sábado, 25 de junho de 2016

Cultura brasileira: Candomblé - Mãe Menininha do Gantois será tema da Vai Vai no Carnaval do ano que vem --- Mother Menininha Gantois will be the subject of Vai Vai next year's Carnival

Mãe Menininha do Gantois é homenageada no Carnaval 2017


A Mãe de Santo baiana Menininha do Gantois será a homenageada da Escola de Samba Vai Vai no carnaval paulistano do ano que vem. A escolha foi feita para marcar os 30 anos de morte da matriarca do candomblé, que representa a cultura e religiosidade de matriz africana na Bahia

Com enredo já definido – No Xirê do Anhembi, a Oxum mais bonita surgiu. Menininha Mãe da Bahia, Ialorixá do Brasil – e uma sinopse do desfile, representantes da escola foram à Bahia pedir oficialmente autorização à Mãe Carmem, filha da homenageada e atual ialorixá do Terreiro do Gantois, localizado no bairro da Federação, em Salvador.


“Este ano, exatamente por causa do aniversário de morte de Mãe Menininha, veio essa vontade do nosso presidente de fazer a homenagem a essa grande figura, para abordar todo o legado de amor, de paz, de união, de religiosidade que ela deixou. Dessa forma, fomos consultar a Mãe Carmem, lá no Gantois, e felizmente obtivemos isso [a autorização]. A nossa intenção é fazer um grande xirê [palavra iorubá que significa dança e evocação aos orixás] no palco do Anhembi e contar a trajetória de doçura dessa ialorixá mais famosa do mundo”, disse à Agência Brasil a diretora de Carnaval da Vai Vai, Janaína Decarli.

Janaína contou que a ideia de homenagear a matriarca baiana surgiu em um sonho do presidente da escola, Darli Silva (Neguitão). Segundo a diretora, Silva sonhou que a Vai Vai deveria homenagear a Mãe Menininha e propôs aos demais membros da agremiação, que acataram a sugestão.

“Vamos levar para a avenida o legado de amor, a doçura, a história de vida com os orixás, em vida e depois da morte. Quando se lembra de Mãe Menininha, lembra-se de amor. A gente vai falar dela, pelas veias do candomblé, por meio dos orixás. Vamos trazer essa bandeira de homenagem ao candomblé e às religiões de matriz africana. Vamos passar por cima de todo o preconceito e intolerância que existe contra algumas religiões, contra orientação sexual, de raça”, acrescentou a representante.

Integrantes da Vai Vai pedem autorização para homenagear Mãe Menininha

Integrantes da Vai Vai pedem autorização para homenagear Mãe MenininhaDivulgação

A proposta da homenagem foi levada diretamente aos envolvidos com o Terreiro do Gantois e aos familiares da Mãe Menininha, em Salvador. A filha caçula da homenageada, Mãe Carmem, é a atual ialorixá do terreiro. Hoje, com 88 anos, ela contou que recebeu com alegria a notícia do tema do desfile da Vai Vai. Mas o “sim” só pôde ser dado após uma consulta aos orixás.

“Depois que consultei os orixás, eles aceitaram que fizessem [a homenagem]. Eu fiquei muito feliz e agradecida, porque é uma grande homenagem a mamãe, então só tenho a agradecer. Por que não aceitar isso, com o consentimento dos orixás? Vai sair muita coisa do candomblé: muita cultura, de tudo um pouco, vai ser uma coisa linda. Eu não vou participar do desfile porque a homenagem será para mamãe, mas sei que vai ser muito bonito”, disse a mãe de santo.

Sobre a importância de combater a intolerância religiosa, a ialorixá é taxativa: “nem Deus e nem o Diabo quer [a intolerância]”.

“Eu fui criada totalmente no candomblé, minha mãe era do candomblé, mas tivemos muita vivência católica, por exemplo. Ela queria que fôssemos batizados e fizéssemos a primeira comunhão na Igreja Católica. Então, dentro do candomblé, não se proíbe nada que é bom. Não há justificativa [para a intolerância religiosa]. Por que essa intolerância? Só porque é de preto e pobre? Não pode ser”, afirmou a filha de Mãe Menininha, que ressalta a importância de mostrar o candomblé como uma religião que prega o bem e a igualdade.

