segunda-feira, 6 de junho de 2016

MUSEU MARÍTIMO DE SESIMBRA ABRIU PORTAS AO PÚBLICO - PORTUGAL.

A inauguração do Museu Marítimo de Sesimbra, na Fortaleza de Santiago, foi o momento alto das comemorações do Dia do Pescador, 31 de maio. 


A cerimónia contou com a presença da Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, que enalteceu o trabalho da autarquia na recuperação e preservação do património. «Felicito a Câmara Municipal de Sesimbra pela aposta na requalificação do património e especialmente pela criação deste espaço cultural, que concilia o conceito de museu tradicional com as novas tecnologias para dar a conhecer variadíssimos aspetos da pesca, as memórias e tradições da comunidade sesimbrense», sublinhou a Ministra, durante a visita inaugural, na qual foi acompanhada pelo presidente da Câmara Municipal, Augusto Pólvora, o secretário de Estado das Pescas, José Apolinário, autarcas, representante do secretário de Estado da cultura e de várias entidades que apoiaram e participaram na instalação deste equipamento.



A titular da pasta do Mar do Governo afirmou ainda que o Museu «é o reflexo de um excelente trabalho do ponto de vista cultural e, também um exemplo da boa aplicação de fundos comunitários». No final, Ana Paula Vitorino afirmou que vai voltar com a família «porque este museu está muito bem conseguido e merece uma visita mais prolongada», concluiu.

Por seu turno, a vice-presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Felícia Costa destacou a importância deste espaço cultural para Sesimbra: «o Museu Marítimo é um dos projetos culturais mais relevantes para o concelho e tem um simbolismo muito forte para a vila e para a sua comunidade, porque disponibiliza um valioso espólio reunido ao longo de décadas que dá a conhecer a história e o saber único dos sesimbrenses, e porque é o culminar do processo de recuperação da Fortaleza de Santiago, o local ideal para a instalação deste museu», referiu, acrescentando que é um museu da comunidade, pela proximidade e colaboração dos sesimbrenses ao longo dos anos.


A inauguração contou com a presença de muitos munícipes, que quiseram ser os primeiros a visitar os vários espaços do Museu Marítimo, que apresenta uma componente lúdica e interativa que surpreendeu e cativou todos os presentes.

O museu vai estar aberto ao público de terça a domingo, das 10 às 13 e das 14h30m às 17h30m. Os residentes no concelho têm entrada gratuita.



Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://zoomonline.pt/museu-maritimo-de-sesimbra-abriu-portas-ao-publico/arquivo/20710

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor

Vamos compartilhar.

THE EMPATHY MUSEUM PRESENTS. --- Primeiro Museu da Empatia no mundo

The Empathy Museum’s first exhibit is a shoe shop where visitors are invited to walk a mile in someone else’s shoes – literally. 



With contributions that range from a sewer worker to a sex worker the stories cover different aspects of life, from loss and grief to hope and love and take the visitor on an empathetic as well as a physical journey. 




Mile in My Shoes opened in London as part of Totally Thames Festival 2015 (supported by Wanda One UK). In February/March 2016 we exhibited as part of the Perth International Arts Festival with 31 new stories and pairs of shoes from Western Australia collected with local producers Centre for Stories

During our time in Perth we welcomed over 3,500 visitors to walk a mile in a stranger's shoes. Listen to a selection of the stories below or visit our SoundCloud playlist for more.



Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor

Vamos compartilhar.


