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terça-feira, 14 de junho de 2016

Ramanujan Museum, in Tamil Nadu, India. - One-room museum dedicated to India's most enigmatic mathematician. --- Matemático, Ramanujan Museum, em Tamil Nadu, Índia

Srinivasa Ramanujan was a mathematician of unusual talent. Born in 1887 and raised in the modest town of Kumbakonam in Tamil Nadu, Ramanujan was largely self-taught. Working alone, the Indian mathematician arrived at nearly 3,900 results, and in the process rederived a century's worth of Western mathematics.






It was not until 1912, when Ramanujan sent his theorems to academics at the University of Cambridge, that the Western world gained knowledge of his genius. G.H. Hardy took particular interest in Ramanujan's work, immediately recognizing his brilliance. In 1914, the atheist and academically rigorous Hardy arranged for the shy, religious, and highly intuitive Ramanujan to travel to England. There, Ramanujan spent the remainder of his career developing his ideas with his English colleagues before falling ill and returning to India five years later.



Tragically, Ramanujan died at the early age of 32, having spent a majority of his life rediscovering established proofs and formulae. Though a small fraction of his results also turned out to be wrong, a considerable amount of Ramanujan's work proved to be new. Today, his ideas (which are some of the most strange and obscure in all of mathematics) continue to inspire mathematical discoveries as well as find real-world applications.

While Ramanujan's birthday is an official holiday in his home state of Tamil Nadu, there is a little-known museum in Chennai that celebrates his life year-round. Often overlooked by adults and tourists, the one-room museum is visited primarily by schoolchildren.

The collection is the result of decades of effort by math educator P.K. Srinivasan. Noting children's disdain for the subject, Srinivasan hoped to establish a Ramanujan Memorial Foundation that would house a planetarium, library, auditorium, and exhibitions meant to excite visitors about mathematics. However, it took years of hard work asking relatives, associates, and institutions that had contact with Ramanujan to acquire the pictures, letters, and other documents necessary for a museum.


In 1993, after digging through unopened chests in Ramanujan's old attic, Srinivasan finally had the means and space to open up a small museum in Chennai. Today, visitors to the exhibit can view a myriad of Ramanujan memorabilia, including photographs of the mathematician's home and family, his correspondence with friends, relatives, and colleagues, as well as his original passport.




Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor


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Um filme conta a história de Srinivasa Ramanujan, um matemático indiano autodidata que revolucionou a ciência no início do século.

O matemático aos deuses sussurrou fórmulas inviáveis

Em 1913, o matemático G. H. Hardy recebeu uma carta com um conteúdo incrível. O autor foi um jovem indiano, Srinivasa Ramanujan, capaz de produzir fórmulas improvável, apesar de não ter recebido treinamento formal em matemática pura. Embora inicialmente responderam com ceticismo, Hardy levou a Ramanujan de Madras no sul da Índia, para o Trinity College, em Cambridge (Reino Unido) para tentar desvendar o segredo deste gênio autodidata.

Isso foi, como Hardy disse mais tarde, o único evento romântico de sua vida. O encontro serviu para mostrar que o mundo funciona como as fórmulas que calculam em alta velocidade permitiu infinitos números decimais de pi. Hoje, um século depois, o legado da breve vida de Ramanujan continua a influenciar matemática, física ou computador.

A história desse encontro é a que tem agora o homem que sabia o infinito, um filme que vai estrear em 13 de maio e estrelado por Jeremy Irons (Hardy) e Dev Patel (Ramanujan). Desde a sua criação, este encontro improvável entre um religioso casado indiano para uma garota e praticante de uma religião que não deixá-lo atravessar o mar com um membro do ateu da elite intelectual racionalista eurocêntrica do tempo 10 anos é relatado.