Para o diretor do Centro de Estudos Afro Orientais da Universidade Federal da Bahia (UFBA), professor Lívio Sansone, ligado à área de antropologia, a importância de Mãe Menininha extrapola a religiosidade e reflete a luta que ela mesma teve em defesa do candomblé.

“O carnaval é feito de festa e celebração e é bom que sejam celebradas também as pessoas que tiveram o grande mérito de preservar as tradições africanas no Brasil e aprenderam a apresentá-la de maneira interessante a um público muito amplo. Mãe Menininha teve esse grande mérito, era uma mensageira entre dois mundos: o mundo da casa de santo e o mundo da sociedade mais ampla. Ela foi visitada por presidentes, políticos, sempre por pessoas importantes. Ela foi determinante na luta para tirar o candomblé da marginalidade e transformá-lo em uma das tantas religiões do Brasil”, disse o especialista.

Na opinião de Sansone, a escolha da homenageada é justa e merecida, inclusive como forma de mostrar à população a importância do respeito à religiosidade. Se o carnaval tem que homenagear alguém, nada melhor do que Mãe Menininha, sobretudo neste momento em que é necessário lutar para que a tolerância religiosa seja uma prática, não somente um lema. Ela é um símbolo grande e é justo que seja escolhida”, acrescentou.

Em 1976, dez anos antes de morrer, Mãe Menininha do Gantois foi homenageada pela Escola de samba carioca Mocidade Independente de Padre Miguel. Ela nasceu em Salvador, em 1894, e morreu em 1986, aos 92 anos, de causas naturais. Descendente de pessoas trazidas da Nigéria para serem escravizadas, a mãe de santo foi escolhida para ser ialorixá do Terreiro da avó, ainda criança. Passou, oficialmente, a matriarca do local, aos 28 anos.

Edição: Graça Adjuto



Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor

Vamos compartilhar.



-- in via tradutor do google
Mother Menininha Gantois will be the subject of Vai Vai next year's Carnival

Mother Menininha Gantois is honored Carnival 2017

The Mother of Bahia Santo Menininha Gantois is the honoree of the samba school Vai Vai in the São Paulo carnival next year. The choice was made to mark the 30th anniversary of the death of the matriarch of Candomblé, which represents the culture and religion of African origin in Bahia

With plot already defined - In Xirê Anhembi, the most beautiful Oshun came. Menininha Mother of Bahia, Ialorixá of Brazil - and a synopsis of the show, school representatives were to Bahia officially request permission to Mother Carmen, daughter of the honoree and current ialorixá Terreiro do Gantois, located in the neighborhood of the Federation, in Salvador.

"This year, just because of the anniversary of the death of Mother Menininha came this will of our president to do homage to this great figure, to address the entire legacy of love, peace, unity, religiosity she left. Thus, we see Mother Carmen, there in the Gantois, and fortunately we got it [the permit]. Our intention is to make a great xirê [Yoruba word meaning dance and recall the orishas] at the Anhembi stage and tell the trajectory of sweetness that most famous ialorixá the world, "said the Agency Brazil the director of Carnival Go Go, Janaina Decarli.

Janaina said that the idea of ​​honoring the Bahian matriarch appeared in a dream of the president of the school, Darly Silva (Neguitão). According to the director, Silva dreamed that Vai Vai should honor the Mother Menininha and proposed to the other members of the club, who have embraced the suggestion.

"We will take to the avenue the legacy of love, sweetness, the story of life with the orishas, ​​in life and after death. When you remember Mother Menininha, remembers love. We'll talk about it, the Candomblé veins through the orishas. Let's bring this flag tribute to Candomblé and religions of African origin. Let's go over all prejudice and intolerance that exists against some religions against sexual orientation, race, "added the representative.

Members of Vai Vai ask permission to honor Mother Menininha
Members of Vai Vai ask permission to honor Mother MenininhaDivulgação
The proposal of honor was taken directly to those involved in the Terreiro do Gantois and the family of Mother Menininha in Salvador. The youngest daughter of the honoree, Mother Carmen, is the current ialorixá the yard. Today, with 88 years, she said she received with joy the parade theme news Vai Vai. But the "yes" could only be given after consultation with the orishas.

