Listen to the text.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Varsovie : l'émouvant musée de l'Insurrection. --- Warsaw: th Museume moving Uprising

Par Vidal Nicolas (depuis Varsovie) - Inauguré en 2004, Warsaw Pass (Muzeum Powstania Warszawskiego ) est assurément une visite incontournable pour mieux appréhender l'histoire de la capitale polonaise.


Situé à l'Ouest au coeur d'un ensemble de tours et de bureaux dans l'ancienne centrale électrique des tramways, il est recommandé d'opter pour le métro qui vous laissera à quelques centaines de mètres de l'entrée. Privilégiez également une visite matinale pour éviter l'affluence à l'achat des tickets mais également pour l'intérieur du musée, car même immense, la mise en scène de celui-ci présente des espaces étroits où il est difficile de circuler lorsque le flots des visiteurs s'épaissit au fil de la journée. Cela participe à une volonté assumée de plonger le visiteur dans une ambiance lourde et pesante.

L'insurrection de Varsovie : le massacre de la population

Le postulat historique du musée couvre tout aussi bien l'occupation allemande que la mise en place du régime communiste à la fin des combats apportant autant de douleur et de répression à la population de Varsovie. Ce fut au début du mois d'août 1944 que la résistance polonaise attaqua les allemands avec le peu de moyens dont elle disposait face à une Wehrmacht bien mieux équipée. Près de 150 000 polonais seront massacrés après deux mois de combats acharnés. On se souviendra de l'attente coupable de l'armée Rouge de l'autre côté de la Vistule, fleuve bordant Varsovie, laissant les insurgés se faire massacrer par l'armée allemande.

Le musée de l'Insurrection se découvre de façon chronologique. Vous apprécierez une foule de photos, de vidéos et d'éléments historiques extrêmement bien documentés et accompagnés d'un fond sonore entêtant qui fait penser à des battements cardiaques. L'accent est mis sur la détermination et le patriotisme des insurgés à libérer Varsovie du joug allemand. L'hommage est rendu aux grandes figures de l'insurrection et à ces milliers d'anonymes. 

La reconstitution d'une imprimerie clandestine, les différents uniformes de la résistance polonaise et de ses grades, la réplique de l'avion de ravitaillement qui s'abîma au-dessus de Varsovie ou encore les armes utilisées par les Polonais et les Allemands sont autant d'indices qui contribue à l'éclairage passionnant de cette période.

À noter des séries de clichés et de vidéos extrêmement violentes sur les exécutions et la barbarie de la Wehrmacht perpétrés sur les insurgés et la population de Varsovie. Elles sont positionnées dans deux structures en béton surélevées afin de limiter le visionnage aux adultes.





Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://bscnews.fr/201608065757/voyage-culturel/varsovie-l-emouvant-musee-de-l-insurrection.html


Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.


--in via tradutor do google

Warsaw: th Museume moving Uprising

By Nicolas Vidal (from Warsaw) - Opened in 2004, Warsaw Pass (Muzeum Powstania Warszawskiego) is definitely a must visit for a better understanding of the history of the Polish capital.

Located in the West in the heart of a set of towers and offices in the old power station trams, it is recommended to opt for the subway that will leave you a few hundred meters from the entrance. also prefer a morning visit to avoid the crowds to buy tickets but also for the museum because even great, the staging of it this tight spaces where it is difficult to move when the waves visitor thickens throughout the day. This contributes to an assumed willingness to immerse the visitor in a heavy, heavy atmosphere.

The Warsaw Uprising: the massacre of the population
The historic assumption of the museum covers both the German occupation that the establishment of the communist regime in the fighting bringing much pain and punishment to the people of Warsaw. It was in early August 1944 that the Polish resistance attacked the Germans with the limited means at its disposal against a better equipped Wehrmacht. Nearly 150 000 Polish massacred after two months of fierce fighting. We will remember waiting guilty of the Red Army on the other side of the Vistula river bordering Warsaw, leaving the insurgents massacred by the German army.