"Eu não acredito na sabedoria intemporal do Oriente, mas eu acredito em você", diz Hardy-lhe um momento para Ramaujan. O índio sentiu que um ser superior, a sua deusa, sussurrou fórmulas problemas impossíveis resolvidos. Hardy, fascinado pelo seu talento natural, ele próprio foi reconstruyese o caminho por alguém sem sua inspiração poderia chegar às mesmas conclusões.

Além dos desafios científicos, o filme mostra a rejeição que Moderada Ramanujan na Inglaterra. Apenas os esforços de Hardy, e apoio de alguns membros da faculdade de Trindade como J. E. Littlewood, permitiu-lhe ser reconhecido em um mundo que ainda justificou o colonialismo na existência de raças inferiores como o matemático indiano.

O exemplo de Ramanujan pode ser usado para suportar a hipótese de que a linguagem matemática é algo inscrito no cérebro de todos os seres humanos. Como Mozart era a música, Ramanujan tinha a capacidade de trazer para fora suas fórmulas interiores utilizados para explicar a natureza. Milhões de anos de evolução criaram as estruturas neurais que servem para entender o mundo e, no caso de Ramanujan, vamos descrever com as equações mais sofisticadas.

O brilho do matemático indiano foi breve. Seus resultados e apoio da Hardy levou-o para a Royal Society e membro da Faculdade de Trinity College, mas não aproveitar muito dessas honras. Em 1920, com 32 anos e apenas sete após a carta que o levou para a Inglaterra, a tuberculose que alguns atribuem em parte ao seu trabalho extenuante terminou sua vida.

Em tempos de discussão de gênero. Gerda Wegener (1886-1940) era um artista e pintor dinamarquês conhecido por sua arte erótica.


Durante grande parte do século passado, não era raro ver peças eróticas que foram exibidos em diferentes formatos. Na verdade, ouso dizer que a arte erótica tem sido parte da história da arte para sempre. Imagens Gerda tem grande qualidade e "dibujístico" denotam o grande talento do autor, que usou como modelo para o marido.


A história de Gerda e seu marido Einar Wegener começou com o que inicialmente tinha que ser um fetichismo brincalhão e terminou com a primeira operação de mudança de sexo no mundo.


A verdadeira história do filme 'A Dinamarquesa' 

Em tempos de discussão de gênero, mais um filme trata o assunto com a maior poesia: "A garota dinamarquesa", dirigido por Tom Hooper, com o ator Eddie Redmayne interpretando o pintor dinamarquês Einer Mogen Wegener, um caso pioneiro de mudança de sexo nos anos 30. Ao posar para a mulher, a pintora Gerda Wegener, interpretada por Alicia Vikander, Einer descobre que tem uma alma feminina dentro de um corpo masculino. Incentivado por Gerda, ele se transforma em Lili Elbe. Conheça a verdadeira história de Lili.

Primeiro de maio de 1930. Einar Wegener marcara a data para se matar depois de passar um ano de tormentos. A causa de tanto sofrimento: a certeza de que era uma mulher presa num corpo masculino. Em determinados momentos, ele sentia que havia duas pessoas lutando pela supremacia.



Uma dessas pessoas era um pintor de paisagens, um homem firme, segundo o próprio Einar, capaz de "enfrentar tempestades". Ele se casou com Gerda, presença forte, talentosa ilustradora, reconhecida pelos retratos femininos que fazia para revistas como "Vogue" e "La Vie Parisienne".

A outra personalidade, que crescia dentro dele, era a de Lili Elbe, alguém descrita por ele como "inconsequente, superficial e caprichosa", incapaz até de falar diante de homens poderosos. Mas apesar de todos esses defeitos, em fevereiro de 1930 ficou cada vez mais difícil para Einar resistir a ela.



“Estou acabado", escreveu na ocasião. "Lili já sabia disso há muito tempo e consequentemente ela se rebela com mais vigor a cada dia." Wegener não cometeu suicídio no dia marcado. Em vez disso, procurou um médico para ajudá-lo, que acabou fazendo uma série de operações que permitiram a transformação de Einar em Lili. 

