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terça-feira, 12 de abril de 2016

Exposition, baptisée « Open Museum Zep », au palais des Beaux-Arts de Lille. --- Exposição, chamado de "Museu Aberto Zep", o Palácio de Belas Artes de Lille.  

À Lille, un musée a décidé de travailler avec le dessinateur Zep, le "papa" de Titeuf, pour mêler ses dessins aux œuvres exposées en permanence. Résultat : des poils, des fesses rebondies, des caricatures, et des mouches qui se baladent au milieu de tableaux et de sculptures anciennes avec beaucoup d’humour ! À ne pas rater.


Quand on questionne le dessinateur Zep sur son goût pour les musées, voici ce qu'il répond : « J'ai de grandes jambes, ce qui me permet de traverser les musées plus vite ! » C'est par ces mots rigolos affichés en gros dans l'entrée, que l'exposition débute. Ils donnent tout de suite une idée de ce que l'on va voir : plein de peintures et de sculptures, plus ou moins anciennes, commentées ou agrémentées de dessins de Zep, exposés à côté. 1jour1actu s'est rendu sur place avec trois complices, Louna (14 ans), Mina (11 ans) et Lucie (9 ans) pour visiter cette exposition surprenante.


Le dessinateur Zep, le "papa" de Titeuf, mêle ses dessins aux
 œuvres exposées au palais des Beaux-Arts de Lille (© D.R.)


Des tableaux connus… copiés par Zep



Tout commence par des sarcophages, un homme de Néandertal et des sculptures romaines. Tout près d'eux, Zep rajoute des commentaires et des blagues dessinées. « Zep caricature des sculptures et peintures connues. Donc quelque chose de sérieux et raffiné devient quelque chose d'humoristique ! », raconte Lucie.


Un peu plus loin, c'est un tableau d'un peintre célèbre, Jérôme Bosch, qui est imité par un dessin de Zep représentant des chanteurs de rock comme David Bowie ! « J'ai bien aimé cette reproduction où Zep cache des personnages célèbres qu'il faut reconnaître », rapporte Mina.

Un résultat plus vivant que les musées classiques

Encore plus loin, ce sont des tableaux de Rubens, Monet ou Picasso qui se transforment en grosses blagues. « J'ai apprécié l'exposition et je la recommande aux lecteurs, je l'ai trouvée plus divertissante qu'une visite de musée banale, plus « vivante ». Les œuvres étaient très originales, propres au style de Zep. J'aime le côté un peu « décalé » de ses dessins, mais aussi la réalité qu'il y apporte », explique Louna.


On partage tout à fait le point de vue de Louna : cette exposition est vraiment réussie. Bruno Girveau, le directeur du musée, explique : « Nous voulions remettre en avant la collection de notre musée qui est un peu oubliée. Nous voulions aussi attirer des personnes et, notamment, des enfants qui n'osent pas pousser la porte de cet endroit. Nous avons donc décidé de rencontrer Zep et après un an de travail avec lui, nous sommes arrivés à ce résultat qui mélange les différentes cultures. » Mission accomplie !


Pour en savoir plus, clique sur ce lien pour découvrir l’exposition.

Entrée gratuite pour les enfants (- de 18 ans).

Le mot open est un mot anglais qui signifie « ouvert ». Il est utilisé, ici, dans le nom de l’exposition pour signifier que le musée de Lille a ouvert ses portes et ses collections à Zep. On trouve aussi ce mot dans d’autres expressions françaises. Par exemple, un café peut être décrit comme « open bar » quand il sert des boissons à volonté. Un bureau peut être décrit comme un « open space » quand il n’y a pas de couloir et qu’il n’y a pas de murs de séparation avec les autres bureaux.







Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti




Normandie Impressionniste au musée des Beaux-Arts. --- Impressionista da Normandia, no Museu de Belas Artes

Du lundi 16 avril et jusqu’au lundi 26 septembre, le public peut admirer l’exposition « Scènes de la vie impressionniste » programmée au musée des Beaux-Arts dans le cadre du festival Normandie Impressionniste. 



Portraits, intérieurs, tranches de vie sous les pinceaux de Degas, Monet, Renoir, Pissarro, Cassatt, Morisot, Manet et Gauguin… mais également à travers les dessins, les pastels, les photographies, les sculptures,...

