quarta-feira, 6 de julho de 2016

Dialeto russo falado nos rincões do Brasil. --- The ancient Russian dialect spoken in the far corners of Brazil. --- Древний русский диалект в далеких уголках Бразилии

Em entrevista, a dialetóloga Olga Rovnova, do Instituto de Língua Russa Vinográdov, pertencente à Academia Russa de Ciências, fala sobre costumes de um grupo de fiéis que, para preservar suas crenças e tradições, viajaram ao longo de 300 anos dos territórios da Sibéria e do Extremo Oriente para a América, do Alasca ao Brasil.


Eles fugiram da Rússia no século 17, sofreram repressão das autoridades, promoveram o celibato e os sacramentos eclesiásticos e, por fim, criaram muitas igrejas. Contrariando as práticas da Igreja Ortodoxa introduzidas naquele período, esses personagens conhecidos como “starovéri” (“fiéis antigos”, em português) representaram a força motriz do capitalismo russo no início do século 20 e sobrevivem até os dias de hoje.

A língua falada fora da Rússia permaneceu igual ou foi transformada?

Há dois tipos de língua russa falada no exterior: a padrão e os dialetos. A padrão, quando separada das metrópoles, mantém todas as suas propriedades e permanece a mesma língua, mas também surgem nela novos fenômenos, geralmente léxicos. Novas palavras geralmente estão relacionadas com as realidades dos países onde a língua é falada.

E o dialeto?

Se nos referirmos especificamente à Rússia, trata-se da língua do povo, que continua a ser usada nos interiores do país. Se falamos do russo no exterior, trata-se principalmente da língua dos fiéis antigos, que emigraram por caminhos e em momentos diferentes da Rússia para os países onde moram, como Polônia, Romênia, Argentina, Bolívia, Brasil, Uruguai, EUA, Canadá e Austrália.


Grupo de "fieís antigos" no Estado de Goías Foto: Olga Rovnova

Como esses fiéis chegavam à América do Sul?

Aqueles que acabaram ficando na América Latina eram fiéis antigos das regiões de Níjni Novgorod e Vladímir. Devido às perseguições no início do século 18, eles foram reassentados em diferentes partes da Sibéria e do Extremo Oriente. Depois, os que conseguiram se salvar do poder soviético, no final da década de 1920, fugiram para a China. Alguns deles se mudaram do Extremo Oriente para a Manchúria, através do rio Amur. Outra parte viajou do Cazaquistão até Xinjiang [Sinkiang]. Esses grupos não mantiveram contato nem sabiam da existência um do outro.

Por quanto tempo viveram na China?

Até o final dos anos 1950, quando, durante a Revolução Chinesa, começaram a surgir kolkhozes [fazendas coletivas]. E como já conheciam esse sistema e sabiam o que era o poder soviético, não quiseram entrar nos kolkhozes.

O governo chinês, que tratava a todos muito bem – e posso dizer que todos os idosos lembram a China com grande ternura e amor e acompanham de perto a evolução do país –, propôs a eles que optassem por ficar e aceitar todas as condições da vida política e econômica ou partir. Eles escolheram a segunda opção.

Ao contrário da fuga da Rússia, desta vez foi um reassentamento organizado em que participaram as Nações Unidas, a Cruz Vermelha e muitas organização sem fins lucrativos. Dois países sul-americanos estavam dispostos a aceitá-los: Brasil e Chile. Mas no Chile houve um terremoto, e o país foi substituído pela Argentina. A maioria deles foi para o Brasil. E então ele começou a migração interna.

Segundo pesquisadora, maioria dos fiéis que se mudaram da China vieram ao Brasil Foto: Olga Rovnova

Como era a vida dos emigrantes na América do Sul?

No começo foi muito difícil. No Brasil, a terra é vermelha e a manta é muito fina, de apenas cinco centímetros. Os fiéis antigos dizem que quando eles conversaram um agrônomo local e perguntaram “O que podemos plantar aqui?”, ele disse que naquela terra não era possível cultivar nada e que era necessário fertilizar muito, por isso, diz-se que a terra está coberta com as lágrimas e o suor dos fiéis antigos russos. Agora, os moradores do Estado do Paraná tem orgulho de dizer que esta é a “nossa terra brasileiro-russa”.

Em meados dos anos 1960 grande parte deles emigraram para os EUA. Por quê?

