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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

MUSEU DA ENERGIA DE SÃO PAULO. --- MUSEUM OF SÃO PAULO ENERGY.

Inaugurado em junho de 2005, é um espaço aberto à comunidade. Em suas salas, equipamentos interativos e atividades como jogos e projeções de filmes convidam os visitantes de todas as idades a participar de experiências científicas e a refletir sobre questões atuais envolvendo o tema da energia e seu futuro. 


A história da expansão urbana e industrial da cidade de São Paulo nos últimos 150 anos também está presente nas salas do museu.

O edifício-sede do museu é outra atração. Construído entre 1890 e 1894, quando o bairro dos Campos Elíseos era o endereço mais sofisticado da cidade, o palacete foi residência de Henrique Santos Dumont, irmão do aviador Alberto Santos Dumont e um dos homens mais ricos do Brasil na época.

A história da Fundação começa em 1998. Na época, as empresas do setor elétrico brasileiro estavam sendo privatizadas, e o governo estadual paulista optou por criar um órgão para preservar a memória e o patrimônio do gás e da eletricidade no Estado. Nascia a Fundação Patrimônio Histórico da Energia de São Paulo.

Em 2004, a Fundação incorpora a temática do saneamento à sua missão. Assim surgiu o nome Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento ou, simplesmente, Fundação Energia e Saneamento.

Qualificada desde 2003 como organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP), a Fundação atua em todo o Brasil, desenvolvendo projetos culturais e educativos que contribuem para a democratização do acesso ao patrimônio cultural, visando o fortalecimento da cidadania e o uso responsável dos recursos naturais.

Acervo e patrimônio

O acervo da Fundação é composto por mais de 1.600 metros lineares de documentos técnicos e gerenciais, 260 mil documentos fotográficos, cerca de 3.500 objetos museológicos, 50 mil títulos na biblioteca, além de documentos cartográficos, audiovisuais e sonoros, reunidos a partir de meados do século XIX.



A Fundação guarda também um rico patrimônio arquitetônico e ambiental. São quatro pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), as Usinas-Parque de Salesópolis, Rio Claro, Brotas e Santa Rita do Passa Quatro, algumas com áreas remanescentes de Mata Atlântica -, e dois imóveis urbanos em Itu e Jundiaí.

O acervo oferece subsídios para pesquisas sobre energia e saneamento, assim como sobre temas relacionados ao processo de urbanização e industrialização no Brasil.

Além de manter atividades culturais e educativas em suas diversas unidades (Rede Museu da Energia e Núcleo de Documentação e Pesquisa), a Fundação, cumprindo sua missão, também atua junto à sociedade através de parcerias, projetos e serviços nas áreas de educação e cultura. 

Nas áreas de patrimônio histórico, ciência e tecnologia e meio ambiente, os projetos da Fundação contribuem para a difusão de valores que priorizam o desenvolvimento sustentável e reforçam os conceitos de cidadania.







Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.




--in via tradutor do google
MUSEUM OF SÃO PAULO ENERGY.

Opened in June 2005, it is an open space to the community. In their rooms, interactive equipment and activities such as games and movies projections invite visitors of all ages to participate in scientific experiments and to reflect on current issues involving the issue of energy and its future.

The history of urban and industrial expansion of the city of São Paulo in the last 150 years is also present in the museum rooms.

The museum's headquarters building is another attraction. Built between 1890 and 1894, when the neighborhood of Elysian Fields was the most sophisticated address in town, the palace was the residence of Henry Santos Dumont, aviator Alberto Santos Dumont's brother and one of the richest men in Brazil at the time.

The history of the Foundation begins in 1998. At the time, the companies in the Brazilian electricity sector was being privatized, and the São Paulo state government chose to create a body to preserve the memory and heritage of the gas and electricity in the state. Was born the Heritage Foundation of São Paulo Power.

In 2004, the Foundation embodies the theme of sanitation to its mission. Thus arose the name Heritage Foundation Energy and Sanitation, or simply Foundation Energy and Sanitation.

Qualified since 2003 as a civil society organization of public interest (OSCIP), the Foundation operates throughout Brazil, developing cultural and educational projects that contribute to the democratization of access to cultural heritage, aiming to strengthen citizenship and the responsible use of resources natural.

Assets and equity

The assets of the Foundation consists of over 1,600 linear meters of technical and managerial documents, 260,000 photographic documents, about 3,500 museum objects, 50,000 titles in the library, as well as cartographic, audiovisual and sound documents, gathered from the middle of XIX century.

The Foundation also holds a rich architectural and environmental heritage. There are four small hydroelectric plants (SHP), the Salesópolis Plants-Park, Rio Claro, Brotas and Santa Rita do Passa Quatro, some remaining areas of Atlantic Forest - and two urban properties in Itu and Jundiaí.

The collection provides grants for research on energy and sanitation, as well as on issues related to urbanization and industrialization process in Brazil.

In addition to maintaining cultural and educational activities in its various units (Network Museum Energy and Research and Documentation Center), the Foundation, fulfilling its mission, it also acts in the society through partnerships, projects and services in the areas of education and culture.

