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domingo, 14 de agosto de 2016

Pintor punk fica famoso com imagens de gatos e velha maluca. --- Painter punk is famous with cats and old crazy images.. --- Художник известен панк с кошками и старых сумасшедших образов.

Vássia Lójkin é um dos astros da arte popular da Rússia contemporânea. Ele nunca foi indicado para prestigiados prêmios de arte, nem teve suas obras expostas na famosa galeria Tretiakov, em Moscou. Em compensação, as redes sociais estão repletas de suas criações, que são compartilhadas por milhares de pessoas.

Os personagens principais de seus quadros são um gato ruivo e uma velha rancorosa que vive com um lenço na cabeça. O primeiro é adorado na Internet e a segunda talvez seja uma herança dos contos de fadas russos protagonizados pela bruxa malvada Baba-Iagá ou a materialização da figura da “vizinha hostil”. Além deles, o mundo de Lójkin é povoado por ursos, lebres, porcos e outros animais, bem como por bêbados com a barba por fazer e vários tipos de vampiros.

Vássia Lojkin

As obras do artista podem ser consideradas uma sátira perversa da realidade contemporânea russa, que ironiza os vícios humanos, as sanções econômicas, a falta de liberdade política e o legado soviético. Tem-se a impressão de que olhando para Kobilozadovsk, cidade fictícia criada por Lójkin, é possível reconhecer qualquer cidade pequena do interior da Rússia.

Os estrangeiros poderão não entender grande parte desses quadros. Às vezes, Lójkin ilustra aforismos, piadas, frases de filmes, slogans de cartazes soviéticos ou chavões que qualquer russo conhece exaustivamente, como no caso do tríptico (conjunto de três pinturas unidas por uma moldura tríplice, ou três pinturas juntas que formam uma única imagem) "A Pátria – O Exterior”.

"O Exterior-A Pátria",Vássia Lójkin

Entretanto, uma outra categoria de sua obra é universal. Um exemplo é a imagem de um gato de aspecto sombrio em quem estão dando banho embaixo de um chuveiro, com a inscrição "Vou me vingar" ou "Retrato de Kitler". Às vezes, seus trabalhos chegam a ser poéticos, como o quadro "A Toca do Urso", com uma ursa e seu filhotinho cobertos por uma colcha de retalhos.

Advogado em corpo de artista

O nome verdadeiro do artista é Aleksêi Kudélin. Ele tem 40 anos e é formado em Direito. Embora a música faça parte de sua vida desde a infância e ele tenha montado sua própria banda punk, foram seus quadros e não a música que lhe trouxeram popularidade. Lójkin se considera um punk dentro do mundo da pintura.

"A toca do urso", Vássia Lójkin

Há mais de dez anos o pseudônimo Vássia Lójkin tornou-se seu apelido. Depois de ter suas obras recusadas por várias galerias de arte, ele começou a postar suas ilustrações na Internet. As imagens, que originalmente haviam sido pintadas com tinta acrílica em telas, ganharam uma vida digital e seus quadros começaram a encontrar compradores. Ao longo dos últimos anos, Lójkin lançou cinco álbuns musicais, realizou exposições em galerias de todo o país e teve seus gatinhos transformados em objeto de decoração em uma boate inaugurada em Praga.

Em todas as entrevistas, o artista nega veementemente a existência de motivação política ou social em suas obras. Segundo ele, em suas criações não há uma tentativa de retratar (e denegrir) a Rússia - cada espectador vê na imagem aquilo que quer.

Foto: Aleksandra Mudrats / TASS

Autorretratos

As imagens em suas obras não possuem modelos específicos - Lójkin desenha todos os personagens literalmente a partir de sua própria imagem. Ele se posiciona em frente a um espelho, faz uma careta, deturpa os traços e disso resulta um autorretrato. Outra fonte são os trens suburbanos nos quais ele costumava viajar muito quando viveu na pequena cidade de Solnetchnogorsk, situada nas proximidades de Moscou. Naquela época, ele levava consigo um bloco de notas para fazer esboços, e, se a imagem saía suficientemente divertida, inventava um enredo para ela. Talvez apenas o gato tenha surgido por conta própria, pois é um animal popular que na Rússia está presente em praticamente todas as casas da zona rural.





Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.





--in
Painter punk is famous with cats and old crazy images.

Vasya Lójkin is one of the stars of popular art in contemporary Russia. He was never nominated for prestigious art awards, nor had his works exhibited in the famous Tretyakov Gallery in Moscow. On the other hand, social networks are full of his creations, which are shared by thousands of people.

