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sexta-feira, 29 de julho de 2016

Um museu de mulheres guerreiras; --- A museum of women warriors. --- Музей жінок-воїнів

#SaveGenderMuseum é um projeto no qual uma coleção de mais de 3.000 objetos em Carcóvia (Ucrânia) se mantém graças a patrocinadores espanhóis




“Tatiana é uma guerreira nata!”, diz María. “María é uma GRANDE MULHER que faz esforços HERÓICOS”, escreve Tatiana em letras maiúsculas. As vidas de María Sánchez (Guadalajara, 1985) e Tatiana Isaeva (Carcóvia, 1959) se cruzaram graças ao Museu de Gênero da cidade ucraniana de Carcóvia, na qual Sánchez chegou através de um programa de voluntariado europeu. 


Ela é artista e gestora cultural e naquele momento preparava sua tese de mestrado. Como não estava satisfeita com si mesma e atravessava uma época difícil, buscou uma mudança e a encontrou na Ucrânia, país ao qual chegou em abril de 2014, dois meses após a quinta-feira negra – o que foi considerado o dia mais sangrento do conflito entre pró-russos e pró-europeus


Buscava um lugar em que a situação fosse difícil, onde não conhecesse o idioma para partir do zero e desenvolver um dos exemplos práticos de sua tese que é um estudo de campo de projetos artísticos em contextos periféricos, marginais e sem recursos.


Após vários meses trabalhando na galeria municipal e em um festival, chegou o momento de realizar outra das tarefas agendadas: fechar o museu que Isaeva dirigia e dirige. A missão da voluntária espanhola era compilar caixas e embalar mais de 3.000 objetos que formam o único museu de gênero na Ucrânia e no Leste Europeu: o anteprojeto para a artista Pimienta Sánchez – como seu papel de agitadora cultural é conhecido nas redes sociais. Sánchez se encontrou com Isaeva para que esta lhe mostrasse qual era o estado da coleção. Quando a diretora abriu a porta do local onde está o museu, tudo estava escuro, não havia luz. Sánchez pegou seu celular da bolsa, acendeu a lanterna e foi iluminando paredes, mesas, objetos... Sentiu um choque de realidade: ela tinha mais recursos do que o museu. “Não é a situação dos museus espanhóis que não podem oferecer um catering e não podem montar outra exposição. 

Eles não conseguiam pagar a luz”. A diretora, ao vê-la tão interessada, fez a gentileza de acender uma pequena lamparina, um esforço econômico para ela. Voltaram a se reunir na manhã do dia seguinte, já com luz natural. Sánchez observava os mísseis e cartas pendurados no teto, as que as mulheres enviavam aos seus maridos durante alguma das últimas guerras pelas quais o país passou; uma penteadeira coberta com um manto negro, símbolo do fato de que na época do conflito não havia tempo para se dedicar ao cuidado físico, quando esse aspecto na vida da mulher ucraniana é fundamental; cartazes, fotografias e até uma máquina de escrever da época soviética, mas com o teclado em ucraniano, é um símbolo da liberdade, pertenceu a uma mulher que podia escrever em seu idioma.

Sánchez percebeu que precisava de tempo. Mas não para acabar com o museu, mas para buscar uma forma de levá-lo adiante e de ajudar essa mulher que o construiu e lutou por ele. O museu era ela. Ela é quem recebe as ligações de quem pretende visitá-lo e, não importa em que lugar da cidade a pessoa estiver, vai buscá-la para mostrar o museu. As mais de quinhentas visitas entre 2013 e 2014 se traduzem em 500 ligações a Isaeva para que ela abra as portas e mostre a coleção. 

Qualquer comparação com “um museu convencional” é como comparar órbitas de planetas de galáxias que estão a milhões de anos luz. Ela o financiava até que decidiu dedicar essa parte de sua pequena pensão aos que marcharam à frente de combate. Foi ela quem decidiu que era preciso preservar, contar e perpetuar a história das mulheres. Um museu de gênero em um país no qual nem sequer existe esse termo, no qual um dos objetivos das mulheres quando se matriculam na universidade é encontrar marido.

Em uma semana Sánchez mostrou a Isaeva uma campanha e um plano de marketing. Nasceu o#SaveGenderMuseum e Isaeva confirma entusiasmadamente que dessa forma continuam vivas. “Comecei pelo final, pela loja de presentes”, explica Sánchez. Criou um logotipo, uma camiseta, publicou no site do museu para quem quisesse baixá-lo e divulgar o projeto. Fez contas e com 100 euros (360 reais) por mês poderiam manter o aluguel do espaço. 

Na realidade eram por volta de 97, 98 euros (350, 354 reais), mas arredondou e com o restante conseguiram trocar as lâmpadas e têm cadernos! Ela financiou o primeiro mês, janeiro de 2015. Seus avós maternos, o segundo. E pouco a pouco a rede foi se expandindo: recebe mensagens de qualquer parte do mundo; vê pessoas desconhecidas baixando o logo e o colocando em seu perfil nas redes sociais; uma artista argentina enviou 100 euros para colaborar em um dos próximos meses. As meninas que fazem parte do 7h Coop, uma cooperativa galega cujo objetivo é promover a criação artística, conheceram a ideia e a amadrinharam em março. “É um projeto honestos, sentíamos que estava próximo da gente”, comenta Clara Rodríguez, membro do 7H. “Nós nos perguntamos quanto custa salvar um museu e pela quantidade necessária...”. 