"After I consulted the orishas, ​​they agreed to do [the tribute]. I was very happy and grateful because it is a great tribute to Mom, then I have to thank. Why not accept that, with the consent of the Orishas? It will leave a lot of Candomblé: a lot of culture, a bit of everything, will be a beautiful thing. I will not participate in the parade because the honor is for Mom, but I know it will be very beautiful, "said the saint's mother.

On the importance of combating religious intolerance, ialorixá is adamant: "neither God nor the devil either [intolerance]."

"I was totally created in Candomblé, my mother was the Candomblé, but we had a lot of Catholic experience, for example. She wanted to be baptized and we did the first communion in the Catholic Church. Then, in the Candomblé, not prohibiting anything that is good. There is no justification [for religious intolerance]. Why this intolerance? Just because you're black and poor? It can not be, "said the daughter of Mother Menininha, which underscores the importance of showing Candomblé as a religion that preaches good and equality.

For the director of the Center for African East of Federal University of Bahia Studies (UFBA), Professor Livio Sansone, on the anthropology area, the importance of Mother Menininha extrapolates religiosity and reflects the struggle that she had in defense of Candomblé.

"Carnival is made of party and celebration and it's good to be also celebrated people who have had the great merit of preserving African traditions in Brazil and learned how to present it in an interesting way to a very wide audience. Mother Menininha had this great merit, was a messenger between two worlds: the world of the holy house and the world of the wider society. She was visited by presidents, politicians, always important people. She was instrumental in the fight to take Candomblé of marginality and turn it into one of the many religions of Brazil, "said the expert.

In the view of Sansone, the choice of honoree is fair and deserved, even as a way to show the people the importance of respect for religion. If the carnival has to honor someone, nothing better than Mother Menininha, especially at this time when it is necessary to fight for religious tolerance is a practice, not just a slogan. It is a great symbol and it is fair to be chosen, "he added.

In 1976, ten years before she died, Mother Menininha Gantois was honored by the samba school Mocidade Independente de Padre Miguel. She was born in Salvador in 1894 and died in 1986 at age 92 of natural causes. Descendant of people brought from Nigeria to be enslaved, the holy mother was chosen to be ialorixá Grandma Terreiro as a child. Now, officially, the matriarch of the place, at age 28.

Edition: Grace Adjuto

Exposición temporal «Últimos fuegos góticos. Escultura alemana del Bode Museum de Berlín». Del 6 de julio al 6 de noviembre. --- exposição temporária "fogos góticas passado. escultura Museu Alemão do Bode em Berlim ". A partir de 6 julho - 6 novembro.

Como otros muchos, este Museo fue el resultado de la Desamortización impulsada por el ministro Mendizábal, que en 1836 nacionalizó los tesoros artísticos de los conventos en el marco de la reforma liberal del Estado. Dichos bienes fueron secularizados, entregados a la tutela estatal y destinados al disfrute y la educación públicos, creándose así los denominados Museos Provinciales de Bellas Artes.


El de Valladolid fue instalado en 1842 en el Colegio de Santa Cruz, albergando ya entonces una colección de mil pinturas y doscientas esculturas aproximadamente.



En 1879, se desgajó una parte de sus fondos y dio origen al Museo Provincial de Antigüedades, ahora llamado Museo de Valladolid.

Durante el siglo XIX, el Museo mantuvo una precaria trayectoria. Su supervivencia fue posible gracias a la dedicación y el estudio de algunos de sus responsables, como Pedro González, Martí y Monsó o Juan Agapito y Revilla.

Desde comienzos del siglo XX, el Museo se convirtió en un foco de atracción para intelectuales, eruditos y amantes del arte, en un momento de indagación en las fuentes históricas, populares y literarias de "lo español". El grupo de estudiosos del Centro de Estudios Históricos, fundadores de una historia del arte crítica y científica, como Elías Tormo, Gómez Moreno, Sánchez Cantón y, sobre todo, Ricardo de Orueta, se interesaron por la colección del Museo, única en su género.

En 1933 la II República resolvió elevarlo a la categoría de Nacional, a instancias de Ricardo de Orueta, entonces Director General de Bellas Artes. Esa decisión se acompañó de un reforzamiento intencionado de su especialidad, que se hizo explícita en su nuevo nombre: Museo Nacional de Escultura. Con ello, se quería realzar la ambición territorial y representativa de la colección, dar al Museo una orientación científica y secular y enaltecer la riqueza del patrimonio español.