In the areas of heritage, science and technology and environment, the Foundation projects to contribute to the spread of values ​​that prioritize sustainable development and reinforce the concepts of citizenship.

Le seul musée de la Vénerie en Europe se trouve à Senlis

Unique en son genre en Europe, le musée de la Vénerie de Senlis a été créé en 1935 par le peintre animalier Charles-Jean Hallo. Sa vocation est de rendre hommage à l’art de la vénerie, que l’on pratique depuis des siècles non loin de Senlis, dans les forêts de Chantilly, d’Halatte et d’Ermenonville.



Installé à l’origine dans la chapelle de l’ancien couvent de l’hôpital de la Charité, l’établissement est inauguré le 12 octobre 1935. Ce n’est qu’à partir de 1958, que le musée va progressivement déménager dans le parc du château royal où il se trouve toujours actuellement. Le conservateur de l’époque, Georges de Lastic, fait réaliser les travaux de réhabilitation et complète les collections par d’importants dépôts de l’Etat, comme des tableaux de Ruthart, Rysbrack, Desportes et Oudry. « Il confère au lieu l’atmosphère d’une demeure privée, les tableaux et les objets d’art se mêlent aux attributs du veneur, trompes, tenues, couteaux, pour évoquer l’art et l’histoire de la chasse à courre », détaille la direction de ce musée entièrement municipal.

Trophées et massacres encadrent ainsi de vastes représentations de scènes de chasse, de façon peut-être moins marquée qu’à une époque, puisque l’agencement du musée a été remanié il y a peu. Au rez-de-chaussée, une longue galerie ornée de nombreuses peintures ouvre sur deux salles : la première, au nom des derniers propriétaires de la maison, les Turquet de la Boisserie, se veut comme une salle d’introduction à la vénerie. La seconde, dédiée à François Desportes, le peintre des chasses royales de Louis XIV, contient ses tableaux et ceux d’autres artistes renommés en la matière.

Au premier étage se trouvent les sept tableaux d’Albert Guillaume qui décoraient l’hôtel du Grand-Cerf à Senlis, un ensemble qui retrace les étapes d’une chasse à courre sur le mode humoristique. A côté, une salle rend hommage au créateur Charles-Jean Hallo tandis qu’une salle plus petite évoque les chasses impériales avec la tenue de l’impératrice Eugénie. Au deuxième étage, les figures tutélaires des chasseurs sont présentes ainsi que des animaux naturalisés. Le dernier étage abrite les tenues de vénerie des équipages des princes de Condé et du duc d’Aumale.

Ouvert du mercredi au dimanche, et jours fériés de 10 heures à 13 heures et de 14 heures à 18 heures. Tarif : 6 €, donnant accès aux trois musées de Senlis.





Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://www.leparisien.fr/senlis-60300/le-seul-musee-de-la-venerie-en-europe-se-trouve-a-senlis-16-08-2016-6045309.php

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Encontrado na região de Krasnodar, sul da Rússia, Monumento persa (550 a.C. -486 a.C.) .. --- Found in the region of Krasnodar, southern Russia, Persian Monument (550 BC -486 BC). --- Найдено в Краснодарском крае, на юге России, персидской Памятник (550 г. до н.э. -486 до н.э.).

Fragmento de estela traz inscrição em referencia ao rei persa Dario 1º. Objeto de valor histórico inestimável deve se tornar “sensação mundial”, dizem arqueólogos.

Além de fragmento de estela, arqueólogos /
encontraram ruínas de muralhas Foto:Divulgação

Arqueólogos que trabalhavam em escavações no território da cidade antiga de Fanagoria, na região de Krasnodar, sul da Rússia, descobriram fragmentos de uma estela (pedra individual na qual há esculturas em relevo ou textos) de mármore que traz uma inscrição do rei persa Dario 1º, que viveu 500 anos antes de Cristo.

A descoberta tem boas chances de se tornar uma sensação mundial, anunciou a assessoria de imprensa da fundação Volnoie Delo, que é responsável pelo achado e tem sob seu comando o empresário russo Oleg Deripaska.

“A decodificação das inscrições indica que alguém as fez em nome do rei persa Dario 1º”, lê-se na nota divulgada. “A estela tem uma inscrição em língua persa antiga. Estima-se que a data do achado corresponda à primeira metade do século 5 a.C.”

No objeto encontrado observa-se uma palavra não registada antes e o nome de um local interpretado como sendo Mileto, uma das maiores cidades de Jônia, região da costa sudoeste da Anatólia, atualmente na Turquia.



“Mileto estava à frente da chamada revolta jônica das cidades-Estados gregas contra Dario 1º. Foi suprimida em 494 a.C. Pesquisadores acreditam que o rei colocou uma estela de mármore na cidade após sua vitória sobre os gregos”, sugere o comunicado.

“O monumento tinha ainda um texto sobre ele – por exemplo, reportando o triunfo do rei. Mais tarde, um fragmento da estela chegou a Fanagoria – possivelmente, como lastro de um navio, já que não se trata de pedra natural da península de Taman.

