sábado, 9 de julho de 2016

Mummy of 4500 years, now restored in the museum of Hyderabad, India. --- Múmia de 4,5 mil anos,restaurada agora no museu de Hyderabad, na Índia.

The State Museum of Hyderabad in southern India, has among its treasures the mummy believed to be of Egyptian princess Naishu, born around the year 2500 BC - a piece that, therefore, has no less than 4.5000 years of existence.


But time took its toll artifact present in the museum's collection since the 1920s: just over a year, the trustees of the Indian Museum found that the mummy had begun to destabilize and deteriorate - partly because of the negligence of the administrators museum and partly by the lack of knowledge about how to stop the rot.

The tougher outer layer, decorated with paintings, began to crack and fall apart, with fragments falling in the face of the region, shoulders and chest. The feet of the mummy were already on display.

As a result, some parts covered with old bandages were already exposed and dropping.

How then retrieve an archaeological piece as old? The mission fell on Anupam Sah, catering chief of the Prince of Wales Museum in Mumbai, also in India.

With a team of six experts, he worked on the restoration between the months of March and April.

The first challenge of Sah and his team was to recover the bandages without using any chemicals and without moving the artefeto, because of its fragility.

"The mummy was very fragile, and move it was too risky. You had to be careful because the fabric (which involved the mummy) was very brittle," Sah said.

Without the ability to move much on the mummy, the team had to dispense with the traditional processes and tools, including the most basic techniques of examination, treatment methods and the use of infrared, ultraviolet lights and spectrometers for color analysis.


"We assess that could restore the bandages to get to a state close to the original without causing any damage in a period of ten days," said Sah.

The restoration began with the study of the mummy's linen samples and embalming fluids used at the time. Gauze sterile helped recover pieces of the mummy that were falling apart. With special materials be restored cracked and worn parts.

"Then we had to take it wrapped in several layers of cotton to a diagnostic center for x-rays and a CT scan of the cartilage. We had to take it very carefully and safety and bring it back before the sun stayed very strong, "the expert told the BBC.

Radiographs and CT scan revealed that the mummy was "shaped" - that is, much of his bones were preserved - but the device still requires a lot of care and new estapas restoration.

"We will receive one nitrogen chamber to the mummy, which will ensure zero oxidation and prevent further aging," said the expert. This type of camera also controls the humidity and temperature, avoiding bacteria.

Another strategy being evaluated is the acquisition of a piece of silicon which preserves the structure of the mummy - which, unlike most, does not have a sarcophagus to help protect it, explains the newspaper The Hindu.

Sah, who is also founder and director of the NGO Society Himalayas for the Conservation of Heritage and Art, told the BBC that the team will not create a "new dress for the mummy, but simply we will ensure that the original does not deteriorate never".

Sah (left.) Said that the process to /
restore the mummy was very complex

The story
The mummy of Princess Naishu was purchased in Egypt in 1920 by Nazeer Nawaz Jung, son in law then ruler of Hyderabad, Mir Mehboog Ali Khan.
It is not known if he bought from a private collector or a museum, but it is believed that at the time, he has paid about $ 1.3 billion (about US $ 4,100).

Since it was donated to the museum, the mummy is kept in an airtight glass box.

Speaking to the BBC, NR Visalatchy, archeology director of government museums sector of Telangana region in India, explained that the six authentic Egyptian mummies who are in the country's museums, Naishu is the one that is in South India.

Until recently it was believed that Naishu had died only 18 years old. But new studies have found that the princess died at about 24 years old.

"This is a rare piece of Egyptian history in the heart of Hyderabad. I am thrilled every time I come to see her, since she lived 25 centuries before Christ. Let us ensure that it is safe," said NR Visalatchy.
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Karri Sriram
Hyderabad (India) for BBC News
Sriram KarriImage copyrightSRIRAM Karri










http://www.bbc.com/portuguese/geral-36709082


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--br
O Museu Estatal de Hyderabad, no sul da Índia, tem entre seus tesouros a múmia que acredita-se ser da princesa egípcia Naishu, nascida por volta do ano 2.500 a.C - uma peça que, portanto, tem nada menos que de 4,5 mil anos de existência.