Principalmente por razões econômicas. Os fiéis tinham famílias grandes, crianças que “Deus lhes mandam”, como diziam, e essas novas crianças precisavam de espaço. E naquele tempo as terras nos EUA era vendidas a preço baixo. Se não me engano, cerca de US$ 20 por hectare.

Quais idiomas falam os fiéis antigos na América do Sul?

Falam os dialetos nos quais se transformaram a língua dos fiéis antigos ao longo dos últimos 300 anos. A linguagem mudou muito, obviamente, já que sua base foi influenciada ao longo de todo caminho percorrido e pelos lugares onde encontravam outros dialetos e outras línguas.

Existe diferença entre os dialetos falados nas várias partes do continente?

O idioma russo tem uma variação regional. Em diferentes territórios se fala a mesma língua, mas ainda há coisas que são diferentes. Refiro-me tanto à linguagem literária como aos dialetos. Seria muito interessante observar se há novas diferenças entre o russo falado na Bolívia e no Brasil.

Tenho notado uma coisa: no dialeto dos fiéis da Bolívia apareceu uma nova palavra. Eles vivem rodeados por tribos indígenas, das quais uma se chama “colla”. Eles a chamam de “Kolya”. Assim, “kolya” significa índio, e “kolintsi” são os índios, com sua própria língua “kolinski”. “Você fala kolinski?”, pergunta-se. Mas, de um modo geral, o dialeto é o mesmo em todas as partes da América Latina onde vivem os fiéis antigos.

Argentina também recebeu grupo de imigrantes russos em meados de 1950 Foto: Olga Rovnova

Colônia Santa Cruz, no Paraná, reúne russos mergulhados em suas tradições Foto:Olga Rovnova








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The ancient Russian dialect spoken in the far corners of Brazil


In an interview, the dialetóloga Olga Rovnova, the Institute of Russian Language Vinogradov, belonging to the Russian Academy of Sciences, talks about customs of a group of believers who, to preserve their beliefs and traditions, traveled over 300 years of Siberian territories and the Far East to America, from Alaska to Brazil.

They fled Russia in the 17th century, suffered repression from the authorities, promoted celibacy and church sacraments and finally created many churches. Contrary to the practices of the Orthodox Church introduced at that time, these characters known as "starovéri" ( "old faithful" in Portuguese) represented the driving force of Russian capitalism in the early 20th century and survive to the present day.

The language spoken outside Russia remained the same or was it changed?

There are two types of spoken Russian language abroad: the standard and the dialects. The default, when separated from the metropolises, retains all of its properties and stays the same language, but also come into it new phenomena, usually lexicons. New words are usually related to the realities of the countries where the language is spoken.

And the dialect?

If we refer specifically to Russia, it is the language of the people, which continues to be used in the interiors of the country. If we speak of Russian abroad, it is mainly the language of the ancient faithful who emigrated in ways and in different Russian times to the countries where they live, such as Poland, Romania, Argentina, Bolivia, Brazil, Uruguay, USA, Canada and Australia.

Group of "old faithful" in the State of Goias Photo: Olga Rovnova

As these faithful came to South America?

Those who ended up in Latin America were former believers in the regions of Nizhny Novgorod and Vladimir. Because of persecution in the early 18th century, they were resettled in different parts of Siberia and the Far East. Then, those who managed to save the Soviet power in the late 1920s, fled to China. Some of them moved from the far east to Manchuria, through the Amur River. Other party traveled from Kazakhstan to Xinjiang [Sinkiang]. These groups did not maintain contact or knew of each other.

How long they lived in China?

By the late 1950s, when, during the Chinese revolution, began to emerge kolkhoz [collective farms]. And as I knew the system and knew what was the Soviet power, would not enter the collective farms.

The Chinese government, which was all very well - and I can say that all seniors remind China with great tenderness and love and follow closely the developments in the country - proposed to them that they chose to stay and accept all the conditions of life political and economic or leave. They chose the second option.

Unlike escape from Russia, this time it was an organized resettlement involving the United Nations, the Red Cross and many non-profit organization. Two South American countries were willing to accept them: Brazil and Chile. But in Chile there was an earthquake, and the country has been replaced by Argentina. Most of them went to Brazil. And then he began to internal migration.

According to the researcher, most of the faithful who moved from China came to Brazil Photo: Olga Rovnova

How was the life of emigrants in South America?