The main characters of his paintings are a red cat and a spiteful old who lives with a headscarf. The first is worshiped on the Internet and the second may be a legacy of Russian fairy tales perpetrated by evil witch Baba-iagA or the materialization of the figure of "hostile neighbor". Besides them, the world Lójkin is populated by bears, hares, pigs and other animals, as well as drunk with unshaven and various types of vampires.

Vasya Lojkin

The works of the artist can be considered a wicked satire of contemporary Russian reality that mocks human vices, economic sanctions, lack of political freedom and the Soviet legacy. One gets the impression that looking Kobilozadovsk, fictional town created by Lójkin, it is possible to recognize any small town in Russia.

Foreigners could not understand most of these frames. Sometimes Lójkin illustrates aphorisms, jokes, films phrases, Soviet posters slogans or clichés that any Russian known extensively as in the case of the triptych (set of three paintings joined by a triple frame, or three together paints which form a single image ) "The Fatherland - The Exterior".

"The Foreign-The Motherland", Vasya Lójkin

However, another category of his work is universal. An example is the image of a grim-looking cat who are bathing under a shower, with the inscription "I will take revenge" or "Portrait of Kitler". Sometimes his works are even poetic, as the painting "Bear's Lair" with a bear and her puppy covered by a quilt.

Lawyer in artist's body

The true artist name is Alexei Kudélin. He is 40 years old and graduated in Law. Although the music is part of his life since childhood and he has mounted his own punk band, they were his pictures and not the music that brought him popularity. Lójkin considers himself a punk in the world of painting.

"The lair of the bear," Vasya Lójkin

For over ten years Vasya Lójkin pseudonym became his nickname. After his works rejected by several art galleries, he began posting his illustrations on the Internet. The images, which originally had been painted with acrylic paint on canvas, won a digital life and his paintings began to find buyers. Over the past few years, Lójkin released five music albums, held exhibitions in galleries around the country and had her kittens turned into decorative object in a nightclub opened in Prague.

In all the interviews, the artist vehemently denies the existence of political or social motivation in their work. According to him, in his creations there is an attempt to portray (and denigration) Russia - each viewer sees the image that you want.

Photo: Aleksandra Mudrats / TASS

self-portraits

The images in his works do not have specific models - Lójkin draws all the characters literally from his own image. He stands in front of a mirror, grimaces, misrepresents the traces and this results in a self-portrait. Another source are the suburban trains in which he used to travel a lot when he lived in the small town of Solnetchnogorsk, located near Moscow. At that time he was carrying a notebook to make sketches, and if the image left enough fun, inventing a plot for her. Perhaps only the cat has arisen on its own, it is a popular animal in Russia is present in almost every house in the countryside.




--ru
Художник известен панк с кошками и старых сумасшедших образов.

Васе Lójkin является одной из звезд народного искусства в современной России. Он никогда не был номинирован на престижные награды искусства, ни были его работы выставлены в знаменитой Третьяковской галерее в Москве. С другой стороны, социальные сети полны его творений, которые разделяют тысячи людей.

Главные герои его картин является рыжий кот и злобный старый, который живет с косынкой. Первый почитается в Интернете, а второй может быть наследие русских сказок, совершаемыми злая ведьма Баба-IAGA или материализации фигуры «враждебного соседа». Кроме них, мир Lójkin населен медведей, зайцев, свиней и других животных, а также выпито с небритыми и различными типами вампиров.

Васе Lojkin

Работы художника можно считать злой сатирой современной российской действительности, насмехающийся человеческие пороки, экономические санкции, отсутствие политической свободы и советского наследия. Создается впечатление, что ищет Kobilozadovsk, вымышленный город, созданный Lójkin, можно признать любой небольшой город в России.

Иностранцы не могли большинство из этих кадров понять. Иногда Lójkin иллюстрирует афоризмы, шутки, фильмы фразы, Советские плакаты лозунги или клише, что любой русский, известный широко, как и в случае триптиха (набор из трех картин, соединенных тройной рамкой или три вместе краски, которые образуют единое изображение ) "Отечество - Экстерьер".

"Внешняя-Родина-мать", Вася Lójkin

Тем не менее, еще одна категория его работы носит универсальный характер. Примером может служить образ мрачного вида кошка, купание под душем, с надписью "Я отомщу" или "Портрет Китлер". Иногда его произведения даже поэтично, как картина "Медвежья Lair" с медведем и ее щенка, покрытой одеялом.