Como parte del mismo proyecto, el Museo fue trasladado al Colegio de San Gregorio. La colección se enriqueció con obras del Museo del Prado y se presentó en una instalación museográfica modélica, acorde con las tendencias internacionales más avanzadas, diseñada por los arquitectos Emilio Moya y Constantino Candeira, contando asimismo con la intervención de Sánchez Cantón.

En la posguerra, el Museo vivió las carencias derivadas del atraso cultural y del aislamiento internacional que caracterizaron a la Dictadura. Episódicamente, pasó a llamarse Museo Nacional de Escultura Religiosa.

Desde los años sesenta, se hizo sentir cierto esmero en la calidad de sus servicios, una mejor presentación de las colecciones, publicaciones, así como mejoras espaciales. En 1968, la colección de pintura pasó a exponerse en la desafectada iglesia de la Pasión.

La excepcionalidad del Colegio y la personalidad de sus esculturas atrajeron a grandes creadores como Orson Welles, quien rodó en el Colegio el multitudinario baile de máscaras de la película Mister Arkadin, o José Val del Omar, autor del innovador documental Fuego en Castilla.

Los años del asentamiento democrático, en la década de los ochenta, dieron un impulso renovador a los museos en España, con la creación de un Ministerio de Cultura, la Ley de Patrimonio Histórico Español y el Reglamento de Museos de Titularidad Estatal.

En este contexto, el Estado afrontó una reforma integral del Museo, centrada en la adquisición de inmuebles, una creciente dotación de recursos y equipamientos técnicos, la difusión educativa y la mejora de las infraestructuras.

El cambio se inició en 1982 con la reversión al Ministerio de Cultura del Palacio de Villena y la puesta en marcha en 1990 del Plan Director que contemplaba la rehabilitación de dicho Palacio por el arquitecto F. Rodríguez Partearroyo (concluida en 1998).

Ello permitió dotar al Museo de una sede bien equipada donde exponer la colección mientras se afrontaba la rehabilitación del Colegio de San Gregorio, que fue encomendada al equipo de arquitectos Nieto y Sobejano. La obra, iniciada en 2001 y concluida en 2006, recibió el Premio Nacional de Conservación y Restauración de Bienes Culturales en 2007.

El edificio del Colegio de San Gregorio es, tras la rehabilitación y la modernización de sus equipamientos finalizada en el año 2009, una de las dos sedes de la exposición permanente del Museo, concretamente de su colección histórica, formada por obras de los grandes maestros españoles de la escultura en madera policromada, pertenecientes a los siglos XV a XVIII y destinada a cumplir una función devocional o litúrgica.

En el 2011 el Ministerio de Cultura inició la reforma de la Casa del Sol en su anexo de la iglesia de San Benito el Viejo, para exponer los fondos de copias de los siglos XIX y XX procedentes del extinguido Museo Nacional de Reproducciones Artísticas de Madrid. Esta ampliación duplicó el volumen del Museo (de 3.000 a 6.000 obras de arte) y redefinió su propio concepto.

Consciente de la necesidad de adaptarse a las demandas sociales, el Museo ha destinado una tercera sede, el Palacio de Villena, a exposiciones temporales, actividades educativas y programas públicos. En él se ubican la biblioteca, el archivo, los talleres de fotografía y restauración, el Belén napolitano del siglo XVIII y el salón de actos.








Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor

Vamos compartilhar.




--br via TRdutor do google
exposição temporária "fogos góticas passado. escultura Museu Alemão do Bode em Berlim ". A partir de 6 julho - 6 novembro.

Como muitos outros, este museu foi o resultado do confisco impulsionado por Mendizabal ministro, que em 1836 nacionalizou os tesouros artísticos dos conventos no âmbito da reforma liberal. Esses ativos foram secularizado, entregue a supervisão do Estado e destinados à fruição pública e educação, criando o chamado Museu Provincial de Belas Artes.

O Valladolid foi instalado em 1842 na Faculdade de Santa Cruz, hospedagem e, em seguida, uma coleção de cerca de duzentos mil pinturas e esculturas.