At first it was very difficult. In Brazil, the land is red and the blanket is too thin, just five centimeters. The old faithful say that when they talked a local agronomist and asked, "What can we grow here?" He said in the land could not grow anything and it was necessary to fertilize a lot, so it is said that the earth is covered tears and sweat of Russian old believers. Now, residents of the State of Paraná is proud to say that this is "our Brazilian-Russian land."

In the mid-1960s most of them emigrated to the US. Because?

Mainly for economic reasons. The faithful had large families, children that "God send them," as they said, and these new kids needed space. And at that time the land in the US was sold at a low price. If I'm not mistaken, about $ 20 per hectare.

What languages ​​do they speak the old faithful in South America?

They speak the dialects in which became the language of the ancient faithful over the past 300 years. The language has changed a lot, obviously, since its base was influenced throughout road traveled and the places where they found other dialects and other languages.

Is there a difference between the dialects spoken in various parts of the continent?

The Russian language has a regional variation. In different territories speaking the same language, but there are still things that are different. I refer to both the literary language and the dialects. It would be very interesting to see if there are new differences between the Russian spoken in Bolivia and Brazil.

I have noticed one thing: in the dialect of the faithful of Bolivia appeared a new word. They live surrounded by indigenous tribes, one of which is called "colla". They call it "Kolya". Thus, "kolya" means Indian and "kolintsi" are the Indians, with their own language "Kolinski." "You talk Kolinski?" He asks himself. But, generally, the dialect is the same in all parts of Latin America, where the old faithful live.

Argentina also received group of Russian immigrants in the mid 1950s Photo: Olga Rovnova


Colonia Santa Cruz in Paraná gathers dipped Russians in their traditions Photo: Olga Rovnova






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Древний русский диалект в далеких уголках Бразилии


В одном из интервью dialetóloga Ольга Rovnova, Институт русского языка Виноградов, принадлежащий Российской академии наук, рассказывает об обычаях группы верующих, которые, чтобы сохранить свои верования и традиции, путешествовали более 300 лет сибирских территорий и Дальний Восток в Америку, от Аляски до Бразилии.

Они бежали из России в 17-м веке, подверглись репрессиям со стороны властей, способствовали безбрачия и церковные таинства и, наконец, создали множество церквей. В отличие от практики Православной Церкви введены в то время, эти персонажи, известные как "starovéri" ( "старый верный" на португальском языке) представлял движущей силой российского капитализма в начале 20-го века и сохранились до наших дней.

Языком за пределами России остались прежними или это изменилось?

Есть два типа разговорного русского языка за рубежом: стандарт и диалекты. По умолчанию, когда отделяется от метрополий, сохраняет все свои свойства и остается один и тот же язык, но и войти в него новые явления, обычно лексиконов. Новые слова, как правило, связаны с реалиями тех стран, где говорят на этом языке.

И диалект?

Если мы обратимся конкретно к России, это язык народа, который продолжает использоваться в интерьерах страны. Если мы говорим о России за рубежом, это в основном язык древних верующих, эмигрировавшего в пути и в различных российских раз в страны, где они живут, например, Польши, Румынии, Аргентины, Боливии, Бразилии, Уругвая, США, Канаде и Австралия.

Группа "старых верных" в штате Гояс Фото: Ольга Rovnova

Поскольку эти верные пришли в Южную Америку?

Те, кто оказался в Латинской Америке были бывшие верующие в регионах Нижнего Новгорода и Владимира. Из-за преследования в начале 18-го века, они были расселены в разных частях Сибири и на Дальнем Востоке. Тогда те, кому удалось сохранить советскую власть в конце 1920-х годов, бежал в Китай. Некоторые из них переехали с Дальнего Востока в Маньчжурию, через реку Амур. Другая сторона приехала из Казахстана в Синьцзян [Sinkiang]. Эти группы не поддерживали контакт или знали друг друга.

Как долго они жили в Китае?

К концу 1950-х годов, когда во время китайской революции, стали появляться колхозу [колхозы]. И, как я знал систему и знал, что советская власть, не будет вступать в колхозы.

Китайское правительство, которое было все очень хорошо - и я могу сказать, что все пожилые люди напоминают Китай с большой нежностью и любовью, и внимательно следить за развитием событий в стране, - предложил им, что они решили остаться и принять все условия жизни политической и экономической или отпуск. Они выбрали второй вариант.