Em setembro de 1931, Lili acabou morrendo, vítima de uma intervenção mal sucedida para transplantar um útero em seu corpo. Ciclosporina, a droga que previne a rejeição de órgãos transplantados, foi usada com sucesso pela primeira vez em 1980, quase 50 anos depois da morte de Lili Elbe.



No ano anterior ao da sua morte, Lili Elbe divorciou-se de Gerda, abandonou a pintura e começou uma relação amorosa com um marchand francês. “Não é com o meu cérebro, nem com os meus olhos ou minhas mãos que desejo ser criativo mas com meu coração e meu sangue", escreveu. "O maior desejo na minha vida de mulher é ter um filho".

Einar começou a virar Lili por acaso

De acordo com o próprio relato de Wegener, sua transição para Lili começou a acontecer por acaso, quando uma das modelos femininas de sua mulher faltou. A amiga do casal, a atriz Anna Larsen, sugeriu que Einar posasse. No início ele resistiu mas acabou cedendo. "Não posso negar, pode soar estranho, mas me senti bem na maciez das roupas femininas", escreveu Lili.




Esse evento acidental despertou sentimentos tão profundos que Wegener continuou a se vestir como Lili, nome pelo qual passou a ser chamado por Larsen com o apoio de Gerda, que passou a usá-la como modelo de seus quadros.

Em Paris, Lili como irmã de Einar, frequentou os bailes com Gerda

Em 1912 o casal se mudou para Paris. Lá Gerda acompanhou Lili _ ou "a irmã de Einar" _ nos bailes, onde passou a vê-la flertar com os cavalheiros. Mais tarde, Lili contou que Gerda foi sua maior advogada e os dois ficaram juntos durante uma década num casamento nada convencional.

À medida que os anos passavam, Wegener foi ficando cada vez mais deprimido. Procurou vários médicos, que não ajudaram em nada. Uns diziam que ele era gay e outros, que era simplesmente histérico. Einar viveu numa época em que a compreensão do gênero e do sexo humano apenas nascia.



O termo transsexualismus

Em 1918, Magnus Hirchfeld, um médico alemão fundador da primeira organização pelos direitos gays, abriu o Instituto para a pesquisa sexual em Berlim. Durante 30 anos Hirschfeld documentou experiências homossexuais em homens e mulheres pelo mundo com a intenção de transformar a sexologia numa rigorosa disciplina acadêmica. É de Hirschfeld o termo "transsexualismus”.

Na virada para o século XX, vários médicos fizeram experiências para investigar a base biológica do gênero em animais. O Professor Steinach de Viena enxertou ovários em ratos machos castrados na infância e notou que como consequência cresciam peitos.



Quando atingiam a puberdade, esses animais não mostravam qualquer interesse nas fêmeas. O inverso também foi verdadeiro nas fêmeas, cujos ovários foram susbstituídos por testículos. Somente décadas mais tarde os cientistas isolaram e sintetizaram os hormônios do estrogênio e da testosterona.


Os procedimentos sofridos por Einar Wegener, na época com 47 anos, são desconhecidos por que o Instituto da Pesquisa Sexual foi destruído pelos nazistas em maio de 1933. Na biografia "Man into Woman", que publica vários diários e várias cartas de Wegener/Elbe, assim como conversas com o editor do livro, Niels Hoyer, vários detalhes são esclarecidos.

Várias operações transformaram Einar em Lili 

Einar passou por várias operações na Clínica de Kurt Warnerkros em Dresden. No livro, O doutor Kurt é descrito como um homem de ilimitada potência masculina, como salvador e criador de Lili. O tratamento custou o equivalente a 12 mil libras de hoje, levantadas por Wegener com a venda de suas pinturas.

Além do transplante fatal de um útero e da remoção dos testículos, ovários de uma jovem mulher foram enxertados no corpo de Einar. Em suas memórias, ela sugere que descobriram, numa das operações, que ela tinha um par de pequenos ovários não desenvolvidos.