The Uprising Museum discovers chronologically. Enjoy a wealth of photos, videos and historical elements extremely well documented and accompanied by a haunting soundtrack that reminds heartbeat. The focus is on the determination and patriotism of the insurgents to liberate Warsaw from the German yoke. The tribute is paid to the great figures of the uprising and thousands of anonymous.
The reconstruction of an underground printing press, the various uniforms of the Polish resistance and its ranks, the replica of the refueling aircraft that sank over Warsaw or the weapons used by the Poles and the Germans are so clues that contributes to the exciting lighting of the period.

Note extremely violent series of pictures and videos on executions and the barbarity of the Wehrmacht perpetrated on the insurgents and the population of Warsaw. They are positioned in two raised concrete structures in order to limit the viewing to adults.

Museu de Arte do Rio de Janeiro, Brasil, com exposição dedicada à princesa Leopoldina. --- Art Museum of Rio de Janeiro, Brazil, with exhibition dedicated to the Princess Leopoldina

O Museu de Arte do Rio, no Rio de Janeiro, Brasil, tem atualmente uma exposição dedicada à mulher que foi princesa do Brasil e rainha consorte de Portugal e dos Algarves, durante dois meses em 1826: a princesa Leopoldina.

Carolina Josefa Leopoldina de Habsburgo-Lorena  
(Viena, 22 de janeiro de 1797 
Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 1826).

Com o nome de ‘Leopoldina, princesa da independência, das artes e das ciências’ esta exposição tem como principal objetivo apresentar ao público a vida de uma das personalidades mais importantes no processo de emancipação do Brasil. No próximo ano, a 5 de novembro, comemora-se 200 anos desde a sua chegada à cidade brasileira.

Conhecida como Maria Leopoldina, foi a primeira esposa do imperador D. Pedro I e Imperatriz Consorte do Império do Brasil de 1822 até sua morte, também brevemente sendo Rainha Consorte do Reino de Portugal e Algarves entre março e maio de 1826. Era filha do imperador Francisco I da Áustria e sua segunda esposa Maria Teresa da Sicília.


Leopoldina pertencia à Casa de Habsburgo-Lorena, nobre família e uma das mais antigas dinastias da Europa, a qual reinou sobre a Áustria de 1282 até 1918, dentre outros territórios que imperaram e era a mais antiga casa reinante na Europa quando Leopoldina nasceu. 

Era filha do último imperador do Sacro Império Romano-Germânico Francisco II, (o qual, a partir de 1804, passou a ser apenas o "Imperador da Áustria" com o título de Francisco I, porque Napoleão I exigiu que ele renunciasse ao título de imperador, no ano em que Napoleão era sagrado imperador dos franceses, e de sua segunda esposa e prima Maria Teresa da Sicília, princesa das Duas Sicílias, de um ramo da Casa de Bourbon, pois era filha do rei Fernando I das Duas Sicílias e de sua esposa, Maria Carolina da Áustria.

Francisco, seu pai, era viúvo de Isabel de Württemberg, morta sem descendência em 1790; casaria por terceira vez com Maria Luísa de Áustria-Este, a quem Leopoldina chamava «mãe», que não teve filhos e morreu em 1816; e casou uma quarta e última vez com Carolina Augusta da Baviera, morta em 1873 sem filhos.

O nome completo da arquiduquesa de Áustria, que viria a ser a primeira imperatriz do Brasil, era Carolina Josefa Leopoldina Francisca Fernanda de Habsburgo-Lorena, como informa o seu biógrafo e grande estudioso de sua vida, Carlos H. Oberacker Jr, na obra "A Imperatriz Leopoldina: Sua Vida e Sua Época.", confirmado também pela obra "Cartas de uma Imperatriz", de Bettina Kann e outros autores. 

Em um dos ensaios apresentados no livro, é citado um trecho do publicado no jornal austríaco "Wiener Zeitung", de 25 de janeiro de 1797, dando a notícia do nascimento da Arquiduquesa Carolina Josefa Leopoldina, acontecido três dias antes, num domingo, dia 22 de janeiro. Informa Oberacker Jr. (p. 301 e 302) que o nome "Maria" não se encontra entre os nomes de batismo da Arquiduquesa, o que de fato é verdade. Segundo ele, Leopoldina passou a usá-lo já em sua viagem para o Brasil, ao tratar de alguns negócios particulares. 