Mas o tempo cobrou seu preço do artefato, presente na coleção do museu desde os anos 1920: há pouco mais de um ano, os curadores do museu indiano descobriram que a múmia começara a se desestabilizar e deteriorar - em parte por causa da negligência dos administradores do museu e em parte pela falta de conhecimento sobre como deter o apodrecimento.

A camada externa mais dura, decorada com pinturas, começava a rachar e se despedaçar, com fragmentos caindo na região do rosto, ombros e peito. Os pés da múmia já estavam à mostra.

Como resultado, algumas partes cobertas com as bandagens antigas já estavam expostas e se soltando.

Como, então, recuperar uma peça arqueológica tão antiga? A missão recaiu sobre Anupam Sah, chefe de restauração do Museu Príncipe de Gales, em Mumbai, também na Índia.

Com uma equipe de seis especialistas, ele trabalhou na restauração entre os meses de março e abril.

O primeiro desafio de Sah e sua equipe era recuperar as bandagens sem usar qualquer produto químico e sem mover o artefeto, por causa de sua fragilidade.

"A múmia era muito frágil, e movê-la era muito arriscado. Era preciso ter cuidado porque o tecido (que envolvia a múmia) estava muito quebradiço", afirmou Sah.

Sem a possibilidade de mexer muito na múmia, a equipe teve de dispensar os processos e ferramentas tradicionais, incluindo as técnicas mais básicas de exame, métodos de tratamento e o uso de infravermelho, luzes ultravioleta e espectômetros para análise de cores.

"Avaliamos que poderíamos restaurar as bandagens para chegar a um estado próximo ao original sem causar nenhum dano em um período de dez dias", explicou Sah.

A restauração começou com o estudo de amostras do linho da múmia e dos fluidos de embalsamação usados à época. Gaze esterelizada ajudou a recompor pedaços da múmia que estavam se desmanchando. Com materiais especiais foi possível restaurar partes rachadas e desgastadas.

"Em seguida, tivemos que levá-la enrolada em várias camadas de algodão para um centro de diagnóstico para fazer radiografias e uma tomografia da cartilagem. Tivemos que levá-la com muito cuidado e segurança e trazê-la de volta antes que o sol ficasse muito forte", afirmou o especialista à BBC.

As radiografias e tomografia revelaram que a múmia estava "em forma" - ou seja, grande parte de seus ossos estavam preservados -, mas o artefato ainda requer muitos cuidados e novas estapas de restauração.

"Receberemos uma câmara de nitrogênio para a múmia, que vai garantir zero de oxidação e evitar mais envelhecimento", disse o especialista. Esse tipo de câmara controla também a umidade e a temperatura, evitando bactérias.

Outra estratégia sendo avaliada é a aquisição de uma peça de silicone que preserve a estrutura da múmia - que, ao contrário da maioria, não tem um sarcófago para ajudar a protegê-la, explica o jornal The Hindu.

Sah, que é também fundador e diretor da organização não governamental Sociedade Himalaia para a Conservação do Patrimônio e da Arte, disse à BBC que a equipe não vai criar uma "nova vestimenta para a múmia, mas simplesmente vamos garantir que a original não se deteriore nunca mais".


A história
A múmia da princesa Naishu foi comprada do Egito em 1920 por Nazeer Nawaz Jung, genro do então governante de Hyderabad, Mir Mehboog Ali Khan.

Não se sabe se ele comprou de um colecionador particular ou de um museu, mas acredita-se que, na época, ele tenha pago cerca de US$ 1,3 mil 

Desde que foi doada para o museu, a múmia é mantida em uma caixa de vidro hermética.

Em entrevista à BBC, NR Visalatchy, diretora de arqueologia do setor de museus do governo da região de Telangana, na Índia, explicou que das seis múmias egípcias autênticas que estão nos museus do país, Naishu é a única que está no sul da Índia.

Até há pouco tempo acreditava-se que Naishu tivesse morrido com apenas 18 anos. Mas novos estudos descobriram que a princesa morreu com cerca de 24 anos de idade.

"Esta é uma peça rara da história do Egito no coração de Hyderabad. Fico emocionada toda vez que venho vê-la, já que ela viveu 25 séculos antes de Cristo. Vamos garantir que ela esteja segura", afirmou NR Visalatchy.