O mês de abril ficou por conta da Nokton Magazine, uma revista que escreve sobre iniciativas culturais corajosas, de modo que na organizada agenda de Sánchez os patrocinadores de cada mês aparecem um a um e faltam somente três para pagar todo o ano de 2016. O que oferece em troca é a divulgação do trabalho dos patrocinadores de cada mês. 

Isaeva diz que continuam vivas graças ao esforço dos espanhóis que participam. Sánchez tem um novo objetivo: vincular a comunidade ucraniana que vive na Espanha com esse museu de seu país. Um país que mesmo sem estar mais nas manchetes, continua imerso em um conflito. E apesar disso mulheres como Tatiana Isaeva – e sua filha – não deixam que seu legado cultural desapareça e seja destruído como uma estátua de Lênin.





Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/24/cultura/1469392793_099815.html

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.


A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.






--in via tradutor do google

A museum of women warriors
#SaveGenderMuseum Is a project in which a collection of over 3,000 objects in Kharkov (Ukraine) sustained by the Spanish sponsors.

"Tatiana is a warrior cream!" Says Maria. "Maria is a BIG WOMAN HEROIC making efforts," writes Tatiana in capital letters. The lives of María Sánchez (Guadalajara, 1985) and Tatiana Isaeva (Kharkov, 1959) intersected thanks to the Gender Museum of the Ukrainian city of Kharkov, in which Sánchez came through a European volunteer program.

She is an artist and cultural manager and now preparing his master's thesis. As it was not satisfied with herself and was going through a difficult time, sought a change and found in Ukraine, which arrived in April 2014, two months after Black Thursday - which was considered the bloodiest day of the conflict between pro-Russian and pro-European.

It sought a place where the situation was difficult, which did not know the language to develop from scratch and one of the practical examples of his thesis which is an artistic project field study in peripheral contexts, marginal and without resources.

After several months working in the municipal gallery and a festival, it's time to perform other scheduled tasks: closing the museum Isaeva driving and driving. The Spanish volunteer mission was to build boxes and pack more than 3,000 objects that form the only gender museum in Ukraine and Eastern Europe: the blueprint for the artist Pimienta Sánchez - as its role as a cultural agitator is known in social networks. Sanchez met Isaeva for this show him what was the state of the collection. When the director opened the local port where the museum, everything was dark, there was no light. Sanchez took his cell phone bag, turned on the flashlight and was shining walls, tables, objects ... I felt a reality check: it had more resources than the museum. "It is the situation of Spanish museums that can not offer a catering and can not mount another exhibition. They could not pay the light. "

The director, to see her so interested, he was kind enough to light a small lamp, an economic effort into it. They reconvened in the morning the following day, with natural light. Sanchez watched the missiles and letters hung from the ceiling, the women sent their husbands during any of the past wars in which the country has; a covered vanity with a black cloak, symbol of the fact that at the time of the conflict there was no time to devote to physical care, when this aspect in the Ukrainian woman life is essential; posters, photographs and even a typewriter the Soviet era, but with the keyboard in Ukrainian, is a symbol of freedom, belonged to a woman who could write in your language.

Sanchez realized he needed time. But not to end the museum, but to find a way to take it forward and help this woman who built and fought for it. The museum was her. She is the one who receives the calls from those who want to visit it and no matter where in the city the person is, will get it to show the museum. The more than five hundred visits between 2013 and 2014 translate into 500 links to Isaeva for her to open the door and show the collection. Any comparison with "conventional museum" is like comparing orbits of galaxies of planets that are millions of light years. She financed until he decided to dedicate this part of her small pension to those who marched to the front. It was she who decided it was necessary to preserve, perpetuate and tell the story of women. A gender museum in a country where there is not even that term, where one of the goals of the women when they enroll at the university is to find husband.

In a week Sánchez showed Isaeva a campaign and a marketing plan. Was born #SaveGenderMuseum and Isaeva enthusiastically confirms that this way are still alive. "I started at the end, through the gift shop," explains Sánchez. Created a logo, a T-shirt, published on the museum's website for all to download it and publicize the project. Reckoneth and 100 euros (360 reais) per month could keep the space rental. In fact they were around 97, 98 euros (350, 354 reais), but rounded and the rest managed relamping and have notebooks! She funded the first month, January 2015.

His maternal grandparents, the second. And little by little the network was expanding: receives messages from anywhere in the world; see unknown people downloading the logo and putting in your profile on social networks; an Argentine artist sent 100 euros to collaborate in one of the coming months. Girls who are part of the Coop 7 am, a Galician cooperative whose purpose is to promote artistic creation, met the idea and amadrinharam in March. "It's an honest project, we felt that was close to us," said Clara Rodriguez, 7H member. "We wonder how much it costs to save a museum and the amount necessary ...".

