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segunda-feira, 21 de março de 2016

Homem encontra artefato que pode mudar a história do Cristianismo na Dinamarca. --- Man finds artifact that can change the history of Christianity in Denmark

Numa sexta-feira, o dinamarquês Fabricius Holm saiu mais cedo do trabalho e decidiu relaxar um pouco praticando seu hobby, o uso de detector de metais para fazer pequenos achados em florestas. O que ele não sabia era que encontraria um artefato que alteraria o entendimento da história de sua nação.


Quando encontrou um pequeno pingente com um crucifixo de ouro nos arredores da cidade de Aunslev, Holm sabia que havia achado algo importante. Depois de publicar uma foto da joia no Facebook, foi encorajado pelos amigos a procurar um museu que pudesse analisar o artefato.

 CRUCIFIXO ENCONTRADO POR FABRICIUS HOLM (FOTO: REPRODUÇÃO/ØSTFYNS MUSEUM )




Holm foi ao Østfyns Museum e entregou a joia diretamente à curadora do espaço, Malene Refshauge Beck. “Quando vi aquele artefato, lembrei imediatamente de uma peça idêntica encontrada na Suécia. Isso muda toda a história do Cristianismo na Escandinávia. Esta peça encontrada pelo senhor Holm provavelmente foi feita no século X”, explicou Malene, que também é arqueóloga.

A joia, que pesa cerca de 13 gramas e tem aproximadamente 4 centímetros de largura, provavelmente pertenceu a uma mulher viking do povoado de Birka, estimam os historiadores que tiveram acesso a ela.

A descoberta do artefato é surpreendente porque os registros mais antigos do Cristianismo na Dinamarca datavam do ano de 965, as Pedras Jelling, rochas com inscrições rúnicas e patrimônios da humanidade tombados pela Unesco. De acordo com a curadora do Østfyns Museum, o crucifixo encontrado por Holm foi fabricado entre os anos 900 e 950. Ou seja, o Cristianismo pode ter se alastrado entre os povos vikings antes do que se acredita atualmente.

O primeiro registro de um povo viking completamente convertido ao Cristianismo remonta ao ano de 1.500, quando o rei Haroldo I, também conhecido como Haroldo Dente-Azul, ordenou que todos os seus súditos se tornassem cristãos, depois de ser convencido por missionários germânicos.

“Esta descoberta muda muita coisa, porque significa que a pessoa que carregava este crucifixo já havia se convertido ao cristianismo, cerca de cem anos antes do que acreditamos que foi o marco inicial do Cristianismo na Dinamarca. Depois que estudarmos o assunto a fundo, tenho certeza de que ele será incluído nos livros de História”, disse Marlene.

E quanto a Fabricius Holm, o homem que fez este achado histórico? “Eu mal consigo dormir! É realmente assustador que eu tenha encontrado algo que mude a História, sabe? Mal consigo compreender isso...”, disse ele, em entrevista à emissora TV2/Fyn.







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--in via tradutor do google
On Friday, the Danish Fabricius Holm left early from work and decided to relax a little practicing their hobby, the use of metal detector to make small found in forests. What he did not know was that he would find an artifact that would change the understanding of the history of their nation.

When he found a small pendant with a gold crucifix on the outskirts of Aunslev, Holm knew he had found something important. After publishing a jewel of the photo on Facebook, he was encouraged by friends to look for a museum that could analyze the artifact.


 CRUCIFIX FOUND IN FABRICIUS HOLM (PHOTO: PLAY / ØSTFYNS MUSEUM)


Holm was the Østfyns Museum and handed the jewel directly to the curator of the space, Malene Refshauge Beck. "When I saw that artifact, reminded immediately of a similar piece found in Sweden. This changes the whole history of Christianity in Scandinavia. This piece found by Mr. Holm was probably made in the tenth century, "said Malene, who is also an archaeologist.

The gem, which weighs about 13 grams and is about 4 cm wide, probably belonged to a Viking woman Birka village, estimate historians who had access to it.