Les artistes poussent les murs des ateliers, sortent de leur confort habituel pour croquer ces tranches de vie là où elles sont et transformer la sphère privée en sphère publique.

Toutes ces œuvres livrent des témoignages artistiques très précieux sur les bouleversements sociaux de la France à cette époque, et en particulier, sur l’histoire de la famille.


Trois ans après celle consacrée à Claude Monet, cette nouvelle exposition choisit de dévoiler les rapports entretenus par les peintres impressionnistes et l’intimité.

Une thématique du portrait passionnante qui permet de mieux comprendre la mutation sociale et politique de l’époque, l’évolution de la place de la femme et celle de l’enfant.

Du samedi 16 avril au lundi 26 septembre de 10h à 18h (fermé mardi et 1er mai) 
Musée des Beaux-Arts, Esplanade Marcel Duchamp
Tarifs 11 € (8 € TR) 
www.mbarouen.fr






Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti



--br via tradutor do google

Impressionista da Normandia, no Museu de Belas Artes

Na segunda-feira, 16 de Abril a Segunda-feira 26 de setembro, o público pode admirar as "Cenas de impressionista Life" exposição programada no Museu de Belas Artes, como parte do Festival Impressionista da Normandia.
Retratos, interiores, fatias de vida sob o pincel de Degas, Monet, Renoir, Pissarro, Cassatt, Morisot, Manet e Gauguin ... mas também através de desenhos, pastéis, fotografias, esculturas, ...

Artistas estão empurrando as paredes de oficinas, fora do seu conforto habitual para triturar essas fatias de vida onde estão e transformar o espaço público em privado.

Todas essas obras entregar testemunho artístico inestimável sobre as convulsões sociais da França naquela época e, em particular, a história da família.

Três anos depois daquele dedicado a Claude Monet, esta nova exposição escolha divulgar os relatórios mantidos pelos impressionistas e privacidade.
Um tema do retrato emocionante para entender melhor as mudanças sociais e políticas da época, a mudança do papel das mulheres e a da criança.

O cante alentejano encontra-se com Salvador da Bahia, Brasil.

Os Camponeses de Pias encontram-se com a capoeira, com as baianas do Acarajé, com o candomblé. Unem-se no primeiro simpósio internacional Patrimónios Imateriais. Ouvimos: “Um povo sem cultura é um povo morto”.



Não há muito estavam a mudar de santa, digamos assim, transformando a Carmo que conhecemos da moda Nossa Senhora do Carmo em Rosário, forma de homenagear os fiéis da igreja baiana, Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, que os recebeu em plena missa e deles ouviu a força do cante.

Não há muito, mas ainda antes disso, estavam no Espaço Cultural da Barroquinha, igreja setecentista destruída por um incêndio em 1984 e reaberta em 2009 como centro cultural, a misturar na mesma tarde Silva que estás enleada com uma demonstração de capoeira e com uma manifestação de candomblé poderosa o suficiente para que uma baiana na assistência visse descer um espírito sobre si, corpo tremendo, olhos semicerrados. Um par de cantadores saltando para ajudar a senhora que julgavam aflita, mas não era necessário qualquer auxílio — assim é o candomblé, e é bom sinal para quem sofre a “radiação”.


Não há muito, no dia anterior, terça-feira, percorreram a zona histórica de Salvador da Bahia, cantando e ouvindo, caminhando os seus fatos de pastores e de porqueiros, fatos domingueiros e fatos de vaqueiro e fatos de ganhões, fatos com peliça e safões muito quentes para o calor tropical — “vocês vão sair assim aqui?”, perguntou o motorista da carrinha que os transportava —, para se apresentarem a céu aberto às gentes da cidade que entre 4 e 8 de Abril acolhe o Simpósio Internacional de Patrimónios Imateriais do Alentejo e Bahia.