Em 1879, uma parte dos seus fundos se separou e deu origem ao Museu Provincial de Antiguidades, agora chamado de Museu de Valladolid.

Durante o século XIX, o Museu realizou um caminho precário. Sua sobrevivência foi possível graças à dedicação e estudo de alguns de seus líderes, como Pedro Gonzalez, Monsó Martí e Juan Agapito e Revilla ou.
-
Desde o início do século XX, o museu tornou-se um centro de atração para os intelectuais, estudiosos e amantes da arte em um momento de inquérito sobre as fontes históricas, populares e literárias do "espanhol". O grupo de estudiosos do Centro de Estudos Históricos, fundadores de uma história da arte crítica e científica, como Elias Tormo, Gómez Moreno Sanchez Canton e, especialmente, Ricardo de Orueta, estavam interessados ​​na colecção do Museu, único no seu género .

Em 1933, a Segunda República decidiu elevá-la à categoria de nacional, a pedido de Ricardo de Orueta, então Diretor Geral de Belas Artes. Essa decisão foi acompanhada por uma deliberada reforço da sua especialidade, que foi explicitada no seu novo nome: Escultura National Museum. Isso, eles queriam aumentar a ambição territorial e representante da coleção, dar o Museu uma orientação científica e secular e exaltar a riqueza do património espanhol.

Como parte do mesmo projeto, o Museu foi transferido para o Colégio de San Gregorio. A coleção foi enriquecido com obras do Museu do Prado e apresentados em um modelo, de acordo com a instalação museográfica com as últimas tendências internacionais, projetados por arquitetos Emilio Moya e Constantino Candeira também com a intervenção de Sanchez Canton.
-
Após a guerra, o Museu experimentou as faltas resultantes do atraso cultural e isolamento internacional que caracterizou a ditadura. Episodicamente, foi rebatizado o Museu Nacional de Escultura Religiosa.

Desde os anos sessenta, sentiu-se alguma dedicação na qualidade dos seus serviços, uma melhor apresentação das coleções, publicações e melhorias espaciais. Em 1968, a colecção de pintura ficou exposta na igreja deconsecrated da Paixão.

A singularidade do Colégio e personalidade de suas esculturas atraiu grandes artistas como Orson Welles, que atirou no Colégio o filme masquerade multitudinária Senhor Arkadin, ou José Val del Omar, autor do incêndio documentário inovador em Castela.
-
Os anos do assentamento democrática, na década de oitenta, deu um novo impulso a museus em Espanha, com a criação de um Ministério da Cultura, a Lei espanhola Patrimônio Histórico e Regulamentos Museus estatais.

Neste contexto, o estado enfrentou uma reforma global do Museu, que se concentra na aquisição de propriedades, aumentando recursos e equipamento técnico, campanhas educacionais e melhorar a infra-estrutura.

A mudança começou em 1982 com a reversão para o Ministério da Cultura do Palácio de Villena e o lançamento em 1990 do Plano Diretor que prevê a reabilitação do Palácio pelo arquitecto F. Rodríguez Partearroyo (concluído em 1998).

Isto permitiu que o Museu de proporcionar um local bem equipado para expor a coleção enquanto a reabilitação do Colégio de San Gregorio, que foi confiada à equipe de arquitetos Nieto e Sobejano enfrentou. Iniciada em 2001 e concluída em 2006, ele recebeu o Prêmio Nacional de Conservação e Restauração de Bens Culturais em 2007.
-
O edifício do Colégio de San Gregorio é, após a reabilitação e modernização do seu equipamento completo em 2009, um dos dois ramos da exposição permanente do Museu, especificamente o seu acervo histórico, composto de obras dos grandes mestres espanhóis escultura em madeira policromada, pertencentes às XV e XVIII séculos para cumprir a função devocional ou litúrgico.

Em 2011, o Ministério da Cultura lançou a reforma da Casa del Sol em anexo à igreja de San Benito el Viejo, para expor os fundos de cópias do séculos XIX e XX do extinto Museu Nacional de reproduções de arte Madrid. Esta expansão dobrou o volume do museu (3000-6000 obras de arte) e redefiniu o seu próprio conceito.