The month of April was due to the Nokton Magazine, a magazine that writes about courageous cultural initiatives, so that the organized Sánchez agenda the sponsors of each month appear one by one and only three to go to pay for the entire year of 2016. The it offers in exchange is the promotion of the work of the sponsors of each month. Isaeva says still alive thanks to the efforts of the Spanish participating. Sánchez has a new goal: to link the Ukrainian community living in Spain with this museum of his country. A country that even without being more in the headlines, still immersed in a conflict. And yet women like Tatiana Isaeva - and her daughter - do not let their cultural legacy disappear and be destroyed as a statue of Lenin.





--uc via tradutor do google
Музей жінок-воїнів
#SaveGenderMuseum Чи проект, в якому зібрано більше 3000 об'єктів в Харкові (Україна) підтримується іспанських спонсорів.

"Тетяна воїном крем!" Каже Марія. "Марія велика жінка ГЕРОЇЧНИЙ докладає зусиль," пише Тетяна великими літерами. Життя Марії Санчес (Гвадалахара, 1985) і Тетяни Ісаєвої (Харків, 1959) перетнулися завдяки Гендерної музей українського міста Харкова, в якому Санчес прийшов через Європейську програму добровольців.

Вона художник і культурний менеджер і зараз готує кандидатську дисертацію. Як не був задоволений собою і переживає важкий час, шукав зміни і знайшли в Україні, який прибув в квітні 2014 року, через два місяці після того, як Black п'ятниця - який вважався найкривавішим днем ​​конфлікту між про-російським і проєвропейської.

Він шукав місце, де ситуація була важкою, яка б не знала мову розвивати з нуля, і один з практичних прикладів його тези, який є художнім дослідження поля проекту в периферійних контекстах, маргінальних і без ресурсів.

Після кількох місяців роботи в муніципальній галереї і фестиваль, прийшов час для виконання інших запланованих завдань: закриття водіння музею Ісаєва і водіння. Іспанська добровольців місія полягала в тому, щоб побудувати коробки і упакувати більше 3000 об'єктів, які формують єдиний гендерний музей в Україні і Східній Європі: план для художника Pimienta Санчеса - його роль як культурного агітатора відома в соціальних мережах. Санчес зустрів Ісаєвої для нього це шоу було те, що стан колекції. Коли директор відкрив місцевий порт, де музей, все було темно, не було ніякого світла. Санчес взяв свій стільниковий телефон мішок, включив ліхтарик і блискучі стіни, столи, предмети ... Я відчував перевірити реальність: у неї було більше ресурсів, ніж в музеї. "Це положення іспанських музеїв, які не можуть запропонувати харчування і не може змонтувати ще одну виставку. Вони не могли оплатити світло ".

Режисер, щоб побачити її так цікаво, що він був досить люб'язний, щоб запалити маленьку лампу, економічні зусилля в неї. Вони знову зібралася вранці наступного дня, з природним освітленням. Санчес спостерігав ракети і букви звисали зі стелі, жінки послали своїх чоловіків під час будь-якої з минулих воєн, в яких країна має; крите марнославства з чорним плащем, символом того, що під час конфлікту не було часу, щоб присвятити фізичної допомоги, коли цей аспект в української жінки життя має важливе значення; плакати, фотографії і навіть друкарську машинку радянських часів, але з клавіатурою на українській мові, є символом свободи, належав жінці, яка може писати на вашій мові.

Санчес зрозумів, що йому потрібен був час. Але не до кінця музею, але, щоб знайти спосіб, щоб прийняти його вперед і допомогти цій жінці, який побудував і боролися за неї. Музей був її. Вона є той, хто приймає дзвінки від тих, хто хоче відвідати його і незалежно від того, де в місті людина, не отримає його, щоб показати музей. Понад п'ятсот відвідувань в період між 2013 і 2014 роками перевести 500 посилань на Ісаєвої для неї, щоб відкрити двері і показати колекцію. Будь-яке порівняння з "звичайним музеєм", як порівняння орбіт галактик планет, які мільйони світлових років. Вона фінансується, поки він не вирішив присвятити цю частину своєї маленької пенсії тим, хто йшов на фронт. Саме вона вирішила, що необхідно було зберегти, увічнити і розповісти історію жінок. Гендерний музей в країні, де немає навіть цей термін, коли одна з цілей жінок при вступі до університету, щоб знайти чоловіка.

Через тиждень Санчес показав Ісаєвої кампанію і план маркетингу. Народився #SaveGenderMuseum і Ісаєвої з ентузіазмом підтверджує, що цей шлях все ще живі. "Я почав в кінці, через сувенірний магазин," пояснює Санчес. Створено логотип, футболку, опублікованими на веб-сайті музею для всіх, щоб завантажити його і опублікувати проект. Reckoneth і 100 євро (360 реалів) в місяць може зберегти оренду площі. Насправді вони були близько 97, 98 євро (350, 354 реалів), але округлий і іншим вдалося заміна ламп і не мають ноутбуки! Вона фінансувала перший місяць, січень 2015 року.