No Brasil, ela passou a assinar somente Leopoldina, ou utilizando o pré-nome Maria, como pode ser visto no seu Juramento à Constituição do Brasil. Uma outra hipótese também apresentada pelo mesmo autor é que Leopoldina teria adotado o nome "Maria" por sua grande devoção à Virgem e pelo fato de todas as infantas portuguesas usarem este nome.






Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


 http://www.delas.pt/museu-de-arte-do-rio-com-exposicao-dedicada-a-princesa-leopoldina/#ixzz4Gh3zkEbj 


Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.



-- in via tradutor do google
Art Museum of Rio de Janeiro, Brazil, with exhibition dedicated to the Princess Leopoldina

Rio Art Museum in Rio de Janeiro, Brazil, currently has an exhibition dedicated to the woman who was Princess of Brazil and queen consort of Portugal and the Algarve, for two months in 1826: Princess Leopoldina.


Carolina Josefa Leopoldina of Habsburg-Lorraine
(Vienna, January 22, 1797
Rio de Janeiro, December 11, 1826).

With the name 'Leopoldina, Princess of independence, the arts and sciences' this exhibition aims to present to the public the life of one of the most important personalities in the process of emancipation of Brazil. Next year, on 5 November, celebrates 200 years since its arrival in the Brazilian city.

Known as Maria Leopoldina, she was the first wife of Emperor Dom Pedro I and Empress Consort of the Empire of Brazil 1822 until his death, also briefly being Queen Consort of the Kingdom of Portugal and Algarves between March and May 1826. She was the daughter of the emperor Francis I of Austria and his second wife Maria Teresa of Sicily.


Leopoldina belonged to the House of Habsburg-Lorraine, noble family and one of the oldest dynasties of Europe, which reigned over Austria 1282 to 1918, among other territories reigned and was the oldest ruling house in Europe when Leopoldina was born.

She was the daughter of the last emperor of the Holy Roman Empire Francisco II (which, from 1804, became only the "Emperor of Austria" with the title of Francis I, because Napoleon I demanded that he renounce the title emperor in the year that Napoleon was sacred emperor of the French, and his second wife and cousin Maria Teresa Sicily, princess of the Two Sicilies, a branch of the House of Bourbon, as was the daughter of king Ferdinand I of the Two Sicilies and his wife, Maria Carolina of Austria.

Francisco, his father was a widower of Isabel of Württemberg, who died childless in 1790; marry for the third time with Maria Louise of Austria-Este, who Leopoldina called "mother", who had no children and died in 1816; and married a fourth and final time with Caroline Augusta of Bavaria, who died in 1873 without children.

The full name of the Archduchess of Austria, who would be the first empress of Brazil, was Carolina Josefa Leopoldina Francisca Fernanda Habsburg-Lorraine, as reported by his biographer and great scholar of his life, Charles H. Oberacker Jr, in his work " The Empress Leopoldina: His Life and His Era ", confirmed also by the work" Letters of an Empress, "Bettina Kann and other authors..

In one of the essays presented in the book, it is cited an excerpt from published in the Austrian newspaper "Wiener Zeitung" of 25 January 1797, giving birth News Archduchess Carolina Josefa Leopoldina, happened three days earlier, on Sunday, 22 from January. Informa Oberacker Jr. (p. 301 and 302) that the name "Mary" is not among the first names of the Archduchess, which in fact is true. According to him, Leopoldina has already use it on your trip to Brazil, when dealing with some particular business.

In Brazil, she went on to sign only Leopoldina, or using the pre-name Mary, as can be seen in his oath to the Constitution of Brazil. Another hypothesis also presented by the same author is that Leopoldina had adopted the name "Maria" for his great devotion to the Virgin and the fact that all Portuguese infantas use this name.





O Museu da Língua Portuguesa, deverá ser reaberto em 2018. --- The Museum of the Portuguese Language, should be reopened in 2018

O projeto de reconstrução terá início nesta segunda-feira e parte dos recursos necessários para a obra e compra de novos equipamentos virá de contribuições de empresas portuguesas no Brasil. A Fundação Roberto Marinho, que é parceira do museu, irá coordenar essa captação.