Ciente da necessidade de se adaptar às demandas sociais, o Museu alocou um terceiro local, o Palácio de Villena, exposições temporárias, atividades educacionais e programas públicos. Na sua biblioteca, arquivo, oficinas de fotografia e restauração, o Presépio Napolitano do século XVIII eo salão estão localizados.



Expositions: quand la mode se raconte au musée. --- Feiras: quando a moda é contada no museu

L’histoire de la mode est au centre de plusieurs expositions à l’affiche actuellement en France. Si certaines ont misé sur le caractère historique des habits, d’autres ont décidé de changer le discours habituel en s’intéressant non seulement aux vêtements mais aussi à ceux qui les ont portés.


Quand Diana Vreeland, l’ancienne rédactrice en chef du magazine Vogue américain, a décidé d’exposer dans les années 1970 l’œuvre d’Yves Saint Laurent au Metropolitan Museum de New York, une première pour un créateur vivant, la mode est entrée dans les musées. Et elle n’en est plus jamais sortie. Mais ce mouvement s’est accéléré, à tel point qu'à tout moment de l’année, une exposition sur le sujet se tient en France ou à l’étranger.


Bon exemple, depuis le 7 juin, l’exposition À vos pieds consacrée à l’évolution de la chaussure, est à l'affiche au Musée des Confluences à Lyon, et depuis avril (jusqu’au 14 août), l’impressionnante exhibition Fashion Forward, 3 siècles de Mode (1715-2016) attire amateurs d’étoffes et touristes du monde entier au musée des Arts décoratifs à Paris.


Entre cabinet de curiosités et fétichisme


La nef du musée des Arts Décoratifs s'est transformée
 en podium de défilé de mode historique.Silvano Mendes/RFI

Face au nombre croissant d'événements sur le sujet, chaque institution essaie de trouver une approche différente pour « faire parler » les vêtements, par le biais de son histoire mais aussi par le lien avec les personnalités de ceux qui les ont portés. C'est le cas de l'expositionAnatomie d’une collection, à l'affiche jusqu’au 23 octobre au Palais Galliera, l'autre musée de la mode de Paris. 


Le parcours a été imaginé par Olivier Saillard, le très actif directeur de l'institution, qui a le don de ritualiser la mode. C’est lui, par exemple, qui a enchanté ces dernières saisons le microcosme fashion parisien lors des performances avec la comédienne britannique Tilda Swinton, dans lesquelles elle « dialoguait » avec les archives du musée ou avec les pièces apportées par le public.


Cette fois, Olivier Saillard a réuni une centaine de pièces, vêtements et accessoires issus du fonds Galliera pour revisiter la mode du XVIIIe siècle à nos jours. Du corset de Marie-Antoinette à la robe de l’impératrice Joséphine, en passant par le manteau de la créatrice Elsa Schiaparelli, le visiteur a sa dose de célébrités historiques bien habillées. Les gants de Sarah Bernhardt et les chaussures de Sacha Guitry, ou encore l’incroyable collection de toques signées Givenchy ayant été portées par Audrey Hepburn dans les années 1960, donnent la dimension « cabinet de curiosités », un « poil fétichiste » du parcours. 

La nef du musée des Arts Décoratifs s'est transformée en podium de défilé de mode historique.

Silvano Mendes/RFI 

Marilyn Monroe habillée en Dior lors de la «dernière séance» réalisée par Bert Stern pour «Vogue», à Los Angeles, en juin 1962.

@ Bert Stern 

Connu comme «new look», le tailleur signé Christian Dior en 1947, au centre de l'image, a marqué l'histoire de la mode.

Silvano Mendes/RFI 

La princesse Margaret habillée en Dior lors du bal du Cercle interallié organisé au profit du Hertford British Hospital. Paris, 1951.

@ Rue des Archives/AGIP 

Animal gardien et dévoreur de démons, le tigre protégeait l’enfant contre les mauvais esprits en Chine au milieu du XIXe siècle.

Quentin Lafont, musée des Confluences 

Chaussures provenant du palais de l’impératrice Tsu-Hi (1835-1908) de la dynastie des Mandchous.

Quentin Lafont – Musée des Confluences 

L'exposition «Anatomie d'une collection» aborde le lien des vêtements avec les personnalités de ceux qui les ont portés.

© Pierre Antoine 

La mode contemporaine côtoie les pièces historiques dans les salles du Palais Galliera.