The discovery of the artifact is surprising because the earliest records of Christianity in Denmark dating from the year 965, the Jelling stones, rocks with runic inscriptions and world heritage sites by UNESCO fallen. According to the curator of the Museum Østfyns, the crucifix found by Holm was manufactured between the years 900 and 950. In other words, Christianity may have raged between the Vikings people earlier than is currently believed.

The first record of a Viking people completely converted to Christianity dates back to 1500 when King Harold I, also known as Haroldo Dandelion Blue, ordered all his subjects to become Christians, after being convinced by German missionaries.

"This discovery changes a lot, because it means that the person who carried this crucifix had converted to Christianity, about a hundred years before we believe was the starting point of Christianity in Denmark. After studying the subject in depth, I'm sure it will be included in the history books, "said Marlene.

What about Fabricius Holm, the man who made this historic find? "I can hardly sleep! It's really scary that I have found something that changes history, you know? I can hardly understand it ... "he said in an interview with broadcaster TV2 / Fyn.

Le régime nord-coréen s'offre un musée panoramique au Cambodge

Le tout nouveau musée panoramique d'Angkor, situé près de la cité archéologique, dans le nord du Cambodge, a été construit dans le plus grand secret par… la Corée du Nord. Un don pour souligner les liens étroits qui unissent les deux Etats depuis longtemps. Pyongyang mène une politique de grands projets culturels à travers le monde dont les principaux se trouvent sur le continent africain.


A deux pas de la cité des temples d’Angkor, un musée panoramique est sorti de terre. La Corée du nord a déboursé 22 millions d'euros pour construire secrètement cet édifice qui a l’ambition d’être une vitrine montrant ses liens d'amitié anciens avec le Cambodge.


Pyongyang utilise les musées, comme ici au Cambodge,
officiellement pour souligner ses liens avec ses «alliés».
© TANG CHHIN SOTHY / AFP

Officiellement inauguré, le 4 décembre 2015, les visiteurs peuvent depuis plusieurs semaines y découvrir des reproductions miniatures des temples et du parc d’Angkor, une salle de cinéma qui diffuse des films en 3 D et une fresque longue de 120 mètres décrivant la vie quotidienne des anciens khmers.


Des visiteurs devant une fresque monumentale montrant 

des scènes de batailles hyperréalistes du temps où 
l'empire khmer était à son 
apogée, entre les XIe et XIIIe siècle. 
© TANG CHHIN SOTHY / AFP 


Cette dernière représente des scènes de batailles hyperréalistes du temps où l'empire khmer était à son apogée, entre les XIe et XIIIe siècle, époque où Angkor était en chantier. Quelque 63 peintres nord-coréens du Mansudae Art Studio ont, pendant plus d’un an, travaillé sur cette pièce maîtresse du musée, équivalente en surface à huit cours de tennis et offrant une vision à 360°.


On y retrouve la touche de grandiloquence et de réalisme socialiste propre aux peintres officiels nord-coréens. Aucun portrait du leader nord-coréen n'y figure, seule de discrètes mentions rappellent que la Corée du Nord a construit le musée.
Le soft power nord coréen sur la scène internationale
Cette soif de rayonnement nord coréen est perçue par certains comme «une entreprise commerciale», très lucrative mais pas seulement. «La Corée du Nord a découvert le soft power, la diplomatie culturelle... Ils essayent ainsi de faire évoluer l'image » du pays sur la scène internationale, explique Koen de Ceuster, expert de l'art nord-coréen de l'université de Leiden, aux Pays-Bas.

La réalisation d'un musée au Cambodge s'inscrit dans le cadre des relations d'amitié entre les deux pays, marquée par une relation personnelle nouée entre Kil Il Sung et le roi Norodum Sihanouk. Quand ce dernier, décédé en 2012 à Pékin, avait été renversé en 1970, Kim Jong-Il, le père de Kim Jong-Un, lui avait offert l'asile. Et même de retour au Cambodge, après la chute du régime des Khmers rouges, le roi Sihanouk a toujours eu des gardes du corps nord-coréens.