Momento solene por ser histórico (é a primeira viagem ao Brasil do Grupo Coral e Etnográfico Os Camponeses de Pias, um dos mais antigos e celebrizados do cante). Momento de contacto popular e contaminação pessoa a pessoa — “são gaúchos?”, perguntavam os baianos que viam antes de ouvir. Momento institucional também, com a apresentação no Espaço Cultural da Barroquinha a servir de contexto para as apresentações feitas por académicos ou agentes directamente ligados a cada uma das expressões culturais presentes: o cante alentejano e a capoeira, ambas património Imaterial da Humanidade, distinção atribuída no mesmo Novembro de 2014 pela UNESCO, e as Baianas do Acarajé, tornadas património imaterial do estado da Bahia em 2012.

Não há muito era tudo isto e agora, já no hotel, não se descansa do dia longo. Ou melhor, descansa-se, se descanso for prazer como este. Os cantores dos Camponeses de Pias estão a cantar — podia lá ser de outra maneira. Agrupados à volta de algumas mesas na sala de refeições, unem as vozes uma vez mais para inventar uma nova moda, unem-nas para cantar essa moda que é hino do cante: “É tão grande o Alentejo.” Se cantar é preciso? Cantar sempre e em qualquer lugar. De certa forma, foi isso que os Camponeses vieram fazer a Salvador da Bahia, continuando uma história, a do grupo a que pertencem, e honrando esse percurso iniciado nas tabernas da vila alentejana do concelho de Serpa há quase 50 anos. “A cantar, a cantar vamos rezar”, entoaram na Igreja do Rosário dos Pretos, no Pelourinho, centro nevrálgico da zona histórica de Salvador. A cantar na capital negra do Brasil vão mostrando o que são e o que foram.

“Sem cultura não tem povo. Um povo sem cultura é um povo morto.” É desta forma que Mestre Cyborg, capoeirista do grupo Cadência do Jogar, termina a sua apresentação na tarde terça-feira no Espaço Cultural da Barroquinha, edifício que revela um feliz equilíbrio entre o que fica, o esqueleto da igreja de outrora em tijolo bem visível, e o novo que agora surge, o palco, as estruturas de iluminação e a madeira das janelas.

Daquela forma, porventura inadvertidamente, o mestre de capoeira acaba por resumir aquela que é a linha condutora do Simpósio Internacional — Patrimónios Imateriais do Alentejo à Bahia, organizado no seio da Universidade Federal da Bahia, em parceria com a Câmara Municipal de Serpa, pelo GP Sedes (Grupo de Pesquisa em Sócio-Economia do Desenvolvimento Sustentável) e pelo Opará (Centro de Pesquisas em Etnicidades, Movimentos Sociais e Educação), cujos núcleos espalhados pelo sertão brasileiro trabalham de uma forma activa para a valorização das culturas e saberes indígenas e afro-brasileiros e para a inclusão efectiva dos seus membros no meio académico — forma de as comunidades indígenas deixarem de ser apenas objecto de estudo e passarem a ser, também, sujeito activo nesse processo.







Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


bẢO TÀNG NHỮNG TÁC PHẨM VĂN HOC VIỆT NAM; --- MUSEUM OF VIETNAM literary works; --- MUSEU do Vietnã obras literárias;

Khánh thành Bảo tàng Văn học Việt Nam với hơn 4.000 hiện vật, tư liệu

Sáng 26.6, tại Hà Nội, Hội Nhà văn Việt Nam đã tổ chức lễ khánh thành Bảo tàng Văn học Việt Nam tại địa chỉ 275 Âu Cơ, quận Tây Hồ, Hà Nội, với 3.000 mét vuông diện tích trưng bày và hơn 4.000 hiện vật, tư liệu liên quan đến các nhà văn, tác phẩm văn học.


Bảo tàng Văn học Việt Nam trực thuộc Hội Nhà văn Việt Nam, được Thủ tướng Chính phủ ký quyết định thành lập từ năm 2011. Bảo tàng có chức năng sưu tầm, bảo quản, nghiên cứu, trưng bày, giới thiệu các di sản văn hóa, phản ánh quá trình hình thành và phát triển của văn học Việt Nam. 

Bảo tàng gồm 3 tầng. Tầng một, trưng bày các hiện vật, tư liệu văn học Việt Nam thời cổ, trung đại. Với vị trí trung tâm là biểu tượng hòn đá hình ngọn bút được mang từ Đền Hùng về đây với dòng chữ uyển chuyển, mềm mại "Chữ Tâm kia mới bằng ba chữ Tài" của đại thi hào Nguyễn Du. 