Адвокат в теле художника

Настоящее имя художник Алексей Куделин. Он 40 лет и получил высшее образование в области права. Несмотря на то, что музыка является частью его жизни с самого детства, и он сел на свою собственную панк-группу, они были его картины, а не та музыка, которая принесла ему популярность. Lójkin считает себя панк в мир живописи.

"Логово медведя," Васька Lójkin

Уже более десяти лет Вася Lójkin псевдоним стал его прозвище. После его работ, отвергнутых несколько художественных галерей, он начал размещать свои иллюстрации в Интернете. Изображения, которые первоначально были окрашены акриловой краской на холсте, выиграл цифровую жизнь и его картины стали находить покупателей. За последние несколько лет, Lójkin выпустила пять музыкальных альбомов, проводятся выставки в галереях по всей стране и имели ее котята превратились в декоративный объект в ночном клубе открылся в Праге.

Во всех интервью, художник категорически отрицает существование политической или социальной мотивации в их работе. По его словам, в его творениях есть попытка изобразить (и очернение) Россия - каждый зритель видит изображение, которое вы хотите.

Фото: Александра Mudrats / ТАСС

автопортреты

Изображения в его работах не имеют конкретных моделей - Lójkin рисует все символы буквально из своего собственного образа. Он стоит перед зеркалом, гримасничает, искажает следы, и это приводит к автопортрета. Другим источником являются пригородных поездов, в которых он использовал много путешествовать, когда он жил в маленьком городке Solnetchnogorsk, который находится недалеко от Москвы. В то время он нес ноутбук, чтобы сделать эскизы, и если изображение осталось достаточно весело, придумывая сюжет для нее. Может быть, только кошка возникла сама по себе, он является популярным животным в России присутствует почти в каждом доме в сельской местности.

François Hollande, viu e gostou muito da exposição "Alegoria às Artes – Leon Pallière". --- François Hollande, a vu et aimé l'exposition "Allégorie des Arts - Leon Pallière".. --- François Hollande, saw and liked the exhibition "Allegory of the Arts - Leon Pallière".

O simpático presidente francês François Hollande esteve aqui semana passada, viu e gostou muito da exposição "Alegoria às Artes – Leon Pallière", tela que não era exposta há mais de 80 anos.


Fruto de um primoroso trabalho de restauração iniciado há dois anos, a mostra resgata o trabalho de um dos artistas mais emblemáticos na rica relação cultural Brasil-França, iniciada com a vinda da Missão Artística Francesa, em 1816.

Nascido em 1823 no Rio de Janeiro, Leon Pallière era neto do grande arquiteto Grandjean de Montigny, que tantas obras deixou pela cidade.




Depois de uma restauração completa, iniciada em 2013, a tela monumental “Alegoria às Artes”, de Leon Pallière voltará a ser exibida, depois de décadas longe do público, a partir de 06 de agosto no Museu Nacional de Belas Artes/IBRAM, data da abetura da mostra Alegoria às Artes – Leon Pallière.

Encomendado pelo então diretor da Academia Imperial de Belas Artes(AIBA), Manuel de Araújo Porto-Alegre, a pintura mede 297 x 410 cm e foi produzida em 1855 para decorar o teto da blblioteca da Academia, construída em 1826 e inexplicavelmente demolida entre 1937 e 1938.

A AIBA foi a primeira instituição de ensino oficial da arte no Brasil e seu pórtico se encontra no Jardim Botânico do Rio de Janeiro desde os anos 1940. .

A nobreza e a simplicidade das formas e das cores, parâmetros da arte neoclássica, dão a tonalidade da legendária pintura maruflada(colada) no teto da biblioteca, que representa as musas da Arquitetura, da Pintura, da Escultura, Poesia e Música.

A exposição Alegoria às Artes – Leon Pallière engloba documentos, esculturas e mais 2 retratos e este evento, segundo um dos curadores, o museólogo Pedro Xexéo, “permite novas possibilidades de leituras não apenas de uma instituição e de um acervo que demonstram a inesgotável presença da arte brasileira oitocentista na atualidade, como também da chegada e da importância da Missão Artística Francesa no Brasil”. A Missão Artística Francesa, lembramos, chegou ao Brasil em 1816.