Fort de ses 1000 peintres et artistes pluridisciplinaires, le Mansudae Art Studio à l’habitude de signer d'importants contrats autour de l'art et du tourisme à travers le monde. Comme à Dakar, au Sénégal, où ils ont réalisé le Monument de la renaissance africaine, consacré à l'histoire de l'Afrique et de ses leaders. Ailleurs également, en Angola, au Bostwana, en Namibie ou au Bénin.

Avec ce savoir-faire, Pyong Yang tente de redorer son image loin de son habituel discours belliqueux et ses menaces d'utiliser l'arme nucléaire en réaction à l'aggravation récente des sanctions de l'ONU.



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Museu dedicado à história das joias é atração em Vicenza

VICENZA. “Você vai começar a pensar sobre o que as joias significam para você. E a sua ideia sobre elas será diferente depois de visitar o Museo del Gioiello”, disse Alba Cappellieri, diretora do museu.



Ela não poderia estar mais certa. O museu, que abriu as portas em dezembro de 2014, dispõe de nove salas voltadas para os diferentes conceitos sobre o artefato na história. Por exemplo, a seção “Joia como função” expõe botões, abotoaduras, grampos, casacos, frascos de perfume e bolsas — itens decorativos, mas com funções cotidianas.


Fachada. Prédio histórico que abriga o Museo del Gioiello Foto:
Prefeitura de Vicenza / Cosmo Laera



— Temos exemplos de todo o mundo, da África, China, Índia e Américas — afirma Alba, professora de design de joias na Politécnica de Milão, enquanto aponta uma correia da Renascença italiana.

Já a seção “Joias como projeto” mostra colares, pulseiras e outros adornos feitos de materiais como o acrílico, a maioria da década de 1970.

— Aqui, é onde a joia moderna começa. O valor não está no material, mas no conceito — diz a professora.

As outras áreas temáticas são “Símbolo”, “Mágica”, “Beleza”, “Arte”, “Ícones”, “Moda” e “Futuro”, e cada uma delas foi curada por designers renomados. Além disso, todos os maiores nomes da joia, incluindo Bulgari, Buccellati, Pomellato e Roberto Coin, estão representados na coleção de 400 itens do museu.

Há também exposições temporárias, como “Skin: a superfície da joia”, que vai até 1º de Maio, com 77 artistas e artesãos que exploram a interação entre joias e o corpo.

O museu fica na Basílica Palladiana, cujo prédio é Patrimônio Mundial da Unesco. O edifício, que domina a praça central de Vicenza, estava em condições precárias quando doações e fundos privados foram usados para restaurá-lo, trabalho concluído em 2012. Além do museu de joias, o local também abriga um museu de arte e um terraço panorâmico com vista para os telhados em terracota da cidade.

— Vicenza tem sido um centro de fabricação de joias desde o Renascimento — disse Bulgarini d’Elci, prefeito da cidade.

Agora ela tem um museu — tido como o único na Itália dedicado somente a joias — à altura de seu patrimônio.



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Museu de Pelé resiste na Ucrânia. --- Пеле Музей знаходиться на території України.

Lugansk - As portas do museu estão fechadas, mas o curador comparece todos os dias. 





Apesar dos dois anos de conflitos sangrentos no leste separatista da Ucrânia, o primeiro museu do mundo dedicado a Pelé, o rei do futebol, segue em pé em Lugansk.

Não é raro escutar o som de tiros na cidade, uma das 'capitais' dos rebeldes pró-Rússia, mas o museu, seus muros verdes e amarelos, nas cores da bandeira do Brasil, a estátua em bronze de Pelé e a imensa bola que decora a entrada parecem tirados de um sonho.

Pelé: não é raro escutar o som de tiros na cidade, uma das 'capitais' dos rebeldes pró-Rússia, mas o museu, seus muros verdes e amarelos, nas cores da bandeira do Brasil, a estátua em bronze de Pelé e a imensa bola que decora a entrada parecem tirados de um sonho.