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Sriram Karri
De Hyderabad (Índia) para a BBC News
Sriram KarriImage copyrightSRIRAM KARRI









MUSEOS DE ARTE, MODA Y CINE, en ARTE, CULTURA,INSTITUCIONES, MUSEO, MUSEOGRAFÍA, MUSEOLOGÍA, OPINIÓN, RELATO. ·

Son muchos los museos que ofrecen programas de cine dentro de su calendario de actividades. Estos programas se encuentran con mayor facilidad, si cabe, en los museos de arte, sobre todo en los que exponen colecciones de arte moderno,que disponen de instalaciones que permiten desarrollar este tipo de acciones. Sabemos que no son pocos los visitantes que, teniendo la oportunidad de asistir a las proyecciones de estos museos, se quejan porque muchas de las películas que se proyectan son,según su criterio, ininteligibles . Una de ellas“Looking for Mushrooms” de Bruce Conner, proyectada actualmente en el MoMA, es un buen ejemplo de lo” difícilmente comprensible”. Qué podemos decir: se trata de museos de arte moderno ¿Qué esperabais, que proyecten cine comercial? Puede darse una mezcla de ambos; vamos a poner un ejemplo.


Es cierto, no nos engañemos, muchas de las producciones audiovisuales, no sólo las películas, no las entiende nadie. Lo más próximo que hemos podido asimilar, dentro del campo de lo cercanamente comprensible, son películas relacionadas, curiosamente, con el mundo de la moda. Esto es algo recurrente en algunos de esos museos, sobre todo en los más grandes y populares. Será, que vivimos el momento ideal para que las exposiciones de arte contemporáneo promuevan y difundan el mundo de la moda como arte, entre sus visitantes y más allá. Pudiera ser posible que ésa fuera la explicación a este fenómeno. El MoMA está preparando una magna exposición permanente sobre la historia de la moda denominada “Is fashion Modern?”, y no es el único.


El hecho de que el cine no se considerase “arte” durante tanto tiempo, cuando las películas “artísticas” eran sinónimo de cine de culto, la representación intelectual de la pantalla sin relacionarse con las instituciones culturales, dice mucho de la miopía de la mayoría de los museos de arte. La relación entre el cine y los museos no mejoró hasta hace dos décadas, cuando los museos miraban el mundo del cine aún de reojo, siendo paulatinamente conscientes de que se tenían que involucrar, sin excusas, en la preservación y la difusión del arte audiovisual. Volviendo a la relación entre museos, moda y cine, que nos da mucho más juego para escribir esta entrada, hablaremos directa e indirectamente del MET, por el momento maestro de ceremonias en la unión entre el arte, la moda, (la horterada) y los medios audiovisuales, hasta que el MoMA haga su debut “fashionista”.


El documental “El primer mes de mayo” (Magnolia Pictures), nos muestra, con manifiesta efectividad, cómo los defensores del diseño de moda se pegan para que los museos de arte reconozcan que la moda es Arte. Ésta es una película de 91 minutos que suma planos y planos del curador Andrew Bolton, del Metropolitan Museum of Art Costume Institute y de la editora en jefe de Vogue Worldwide,Anne Wintour. La película explica cómo se prepara y desarrolla el montaje de la magna exposición “China: Through the Looking Glass“, a partir del trabajo de estos dos personajes y sus auxiliares. Hay que decir que ésta exposición ha batido todos los records de taquilla mientras ha estado abierta al público (del 7 de mayo al 15 de agosto de 2015) en el MET. Con la colaboración entre el departamento de arte asiático y el Costume Institute, la exposición en el MET demostró cómo las creaciones textiles chinas, moda, sus pinturas, ilustraciones y porcelanas, influyeron notablemente en las creaciones de Yves Saint Laurent, Jean Paul Gaultier, Paul Poiret y otros diseñadores de moda a nivel mundial. Asimismo, se explicaba que los diseñadores de moda, a partir de sus creaciones, son también fuente de inspiración para los artistas plásticos, pintores y escultores.