Jean-Leon Pallière Grandjean Ferreira(Rio de Janeiro, 1823/Paris 1887) estudou no ateliê de François-Edouard Picot, na capital francesa, e aos 25 anos retornou ao Brasil, tendo ingressado na Academia Imperial de Belas Artes. O artista conquistou um Prêmio de Viagem ao Exterior e pôde assim aperfeiçoar sua arte na Itália.

Neto do conhecido arquiteto Grandjean de Montigny, Leon Pallière realizou diversas viagens pela América do Sul, incluindo uma passagem por Buenos Aires(Argentina), onde ficou até 1866. Seu percurso artístico conheceu muitas transformações ao longo da carreira, com registro de paisagens, aspectos culturais e sociais das tradições populares nas técnicas de aquarela e gravura.

A restauração da “Alegoria às Artes” contou com recursos do PACCH, envolvendo uma parceria entre o MNBA, IBRAM, IPHAN e o Consulado Geral da França no Rio.












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François Hollande, a vu et aimé l'exposition "Allégorie des Arts - Leon Pallière".

Le sympathique président français François Hollande était ici la semaine dernière, a vu et aimé l'exposition "Allégorie des Arts - Leon Pallière" écran qui n'a pas été exposée pendant plus de 80 ans.



Le résultat d'un travail de restauration exquis a commencé il y a deux ans, le spectacle sauve l'œuvre d'un des artistes les plus emblématiques dans la riche relation culturelle Brésil-France, qui a commencé avec la venue de la mission artistique française en 1816.

Né en 1823 à Rio de Janeiro, Leon Pallière était le petit-fils du grand architecte Grandjean de Montigny, tant d'œuvres quitté la ville.

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Après une restauration complète, qui a commencé en 2013, la toile monumentale "Allégorie des Arts," Leon Pallière apparaît à nouveau après des décennies loin du public, du 6 Août au Musée National des Beaux-Arts / IBRAM, date les abetura montrent Allégorie des Arts - Leon Pallière.

Commandée par le directeur de l'époque de l'Académie impériale des Beaux-Arts (AIBA), Manuel de Araújo Porto-Alegre, peinture mesurant 297 x 410 cm et a été produit en 1855 pour décorer le plafond de blblioteca Academy, construit en 1826 et inexplicablement démoli entre 1937 et 1938.

L'AIBA a été le premier établissement d'enseignement officiel de l'art au Brésil et son porche est le jardin botanique de Rio de Janeiro depuis les années 1940.

Noblesse et la simplicité des formes et des couleurs, des paramètres de l'art néoclassique, donnent le ton de la légendaire peinture maruflada (ci-joint) sur le plafond bibliothèque, représentant les muses de l'architecture, la peinture, la sculpture, la poésie et la musique.

L'Allégorie de l'exposition des Arts - Leon Pallière comprend des documents, des sculptures et des 2 autres photos et cet événement, selon l'une des conservateurs, muséologue Pedro Xexéo, "permet de nouvelles possibilités lectures non seulement d'une institution et une collection démontrant la présence inépuisable art brésilien XIXe aujourd'hui siècle, ainsi que l'arrivée et l'importance de la mission artistique française au Brésil ". La Mission artistique française, rappelez-vous, est arrivé au Brésil en 1816.

Jean-Leon Pallière Grandjean Ferreira (Rio de Janeiro, 1823 / Paris 1887) a étudié à l'atelier du François-Edouard Picot, dans la capitale française, et à 25 ans, il est retourné au Brésil, après avoir rejoint l'Académie impériale des Beaux-Arts. L'artiste a gagné un voyage à l'étranger Award et a ainsi pu parfaire son art en Italie.

architecte connu Grandjean de Montigny-fils, Leon Pallière a fait plusieurs voyages en Amérique du Sud, y compris une visite à Buenos Aires (Argentine), où il est resté jusqu'en 1866. Son parcours artistique, il a rencontré de nombreuses transformations tout au long de sa carrière, avec des paysages enregistrement, aspects aspects culturels et sociaux des traditions populaires dans les techniques de l'aquarelle et de gravure.

La restauration de la "Allégorie des Arts" avait des ressources PACCH, impliquant un partenariat entre le MNBA, IBRAM, IPHAN et le Consulat Général de France à Rio.








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François Hollande, saw and liked the exhibition "Allegory of the Arts - Leon Pallière".

The friendly French President Francois Hollande was here last week, saw and liked the exhibition "Allegory of the Arts - Leon Pallière" screen that was not exposed for more than 80 years.

The result of an exquisite restoration work started two years ago, the show rescues the work of one of the most emblematic artists in the rich cultural relationship Brazil-France, which began with the coming of the French Artistic Mission in 1816.