В отличие от бегства из России, на этот раз это было организованное переселение с участием Организации Объединенных Наций, Красного Креста и многие некоммерческую организацию. Две страны Южной Америки были готовы принять их: Бразилия и Чили. Но в Чили произошло землетрясение, и страна была заменена Аргентина. Большинство из них отправились в Бразилию. А потом он начал внутренней миграции.

По мнению исследователя, большинство верующих, переехавшего из Китая пришли в Бразилию Фото: Ольга Rovnova

Как была жизнь эмигрантов в Южной Америке?

Сначала это было очень трудно. В Бразилии земля красный и одеяло слишком тонкая, всего пять сантиметров. Старый верный сказать, что, когда они говорили местный агроном и спросил: «Что мы можем расти здесь?" Он сказал, что в земле ничего не мог расти, и это было необходимо, чтобы оплодотворить много, поэтому говорят, что земля покрыта слезы и пот русских старообрядцев. Теперь, жители штата Парана с гордостью сказать, что это "наша бразильском русская земля».

В середине 1960-х годов большинство из них эмигрировали в США. Почему?

В основном по экономическим причинам. Верующие были большие семьи, дети, что "Бог послал их", как они сказали, и эти новые дети необходимы пространство. И в то время земля в США был продан по низкой цене. Если я не ошибаюсь, около $ 20 за гектар.

На каких языках они говорят старый верный в Южной Америке?

Они говорят на диалектах, в котором стал языком древних верующих за последние 300 лет. Язык сильно изменился, очевидно, так как его база повлияли на всей пройденный путь и места, где они нашли другие диалекты и другие языки.

Есть ли разница между диалектов в различных частях континента?

Русский язык имеет региональные различия. В разных территориях, говорящих на одном языке, но есть еще вещи, которые отличаются. Я имею в виду как литературного языка и диалектов. Было бы очень интересно посмотреть, если есть новые различия между русскими говорят в Боливии и Бразилии.

Я заметил одну вещь: в диалекте верующих Боливии появилось новое слово. Они живут в окружении коренных племен, один из которых называется "Колла". Они называют это "Коля". Таким образом, "Коле" означает индийский и "kolintsi" являются индийцы, со своим собственным языком "Kolinski." "Вы говорите Kolinski?" Он спрашивает себя. Но, как правило, диалект одинакова во всех частях Латинской Америки, где старый верный живой.

Аргентина также получила группа русских иммигрантов в середине 1950-х годов Фото: Ольга Rovnova


Колония Санта-Крус в Парана сейсмограммы опускают русских в их традиции Фото: Ольга Rovnova







Paris : un musée numérique dans l'ancienne fonderie. --- Paris: a digital museum in the former foundry --- Paris: um museu digital na antiga fundição

Ausculter dans leurs moindres détails des tableaux de grands maîtres projetés en version XXL et en musique sur des murs de 8 m de haut. Ce sera possible dans moins de deux ans au 38-40 rue Saint-Maur (XIe), à deux pas du square Maurice-Gardette. C’est là, dans une ancienne fonderie du XIXe siècle, que la société Culturespaces a décidé d’aménager un musée numérique où elle compte attirer entre 250 000 et 400 000 visiteurs par an.


« L’Atelier des Lumières » sera en fait la transposition dans la capitale d’un concept artistique que Culturespaces (qui gère 12 établissements culturels parmi lesquels le musée Jacquemart-André ou les arènes de Nîmes) développe depuis cinq ans dans une ancienne carrière (notre photo) des Baux-de-Provence (Bouches-du-Rhône). « C’est un spectacle où des images d’artistes sont projetées sur les murs, au plafond et au sol avec de la musique très puissante, a détaillé Bruno Monnier, le président de Culturespaces lors d’une réunion publique organisée jeudi dernier à la mairie du XIe. Cela permet aux visiteurs d’être immergés dans l’art et la musique et de découvrir des œuvres comme ils ne les ont jamais vues. On vise un public familial qui ne se rend pas forcément dans les musées ».



Le chantier débutera cet été pour transformer en espace d’exposition la halle industrielle de 2 000 m2. A partir de mai 2018, le musée sera ouvert tous les jours de 10 heures à 18 heures et accessible « au prix d’un ticket de cinéma » (des réductions sont révues pour les scolaires et les habitants du XIe). « Les spectacles durent 35 minutes mais les gens entrent et sortent à n’importe quel moment, souligne Bruno Monnier. En moyenne, ils restent 1 h 30 ».