--br via tradutor do google
Primeiro Museu da Empatia no mundo

Situado em Londres, o museu convida os visitantes a se colocarem no lugar de outras pessoas
Quando somos crianças, nossa imaginação vai longe, ultrapassando conceitos, regras e tudo tido como "normal". Entre as principais fantasias da infância está a possibilidade de se colocar no lugar de outra pessoa. Seja em filmes, brincando com amigos ou apenas sonhando longe, os pequenos se imaginam sendo seus super heróis ou colocar Einstein para fazer sua prova de matemática. Mas e se essa brincadeira de criança pudesse se tornar real na vida adulta?
No primeiro Museu da Empatia, situado na cidade de Londres, na Inglaterra, a experiência de se colocar no lugar de outro alguém é o principal atrativo. Parte do Thames Festival, o museu é baseado nas ideias do pensador cultural Roman Krznari.
Na exposição itinerante, os visitantes chegam até um espaço onde podem se colocar no lugar de outras pessoas. A visão do mundo, então, passa a ser vista através dos olhos de outro ser humano. O objetivo é promover uma revolução nas relações humanas por meio do desenvolvimento da empatia. Os criadores do projeto acreditam que a empatia é o antídoto ideal para combater o preconceito, conflitos sociais e a desigualdade.
Ao entrar no museu, o visitante é convidado a vestir os calçados de outra pessoa. A experiência promove uma alusão à expressão inglesa "in your shoes", que na tradução literal quer dizer "nos seus sapatos", fazendo referência a como é estar no lugar de outra pessoa.

Cultura brasileira - Livro - "Memórias Póstumas de Brás Cubas" - Resumo da obra de Machado de Assis. --- Brazilian culture - Book - "The Posthumous Memoirs of Bras Cubas"

Ao criar um narrador que resolve contar sua vida depois de morto, Machado de Assis muda radicalmente o panorama da literatura brasileira, além de expor de forma irônica os privilégios da elite da época.


Resumo
A infância de Brás Cubas, como a de todo membro da sociedade patriarcal brasileira da época, é marcada por privilégios e caprichos patrocinados pelos pais. O garoto tinha como “brinquedo” de estimação o negrinho Prudêncio, que lhe servia de montaria e para maus-tratos em geral. Na escola, Brás era amigo de traquinagem de Quincas Borbas, que aparecerá no futuro defendendo o humanitismo, misto da teoria darwinista com o borbismo: “Aos vencedores, as batatas”, ou seja: só os mais fortes e aptos devem sobreviver.

Na juventude do protagonista, as benesses ficam por conta dos gastos com uma cortesã, ou prostituta de luxo, chamada Marcela, a quem Brás dedica a célebre frase: “Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis”. Essa é uma das marcas do estilo machadiano, a maneira como o autor trabalha as figuras de linguagem. Marcela é prostituta de luxo, mas na obra não há, em nenhum momento, a caracterização nesses termos. Machado utiliza a ironia e o eufemismo para que o leitor capte o significado. Brás Cubas não diz, por exemplo, que Marcela só estava interessada nos caros presentes que ele lhe dava. Ao contrário, afirma categoricamente que ela o amou, mas fica claro que, naquela relação, amor e interesse financeiro estão intimamente ligados.

Apaixonado por Marcela, Brás Cubas gasta enormes recursos da família com festas, presentes e toda sorte de frivolidades. Seu pai, para dar um basta à situação, toma a resolução mais comum para as classes ricas da época: manda o filho para a Europa estudar leis e garantir o título de bacharel em Coimbra.

Brás Cubas, no entanto, segue contrariado para a universidade. Marcela não vai, como combinara, despedir-se dele, e a viagem começa triste e lúgubre.

Em Coimbra, a vida não se altera muito. Com o diploma nas mãos e total inaptidão para o trabalho, Brás Cubas retorna ao Brasil e segue sua existência parasitária, gozando dos privilégios dos bem-nascidos do país.

Em certo momento da narrativa, Brás Cubas tem seu segundo e mais duradouro amor. Enamora-se de Virgília, parente de um ministro da corte, aconselhado pelo pai, que via no casamento com ela um futuro político. No entanto, ela acaba se casando com Lobo Neves, que arrebata do protagonista não apenas a noiva como também a candidatura a deputado que o pai preparava.

A família dos Cubas, apesar de rica, não tinha tradição, pois construíra a fortuna com a fabricação de cubas, tachos, à maneira burguesa. Isso não era louvável no mundo das aparências sociais. Assim, a entrada na política era vista como maneira de ascensão social, uma espécie de título de nobreza que ainda faltava a eles. 