Born in 1823 in Rio de Janeiro, Leon Pallière was the grandson of the great architect Grandjean de Montigny, so many works left the city.

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After a complete restoration, which began in 2013, the monumental canvas "Allegory of the Arts," Leon Pallière appears again after decades away from the public, from August 6 at the National Museum of Fine Arts / IBRAM, date the abetura show Allegory the Arts - Leon Pallière.

Commissioned by the then director of the Imperial Academy of Fine Arts (AIBA), Manuel de Araújo Porto-Alegre, painting measuring 297 x 410 cm and was produced in 1855 to decorate the ceiling of blblioteca Academy, built in 1826 and inexplicably demolished between 1937 and 1938.

The AIBA was the first official educational institution of art in Brazil and its porch is the Botanical Garden of Rio de Janeiro since the 1940s.

Nobility and simplicity of shapes and colors, neoclassical art parameters, give the tone of the legendary maruflada paint (attached) on the library ceiling, representing the muses of architecture, painting, sculpture, poetry and music.

The exhibition Allegory of the Arts - Leon Pallière includes documents, sculptures and 2 more pictures and this event, according to one of the curators, the museologist Pedro Xexéo, "allows new possibilities readings not only of an institution and a collection demonstrating the inexhaustible presence Brazilian art nineteenth century today, as well as arrival and the importance of the French Artistic Mission in Brazil. " The French Artistic Mission, remember, arrived in Brazil in 1816.

Jean-Leon Pallière Grandjean Ferreira (Rio de Janeiro, 1823 / Paris 1887) studied at the François-Edouard Picot's studio, in the French capital, and at age 25 he returned to Brazil, having joined the Imperial Academy of Fine Arts. The artist won a Trip Abroad Award and was thus able to perfect his art in Italy.

known architect Grandjean de Montigny grandson, Leon Pallière made several trips to South America, including a visit to Buenos Aires (Argentina), where he stayed until 1866. His artistic journey he met many transformations throughout his career, with landscapes record, aspects cultural and social aspects of popular traditions in watercolor and etching techniques.

The restoration of the "Allegory of the Arts" had PACCH resources, involving a partnership between the MNBA, IBRAM, IPHAN and the Consulate General of France in Rio.

SW China museum opens to showcase ethnic culture. --- Museu no sudoeste da China exibe cultura étnica. --- 中国西南开放的博物馆,展示民族文化。

The ethnic museum of the Tibetan Autonomous Prefecture of Garze, southwest China's Sichuan Province, opened to the public on Tuesday.



The three-storey museum, with a floor space of 5,000 square meters, boasts a collection of 1,446 cultural artifacts, demonstrating the natural resources, history and ethnic culture of the prefecture.

Among the most eye-catching exhibits is a tent made of 100 pieces of tiger skin. The tent was a gift sent by a tribal leader to a local temple about 600 years ago and was intended for use in chanting and praying.


Prefecture governor Yexe Dawa said, hopefully the museum will become a cultural research and exchange center for the prefecture.

Construction of the museum started in 2010.






Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.



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O museu étnico da sub região autônoma tibetana de Garze, na Província de Sichuan, no sudoeste da China, foi inaugurado na terça-feira.

  O museu de três andares, com 5 mil metros quadrados, possui uma coleção de 1.446 artefatos culturais, demonstrando recursos naturais, história e cultura étnica da subregião.

  A exposição mais atrativa é uma tenda feita com 100 peças de pele de tigres. A tenda foi um presente enviado por um líder tribal para um templo local há cerca de 600 anos e foi planejada para ser usada para canção e oração.

  O governador da subregião Yexe Dawa disse esperar o museu se torne um centro de pesquisa e intercâmbio cultural para Garze.

  A construção do museu começou em 2010.

(Xinhua)






--cinhes simplificado via tradutor do google


中国西南开放的博物馆,展示民族文化。

甘孜,中国西南部的四川省藏族自治州的民族博物馆,向公众开放周二。




三层楼高的博物馆,5000平方米建筑面积,拥有的1446文物收藏,展示县的自然资源,历史和民族文化。

其中最抢眼的展品是由100件虎皮的帐篷。帐篷是约600年前由一个部落的首领送到当地寺庙的礼物,并打算用于诵经祈福。

县知事Yexe达瓦说,希望该博物馆将成为县内文化研究与交流中心。

博物馆的建设于2010年启动。