O novo sobrenome de Lili, Elbe, foi escolhido por causa do rio que corre na cidade de seu renascimento como mulher. Depois das primeiras operações, ela sofreu momentos de desespero ao não ser aceita pelos antigos amigos além de experimentar a sensação de ter "assassinado" Einar. Ela abandonou a pintura e passou a rejeitar toda sua existência anterior.

Um passaporte com o novo nome

Até mesmo a irmã mais velha foi fria com ela. O rei dinamarquês concordou em anular seu casamento com Gerda e o divórcio foi oficializado no dia 6 de outubro de 1930. Gerda casou-se com um oficial italiano que dilapidou suas economias. Morreu em 1940 sem um centavo. Lili recebeu um passaporte com o novo nome. E quando visitou o irmão mais velho, contou que não se lembrava mais de onde seus pais haviam sido enterrados.



A sensação da falta de raízes cresceu junto com um desejo enorme de criar uma vida nova. Em setembro de 1931, depois do transplante de útero, enviou uma carta à irmã em que dizia: "Agora eu sei que a morte está perto. A noite passada sonhei com minha mãe. Ela me abraçou e me chamou de Lili e meu pai também estava lá". No dia 13 de setembro de 1931 morreu.

No verão ela escreveu a um amigo: “Durante 14 meses provei que sou Lili, vital e tenho o direito de viver. Não é muito mas me parecem ser uma vida completa e feliz".

Eddie Redmayne, que impressionou no papel do físico Stephen Hawking em "A teoria de tudo", volta a surpreender na metamorfose Einer/Lili nessa história que acontece em Copenhague e Paris entre 1926 e 1931, época em que o corpo feminino se liberava totalmente através da moda e da dança graças a designers como Jeanne Lanvin, Coco Chanel e Paul Poiret. Paco Delgado se inspirou nos três para criar os looks de Lili e Gerda.

Chanel inspirou figurino do filme

A maquiagem foi outro desafio. "Eu sabia que Tom filmaria em closes sobretudo nas cenas emocionalmente pesadas. Para obter esse efeito, usei uma base feita com cera de abelha, que se mistura perfeitamente à pele. Também trabalhei em parceria com uma empresa para desenvolver a palheta de cores da época", diz abeauty designer Jan Sewell.


A liberdade de identidade está presente não só na maquiagem mas nos tecidos e no guarda-roupa. Delgado, Hooper e Stewart pesquisaram a arquitetura e as fotos de época do casal na Biblioteca nacional de Copenhague. O figurinista fez questão de reproduzir fielmente o primeiro vestido branco, usado por Lili ao posar para Gerda. Na primeira aparição em público como mulher, Lili usa um vestido cedido departamento de figurino da Ópera de Copenhague.

"Queríamos que a cena fosse sutilmente teatral", conta o figurinista, que para a fase parisiense de Lili e Gerda, inspirou-se em Coco Chanel. "Ela foi a primeira estilista a pensar na mulher moderna, na nova mulher que surgia na época. Foi pioneira ao introduzir o tricô no armário feminino permitindo assim maior movimento", observa.




Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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Le plus vieux violoncelle au monde sera exposé à New-York --- O violoncelo mais antigo do mundo será exposto em Nova York

« Le Roi », le plus ancien violoncelle au monde, réalisé par le luthier italien Andrea Amati sera exposé au Metropolitan Museum of Arts de New-York, du 11 juin au 8 septembre 2015. L’occasion de revenir sur l’histoire de cet instrument légendaire du XVIème siècle.



A l’honneur d’une exposition au Metropolitan Museum of Arts de New-York, le plus ancien violoncelle au monde, « Le Roi », construit au XVIème siècle par Andrea Amati, sera la pièce maitresse d’une installation qui honore travail du luthier italien et de des fils. Construit en 1570, l’instrument a depuis été modernisé en 1802 par le luthier Sébastien Renault et a subit plusieurs raccourcissement, notamment dans le sens de la largeur et de la longueur. Polémiques, ces modifications n’ont pas pour autant dénaturé les décorations.