O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, em visita ao histórico prédio da Estação da Luz (local onde fica o museu), afirmou que há um compromisso firme de empresários em apoiar esse projeto. O seguro, de R$ 42 milhões, deve cobrir cerca de dois terços do necessário para o museu voltar a funcionar. Esse grupo de empresas deve contribuir com boa parte dos R$ 20 milhões que ultrapassam a cobertura do seguro.

— O seguro paga dois terços da reconstrução. Vai ser um museu do futuro, voltado para o digital. Várias empresas portuguesas no Brasil vão contribuir. As obras terão início até o início do ano que vem e acredito que o museu vai ter condições de reabrir em 2018 — disse a jornalistas neste domingo.

Sousa, que veio ao Brasil para a cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio, já esteve reunido com o presidente da Fundação Roberto Marinho, José Roberto Marinho, com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e com o secretário-adjunto da Cultura, José Roberto Sadek.

Para ele, o Brasil é o país que mais tem condições de promover a cultura da língua portuguesa.

Sedek afirmou que as obras emergenciais custaram cerca de R$ 3 milhões e que amanhã terá início a fase de projeto civil, que irá determinar como será feita a intervenção e o que é necessário. As obras de fato devem começar entre o final do ano e início do ano que vem.

— O seguro não vai cobrir tudo, até porque vamos usar equipamentos de proteção e exposição mais modernos do que os existentes há 15 anos, quando o museu foi planejado. Vamos usar os equipamentos mais modernos possíveis — afirmou.

O incêndio de 21 de dezembro de 2015 foi o segundo da história do edifício e deixou um brigadista morto. Veja aqui como eram as instalações do Museu antes do fogo atingir o local.

O primeiro ocorreu na madrugada de 6 de novembro de 1946 e teve grande cobertura do GLOBO. A reconstrução, bancada pelo governo, durou cinco anos e acrescentou um novo andar ao prédio — até então com dois pavimentos.



Inaugurado há 115 anos, prédio da Estação da Luz foi porta de entrada para ilustres em visita a São Paulo, além de imigrantes. Após decadência, ressurgiu com o Museu da Língua Portuguesa em 2006.









Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.





-- in via tradutor do google
The Museum of the Portuguese Language, should be reopened in 2018.

The reconstruction project will begin on Monday and part of the resources needed for the work and purchase of new equipment will come from contributions of Portuguese companies in Brazil. The Roberto Marinho Foundation, which is a partner of the museum, will coordinate this funding.

The President of Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, visiting the historic building of the Light Station (where the museum is located), said that there is a firm commitment to entrepreneurs to support this project. The insurance of R $ 42 million, should cover about two-thirds required for the museum back to work. This group of companies should contribute much of the R $ 20 million in excess of the insurance coverage.

- The insurance pays two-thirds of reconstruction. It will be a museum of the future, facing the digital. Several Portuguese companies in Brazil will contribute. The works will start by the beginning of next year and I believe the museum will be able to reopen in 2018 - told reporters on Sunday.

Sousa, who came to Brazil for the opening ceremony of the Rio Olympics, has already been met with the president of the Roberto Marinho Foundation, José Roberto Marinho, the governor of São Paulo, Geraldo Alckmin, and the deputy secretary of Culture, José Roberto Sadek.

For him, Brazil is the country that is able to promote the culture of the Portuguese language.

SEDEK said the emergency works cost around R $ 3 million and that tomorrow will begin the civil design phase, which will determine how the intervention and what is needed will be made. actually works must start between the end of the year and early next year.

- The insurance will not cover everything, because we use more modern protective equipment and exposure than the existing 15 years ago, when the museum was planned. We will use the most modern equipment possible - he said.

The fire of December 21, 2015 was the second in the history of the building and left a dead brigade. Here's how were the Museum's premises before the fire hit the spot.

The first occurred in the early hours of November 6, 1946 and had great coverage GLOBE. The reconstruction, funded by the government, lasted five years and added a new floor of the building - so far with two floors.

Established 115 years ago, the Luz Station building was gateway to distinguished visiting São Paulo, as well as immigrants. After decay, he resurfaced with the Museum of the Portuguese Language in 2006.