Lista de personagens
Brás Cubas: filho abastado da família Cubas, é o narrador do livro; conta suas memórias, escritas após a morte, e nessa condição é o responsável pela caracterização de todos os demais personagens. 

Virgília: grande amor de Brás Cubas, sobrinha de ministro, e a quem o pai do protagonista via como grande possibilidade de acesso, para o filho, ao mundo da política nacional. 

Marcela: amor da adolescência de Brás. 

Eugênia: a “flor da moita”, nas palavras de Brás, já que era filha de um casal que ele havia flagrado, quando criança, namorando atrás de uma moita; o protagonista se interessa por ela, mas não se dispõe a levar adiante um romance, porque a garota era coxa. 

Nhã Lo Ló: última possibilidade de casamento para Brás Cubas, moça simples, que morre de febre amarela aos 19 anos. 

Lobo Neves: casa-se com Virgília e tem carreira política sólida, mas sofre o adultério da esposa com o protagonista. 

Quincas Borba: teórico do humanitismo, doutrina à qual Brás Cubas adere, morre demente. 

Dona Plácida: representante da classe média, tem uma vida de muito trabalho e sofrimento. 

Prudêncio: escravo da infância de Brás Cubas, ganha depois sua alforria.

Sobre Machado de Assis
Joaquim Maria Machado de Assis nasceu em 21 de junho de 1839 na cidade do Rio de Janeiro. Neto de escravos alforriados, foi criado em uma família pobre e não pode frequentar regularmente a escola. Porém, devido a seu enorme interesse por literatura, conseguiu se instruir por conta própria. Entre os seis e os quatorze anos, Machado de Assis perdeu sua irmã, a mãe e o pai.

Aos 16 anos, Machado conseguiu um emprego como aprendiz em uma tipografia, vindo a publicar seus primeiros versos no jornal “A Marmota”. Em 1860 passou a colaborar para o “Diário do Rio de Janeiro” e é dessa década que datam quase todas suas comédias teatrais e Crisálidas, um livro de poemas.

Em 1869 Machado de Assis casou-se com Carolina Augusta Xavier de Novais sem o consentimento da família da moça, devido à má fama que Machado carregava. Porém, este casamento mudou sua vida, uma vez que Carolina lhe apresentou à literatura portuguesa e inglesa. Mais amadurecido literariamente, Machado publica na década de 1870 uma série de romances, tais como A mão e a luva (1874) e Helena (1876), vindo a obter reconhecimento do público e da crítica. Ainda na década de 1870, Machado iniciou sua carreira burocrática e em 1892 já ocupava o cargo de diretor geral do Ministério da Aviação. Através de sua carreira no serviço público, Machado de Assis conseguiu sua estabilidade financeira.


A obra literária de Machado era marcadamente romântica, mas na década de 1880 ela sofre uma grande mudança estilística e temática, vindo a inaugurar o Realismo no Brasil com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881). A partir de então a ironia, o pessimismo, o espírito crítico e uma profunda reflexão sobre a sociedade brasileira se tornarão as principais características de suas obras. Em 1897, Machado funda a Academia Brasileira de Letras, sendo seu primeiro presidente e ocupando a Cadeira Nº 23. 

Em 1904, Machado perde a esposa após um casamento de 35 anos. A morte de Carolina abalou profundamente o escritor, que passou a ficar isolado em casa e sua saúde foi piorando. Dessa época datam seus últimos romances: Esaú (1904) e Jacó Memorial de Aires (1908). Machado morreu em sua casa no Rio de Janeiro no dia 29 de setembro de 1908. Seu enterro foi acompanhado por uma multidão e foi decretado luto oficial no Rio de Janeiro.

Seus principais romances são: "Ressurreição" (1872), "A mão e a luva" (1874), "Helena" (1876), "Iaiá Garcia" (1878), "Memórias Póstumas de Brás Cubas" (1881), "Quincas Borba" (1891), "Dom Casmurro" (1899), "Esaú e Jacó" (1904) e "Memorial de Aires" (1908). Além dessas obras, Machado de Assis possui uma extensa bibliografia que abrange poemas, contos e peças teatrais.





Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

colaboração: Marcela Boni