exposição: 530 mil pessoas fizeram questão de ir conhecer a obra deste pintor que trabalhou na primeira metade do século XVII.

Dimitri Salmon, conservador do parisiense Museu do Louvre, que comissaria a exposição Georges de La Tour. 1593-1652 juntamente com Andrés Úbeda, chefe de Conservação de Pintura Italiana e Francesa do Prado, explicou esta atração dos franceses pelo artista: "É o mais querido porque emociona e desconcerta. Todo ele é um mistério que não se esgota, um problema que tentamos resolver desde há menos de um século", disse durante a visita à imprensa, citado pelo jornal espanhol El País.


O esquecimento em que a obra do pintor caiu é o problema a que se refere Salmon. Não são muitas as informações confirmadas sobre a sua vida desde que em 1915 o historiador de arte alemão Hermann Voss lhe atribuiu quadros com pinturas noturnas que antes se acreditavam ser ou de artistas da escola holandesa ou da espanhola, resgatando-o do esquecimento em que a sua obra tinha caído e atestando-lhe uma nova e importante fase de atividade.

Natural da região francesa de Lorena, sabe-se que o seu trabalho era muito popular entre as mais altas figuras da época: o cardeal Richelieu, o arquiteto Le Nôtre e o próprio Luís XIII, que, em 1639, o nomeia pintor do rei, possuíam obras suas. Tal como acontecia com muitos pintores nesta altura, parte da sua formação terá sido feita em Itália, entre os 17 e os 23 anos, numa época em que o maneirismo e a arte de Caravaggio estavam em voga. E uma das suas marcas pessoais é precisamente a forma como trabalha a luz, o claro-escuro tão luminoso que põe nas suas telas.

Exposição sonhada há dez anos

O Museu do Prado, proprietário de dois óleos do artista - Cego Tocando Sanfona, adquirido em 1991, e São Jerónimo Lendo Uma Carta, incorporado em 2005 após ter sido descoberto nos fundos do Ministério do Trabalho espanhol - começou a sonhar com esta exposição precisamente quando esse segundo quadro entrou em depósito na instituição, confessou o diretor, Miguel Zugaza.

E até 12 de junho estão reunidas numa só sala do museu da capital espanhola obras oriundas de 17 países, pertencentes a 22 instituições, entre as quais o Louvre, a alemã Gemäldegalerie, o J. Paul Getty Museum, de Los Angeles, a National Gallery of Art, de Washington, e o nova-iorquino Metropolitan.

Organizada por ordem cronológica, a exposição é constituída por três grandes núcleos. Em primeiro lugar surgem as suas obras mais antigas, retratos de figuras populares em que a miséria, a violência, a fome estão bem presentes. Aqui destaca-se a telaComedores de Ervilhas, emprestada pela galeria alemã.

O segundo grupo reúne as suas obras mais luminosas, muitas delas inicialmente atribuídas à escola espanhola. As personagens retratadas são menos rígidas em relação à primeira fase de atividade e surgem em contextos menos extremos. É uma altura em que Georges de La Tour faz séries sobre o mesmo tema, mas nunca cópias. Pertencem a este período algumas das suas obras mais conhecidas, de temas como São Jerónimo penitente, Maria Madalena e tocadores de Sanfona. Destaque para A Fortuna, emprestada pelo Metropolitan, e para A Madalena Penitente em Frente ao Espelho, vinda da National Gallery of Art de Washington.

Por último surgem as suas cenas noturnas, também com temas tratados em séries de quadros que nunca se repetem exatamente, e as suas telas religiosas, embora com um toque laico, como a sua representação do nascimento de Cristo da qual está ausente São José, ou o São João Baptista no Deserto, uma pintura monocromática carregada de mistério e silêncio, proveniente do Museu Georges de La Tour de Moselle.










Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


https://www.museodelprado.es/en/whats-on/exhibition/georges-de-la-tour-1593---1652/c5c86bb6-04fa-4bd5-9847-912ba0081d8b

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--in
Georges de La Tour. 1593 - 1652

Madrid Museo Nacional del Prado23.02.2016 - 12.06.2016
Calendar 

Georges de La Tour has only recently been discovered in terms of his artistic personality. Little is known of his early training in the Catholic city of Vic-sur-Seille in Lorraine (France), which he must have completed around 1610 when he was aged about 17. Subsequent documentation reveals him as a financially successful painter with a brusque personality but professionally renowned. At the end of his career La Tour was appointed painter to Louis XIII.