Les expositions, qui changeront chaque année, seront proposées pour dix mois, les deux mois restants étant consacrés à la révision de la centaine de vidéoprojecteurs numériques. La première sera consacrée à l’artiste viennois Gustav Klimt. Les deux suivantes à Chagall et Picasso. Si plusieurs riverains s’inquiètent déjà des possibles nuisances (lire encadré), la mairie du XIe soutient le projet. « C’est une opération privée sur une parcelle privée, rappelle le maire (PS) du XIe François Vauglin. Néanmoins c’est une bonne nouvelle d’accueillir un établissement de tout premier plan qui va participer au rayonnement culturel du XIe ».


Culturespaces promet une « insonorisation parfaite »

Face aux riverains plutôt remontés qui assistaient à la réunion de présentation du projet jeudi dernier, le concepteur du futur musée du 38-40 rue Saint-Maur (XIe) s’est voulu rassurant quant aux possibles nuisances. « Nous allons investir 2,5 M€ pour une insonorisation parfaite du lieu » promet Bruno Monnier, président de Culturespaces. Comme pour un cinéma, un système acoustique dit de la « boîte dans la boîte » certifié par un organisme public indépendant a été retenu. Même le système de ventilation sera insonorisé grâce à des « pièges à son ». « La fréquentation maximum correspondra à celle d’un bon cinéma de quartier », ajoute Bruno Monnier, qui reconnaît cependant que le lieu pourra occasionnellement accueillir en soirée des vernissages ou des soirées privées. Quant aux éventuels cars, ils s’arrêteront avenue Parmentier. Il faudra donc rejoindre la rue Saint-Maur à pied.





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Paris: a digital museum in the former foundry

Listen in every detail of the great masters paintings projected XXL and music on walls 8 meters high. This will be possible in less than two years at 38-40 Rue Saint-Maur (XI), close to the square Maurice Gardette. This, in a former foundry nineteenth century, the Culturespaces company decided to develop a digital museum, where it expects to attract between 250,000 and 400,000 visitors a year.

"The Workshop of Lights" will actually transposed in the capital of an artistic concept that Culturespaces (which manages 12 cultural institutions including the Musée Jacquemart-André or the arenas of Nîmes) developing for five years in an old quarry ( photo) Baux-de-Provence (Bouches-du-Rhône). "This is a show where artists' images are projected on the walls, ceiling and floor with the powerful music, detailed Bruno Monnier, president of Culturespaces at a public meeting held last Thursday at the eleventh town hall. This allows visitors to be immersed in art and music and discover works as they have never seen them. It targets a family audience that does not necessarily make in museums. "

The construction will begin this summer to transform into an exhibition space the industrial hall of 2000 m2. From May 2018, the museum will be open every day from 10:00 to 6:00 p.m. and accessible "to the price of a cinema ticket" (reductions are reviewed for school and residents of the eleventh). "The shows last 35 minutes but people come and go at any moment, said Bruno Monnier. On average, they stay 1h 30 '.

The exhibitions, which change every year, will be available for ten months the two remaining months being devoted to the revision of the hundreds of digital projectors. The first will be devoted to the Viennese artist Gustav Klimt. The next two to Chagall and Picasso. If more residents are already concerned about the possible harmful effects (see box), the eleventh of the town supports the project. "This is a private operation on a private plot, said the mayor (PS) François Vauglin eleventh. Nevertheless it is good news to host an institution of the highest order that will participate in the eleventh cultural influence. "

Culturespaces promises a "perfect soundproofing"

Faced with residents rather reassembled attending the presentation meeting on Thursday last project, the designer of the future museum of 38-40 rue Saint-Maur (XI) has sought reassurance about the possible nuisances. "We will invest € 2.5m for perfect soundproofing the place" promises Bruno Monnier, president of Culturespaces. As a cinema, a sound system called the "box within a box" certified by an independent public body was retained. Even the ventilation system will be silenced through "sound traps". "The maximum attendance equal to that of a good neighborhood theater," adds Bruno Monnier, which recognizes, however, that the place may occasionally host evening viewings or private parties. As for any cars, they will stop avenue Parmentier. It will therefore join the Saint-Maur street on foot.
