Đây chính là nơi trưng bày hiện vật 10 thế kỷ văn học nước nhà (từ thế kỷ 10 đến cuối thế kỷ 19); và lịch sử chữ viết của dân tộc Việt Nam trên các chất liệu giấy dó, vải, kim loại, lá cây. Những không gian tượng minh họa cảnh trường thi, lều chõng, sĩ tử, cảnh vinh quy bái tổ thời phong kiến hết sức sống động, cho người xem cảm nhận được không khí đèn sách, khoa cử náo nhiệt của cha ông một thời. Kèm theo những hiện vật là hệ thống máy tính, màn hình tự động cảm ứng giới thiệu về các hiện vật khi khách tham quan bước vào bảo tàng như những thước phim giới thiệu nền văn học từ thời xa xưa.

Tầng hai là nơi trưng bày hiện vật, tư liệu về các nhà văn đoạt giải thưởng Hồ Chí Minh về văn học nghệ thuật với những cái tên lớn như nhà văn Nam Cao, Tế Hanh, Nguyễn Quang Sáng… Bên cạnh đó, đây còn là nơi trưng bày về một số nhân vật tiêu biểu của văn học Việt Nam đầu thế kỷ 20 như Phan Bội Châu, Tản Đà, Hồ Chí Minh; các nhà văn theo các khuynh hướng hiện thực phê phán, cách mạng và lãng mạn.


Tái hiện hình ảnh sĩ tử lều chõng đi thi


Tầng ba là nơi trưng bày về các nhà văn được Giải thưởng Nhà nước về văn học - nghệ thuật thời kỳ chống thực dân Pháp, văn học khu V, Nam Trung Bộ, các nhà văn sáng tác ở miền bắc, miền nam. Trưng bày tổ hợp Trường Sơn với nhà thơ tiêu biểu Hoàng Cầm, Phạm Tiến Duật và các kỳ Đại hội của Hội Nhà văn Việt Nam. 

Ngoài ba tầng trên, còn có hai phòng trưng bày về Quan hệ giao lưu quốc tế và Khám phá nông thôn Việt Nam.
Những bản thảo sách chép tay của các nhà thơ, nhà văn được trưng bày tại bảo tàng


Tại lễ khánh thành, nhà thơ Hữu Thỉnh, Chủ tịch Hội Nhà văn Việt Nam, Giám đốc Bảo tàng Văn học Việt Nam bày tỏ mong muốn: “Bảo tàng văn học Việt Nam không chỉ là nơi bảo quản, lưu giữ các hiện vật phục vụ cho công tác nghiên cứu văn học mà còn là địa chỉ văn hóa hấp dẫn du khách trong và ngoài nước đến tham quan tìm hiểu về lịch sử văn học Việt Nam".
Hình ảnh mẹ con chị Dậu được tái hiện


Trong tổng số gần bốn vạn tài liệu, hiện vật sưu tầm được, hiện có 3.454 tài liệu, hiện vật được chọn trưng bày; nhiều hiện vật quý như chiếc bàn gỗ cách đây hơn 200 năm Nguyễn Du từng ngồi viết trong thời gian 10 năm sinh sống ở quê vợ Thái Bình; bức tượng Vua Trần Nhân Tông từ chùa Tiêu Sái (nay là chùa Báo Ân), tại Gia Lâm vào thế kỷ 13, khi ông vừa xuống tóc bắt đầu hành trình lên Yên Tử; bộ bàn ghế gỗ gụ Bác Hồ từng tiếp vua Bảo Đại năm 1946; viên gạch đá ong lấy từ Thành Đồ Bàn, nơi chứng kiến cuộc hôn nhân "ngoại giao" nổi tiếng trong lịch sử giữa Huyền Trân công chúa với Chế Bồng Nga; những tấm ván khắc gỗ của dòng họ Phan Huy; bộ sưu tập sách viết trên lá cây của các dân tộc Thái ở miền tây Nghệ An, Chăm ở Bình Thuận, Khmer ở Trà Vinh,...
Chiếc bàn gỗ cách đây hơn 200 năm Nguyễn Du từng ngồi viết 

Bảo tàng mở cửa phục vụ khách tham quan từ 8h30 -11h30 buổi sáng, 14h -16h30 buổi chiều các ngày trong tuần, trừ thứ bảy và chủ nhật










Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor.