La Tour lived at a crucial period for the history of Lorraine, which culminated with the loss of the duchy’s political independence. Within this context the artist evolved a painting of surprising lyricism, particularly in his nocturnal scenes, nearly all of them religious. These are almost monochrome works with monumental forms, filled with solitude and silence.

National Building Museum, em Washington, DC (EUA), terá exposição ICEBERG durante o verão. --- James Corner Field Operations and National Building Museum announce summer installation plans

Depois do sucesso de The BEACH, em 2015, é a vez do gelo tomar conta do hall do museu


O National Building Museum, em Washington, DC, apresentará uma exposição inédita para a temporada de verão (Hemisfério Norte) na Região da Capital dos Estados Unidos - também formada pelos estados de Maryland e Virginia. Depois da The BEACH, exposta em 2015, esse ano será a vez da exibiçãoICEBERGS abrir ao público de 2 de julho a 5 de setembro. 

Com design feito pela empresa James Corner Field Operations, ICEBERGS representará o mundo glacial, com montanhas de gelo espalhadas por todo o hall do museu. Será uma experiência de imersão, com temas relacionados a construção e geometria. As geleiras terão diversos tamanhos e serão construídas com materiais reutilizados, como andaimes e painéis de policarbonato - muito utilizado em estufas. 


Uma linha de água suspensa a 6 metros de altura irá representar a linha do mar, permitindo uma visão panorâmica do que está sobre e sob a água, por entre as bases dos icebergs submersos (veja foto). A geleira mais alta terá 17 metros de altura, ultrapassando a linha da água e atingindo o terceiro andar do museu. A exposição ocupará uma área total de 1,1 mil metros quadrados. 

Os visitantes poderão subir até uma área de observação dentro do iceberg mais alto, atravessar uma ponte submarina, relaxar nas cavernas e nas grutas "no fundo do oceano", experimentar petiscos esculpidos no gelo e participar de uma programação educacional única, que integra os temas de arquitetura, design e meio ambiente. 

James Corner Field Operations é uma empresa de arquitetura, design urbano e com experiência no setor público, conhecida por projetos como New Yorks High Line e Santa Monicas Tongva Park. A empresa foi escolhida pelo museu para criar essa exposição temporária de verão que segue a linha da exposição The BEACH, que foi sucesso em 2015, recebendo mais de 180 mil visitantes durante seus dois meses de exibição.

"ICEBERGS remete ao mundo submarino das geleiras", explica James Corner, fundador e diretor da James Corner Field Operations. "O mundo está ameaçado devido as condições climáticas atuais, com o derretimento das geleiras e a elevação do nível do mar. A nossa ideia é criar um ambiente interativo, com texturas e movimento, que seja diferente da experiência de apenas observar um objeto estático".

Serviço:


ICEBERGS
National Building Museum
Ingressos: US$ 16 (adultos) US$ 13 (crianças, idosos e estudantes)
401 F Street NW
Washington, D.C. 20001

Sobre Capital Region USA


Capital Region USA - CRUSA (Região da Capital dos EUA) é uma coalizão de turismo sem fins lucrativos financiada pela Corporação de Turismo da Virginia e composta de Destination DC (Destino DC) e Maryland Office of Tourism Development (Gabinete para o Desenvolvimento do Turismo de Maryland). A coalizão também recebe apoio da Metropolitan Washington Airports Authority, órgão responsável pelos aeroportos em Washington. CRUSA está sempre se empenhando para aumentar o número de visitantes e o impacto econômico na região através do mercado internacional selecionado ao introduzir programas de marketing inovadores e parcerias com os setores público e privado.









--in

ICEBERGS AHEAD
James Corner Field Operations and National Building Museum announce summer installation plans

WASHINGTON, D.C.—The National Building Museum will create a new, one-of-a-kind destination this summer when it unveils ICEBERGS, designed by James Corner Field Operations. Representing a beautiful, underwater world of glacial ice fields spanning the Museum’s enormous Great Hall, the immersive installation will emphasize current themes of landscape representation, geometry, and construction. ICEBERGS will be open to the public July 2–September 5, 2016, part of the Museum’s imaginative Summer Block Party series.