Його бабуся і дідусь по материнській, другий. І мало-помалу мережа розширюється: приймає повідомлення з будь-якої точки світу; побачити невідомі люди з завантаженням логотипу і вкладаючи в своєму профілі в соціальних мережах; аргентинський художник послав 100 євро співпрацювати в одному з найближчих місяців. Дівчата, які є частиною Coop 7 ранку, галісійська кооператив, мета якого полягає в сприянні художньої творчості, зустрів ідею і amadrinharam в березні. "Це чесний проект, ми відчували, що був близький до нас," сказала Клара Родрігес, член 7H. "Цікаво, скільки це коштує, щоб зберегти музей і суму, необхідну ...".

У квітні місяці було пов'язано з NOKTON Magazine, журнал, який пише про мужніх культурних ініціатив, так що організована Санчеса повістка спонсори кожного місяця з'являються один за іншим, і тільки три, щоб піти, щоб заплатити за весь рік 2016 року він пропонує в обмін є сприяння роботі авторів кожного місяця. Ісаєва каже, що все ще живі завдяки зусиллям беруть участь іспанців. Санчес має нову мету: зв'язати української громади, які живуть в Іспанії з цим музеєм своєї країни. Країна, яка навіть не будучи більш в заголовках газет, як і раніше занурений в конфлікт. І все ж жінки, як Тетяна Ісаєва - і її дочка - не давайте їх культурну спадщину зникне і буде зруйнований, як пам'ятник Леніну.


Uma das mais belas histórias do Carnaval de São Paulo, será enredo em 2017. --- One of the most beautiful stories of Carnival of São Paulo, will plot in 2017

Em fevereiro de 2017 a mais antiga escola de samba em atividade na cidade de São Paulo, a Lavapés, completa oitenta anos de história.



A data especial, não só para a entidade, mas para a cultura popular paulistana, será celebrada em forma de enredo no Carnaval do próximo ano com o tema: "Oito décadas de samba, minha Lavapés, orgulho da terra da garoa", e desenvolvimento do carnavalesco Horácio Rabaça Filho. Leia a sinopse na íntegra.




O mundo do samba está em festa. Os arautos negros evocam a chegada daquela que é a mais antiga escola em atividade de São Paulo: a Sociedade Recreativa Beneficente Escola de Samba Lavapés. Tudo começou com a dedicação de Deolinda Madre, mas que em função dos inúmeros afilhados era conhecida como "Madrinha Eunice".


Filha de escravos, nasceu em 14 de outubro de 1909 em Piracicaba vindo a morar em São Paulo com doze anos. As notas musicais do jongo, samba rural e do batuque foram as bases de sua formação para que futuramente se tornasse um ícone do carnaval paulista. Na capital, morou na Rua Tamandaré, residindo posteriormente nas ruas da Glória, Galvão Bueno e Barão de Iguape (onde foi instalada a quadra da agremiação). Tinha como companheiro o italiano Chico Pinga, um exímio cavaquinhista que ajudou também a fundar a Lavapés. A "Rainha Negra do Samba" falecia em 1995 deixando um imenso legado...


Uma inspiração carioca

Madrinha Eunice e Chico Pinga se conheceram na Festa de Pirapora, uma tradição que envolvia romarias, sambas e batuques de diversas partes do estado para a cidade de Pirapora do Bom Jesus. Durante vários anos Dona Eunice manteve o costume de levar os integrantes da escola e sua família a famosa festa comemorada em 06 de agosto, que gira em torno da imagem que foi encontrada na região em 1725, aproximadamente, às margens do rio Tietê, e que passou a ser considerada milagrosa. Na capital paulista fez parte de um do bloco carnavalesco do Glicério, na década de 1930, chamado "Baianas Paulistas" que durou cerca de três anos, até que, em 1936, o casal foi passar uma temporada com familiares no Rio de Janeiro quando assistiram ao Carnaval da Praça Onze.


Encantada com o desfile da escola de samba vermelha e branca "Deixa Malhar" ela, então, reuniu alguns batuqueiros e 20 homens do bairro para desfilarem vestidos de baianas. Assim nascia a Lavapés. Dona Eunice escolheu as cores vermelho e branco, como eram as da escola que ela dissera ter gostado de ver no Rio de Janeiro e o símbolo adotado para a escola foi uma baiana, figura pela qual tinha grande admiração. Ela representaria a tradicional ala carnavalesca e as grandes matronas dos terreiros de grupos vindos da Bahia para o Rio de Janeiro e São Paulo.


O sonho que virou escola, que virou realidade... 


A escola foi considerada uma das mais fortes em sua época áurea e dela participaram vários sambistas que, mais tarde, fundariam e participariam de outras escolas da cidade. Entre eles, Carlão do Peruche (fundador da Unidos do Peruche, em 1956), Silval do Império (fundador da Império do Cambuci, em 1963), Chiclé e Mestre Thadeu (do Vai-Vai), os radialistas Moraes Sarmento e Evaristo de Carvalho, Mestre Lagrila e o multiartista Germano Mathias. A Lavapés passou por, praticamente, todos os espaços dedicados aos desfiles de carnaval desde sua fundação em 1937. Praça da Sé, Vale do Anhangabaú, Avenida São João, Tiradentes e até o sambódromo.