Vamos compartilhar.





--in via tradutor do google
MUSEUM OF VIETNAM literary works;

Inauguration of the Museum of Literature Vietnam with over 4,000 artifacts and documents

26.6 morning, in Hanoi, Vietnam Writers' Association held a ceremony to inaugurate Vietnam Literature Museum at 275 Au Co, Tay Ho District, Hanoi, with 3000 square meters of exhibition area and more than 4,000 current objects and documents related to the writer, literary works.

Vietnam Museum of Arts under the Vietnam Writers' Association, is the Prime Minister signed a decision founded in 2011. The museum has the functions of collecting, preserving, researching, displaying and introducing heritage culture, reflecting the formation and development of Vietnam literature.

Museum consists of 3 floors. First floor, showcasing artifacts, Vietnam Data ancient literature, medieval. With its central location is symbolic pen shaped stone was brought from Hung Temple on here with the words flexible, soft "new word the other three digits Mind Resources" of the great poet Nguyen Du.

This is the kind of exhibit literature 10 century country house (from the 10th century to the late 19th century); and writing the history of the people of Vietnam on the material Do paper, fabric, metal, leaves. The scene illustrates space school exam subjects, tents pallet, student, scene cult of honor feudal vivid, the viewer feel the atmosphere of lights, bustling department of his father appointed time. Artifacts are accompanied by computer systems, auto-sensing screen for artifacts introduced when visitors enter the museum as introducing footage literature since ancient times.

The second floor is the kind of exhibit space and materials on the award-winning writer of Ho Chi Minh on literature and art with the big names such as writer Nam Cao, Te Hanh, Nguyen Quang Sang ... Besides, it also a showcase of some of the typical character of the literature of the 20th century Vietnam as Phan Boi Chau, Tan Da, Quezon City; writers follow trends critical realism, revolution and romance.

 Recreate the electronic image tents artist pallet and take the exam
The third floor is home to exhibits about the writer of the State Prize of literature - art against the French colonial era, the literary zone V, South Central, the writers in the north, south. CTS exhibited combination with typical poet Hoang Cam, Pham Tien Duat and Congresses of the Vietnam Writers' Association.

In addition to the three floors above, there are two galleries of international relations and exchanges in rural Vietnam Discover.

The handwritten manuscript of the book poet, writer on display at the museum
At the inauguration ceremony, poet Huu Thinh, chairman of Vietnam Writers' Association, director of the Museum of Literature Vietnam expressed his desire: "Vietnam Literary Museum is not only a place of preservation and storage of artifacts serve for the study of literature, but also address cultural attractions and foreign tourists to visit to learn about the literary history of Vietnam. "

Her mother Rooster image is reproduced
In total nearly four thousand documents, artifacts collected, the existing 3454 document, selected artifacts on display; many precious objects such as wooden table more than 200 years ago, Nguyen Du ever sat writing during 10 years of living in the countryside Pacific wife; statue of King Tran Nhan Tong Sai temple Text (now Bao An Pagoda), at Gia Lam in the 13th century, when he had hair down to begin the journey to Yen Tu; mahogany furniture Uncle Ho once to King Bao Dai 1946; laterite bricks taken from Thanh Ban, which witnessed the marriage "diplomacy" is famous in the history between Huyen Tran Princess with Che Bong Nga; carved wooden planks of the family Phan Huy; collection of books written on the leaves of the Thai ethnic minority in western Nghe An, Binh Thuan Cham, Khmer in Tra Vinh, ...

Wooden table more than 200 years ago, Nguyen Du ever sat writing
Museum is open for visitors from 8:30 -11h30 morning, afternoon -16h30 14h on weekdays, except Saturday and Sunday





--br via tradutor do google
MUSEU do Vietnã obras literárias;

Inauguração do Museu de Literatura Vietnam com mais de 4.000 artefatos e documentos

26,6 manhã, em Hanoi, Vietnã Associação de Escritores 'realizou uma cerimônia para inaugurar Literatura Vietnam Museum a 275 Au Co, Tay Ho District, Hanoi, com 3000 metros quadrados de área de exposição e mais de 4.000 atual objetos e documentos relacionados com o escritor, obras literárias.