© Pierre Antoine 


Le Palais Galliera expose des pièces de la haute couture, mais aussi les blouses de travail et les tabliers de femmes de chambre.

© Pierre Antoine 

Le chapeau-chaussure dessiné par Elsa Schiaparelli dans les années 1930 pour Gala fait partie des pièces présentées par le Palais Galliera.

®Eric Poitevin/® Fundacio Gala-Salvador Dali-ADAGP 2016 

La nef du musée des Arts Décoratifs s'est transformée en podium de défilé de mode historique.

Silvano Mendes/RFI 

Marilyn Monroe habillée en Dior lors de la «dernière séance» réalisée par Bert Stern pour «Vogue», à Los Angeles, en juin 1962.

@ Bert Stern 

Selon Alexandra Bosc, l’un des conservateurs du Palais Galliera, le choix des habits exposés ne porte pas uniquement sur des pièces emblématiques mais aussi sur celles « qui ont parfois une valeur seulement sentimentale ou d’usage », comme les blouses de travail et les tabliers de femmes de chambre qui entourent la salle principale. Mais c’est surtout le rapport presque poétique avec leurs propriétaires qui ressort de la visite, puisque, comme l’explique le directeur du musée, ces « artefacts singuliers [constituent], par le contact étroit qu’ils entretiennent avec le corps, une sorte de double de celui ou celle qui les a portés ».

Dior mise sur les célébrités 

Un peu plus loin de la capitale de la mode, en Normandie, le Musée Christian Dior à Granville a pour sa part misé uniquement sur la personnalité des clientes célèbres de la marque. Dans Femmes en Dior, sublime élégance d'un portrait, la maison de l'avenue Montaigne replonge le public jusqu’au 25 septembre dans la garde-robe de quelques-unes des icônes de tous les horizons ayant franchi sa porte.

Issues de l'aristocratie comme les princesses Grace de Monaco ou Soraya d’Iran, du monde du cinéma comme Marilyn Monroe et Elisabeth Taylor, ou encore de la musique comme Joséphine Baker, Maria Callas et même la chanteuse Rihanna, toutes, à un moment de leur vie, ont porté les créations de la maison Dior. Mais selon l'historienne de la mode Florence Müller, commissaire générale de l’exposition, malgré le côté un peu people de la sélection, « ce ne sont pas seulement des femmes qui prennent la pose. Ce sont des femmes qui ont quelque chose de fort et d'important à dire ». Et pour certaines d'entre elles, les habits semblent être la meilleure façon de l'exprimer.





Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura é o único antídoto que existe contra a ausência de amor

Vamos compartilhar.



-- br via tradutor do google
Feiras: quando a moda é contada no museu

A história da moda é o foco de várias exposições em cartaz na França. Enquanto alguns têm-se centrado sobre o caráter histórico das roupas, outros decidiram mudar o discurso habitual, abordando não só as roupas, mas também para aqueles que têm desgastado-los.

Quando Diana Vreeland, o ex-editor da revista Vogue americana, decidiu expor na década de 1970 o trabalho de Yves Saint Laurent no Metropolitan Museum em Nova York, uma primeira vez para um designer de estar, a moda é de entrada em museus. E ela nunca está fora. Mas esse movimento se acelerou a tal ponto que, em qualquer época do ano, uma exposição sobre o tema realizada em França ou no estrangeiro.

Bom exemplo, desde 7 de Junho, a exposição A seus pés sobre a evolução do sapato, está em exibição no Museu Confluence em Lyon, e desde abril (até 14 de agosto), a exposição impressionante fashion Forward, o modo de 3 séculos (1715-2016) atrai os amantes de tecidos e turistas de todo o museu mundial de Artes decorativas de Paris.

Entre gabinete de curiosidades e fetiche

O crescente número de eventos sobre o tema, cada instituição tenta encontrar uma abordagem diferente para "falar com" vestuário, através de sua história, mas também a ligação com as personalidades daqueles que têm desgastado-los. Este é o caso da exposição anatomia de uma coleção, em exibição até 23 de outubro, no Palais Galliera, o outro Museu da Moda de Paris.