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Paris: um museu digital na antiga fundição

Ouça em cada detalhe das pinturas grandes mestres projetada XXL e música em paredes 8 metros de altura. Isso será possível em menos de dois anos em 38-40 Rue Saint-Maur (XI), perto da praça Maurice Gardette. Isso, em um antigo do século XIX fundição, a empresa Culturespaces decidiu desenvolver um museu digital, em que ele espera atrair entre 250.000 e 400.000 visitantes por ano.

"A Oficina das Luzes" vai realmente transposto na capital de um conceito artístico que Culturespaces (que administra 12 instituições culturais, incluindo o Museu Jacquemart-André ou as arenas de Nîmes) em desenvolvimento por cinco anos em uma antiga pedreira ( foto) Baux-de-Provence (Bouches-du-Rhône). "Este é um show onde as imagens dos artistas são projetadas nas paredes, teto e piso com a música poderosa, detalhada de Bruno Monnier, presidente da Culturespaces em uma reunião pública realizada quinta-feira passada no Câmara municipal XI. Isso permite que os visitantes para ser imerso na arte e na música e descobrir obras como eles nunca tê-los visto. Ele tem como alvo um público familiar que não necessariamente torná em museus ".

A construção começará neste verão para se transformar em um espaço de exposição do corredor industrial de 2000 m2. A partir de Maio de 2018, o museu estará aberto todos os dias 10:00-18:00 e acessíveis "para o preço de um bilhete de cinema" (reduções são revisados ​​para a escola e moradores da décima primeira). "Os shows durar 35 minutos, mas as pessoas vêm e vão a qualquer momento, disse Bruno Monnier. Em média, eles ficam 1h 30 '.

As exposições, que mudam a cada ano, estará disponível por dez meses os dois meses que restam a ser dedicado à revisão das centenas de projetores digitais. O primeiro será dedicado ao artista vienense Gustav Klimt. O próximo dois para Chagall e Picasso. Se mais moradores já estão preocupados com os possíveis efeitos nocivos (ver caixa), o décimo primeiro da cidade apoia o projeto. "Esta é uma operação privada em um terreno privado, disse o prefeito (PS) François Vauglin XI. No entanto, é uma boa notícia para sediar uma instituição da mais alta ordem que irá participar na influência cultural XI ".

Culturespaces promete um "isolamento acústico perfeito"

Confrontados com os moradores em vez remontado presentes na reunião de apresentação na última quinta-feira projeto, o designer do futuro museu de 38-40 rue Saint-Maur (XI) tem procurado tranquilizar sobre as possíveis perturbações. "Vamos investir € 2,5 milhões para o perfeito isolamento acústico do local", promete de Bruno Monnier, presidente da Culturespaces. Como um cinema, um sistema de som chamado "caixa dentro de uma caixa de" certificado por um organismo público independente foi mantida. Mesmo o sistema de ventilação será silenciado através de "armadilhas de som". "O atendimento máximo igual ao de um bom teatro da vizinhança", acrescenta Monnier de Bruno, que reconhece, contudo, que o lugar pode ocasionalmente receber visões noturnas ou festas privadas. Como para todos os carros, eles vão parar avenue Parmentier. Será, portanto, juntar-se a rua Saint-Maur a pé.

Obra criada por brasileira causa polêmica em museu de Miami. --- Work created by Brazilian causes controversy in Miami Museum

Artista, que tem obra exposta no Institute of Contemporary Art, é acusada por duas modelos da instalação “The Inverse” de constrangimento sexual


Detalhe da obra 'The Inverse', de Laura Lima, em exibição no museu ICA, em Miami

DA REDAÇÃO (com Miami Herald) – A artista plástica brasileira Laura Lima está no centro de uma polêmica envolvendo um dos mais conceituados museus de arte contemporânea de Miami, o Institute of Contemporary Art (ICA). Tudo porque, de acordo com a acusação de duas modelos que participaram de sua instalação artística “The Inverse” (atualmente em exibição no ICA), a artista teria as pressionado para que elas introduzissem na vagina uma corda que faz parte da obra. O pedido teria vindo acompanhado da distribuição de preservativos e lubrificantes às mulheres. As informações são do jornal “Miami Herald”, em reportagem publicada na quinta-feira (30).



De acordo com a publicação, a obra de Laura consiste em um emaranhado composto por uma grossa corda cujas pontas estão presas a vãos na estrutura do prédio do museu que permitem visualizar parte das pernas das modelos.