Vietnam Museum of Arts sob Associação de Escritores Vietnã ', é o primeiro-ministro assinou uma decisão fundada em 2011. O museu tem as funções de recolha, conservação, pesquisa, visualização e introdução de herança cultura, refletindo a formação e desenvolvimento da literatura Vietnã.

Museu é composto por 3 andares. Primeiro andar, apresentando artefatos, dados Vietnam literatura antiga, medieval. Com a sua localização central é pena simbólica pedra em forma foi trazida de Hung Templo aqui com as palavras flexível, suave "nova palavra os outros três dígitos Mente Recursos" do grande poeta Nguyen Du.

Este é o tipo de exposição de literatura de 10 casa de campo do século (a partir do século 10 para o século 19); e escrevendo a história do povo do Vietname sobre o material de fazer papel, tecido, metal, folhas. A cena ilustra disciplinas escolares espaço exame, tendas de paletes, estudante, cult cena de honra feudal cores vivas, o espectador sentir a atmosfera de luzes, movimentado departamento de seu pai nomeado tempo. Artefatos são acompanhados por sistemas de computador, tela de auto-sensing para artefatos introduzidos quando os visitantes entrar no museu como a introdução de literatura metragem desde os tempos antigos.

O segundo andar é o tipo de espaço para exposições e materiais sobre o escritor premiado de Ho Chi Minh na literatura e na arte com os grandes nomes como o escritor Nam Cao, Te Hanh, Nguyen Quang Sang ... Além disso, também uma vitrine de alguns dos caráter típico da literatura do século 20 Vietnã como Phan Boi Chau, Tan da, Quezon City; escritores seguem tendências realismo crítico, revolução e romance.


 Recriar a imagem eletrônica tendas artista palete e fazer o exame
O terceiro andar é o lar de exposições sobre o escritor do Prêmio Estadual da literatura - arte contra a era colonial francesa, a zona literária V, do Sul e Central, os escritores do norte, sul. CTS exibiu combinação com o poeta típico Hoang Cam, Pham Tien Duat e Congressos da Associação de Escritores Vietnã '.

Além dos três andares acima, existem duas galerias de relações internacionais e intercâmbios na área rural do Vietnã Discover.


 O manuscrito do poeta livro, escritor em exposição no museu
Na cerimônia de inauguração, poeta Huu Thinh, presidente da Associação de Escritores Vietnã ', diretor do Museu de Literatura Vietnam expressou seu desejo: "Vietnam Museu Literário é não só um lugar de preservação e armazenamento de artefatos servir para o estudo da literatura, mas também abordar atrações culturais e turistas estrangeiros para visitar a aprender sobre a história literária do Vietnã. "


 Sua imagem Galo mãe é reproduzido
No total, cerca de quatro mil documentos, artefatos recolhidos, o 3454 documento existente, artefatos selecionados em exposição; muitos objetos preciosos, como mesa de madeira mais de 200 anos atrás, Nguyen Du já sentou escrever durante 10 anos de vida com a mulher Pacific campo; estátua do rei Tran Nhan Tong Sai templo Texto (agora Bao An Pagoda), em Gia Lam no século 13, quando ele tinha cabelo para baixo para começar a viagem para Yen Tu; móveis de mogno Tio Ho, uma vez ao Rei Bao Dai 1946; tijolos de laterita tiradas de Thanh Ban, que testemunhou o casamento "diplomacia" é famoso na história entre Huyen Tran Princesa com Che Bong Nga; esculpida pranchas de madeira da família Phan Huy; coleção de livros escritos sobre as folhas da minoria étnica tailandesa em Nghe An ocidental, Binh Thuan Cham, Khmer em Tra Vinh, ...


 mesa de madeira mais de 200 anos atrás, Nguyen Du já sentou escrever
Museu está aberto para visitantes de 08:30 -11h30 manhã, tarde -16h30 14h nos dias de semana, exceto sábado e domingo