sábado, 1 de outubro de 2016

Museu Diocesano de Santarém, Praça Sá da Bandeira 1, Santarém, Portugal. --- DIOCESAN MUSEUM OF SANTARÉM, Portugal.

História de uma mulher bela



Ao abrir as suas portas ao Público, o MUSEU DIOCESANO DE SANTARÉM oferece aos Visitantes a possibilidade de descobrir por dentro uma arquitetura monumental, multissecular e extraordinária. De matriz jesuítica mas com reminiscências que transportam o imaginário à antiga vila régia em tempos medievais e modernos, o complexo catedralício constitui referência maior no quadro urbano da Cidade de Santarém.

O MUSEU DIOCESANO DE SANTARÉM oferece também aos Visitantes o privilégio de conhecer dezenas de obras de arte religiosa, raras ou mesmo de todo desconhecidas, que as voltas da História fizeram património de fé do Povo Ribatejano.

Arquitetura e obras de arte religiosa traduzem, na circunstância da sua vocação originária, da sua materialidade, até da sua muita idade e neste espaço concreto, uma ampla cronologia, desde o século XIII aos dias de hoje. Todavia com referenciais que alcançam um tempo ainda mais longo e desafiante de memórias e itinerários simbólicos, religiosos e socioculturais. E contam, de diferentes modos e com diferentes meios, inúmeras pequenas histórias dentro de uma grande história.

Em associação com o património excecional da Sé de Santarém, e o conjunto arquitetónico que a envolve, as obras de arte religiosa expostas no MUSEU DIOCESANO DE SANTARÉM conduzem os Visitantes através da história fascinante de Uma mulher bela, cuja vida decorre num momento singular da grande aventura humana e é, ainda hoje, profundamente inspiradora para milhões de pessoas em todo o mundo. Imagem de um amor inteiro, que as imagens da Sé de Santarém e do Museu Diocesano de Santarém revelam desejado e acolhido, por gerações em todos os tempos.

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O Museu Diocesano de Santarém promove, este sábado, a visita “Viagem no Tempo” que permite visitar espaços como a antiga torre do paço de Santarém, atual torre sineira e o corredor nobre.

Trata-se de uma iniciativa no âmbito de parceria entre o FITIJ de Santarém (Festival Internacional de Teatro e Artes para a Infância e Juventude) e o Museu Diocesano daquela cidade, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

Esta atividade encerra, pelas 21h, com um concerto de Sílvia Nazário, concerto inaugural da tournée comemorativa dos 30 anos de carreira.









Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.





--in via tradutor do google
DIOCESAN MUSEUM OF SANTARÉM

Story of a beautiful woman

By opening its doors to the public, the SANTARÉM OF DIOCESAN MUSEUM offers visitors the possibility to discover inside a monumental architecture, centuries and extraordinary. The Jesuit mother but with reminiscences carrying the imaginary old royal village in medieval and modern times, the catedralicio complex is greater reference in the urban context of the city of Santarém.

The SANTARÉM OF DIOCESAN MUSEUM also offers visitors the privilege of meeting dozens of works of religious art, rare or even unknown of all, that the twists of history made heritage of faith Ribatejano people.

Architecture and religious art works reflect, in occasion of his original vocation, its materiality, to its great age and in this particular space, a wide chronology, from the thirteenth century to the present day. However with reference to reach a time even longer and challenging memories and symbolic, religious and socio-cultural itineraries. They have, in different ways and with different means, numerous short stories in a great story.

In combination with the exceptional heritage of the Cathedral of Santarém, and the architectural complex that surrounds the works of religious art exhibited in SANTARÉM OF DIOCESAN MUSEUM lead the visitors through the fascinating story of a beautiful woman whose life takes place in a singular moment of great human adventure is still deeply inspiring to millions of people worldwide. Image of an entire love, that the images of the Cathedral of Santarém and the Diocesan Museum of Santarém reveal desired and welcomed, for generations at all times.