ICEBERGS will feature installation elements in a variety of sizes and built of re-usable construction materials such as scaffolding and polycarbonate paneling, a material commonly used in building greenhouses. A “water line” suspended 20 feet high will bisect the vertical space, allowing panoramic views from high above the ocean surface and down below among the towering bergs. The tallest “bergy bit,” at 56 feet, will reach above the waterline to the third story balcony of the Museum. ICEBERGS will occupy a total area of 12,540 square feet. 

Visitors will be able to ascend a viewing area inside the tallest berg, traverse an undersea bridge, relax among caves and grottos on the ocean floor, sample shaved-ice snacks, and participate in unique educational programming integrating landscape architecture, design, and the environment. 

James Corner Field Operations is an urban design, landscape architecture, and public realm practice based in New York City and known for projects such as New York’s High Line and Santa Monica’s Tongva Park. The firm was commissioned by the National Building Museum to create the temporary summer exhibit following last year’s popular BEACH installation, a playful structure that welcomed over 180,000 visitors during its two month run. 

“ICEBERGS invokes the surreal underwater-world of glacial ice fields,” said James Corner, founder and director of James Corner Field Operations. “Such a world is both beautiful and ominous given our current epoch of climate change, ice-melt, and rising seas. The installation creates an ambient field of texture, movement, and interaction, as in an unfolding landscape of multiples, distinct from a static, single object.” 

“ICEBERGS symbolizes an extreme counterpoint to the sweltering heat of the Washington, D.C. summer,” said Chase W. Rynd, Hon. ASLA, executive director of the National Building Museum. “We hope that James Corner Field Operations’ striking design will provoke both serious public conversation about the complex relationship between design and landscape, while also eliciting a sense of wonder and play among visitors of all ages.”

Museo Nacional de Arqueología de Perú - Sonidos del Ande, una exposición en Perú que investiga la música prehispánica. --- National Museum of Archaeology of Peru - sounds Ande, an exhibition investigating prehispanic Peru music.

Una exposición de instrumentos musicales de 3.000 años de antigüedad presentada en el Museo Nacional de Arqueología de Perú pone de manifiesto los enigmas por descubrir de la música prehispánica, como cuáles eran sus sonidos originales o cómo eran utilizados.



La muestra Sonidos del Ande, que estará abierta hasta el próximo 29 de mayo, exhibe más de 60 instrumentos musicales, entre ellos una flauta de pan, botellas silbadoras o flautas rectas, en su mayoría de cerámica.




Además, forma parte de las actividades previas al II Festival Internacional de Música de Altura (Fima), que comenzará la próxima semana en Lima.

El arqueólogo y antropólogo Francisco Merino, responsable de la muestra, indicó a Efe que, pese a la existencia de los instrumentos musicales prehispánicos, las costumbres y usos que envuelven sus tradiciones musicales "son un enigma" para los investigadores.



"Solo conocemos las costumbres y los usos de los instrumentos musicales prehispánicos de la última etapa de los Incas porque fueron documentados por los cronistas", explicó Merino.

En tres salas destinadas a la exposición es posible encontrar instrumentos de viento y percusión que permitieron a los investigadores desentrañar algunos misterios que esconden las piezas musicales.

La muestra incluye un ejemplar de una antara (flauta de pan) de cerámica negra fina de la cultura Chincha (1.000-1.450 de nuestra era), que sumó evidencias a la posibilidad de que la música prehispánica no solo fuera tocada de manera individual sino también colectivamente.

El investigador musical del museo, Milano Trejo, explicó que se llegó a esta conclusión debido a que en la sierra andina aún se toca colectivamente el sicu, un instrumento similar que permite que "dos personas interpreten una melodía en conjunto".

Otras piezas de la exposición son las vasijas silbadoras, entre las que destaca una botella de doble cuerpo de cerámica de la cultura Vicús (200 a.C-600 d.C) que cuenta con un silbato en la cabeza de un personaje ubicada en la parte superior de una de las botellas.

El personaje, que representa a un hombre que toca un tipo de antara que aún no ha sido hallada por los investigadores, revela que otros instrumentos desaparecieron por haber sido fabricados con materiales orgánicos como cañones de plumas, caña y pellejo.

Según Trejo, las botellas silbadoras fueron tocadas de tres maneras diferentes: al soplar por el silbato, al colocar agua y desplazarla de una botella a otra y al soplar por el silbato con la botella llena con agua.