Além do objeto vertical, que está sendo analisado em um laboratório especial, os arqueólogos encontraram na acrópole restos de muralhas, “que, por si só, já são importantes para a arqueologia clássica”, diz a fundação.


Quem foi Dario 1º?

Governante persa da dinastia dos aquemênidas. Dario 1º (550a.C.-486 a.C.) expandiu consideravelmente o território de seu país por meio de guerras. Foi enterrado em um mausoléu construído sobre as falésias em Naqsh-e Rustam, próximo a Persépolis antiga capital do Império Aquemênida, com diversas esculturas ao redor.


Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://gazetarussa.com.br/arte/historia/2016/08/09/monumento-persa-do-seculo-5-ac-e-encontrado-em-krasnodar_619493

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--in via tradutor do google
Found in the region of Krasnodar, southern Russia, Persian Monument (550 BC -486 BC).


stele fragment brings description in reference to the Persian king Darius 1. inestimable historical value object must become "world sensation," archaeologists say.

Archaeologists working on excavations in the former city of Phanagoria in the region of Krasnodar, southern Russia, found fragments of a stele (individual stone in which no relief sculptures and Text) marble that brings an inscription of the Persian king Darius 1 who lived 500 years before Christ.

The finding has good chances of becoming a worldwide sensation, announced the press office of Volnoie Delo Foundation, which is responsible for finding and has under his command the Russian businessman Oleg Deripaska.

"The decoding of entries indicates that someone made them on behalf of the Persian king Darius 1", reads the note published. "The stele has an inscription in ancient Persian language. It is estimated that the date of the finding matches the first half of the 5th century BC "

The object found there has been a word not registered before and the name of a place interpreted as Miletus, one of the largest cities of Ionia, the southwestern coastal region of Anatolia, now in Turkey.

"Miletus was ahead of the call Ionian Revolt of the Greek city-states against Dario 1. Was suppressed in 494 BC Researchers believe that the king placed a marble stele in the city after his victory over the Greeks, "suggests the statement.

"The monument still had a text on it - for example, reporting the king's triumph. Later, a stele fragment reached Phanagoria - possibly as ballast of a ship, as it is not natural stone Taman peninsula.

In addition to the vertical object being analyzed in a special laboratory, archaeologists found remains of the acropolis walls, "which in itself is already important for classical archeology," says the foundation.

Who was Darius 1?

Persian ruler of the Achaemenid dynasty. Dario 1 (550a.C.-486 BC) greatly expanded the territory of his country through wars. It was buried in a mausoleum built on the cliffs in Naqsh-e Rustam, near Persepolis ancient capital of the Achaemenid Empire, with several sculptures around.






--RU VIA TRADUTOR DO GOOGLE
Найдено в Краснодарском крае, на юге России, персидской Памятник (550 г. до н.э. -486 до н.э.).

стела фрагмент приводит описание со ссылкой на персидского царя Дария 1. неоценимым объект исторической ценности должны стать "мировой сенсацией", говорят археологи.

Археологи, работающие на раскопках в бывшем городе Фанагории в Краснодарском крае, на юге России, были обнаружены фрагменты стелы (индивидуальный камень, в котором Есть скульптуры в рельефных или мраморными текстов приносит надпись персидского царя Дария 1, который жил 500 лет до Рождества Христова.

Находка имеет хорошие шансы стать мировой сенсацией, объявила пресс-служба Volnoie Дело Foundation, который отвечает за обнаружение и имеет под его командой русский бизнесмен Олег Дерипаска.

"Расшифровка записей указывает на то, что кто-то сделал их от имени персидского царя Дария 1", читает записку опубликования. "Стела имеет надпись на древнем персидском языке. Предполагается, что дата нахождения соответствует первой половине 5 века до н.э. "

Объект нашел там было слово не зарегистрировано до и название места истолковано как Милет, один из крупнейших городов Ионии, юго-западной прибрежной области Анатолии, в настоящее время в Турции.

"Милет был впереди вызова Ионического Восстания греческих городов-государств против Дарио 1. Было подавлено в 494 г. до н.э. Исследователи полагают, что король поместил мраморный стела в городе после его победы над греками, "предполагает заявление.

"Памятник еще был текст на нем - например, сообщая триумф короля. Позже фрагмент стелы достиг Фанагории - возможно, в качестве балласта судна, как это не натуральный камень Таманский полуостров.

В дополнение к вертикальной анализируемого объекта в специальной лаборатории, археологи обнаружили остатки акрополя стен ", которая сама по себе уже является важным для классической археологии," говорит фундамент.

Кто был Дарий 1?

Персидский правитель династии Ахеменидов. Дарио 1 (550a.C.-486 до н.э.) значительно расширил территорию своей страны путем войн. Он был похоронен в мавзолее, построенной на скалах в Накш-е Рустам, близ Персеполя древней столицы империи Ахеменидов, с несколькими скульптурами вокруг.