Los inefables Wintour y Bolton han argumentado, de manera más que correcta, que los diseñadores de moda han sido y son influyentes en el mundo del Arte. Ambos afirman también que, si no existiera una asociación real entre moda y arte, éste último no tendría demasiado sentido. Debemos decir, que ese es un argumento difícil de asimilar en los círculos culturales más eruditos, en favor del reconocimiento artístico de la moda y su relación con los museos. Pero Bolton y Wintour, después de haber disfrutado de la victoria cuatro años antes, con la exposición de Alexander McQueen en el MET, “Savage Beauty”, volvieron a salir triunfantes una vez más, uniendo moda y arte en la exposición “China: A través del espejo”, del año pasado.


Al margen del cine, otra historia es la de las Galas de la Moda en el MET, que desde nuestro modesto punto de vista es un festival de la horterada. Pero volviendo al cine, decir que las celebrities de la Gala de la Wintour en el MET reciben demasiada atención en la película “El primer lunes de mayo”, del director Andrew Rossi. El público podrá observar en la película las escenas relacionadas con las maniobras de lanzamiento y organización de la gala, en contraposición con nuestra idea del respeto que hay que tener a un museo tan monumental. ¿Qué relación se puede dar entre la Kardashian, el tal Keyne West y el MET? ¿Puede alguien explicárnoslo, por favor?


En cualquier caso, lo que realmente tiene valor en esta película, son los momentos más intensos del documental, cuando Bolton, en las reuniones con sus ejecutivos, intenta resolver toda clase de problemas sobre el enfoque artístico de la exposición, dándonos una idea de las maniobras “diplomáticas” que los conservadores de los museos tienen que hacer cuando se enfrentan a presiones internas y externas. Igualmente resulta fascinante la reunión en la que se puede ver a Bolton y Wintour, mostrándose ambos en un gran ejercicio de persuasión, explicando a una mujer que representa los intereses del gobierno chino, intentando hacerle comprender a esta señora, el impacto histórico y artístico que la cultura china ha tenido en el diseño de la moda occidental.


Moda meets cine.

A nuestro entender, el aspecto más reivindicativo del documental (y de la exposición) fue que Bolton promoviera esa otra “olvidada” disciplina artística, haciendo posible la realización cinematográfica sobre su exposición de moda. Moda y cine, dos formas de arte que deben percibirse como las fuerzas “naturales” que se unen en un entorno de exposición, como es el caso de la exposición de moda China en el MET. Pensando en este último país, y en la relación del cine con la moda, nos vienen a la mente los trajes suntuosos en “El último emperador” de Bernardo Bertolucci (1987) o el diseño de vestuario del drama de Wong Kar-wai titulado “In the Mood for Love” (2000). Se evidencia la necesidad de que los museos de arte abran sus mentes hacia otros aspectos fundamentales de la cultura mundial (moda y cine), hasta ahora generalmente fuera de los estudios curatoriales serios en la mayor parte de los museos de arte del mundo.


En la película “El primer lunes de mayo”, se ve como Bolton y Wintour piden asesoramiento al director de cine Wong Kar-wai, cuya magistral obra cinematográfica sobre el uso del color, la moda y el diseño, ha influenciado profundamente, y sobre todo a Bolton. Wong, como se observa en la película, está presente en todo el proceso de planificación, acompañando a Bolton durante una visita a Pekín, donde deben hacerse las negociaciones con el gobierno chino, relativas a los objetos de la exposición. Esta asociación entre el comisario y el director de cine que muestra la producción, se presenta como una coalición estimulante para el espectador, certificando finalmente que la moda, los museos y el cine, pueden estar relacionados de forma muy intensa y provechosa.


El diseño de moda es muy antiguo, y los orígenes del séptimo arte que conocemos como tal, se remontan, al menos, hasta la década de 1890. En otras palabras, los museos, desde hace mucho tiempo, deben reconocer estas formas vitales de expresión artística. Además, a medida que las industrias de la moda y el cine evolucionen y graviten juntas, no habrá excusa para que los museos no promuevan exposiciones sobre estas dos disciplinas, unidas o separadas.