Los investigadores igualmente buscan conocer cuáles eran los sonidos originales que producían estos instrumentos, y es que por muchos años, según explicó Trejo, las piezas fueron reconstruidas con un fin estético, sin tomar en cuenta el sonido.

Francisco Merino agregó que el sonido de los instrumentos prehispánicos resulta disonante, "parece desentonado", para las personas que tienen una formación auditiva occidental y no están acostumbradas a una escala musical diferente.

Merino señaló que tocar una tonada similar a la música andina actual es muy difícil con un instrumento prehispánico, que solo llegaría a "imitar más o menos la melodía de un huayno" típico.

Ambos investigadores coinciden en que la música andina actual tiene gran influencia española y que sería necesario realizar un "trabajo de arqueología muy fino" para separar de ella las influencias prehispánicas.

En Sonidos del Ande también se muestran flautas rectas de la cultura Chincha (100-1450 d.C), trompetas Moche (0-800 d.C), tambores reloj de arena de Vicús (200 a.C y 600 d.C) y un par de sonajeros en forma de cabezas de gemelos en cerámica negra Chimú (900-1450 d.C).

Tanto para Merino como para Trejo, la diversidad de los instrumentos exhibidos no solo permite conocer la riqueza musical del antiguo Perú sino que acerca a los peruanos a una parte de su historia que aún se mantiene en el enigma.







Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

Por Carolina Cusirramos

http://mnaahp.cultura.pe/


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National Museum of Archaeology of Peru - sounds Ande, an exhibition investigating prehispanic Peru music.

An exhibition of musical instruments 3,000 years old presented at the National Museum of Archaeology in Peru reveals the riddles to discover pre-Hispanic music, like what their originals or how they were used sounds were.



Sounds Ande sample, which will be open until May 29, features more than 60 musical instruments, including a flute of bread, whistling bottles or straight flutes, mostly ceramic.




Also part of the pre-Second International Music Festival Height (Fima), which will begin next week in Lima activities.

Archaeologist and anthropologist Francisco Merino, head of the exhibition, told Efe that, despite the existence of pre-Hispanic musical instruments, customs and practices surrounding their musical traditions "are an enigma" for researchers.




"We only know the customs and usages of prehispanic musical instruments of the last stage of the Incas that were documented by the chroniclers," said Merino.

In three rooms for the exhibition can be found woodwinds and percussion that allowed researchers to unravel some mysteries that hide the tracks.

The exhibition includes a copy of a antara (panpipes) fine black ceramic Chincha culture (1000-1450 AD), which added evidence to the possibility that the pre-Hispanic music was played not only individually but also collectively.

The musical museum researcher, Milano Trejo, explained that he came to this conclusion because in the Andean highlands still collectively play the sicu, a similar instrument that allows "two people to play a tune together."

Other parts of the exhibition are the whistling vessels, among which a bottle body double ceramic Vicus culture (200 BC-600 AD) which has a whistle on the head of a character located on the top of a bottles.

The character depicting a man playing a kind of antara that has not yet been found by researchers reveals that other instruments disappeared have been manufactured with organic materials such as quills, reed and skin.

According to Trejo, the whistling bottles were played in three different ways: by blowing the whistle, placing water and move from one bottle to another and blowing the whistle with the bottle filled with water.

Researchers also seek to know what the original sounds that these instruments were produced, and that for many years, explained Trejo, the pieces were reconstructed with an aesthetic purpose, regardless of the sound.

Francisco Merino said the sound of prehispanic instruments is dissonant, "it seems out of tune", for people who have a Western auditory training and are not used to a different musical scale.

Merino said touch similar to the current Andean music tune is very difficult with a prehispanic instrument, which only come to "imitate more or less the melody of a Huayno" typical.

Both researchers agree that the current Andean music has a great Spanish influence and that it would be necessary to conduct a "very fine archaeological work" to separate from her pre-Hispanic influences.

Sounds of Ande straight flutes of Chincha culture (100-1450 AD), trumpets Moche (AD 0-800), hourglass drums Vicús (200 BC and 600 AD) and a pair of rattles are also shown in the form of heads of twins in black ceramic Chimu (900-1450 AD).


Merino both to Trejo, the diversity of the instruments on display not only lets you know the musical richness of ancient Peru but Peruvians about a part of history that is still in the puzzle.