O curso foi desenhado por Olivier Saillard, diretor muito ativo da instituição, que tem o dom de forma ritualizada. Foi ele, por exemplo, que se encantou nas últimas temporadas no desempenho microcosmo de moda de Paris com a atriz britânica Tilda Swinton, em que "dialogou" com os arquivos do museu ou com as peças fornecidas pelo público.

Desta vez Olivier Saillard reuniu uma centena de peças, roupas e acessórios a partir dos fundos Galliera de rever a moda do século XVIII hoje em dia. O espartilho de Marie Antoinette para o vestido da imperatriz Josephine, através do manto do designer Elsa Schiaparelli, o visitante tem a sua dose de celebridades históricas bem vestidos. luvas de Sarah Bernhardt e calçado Sacha Guitry, ou a incrível coleção de chapéus assinado Givenchy tendo sido usado por Audrey Hepburn em 1960, dar dimensão "gabinete de curiosidades", um "fetiche de cabelo", é claro.


A nave de Museu das Artes Decorativas foi transformado em histórico desfile de moda passarela.
Silvano Mendes / RFI


Marilyn Monroe vestida de Dior no "última sessão" conduzida por Bert Stern para "Vogue" em Los Angeles em junho de 1962.
@ Bert Stern

Conhecido como "novo olhar", o alfaiate por Christian Dior em 1947, o centro da imagem, marcou a história da moda.
Silvano Mendes / RFI

Princess Margaret vestida de Dior no baile da Allied Círculo organizou o benefício de Hertford Hospital Britânico. Paris, 1951.
@ Rue des Archives / AGIP

Detentor de animais e devorador de demônios, o tigre estava a proteger a criança contra os maus espíritos na China em meados do século XIX.
Quentin Lafont, Confluence Museum

Sapatos do palácio da imperatriz Tsu-hsi (1835-1908) da dinastia dos manchus.
Quentin Lafont - Confluence Museum

O "Anatomia de uma coleção" exposição aborda as roupas da ligação com as personalidades daqueles que têm desgastado-los.
© Pierre Antoine

moda contemporânea ao lado de peças históricas nas salas do Museu Galliera.
© Pierre Antoine

O Palais Galliera exibe peças de alta costura, mas também batas e aventais para empregadas domésticas.
© Pierre Antoine

O sapato-hat projetada por Elsa Schiaparelli em 1930 Gala é um dos materiais apresentados pela Musée Galliera.
®Eric Poitevin / ® Fundació Gala-Salvador Dali-ADAGP 2016

A nave de Museu das Artes Decorativas foi transformado em histórico desfile de moda passarela.
Silvano Mendes / RFI

Marilyn Monroe vestida de Dior no "última sessão" conduzida por Bert Stern para "Vogue" em Los Angeles em junho de 1962.
@ Bert Stern
anterior
próximo
         
De acordo com Alexandra Bosc, um dos curadores do Museu Galliera, a escolha de roupas expostas não é apenas sobre peças icônicas, mas também aqueles "que, por vezes, têm apenas um valor sentimental ou o uso", como macacão e aventais câmara de mulheres ao redor da sala principal. Mas é sobretudo a relação quase poético com os seus proprietários a emergir da visita, já que, como diretor do museu, explicou, esses "artefatos únicos [são] pelo estreito contato que eles têm com o corpo, espécie de duplo do quem os carregava consigo ".

Dior colocar em celebridades

Um pouco mais longe da capital da moda, na Normandia, a Dior Christian Museum em Granville por sua vez, se baseou unicamente no personalidade dos famosos clientes da marca. Em Mulheres Dior, elegância sublime de um retrato, a casa na Avenue Montaigne mergulha o público até 25 de setembro no guarda-roupa de alguns dos ícones de todas as origens que atravessaram a porta.


Da aristocracia como as princesas de Monaco Graça ou Soraya do Irão, o mundo do cinema como Marilyn Monroe e Elizabeth Taylor, ou música como Josephine Baker, Maria Callas e até mesmo a cantora Rihanna, todos de uma só vez de sua vida, usava criações de Dior. Mas, de acordo com o historiador de moda Florence Müller, curador geral da exposição, apesar de algumas pessoas próximas à seleção, "não é apenas as mulheres que estão posando. Estas são as mulheres que têm algo forte e importante a dizer ". E, para alguns deles, as roupas parecem ser a melhor maneira de expressá-la.