"O museu não abre há dois anos, desde o início da guerra. Havia bombas explodindo constantemente e tinha medo que uma caísse no museu", lembra o fundador e curador do museu, Nikolai Judobin, que define sua paixão por Pelé como "uma religião pessoal".

"Acredito que Pelé é um Deus do futebol e este lugar é sagrado, é um templo do futebol", completa, sentado na sala principal.

Atrás estão expostos, entre outros objetos, um relógio de ouro dado de presente por Pelé ao jogador soviético Valentin Afonin, uma fotografia do ex-craque brasileiro quando visitou a estação espacial russa Mir e dezenas de bandeiras que possuem alguma relação com algum momento da carreira do eterno camisa 10 da seleção.

Nikolai abriu este museu para a Eurocopa-2012, que a Ucrânia sediou em conjunto com a Polônia, antes do início do conflito armado que assola o país. O 'templo' é apresentado como o primeiro museu do mundo dedicado exclusivamente a Pelé.

As lágrimas do embaixador

"Somente duas cidades no mundo podem presumir ter um museu assim: Lugansk, na Ucrânia, e Santos, no Brasil. Mas lá o museu abriu dois anos depois que o nosso", sorri Nikolai.

"No dia da abertura do museu, o embaixador do Brasil me deu um forte abraço e chorou. Não conseguiu acreditar que, tão longe, em Lugansk, podia-se gostar tanto de Pelé", completa orgulhosamente.

"Minha família, Pelé e o trabalho é tudo que tenho na vida", continua Nikolai, um homem tímido de 55 anos que recentemente perdeu a esposa.

Sua admiração por Pelé faz Judobin imitar os hábitos do 'Rei', sem álcool nem cigarro: "Nunca bebi cerveja, porque Pelé tem um modo de vida saudável. Isso me inspirou".

A 'Pelemania' começou quando era criança e viu pela televisão o ídolo marcar o gol de número 1.000 na carreira, em novembro de 1969.

"Decidi juntar notícias sobre ele. Troquei minha bicicleta por uma fotografia de jornal do Pelé e dei sequência a essa coleção durante mais de 40 anos", explica Nikolai, que teve a oportunidade de se encontrar com Pelé em Moscou e no Brasil, chegando até a cortar o cabelo com o cabeleireiro pessoal do ex-craque.

Graças ao museu, as cidades de Lugansk e Santos ganharam um ponto em comum e Nokolai esperava então que Pelé pudesse viagar para ver com os próprios olhos seus tesouros particulares, mas a guerra entre as forças governamentais e os rebeldes separatistas pró-Rússia chegou, deixando mais de 9.000 mortos em quase dois anos.

"Pelé me salvou"

Desde o início das hostilidades, Nokolai não escondeu seu apoio ao governo de Kiev, apesar da crescente influência das novas autoridades separatistas. Chegou a passar três dias preso no autoproclamada República Popular de Lugansk.

O que o salvou? a reputação de seu museu.

"Não sou pobre. Queriam tomar meus bens. Exigiram os documentos de meu apartamento e chegaram até a simular uma execução com um tiroteio, mas logo descobriram quem eu era, tiveram medo do barulho que isso poderia causar e me deixaram voltar para casa", lembra.

Nikolai repete que Pelé o "salvou", mas ainda não acredita ter chegado o momento de reabrir as portas do museu.

Seu sonho é poder transportar o conteúdo do museu ao Brasil e comprar em Santos uma casa onde possa viver com seu neto.

Nikolai espera também poder organizar uma exposição em Kiev, acredita que a imagem de Pelé pode contribuir para a reconciliação entre a capital e o leste rebelde. "Nunca peguei em armas e gostaria que estivéssemos novamente juntos e unidos", conclui, esperançoso.


Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

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--uc via tradutor do google
Пеле Музей знаходиться на території України.Луганськ - двері музею закриті, але цілитель відвідує кожен день.Незважаючи на два роки кривавих конфліктів в сепаратистської сході України, перший в світі музей, присвячений Пеле, король футболу, до сих пір стоїть в Луганську.Це не рідкість, щоб почути звуки пострілів в місті, один з «капітал» з проросійських заколотників, але музей, його зелені і жовті стіни, кольору прапора Бразилії, бронзова статуя Пеле і величезний м'яч прикрашає вхід здається взяті з сну.Пеле: це не рідкість, щоб почути звуки пострілів в місті, один з «капітал» з проросійських заколотників, але музей, його зелені і жовті стіни, кольору прапора Бразилії, бронзова статуя Пеле і величезний м'яч прикрашають вхід схоже взяті з сну."У музеї не відкривається протягом двох років з початку війни. Були бомби постійно вибухають і боявся, що падіння в музеї," говорить засновник і куратор музею, Микола Judobin, який визначає його пристрасть до Пеле як "релігії особистого "."Я вважаю, що Пеле є Бог футболу, і це місце є священним, це футбольний храм", додає він, сидячи в основній кімнаті.Позаду піддаються, серед інших об'єктів, золотий годинник подарована Пеле радянського гравця Валентин Афонін, фотографію колишнього бразильського плеймейкера, коли він відвідав космічну станцію Росії Світ і десятки прапорів, які мають певний стосунок до якийсь момент своєї кар'єри вічний номер 10 вибору.Микола відкрив цей музей до Євро-2012, який Україна розміщену разом з Польщею, до збройного конфлікту в цій країні. 'Храм' представлений як перший в світі музей, присвячений виключно Пеле.сльози посла"Можна вважати тільки два міста в світі є музей, як цей:. Луганську, Україна, і Сантос в Бразилії, але там музей відкрився два роки після того, як наш" посміхається Микола."У день відкриття музею, посол Бразилії дав мені велику обійми і плакав. Він не міг повірити, що, до сих пір, в Луганську, ви могли б хотіли як Пеле," додає він з гордістю."Моя сім'я, Пеле і робота все у мене є в житті", продовжує Микола, сором'язлива людина з 55, який нещодавно втратив свою дружину.Його захоплення Пеле Judobin імітувати звички "Король", алкоголь або сигарети, "Я ніколи не пив пиво, тому що Пеле має здоровий спосіб життя Це надихнуло мене.".'Pelemania' почав в дитинстві, і побачив по телевізору ідол набрати номер 1000 мети кар'єри в листопаді 1969 року."Я вирішив приєднатися до новини про це. Я змінив свій велосипед для газетної фотографії Пеле і дав послідовність цієї колекції протягом більше 40 років", сказав Микола, який мав можливість зустрітися з Пеле в Москві і Бразилії, досягнувши стригти волосся з особистим перукарем колишньою зіркою.Завдяки музею, міста Луганська та Сантос отримав одну спільну точку і Nokolai очікувати тоді, що Пеле міг viagar, щоб побачити своїми очима їх приватних скарбів, але війна між урядовими військами і сепаратистами про Росію прибутку, в результаті чого більше 9000 убитих в майже два роки."Пеле врятував мене"З початку військових дій, Nokolai не приховував свою підтримку уряду Києва, незважаючи на зростаючий вплив нових сепаратистської влади. Він прийшов, щоб провести три дні замкнених в самопроголошеній Луганській Народної Республіки.Що врятувало його? репутація його музею."Я не бідна. Вони хотіли взяти мою власність. Вони зажадали документи в моїй квартирі і прибув, щоб імітувати біг з стрільби, але незабаром дізнався, хто я, вони боялися шуму, що може привести до і я піду додому" згадує.Микола повторює, що Пеле "врятованих", але як і раніше вважає, що настав час знову відкрити двері музею.Його мрія, щоб транспортувати вміст музею в Бразилії і Сантоса купити будинок, де він може жити зі своїм онуком.Микола також сподівається організувати виставку в Києві, вважає, що образ Пеле може сприяти примиренню між столицею і бунтівного сходу. "Я ніколи не брав в руки зброю і хотів, щоб ми були разом і єдині", укладає з надією.