No final da década de 30 e década de 40, participava de disputas organizadas por comerciantes e rádios em diferentes pontos da cidade, sendo considerada a maior campeã deste período. Na década de 50, houve a unificação das disputas de agremiações carnavalescas na Praça da Sé e, entre escolas e cordões, a Lavapés foi tetracampeã (1950 a 1953) e também ganhou o campeonato em 1956.


Hoje a escola é comandada por Rosemeire Marcondes, neta de Madrinha Eunice, e mesmo longe dos holofotes do sambódromo é respeitada e admirada por todos, considerada a escola de coração pelos verdadeiros sambistas do carnaval de São Paulo. A Lavapés tem verdadeiros guerreiros que honram seu pavilhão. Finalizamos com uma frase memorável da querida madrinha fundadora: "Lavapés teve começo, mas não terá fim". 


Carnaval 2016


Este ano a Lavapés desfilou pelo Grupo 3 da Uesp com o enredo: "Danças Africanas", e obteve o sexto lugar na classificação final.






Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

colaboração:

Liah Belmonte


http://www.sidneyrezende.com/noticia/265720+uma+das+mais+belas+historias+do+carnaval+de+sp+sera+enredo+em+2017

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.


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--in via tradutor do google
One of the most beautiful stories of Carnival of São Paulo, will plot in 2017

In February 2017 the oldest samba school in activity in the city of São Paulo, Lavapés, full eighty years of history.

The special day, not only for the body but for the popular São Paulo culture, will be held in the form of plot Carnival next year with the theme "Eight decades of samba, my Lavapés, Land pride of drizzle", and development the carnivalesque Horace Rabaça Son. Read the synopsis in full.

Wash feet. Photo: Collection

The samba the world is celebrating. The black heralds evoke the arrival of what is the oldest school in activity of São Paulo: the Recreational Society Charitable School of Samba Lavapés. It started with the dedication of Deolinda Mother, but according to numerous godchildren was known as "Godmother Eunice."

Daughter of slaves, was born on October 14, 1909 in Piracicaba been living in São Paulo with twelve. The musical notes jongo, rural samba and drumming were the basis of their training so that future to become one of the São Paulo carnival icon. In the capital, lived in Tamandaré Street, residing later in the glory streets, Galvão Bueno and Barão de Iguape (where it was installed the court of the club). I had as fellow Italian Chico Pinga, a master cavaquinhista who also helped found the Lavapés. The "Samba Black Queen" passed away in 1995 leaving a huge legacy ...

A Rio inspiration

Godmother Eunice and Chico Pinga met in Pirapora Party, a tradition involving pilgrimages, sambas and drums in various parts of the state to the city of Pirapora do Bom Jesus. For several years Mrs. Eunice kept the custom of taking the school members and his family the famous festival celebrated on August 06, which revolves around the image that was found in the region in 1725, approximately the banks of the Tiete River, and now considered miraculous. In the state capital was part of a carnival block Glicerio, in the 1930s, called "Baianas Paulistas" which lasted about three years, until, in 1936, the couple was to spend some time with family in Rio de Janeiro when watched the Carnival of Praça Onze.

Delighted with the parade of red and white samba school "Let Malhar" she then met some drummers and 20 men in the neighborhood to parade dressed in Bahia. Thus was born the Lavapés. Dona Eunice chose the colors red and white, as were the school she said have liked to see in Rio de Janeiro and the symbol adopted for the school was a Bahian figure for which he had great admiration. It would represent the traditional wing carnival and large matrons of terreiros groups from Bahia to Rio de Janeiro and São Paulo.

The dream turned school come true ...

The school was considered one of the strongest in its heyday and it was attended by several samba dancers that later would found and participate in other city schools. Among them, Carlão the Peruche (founder of States Peruche in 1956), Silval Empire (founder of Cambuci Empire in 1963), Chiclé and Thadeu Master (of the Go-Go), the broadcasters Moraes Sarmento and Evaristo de Carvalho , Lagrila Master and the multi-artist Germano Mathias. Lavapés went through the virtually all spaces dedicated to carnival parades since its founding in 1937. Cathedral Square, Anhangabaú Valley, Saint John Avenue Tiradentes and to the Sambadrome.

At the end of the 30s and 40s, participated in contests organized by traders and radio stations in different parts of the city, is considered the greatest champion of this period. In the 50's, there was the unification of the carnival associations disputes in Cathedral Square, and between schools and cords, the Lavapés was tetracampeã (1950-1953) and also won the championship in 1956.

Today the school is run by Rosemeire Marcondes, granddaughter of Honour Eunice, and even away from the Sambadrome spotlight is respected and admired by all, considered the school of heart by the true samba of São Paulo carnival. The Lavapés have true warriors who honor their flag. We end with a memorable phrase beloved founder godmother: "Lavapés had a beginning, but will have no end."

Carnival 2016

This year Lavapés paraded by Group 3 UESP with the theme: "African Dance" and got the sixth place in the final standings.

Catedral de São Basílio completa 455 anos. --- St. Basil's Cathedral full 455 years. --- Собор Василия Блаженного полный 455 лет.