O jornal conta que as modelos participantes da performance pensada pela brasileira vestem roupas criadas pela artista e ganham $15 por hora para se deitarem no chão e colocarem a corda no meio de suas pernas.

Uma descrição de “The Inverse” distribuída a modelos que quisessem participar da performance da obra informava que elas deveriam “interagir passivamente com a escultura, presa a elas, da forma que achassem melhor”. Todas as participantes assinaram um contrato com o ICA.

Obra ‘provocadora’

Tanto a artista quanto a direção do ICA contestam a acusação feita pelas modelos —que não tiveram seu nome divulgado pela reportagem do “Miami Herald”.

“Eu imaginei que seria uma honra participar de uma mostra no ICA e de que seria um trabalho normal, mas não importa quão famoso seja o lugar ou o artista. Se você é uma mulher, está sempre exposta a esse tipo de perigo”, afirmou uma delas ao site “Miami New Times”. A modelo realizou a performance na noite de abertura da mostra, em 3 de junho, e afirma ter sofrido “trauma emocional”.

A diretora do ICA Ellen Salpeter se limitou a enviar o seguinte comunicado ao “Miami Herald”: “O ICA Miami tem o compromisso de ser uma plataforma aberta à inovação, à arte contemporânea experimental e ao debate artístico. ‘The Inverse’ é uma obra que mistura escultura e performance de forma provocadora e que questiona a relação entre arte e corpo.”

A obra da brasileira está em exibição até outubro no museu (que fica no endereço 4040 NE 2nd Ave, Miami, FL 33137, no Design District.

A artista tem nome reconhecido no circuito de arte contemporânea ha pelo menos uma década. Museus de renome em Madri (La Reina Sofia), Londres (The Serpentine Gallery) e Boston (Isabella Stewart Gardner Museum) têm obras de Laura Lima em seus acervos.




http://www.acheiusa.com/Noticia/obra-criada-por-brasileira-causa-polemica-em-museu-de-miami-35860/

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--in via traditor do google
Work created by Brazilian causes controversy in Miami Museum

Artist who has displayed work at the Institute of Contemporary Art, is accused of two models of the installation "The Inverse" of sexual embarrassment

Detail of the work 'The Inverse', Laura Lima, on display at the ICA Museum in Miami

WRITING (with Miami Herald) - The Brazilian artist Laura Lima is at the center of a controversy involving one of the leading museums of contemporary art in Miami, the Institute of Contemporary Art (ICA). All because, according to the prosecution of two models who participated in his art installation "The Inverse" (currently on display at the ICA), the artist would have the pressure to which they introduce into the vagina a rope that is part of the work. The request would have been accompanied by the distribution of condoms and lubricants for women. The information is the newspaper "Miami Herald", in a report published on Thursday (30).

According to the publication, the work of Laura consists of a maze composed of a thick rope whose ends are attached to gaps in the museum building structure that let you see part of the legs of the models.

The newspaper says that the participating models of performance conceived by Brazilian wear clothes designed by the artist and earn $ 15 per hour to lie on the floor and put the rope between her legs.

A description of "The Inverse" distributed to models who wanted to participate in the work performance reporting that they should "passively interact with the sculpture, attached to them, the way they saw fit." All participants signed a contract with ICA.

Work 'provocative'

Both the artist and the direction of the ICA contest the charge made by the models -which did not have his name disclosed by the report of the "Miami Herald".

"I figured it would be an honor to participate in a show at the ICA and that would be a normal job, but no matter how famous is the place or the artist. If you are a woman, is always exposed to this kind of danger, "said one of them to the site" Miami New Times. " The model held the performance on the opening night of the show, on June 3, and claims to have suffered "emotional trauma".

The director of the ICA Ellen Salpeter merely sent the following statement to the "Miami Herald": "The ICA Miami is committed to be an open platform for innovation, experimental contemporary art and artistic debate. 'The Inverse' is a work that combines sculpture and performance provocatively and that questions the relationship between art and body. "

The Brazilian's work is on display until October at the museum (which is the address 4040 NE 2nd Ave, Miami, FL 33137, in the Design District.


The artist has recognized name in contemporary art circuit ha at least a decade. renowned museums in Madrid (La Reina Sofia), London (The Serpentine Gallery) and Boston (Isabella Stewart Gardner Museum) are works of Laura Lima in their collections.