Comme l’explique le luthier Rolland Houël dans son mémoire, « Reconstitution d’un violoncelle d’Andrea Amati », c’est suite à une commande de 38 instruments du roi de France Charles IX - fils de Catherine de Médicis - que le violoncelle « Le Roi » fut réalisé dans les ateliers du maître Amati.

Orné des armes et devises du souverain, « sur l’instrument figure en effet les emblèmes royaux et la devise du roi Charles IX, « pietate» (piété) sur le côté de la basse, « Ivsticia» (justice) sur le côté des aigus et la lettre « K » dans la nervure centrale, qui signifie «Karolus», ou « Charles » précise Roland Houël.


On dispose d’assez peu d’informations sur l’instrument, dont la trace s’est perdue deux siècles plus tard lors des grandes journées de la Révolution Française. Suite à l’invasion du château de Versailles par des insurgés parisiens, les instruments disparurent de la chapelle royale où ils étaient conservés et se trouvent désunis, nous précise l’auteur du mémoire.  
 
Mais il refait surface. Comme l’indique Roland Houël, le violoncelle est retrouvé par le violoniste Cartier puis acheté en 1812 par un luthier anglais du nom de John Edward Betts.

Suite à plusieurs péripéties, « le violoncelle est exposé en 1968 à New-York et à Crémone en 1982 au Palazzo communale », avant d’être conservé aux Etats-Unis où il réside encore.

Aujourd’hui, il ne reste qu’une dizaine d’instruments provenant de la commande de Charles IX. L’exposition au Metropolitan Museum of Arts de New-York, accompagne le violoncelle de deux autres instruments d’Andrea Amati : un alto et un violon.


Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

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--br via tradutor do google
O violoncelo mais antigo do mundo será exposto em Nova York

"The King", o mais antigo do violoncelo mundo, realizada por violinmaker italiano Andrea Amati serão exibidos no Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque, a partir de 11 junho - 8 setembro 2015. A oportunidade de revisitar a história deste instrumento lendário século XVI.

Em honra de uma exposição no Metropolitan Museum of Art de Nova York, o violoncelo mais antiga do mundo, "King", construído no século XVI por Andrea Amati, será a peça central de uma instalação que homenageia o trabalho luthier italiano e filho. Construído em 1570, o instrumento já foi modernizado em 1802 pelo luthier Sébastien Renault e sofreu várias encurtamento, especialmente na direção de largura e comprimento. Polêmicas, essas mudanças não forneceram decorações desnaturadas.

Como explicado Rolland Houel luthier em sua memória, "Reconstrução de um violoncelo Andrea Amati" está seguindo uma ordem de 38 instrumentos do Rei de França Charles IX - filho de Catarina de Médici - o violoncelo "The king" foi feita nas oficinas de mestre Amati.
armas ornamentadas e moeda do soberano, "na face do instrumento, na verdade emblemas reais e lema do Rei Charles IX," pietate "(piedade) no lado da baixa", Ivsticia "(justiça) no lado aguda e a letra "K" na nervura central, o que significa disse "Karolus" ou "Charles" Houel Roland.

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Há relativamente pouca informação sobre o instrumento, cujo traço foi perdido dois séculos mais tarde, durante os grandes dias da Revolução Francesa. Após a invasão de Versalhes por insurgentes parisienses, os instrumentos desapareceu da capela real onde foram mantidos são desunidos e, diz-nos a memória do autor.

Mas ele ressurgiu. Como Roland Houel sugere, o violoncelo é encontrado pelo violinista Cartier, em seguida, comprado em 1812 por um fabricante de instrumentos Inglês chamado John Edward Betts.
Depois de várias aventuras, "o violoncelo é exposta em 1968 em Nova York e Cremona em 1982 no Palazzo comum" antes de ser mantida nos Estados Unidos, onde ainda reside.