Um dos pontos turísticos mais visitados e fotografados de Moscou, a Catedral de São Basílio, celebra seu 455º aniversário nesta terça-feira (12). 



1. Seu nome oficial é Catedral da Intercessão da Santíssima Theotokos

Foi erguida entre 1555 e 1561 por ordem do tsar Ivan, o Terrível, para celebrar sua vitória sobre o Canato de Kazan, que aconteceu no feriado da Intercessão da Virgem Santa.

A igreja ficou conhecida então como a Catedral da Intercessão da Virgem Santa no Fosso devido a sua localização: até 1813, o Kremlin, vindo do lado da Praça Vermelha, estava protegido por um fosso.

Quatro das oito capelas da catedral foram nomeadas em referência a datas religiosas que coincidiram com os principais eventos na campanha em Kazan. Também há uma que recebeu o nome de Santíssima Trindade, pois acredita-se que na Idade Média havia uma Igreja da Trindade naquele local.

2. A catedral simboliza a Cidade Celestial

Segundo uma teoria, a catedral simboliza Jerusalém Celestial, ou, em outras palavras, o Reino de Deus, cujas paredes são decoradas com pedras preciosas. Já outra teoria, diz que seus arquitetos tentaram replicar a Igreja de Santa Maria de Blachernae, em Constantinopla, a cena do Milagre de Intercessão quando a Santíssima Virgem apareceu aos cristãos orando por proteção contra um exército sarraceno e cobriu todo o mundo cristão com seu manto.

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Catedral sobreviveu a diferentes períodos históricos e regimes /
Foto:Panthermedia/Vostock-photo


3. São nove igrejas em uma

No início, o porão da futura catedral servia como base para nove pequenas igrejas construídas uma após a outra e conectadas por galerias e passagens. Curiosamente, no século 16, o porão era também usado para resguardar os cofres da igreja e as economias dos moradores mais ricos da cidade.

O exterior da catedral foi feito para parecer alvenaria, mas cada época deixou seu traço na arquitetura desse marco. Após um incêndio em 1595, as igrejas foram decoradas com abóbadas com aspecto de cebola, que adquiriram suas cores vivas de hoje apenas no século 18. Mais para frente, em 1817, durante uma renovação da Praça Vermelha, o arquiteto Joseph Bove reforçou o muro de contenção da catedral com pedra e ergueu uma cerca de ferro fundido.

4. O segundo nome da catedral deriva de um moscovita abençoado

O segundo nome da catedral – em honra a Basílio, o Abençoado – tem uma razão para existir. Basílio de Moscou, seguidor de Cristo, pôde ver o futuro e previu o fogo de 1547, em que quase um terço de Moscou foi destruída. Ao longo de sua vida, Basílio sofreu privações, era sem-teto e não usava roupas ou sapatos, independentemente do clima. Quando morreu, o Metropolita de Moscou Macário celebrou seu funeral, e o próprio Ivan, o Terrível carregou o caixão, juntamente com outros boiardos.

Depois de Basílio ser canonizado em 1588, uma décimo igreja foi adicionada à catedral, para onde suas relíquias foram transferidas, e todo o conjunto foi nomeado em homenagem ao novo santo.

Foto: Lori / Legion-Media

5. Os arquitetos da catedral foram cegados após as obras

Há várias teorias sobre os responsáveis pelo projeto da catedral. A mais aceita é que a catedral foi projetado pelos arquitetos Barma e Postnik. Reza a lenda que Ivan, o Terrível, ordenou que os arquitetos fossem cegados após concluírem os trabalhos da catedral de modo que não pudessem replicá-la ou construírem outra ainda mais bela. No entanto, é improvável que se trate de mais do que uma lenda, uma vez que, mais tarde, Postnik se envolveu na construção da Catedral da Anunciação, bem como das paredes e das torres do Kremlin de Kazan.

Há, ainda, outra teoria segundo a qual a Catedral de Intercessão pode ter sido construída por um arquiteto italiano que estava trabalhando no Kremlin de Moscou.

6. Os franceses queriam explodir a catedral, e as autoridades comunistas, demoli-la

Situado bem no coração de Moscou, o templo esteve em perigo mais de uma vez. Em 1812, quando as tropas francesas estavam recuando, elas queriam explodir a Catedral de São Basílio, mas não tiveram tempo para fazê-lo. No final da década de 1920, as autoridades soviéticas decidiram botar a catedral abaixo, afinal, não estavam muito interessadas em ter “uma casa de culto” no centro da cidade. A catedral foi salva pelo arquiteto e restaurador Piotr Baranovski, que chegou a enviar um telegrama a Stálin pedindo para brecar os planos. Como resultado, a Catedral da Intercessão não foi demolida, mas Baranovski ficou sujeito a represálias por ‘atividade antissoviética’.

Foto: Lori / Legion-Media

7. Apenas um sino original sobreviveu

O campanário da catedral permanece em operação. No entanto, contando a multidão de sinos que a catedral já teve desde que foi construída no século 16, apenas um sobreviveu até os dias de hoje. Em 1929, as autoridades soviéticas exigiram que os sinos de bronze fossem derretidos e, segundo o sineiro Aleksêi Konovalov, é um milagre que um dos sinos tenha sido preservado – incluindo o som que produz.