Un mayor reconocimiento de la moda y el cine en los museos de arte de todo el mundo, no sólo permitirá a estas instituciones seguir siendo relevantes para las nuevas generaciones y sus medios, sino también asegurarse de que ciertos diseñadores y visionarios, afiliados a aspectos “mundanos” como son los relacionados con el comercio, se reconozcan como los grandes artistas que realmente son.








Espacio Visual Europa (EVE)


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INAGURAÇÃO DE MUSEU ADENTRO: Artes de Terra sem Mar: "Planta de um Hexágono Fortificado"

A Academia Militar da Ilha Terceira foi uma instituição de ensino superior que funcionou em Angra, entre 1810 e 1828. 



Era de frequência obrigatória para os oficiais do Batalhão de Artilharia, bem como para os outros oficiais dos Batalhões de Linha das ilhas. Também podia ser frequentada por alunos "paizanos", que seriam preferidos para cargos públicos.

As boas intenções que presidiram à sua criação não foram, no entanto, frutuosas como deviam. Do curso ministrado (matemática, fortificação, balística e artilharia), o MAH guarda uma colecção de sete desenhos aguarelados, perfeitamente demonstrativos do ensino veiculado e da sua parcial inadequação ao ambiente insular, mesmo que do ponto de vista puramente militar, já que quase tudo é tratado nas aulas excepto as operações de desembarque ou resistência a ele, exactamente o que de mais relevante aconteceu nas ilhas, se recordarmos a Salga (1581) as Mós (1583) e a Praia (1829)




Museu de Angra do Heroísmo inaugura quinta edição da mostra "Museu Adentro"

A Direção Regional da Cultura, através do Museu de Angra do Heroísmo, inaugura sábado, 9 de julho, pelas 15h00, a quinta edição da mostra “Museu Adentro”, exibindo a “Planta de hum Exagono Fortificado”, de 1814, pertencente à Academia Militar da Ilha Terceira.

A inauguração inclui a apresentação, por Francisco Maduro-Dias, de uma comunicação intitulada “Artes de Guerra sem Mar”, que aborda o ensino naquela instituição e a sua parcial inadequação ao ambiente insular.

A Academia Militar da Ilha Terceira foi uma instituição de ensino superior que funcionou em Angra do Heroísmo entre 1810 e 1828, cuja frequência era obrigatória para os oficiais do Batalhão de Artilharia e dos Batalhões de Linha das ilhas, podendo também ser frequentada por alunos 'paizanos', que seriam preferidos para cargos públicos.

O Museu de Angra do Heroísmo guarda uma coleção de sete desenhos aguarelados demonstrativos do curso ministrado (matemática, fortificação, balística e artilharia) e também da sua inadequação, pelo menos do ponto de vista militar, já que quase tudo é tratado nas aulas, exceto as operações de desembarque ou de resistência a ele, exatamente o que de mais relevante aconteceu nas ilhas, considerando os eventos da Salga, em 1581, das Mós, em 1583, e da Praia, em 1829.

O "Museu Adentro" é um projeto do Museu de Angra do Heroísmo que consubstancia a sua missão de divulgar e potenciar as coleções e áreas temáticas representadas no seu acervo.

A iniciativa pretende, simultaneamente, fidelizar público e chamar a comunidade em que a instituição se insere, facultando-lhe informação de natureza e interesse, no âmbito da história, da arte, da religião e também da ciência e da tecnologia.

Nesse sentido, a exposição "Do Mar e da Terra… uma história no Atlântico" é periodicamente enriquecida com mostras de peças associadas aos seus diferentes núcleos expositivos, oriundas das reservas do museu ou facultadas para esse fim por entidades externas.

A cada uma das mostras é associada uma comunicação de um especialista ou técnico, de forma a explicitar o valor patrimonial, museológico ou afetivo das obras ou artefactos expostos.

Paralelamente, é editado um boletim em formato digital que, mediante a colaboração com um fotógrafo convidado, complementa o descritivo ou comentário das peças com uma fotografia de natureza artística, de forma a valorizá-las esteticamente.

A fotografia da quinta edição deste boletim, em que já colaboraram José Guedes da Silva, Rui Caria, Margarida Quinteiro e Paulo Lobão, é da responsabilidade de Gonçalo Simões. GaCS/DRC





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