8. Hoje é um patrimônio mundial

A Catedral da Intercessão foi uma das primeiras a se tornar posse do jovem Estado soviético. Em 1923, foi convertida em um museu de história e arquitetura e, seis anos depois, tornou-se uma filial do Museu Histórico do Estado. No início dos anos 1990, a catedral, incluindo a Capela de Basílio, o Abençoado, voltou a ser usada para fins religiosos. Na mesma época, passou a ser um Patrimônio Mundial da Unesco.



Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://gazetarussa.com.br/arte/2016/07/12/catedral-de-sao-basilio-completa-455-anos-nesta-terca_610953

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St. Basil's Cathedral full 455 years.

One of the most visited and photographed sights of Moscow, the Cathedral of St. Basil, celebrates its 455 anniversary on Tuesday (12).

Cathedral survived different historical periods and regimes Photo: Panthermedia / Vostock-photo

1. Its official name is the Cathedral of the Intercession of the Holy Theotokos

It was built between 1555 and 1561 by order of Tsar Ivan the Terrible to celebrate his victory over the Khanate of Kazan, which took place on the holiday of Intercession of the Holy Virgin.

The church was then known as the Cathedral of the Intercession of the Holy Virgin on the Moat because of its location: until 1813, the Kremlin, from the side of Red Square, was protected by a moat.

Four of the eight Cathedral chapels were named in reference to religious dates that coincided with major events in the campaign in Kazan. There is also given the name of the Trinity, as it is believed that in the Middle Ages there was a Trinity Church there.

2. The cathedral symbolizes Heavenly City

According to one theory, the cathedral symbolizes heavenly Jerusalem, or in other words, the Kingdom of God, whose walls are decorated with precious stones. Yet another theory says that its architects have tried to replicate the Church of St. Mary of Blachernae in Constantinople, the scene of the Intercession of miracle when the Blessed Virgin appeared to Christians praying for protection against a Saracen army and covered the whole Christian world with his robe .

3. There are nine churches in one

At first the basement of the future cathedral served as a basis for nine small churches built one after the other and connected by galleries and passages. Interestingly, in the 16th century, the basement was also used to protect the church coffers and the economies of richer city dwellers.

The exterior of the cathedral was made to look like masonry, but each time has left its trace in the architecture of this milestone. After a fire in 1595, the churches were decorated with domes with onion aspect, which acquired their vivid today only in the 18th century Later on in 1817 during a renovation of the Red Square, the architect Joseph Bove reinforced wall cathedral contention with stone and erected a fence of cast iron.

4. The middle name of the cathedral comes from a blessed Muscovite

The second name of the cathedral - in honor of Basil the Blessed - has a reason to exist. Basil Moscow, a follower of Christ, he could see the future and predicted the fire of 1547, in which nearly a third of Moscow was destroyed. Throughout his life, Basil suffered privations, was homeless and had no clothes or shoes, whatever the weather. When he died, the Metropolitan of Moscow Macarius celebrated his funeral, and Ivan himself the Terrible carried the coffin along with other boyars.

After Basil be canonized in 1588, one tenth church was added to the cathedral, where his relics were transferred, and the whole was named in honor of the new saint.


Photo: Lori / Legion-Media

5. Cathedral architects were blinded after the works

There are several theories about those responsible for the cathedral project. The most widely accepted is that the cathedral was designed by the architects Barma and Postnik. Legend has it that Ivan the Terrible ordered the architects were blinded after concluding the work of the Cathedral so that they could not replicate it or build another even more beautiful. However, it is unlikely to be more than a legend, since later Postnik was involved in the construction of the Cathedral of the Annunciation, and the walls and towers of the Kazan Kremlin.

There is also another theory that the Intercession Cathedral may have been built by an Italian architect who was working in the Moscow Kremlin.

6. The French wanted to blow up the cathedral, and the communist authorities, demolish it

Situated right in the heart of Moscow, the temple was in danger more than once. In 1812, when the French troops were retreating, they wanted to blow up the Cathedral of St. Basil, but did not have time to do it. In the late 1920s, the Soviet authorities decided to put down the cathedral, after all, were not very interested in having a "house of worship" in the city center. The cathedral was saved by the architect and restorer Pyotr Baranovsky, who came to send a telegram to Stalin asking to halt the plans. As a result, the Intercession Cathedral was not demolished, but Baranovsky was subject to reprisals for 'anti-Soviet activity'.

Photo: Lori / Legion-Media

7. Only one original bell survived

The cathedral bell tower remains in operation. However, counting the multitude of bells that the cathedral has had since it was built in the 16th century, only one survived to the present day. In 1929, the Soviet authorities demanded that the bronze bells were melted down and, according to the sexton Alexei Konovalov, is a miracle that one of the bells has been preserved - including the sound it produces.

8. Today is a world heritage site

The Cathedral of the Intercession was one of the first to take possession of the young Soviet state. In 1923, it was converted into a museum of history and architecture, and six years later became a branch of the State Historical Museum. In the early 1990s, the cathedral, including the chapel of Basil the Blessed, returned to be used for religious purposes. At the same time, it became a UNESCO World Heritage Site.







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Собор Василия Блаженного полный 455 лет.

Один из самых посещаемых и фотографируемых достопримечательностей Москвы, Собор Святого Василия, отмечает свой 455-летний юбилей во вторник (12).

Собор пережил разные исторические периоды и режимы Фото: Panthermedia / Vostock-фото

1. Его официальное название собора Покрова Пресвятой Богородицы

Он был построен между 1555 и 1561 по приказу царя Ивана Грозного в честь его победы над Казанским ханством, которое состоялось на праздник Покрова Пресвятой Богородицы.

Церковь была тогда известный как собор Покрова Пресвятой Богородицы на Рву из-за ее расположения: до 1813, Кремль, со стороны Красной площади, не был защищен рвом.

Четыре из восьми собор часовен были названы в качестве ссылки на религиозные даты, которые совпали с важнейшими событиями в кампании в Казани. Там также дается имя Троицы, так как считается, что в средние века была Троицкая церковь там.

2. Собор символизирует Небесный Город

Согласно одной из теорий, собор символизирует небесный Иерусалим, или, другими словами, Царство Божие, стены которого украшены драгоценными камнями. Еще одна теория говорит, что его архитекторы попытались повторить Влахернская церковь в Константинополе, сцена Покровского чуда, когда Пресвятая Дева явилась христиан, молящихся для защиты от армии сарацин и покрывающими весь христианский мир с его халата ,

3. Есть девять церквей в одном

На первом цокольном этаже будущего собора служил в качестве основы для девяти маленьких церквей построили один за другим и соединенных галереями и переходами. Интересно, что в 16-м веке, подвал был также использован для защиты церковных казну и экономику богатых горожан.

Внешний вид собора был сделан, чтобы выглядеть как каменная кладка, но каждый раз, оставил свой след в архитектуре этой вехи. После пожара в 1595 году, церкви были украшены куполами с луковым аспектом, который приобрел свою яркую сегодня только в 18-м веке Позже в 1817 году во время реконструкции Красной площади, архитектор Бове армированные стены собор раздора с камнем и возвели забор из чугуна.

4. отчества собора происходит от благословенного москвича

Второе название собора - в честь Василия Блаженного - имеет право на существование. Василий Москва, последователем Христа, он мог видеть будущее и предсказал огонь 1547, в котором был разрушен почти треть Москвы. На протяжении всей своей жизни, Василий страдал лишений, был бездомным и не имел одежду или обувь, независимо от погодных условий. Когда он умер, митрополита Московского Макария праздновали его похороны, и Иван сам Грозный нес гроб вместе с другими боярами.

После того, как Василий быть канонизирован в 1588 году, одна десятая церковь была добавлена ​​к собору, где были переданы мощи его, и весь был назван в честь нового святого.


Фото: Lori / Легион-Медиа

5. Собор архитекторы были ослеплены после работ

Есть несколько теорий о том, кто несет ответственность за проект собора. Наиболее широко признано, что собор был разработан архитекторами Барма и Постник. Легенда гласит, что Иван Грозный приказал архитекторы были ослеплены после завершения работы собора, чтобы они не могли повторить его или построить другой еще более красивым. Тем не менее, вряд ли будет больше, чем легенда, так как позже Постник принимал участие в строительстве Благовещенского собора, а стены и башни Казанского Кремля.

Существует также другая теория, что Покровский собор, возможно, был построен итальянским архитектором, который работал в Московском Кремле.

6. Французы хотели взорвать собор, и коммунистические власти, снести его

Расположенный в самом центре Москвы, храм был в опасности больше, чем один раз. В 1812 году, когда французские войска отступали, они хотели взорвать собор Святого Василия, но не было времени, чтобы сделать это. В конце 1920-х годов, советские власти решили подавить собор, в конце концов, были не очень заинтересованы в том, "молельный дом" в самом центре города. Собор был спасен архитектором и реставратором Барановский, который пришел, чтобы послать телеграмму Сталину с просьбой остановить планы. В результате, Покровский собор не был разрушен, но Барановский подвергался репрессиям за "антисоветскую деятельность".

Фото: Lori / Легион-Медиа

7. Только один оригинальный колокол выжил

Колокольне собора остается в работе. Тем не менее, считая множество колоколов, что собор имел, так как он был построен в 16-м веке, только один сохранился до наших дней. В 1929 году советские власти потребовали, чтобы бронзовые колокола были переплавлены и, по словам пономаря Алексея Коновалова, это чудо, что один из колоколов сохранился - в том числе звук она производит.

8. В настоящее время является объектом всемирного наследия

Собор Покрова был одним из первых, чтобы завладеть молодого Советского государства. В 1923 году он был преобразован в музей истории и архитектуры, а шесть лет спустя стал филиалом Государственного исторического музея. В начале 1990-х годов, собор, в том числе часовни Василия Блаженного, возвращается для использования в религиозных целях. В то же время, он стал объектом Всемирного наследия ЮНЕСКО.