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The Diocesan Museum of Santarém promotes this Saturday, the visit "Travel in Time" which allows you to visit places like the old tower of the palace of Santarém, present bell tower and the noble hall.

This is an initiative in the framework of partnership between the FITIJ Santarém (International Festival of Theatre and Arts for Children and Youth) and the Diocesan Museum of the city, highlights a note sent to the Agency ECCLESIA.

This activity ends, the 21h, with a concert by Silvia Nazario, inaugural concert tour commemorating the 30-year career.

Tiradentes, Minas Gerais, Brasil, resgata história com Museu da Moto29 de Setembro de 2016. --- Tiradentes, Minas Gerais, Brazil, rescues history with Moto29 Museum September 2016.

Desde os 15 anos, Rômulo Filgueiras coleciona tudo que está relacionado ao mundo das duas rodas: miniaturas, revistas e livros. Depois vieram chaveiro, apontador, imã de geladeira, sempre com a temática moto. Hoje, aos 57 anos, o comerciante mineiro tem mais 3.000 itens. Com o passar do tempo, a paixão pelas motos – que é hereditária, já que os pais rodavam na década de 1950 a bordo de Java 175cc 1956 – se tornou obsessão e deu origem ao recém-inauguradoMuseu da Moto de Tiradentes (MG). O acervo particular conta com 85 motos – 66 expostas, algumas sendo finalizadas outras em fase de restauração. Há réplicas, modelos históricos, militares, agrícolas, Vespas e Lambretas

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Modelos Yamaha fabricados entre 1968 e 1977Divulgação/

Montado em um casario que fica a 300 metros da estação ferroviária, ponto turístico da cidade, o museu tem sete cômodos que somam 360 metros quadrados de área e cria toda uma atmosfera saudosista. Além das motos, o espaço traz miniaturas, peças, placas e utensílios em formato de motos.




Acervo abrangente

O acervo mineiro apresenta exemplares nacionais e importados de extrema relevância à cultura motociclística. Destaque para a FN, de 1909, com side-car feito em vime. A moto belga traz motor monocilíndrico com menos de 5 cv de potência, farol a carbureto e, como diferencial, transmissão por eixo-cardã, sistema que ficou imortalizado nos modelos BMW. Aliás, no museu mineiro há vários modelos da marca alemã fabricados entre as décadas entre 1950 e 1980.



Há ainda uma Indian Chief 1946 com câmbio manual e uma Harley-Davidson Flathead 1947, com suspensão Springer (molas aparentes) na dianteira. Outras raridades ficam por conta de exemplares fabricados na Hungria, Belarus, Rússia, Inglaterra e na extinta Tchecoslováquia. Muitas dessas marcas se perderam no tempo.



O Museu da Moto de Tiradentes exibe também a 29ª moto Honda produzida no Brasil. Segundo Rômulo Filgueiras, a CG 125 “bolinha” modelo 1976 é a mesma usada pelo rei Pelé na campanha de marketing do lançamento da moto.



O acervo conta ainda com uma réplica do Celerífero (1790), veículo de madeira de tração humana, com roda de carroça e que só se movimentava em linha reta. Rômulo Filgueiras também está providenciando a réplica de uma Draisiana, de 1813. Feito em madeira, o veículo já contava com guidão, sistema de endurecimento da direção e com regulagens da altura do assento. Só como analogia, seria a moto dos “Flintstones”, desenho animado sucesso nas décadas de 1970 e 1980.



Cultura da moto

O próximo passo do Museu da Moto de Tiradentes é ter uma biblioteca para pesquisa e ainda uma sala de restauração. Em função de toda esta literatura será possível remontar uma moto como se fosse zero quilômetro, seguindo os padrões de originalidade conforme as publicações e catálogos de época.



“Além apresentar a evolução tecnológicas das motos, temos o prazer de ‘reacender a chama’ do motociclismo, já que muitas pessoas que passam por aqui têm alguma história, algum laço, alguma boa recordação sobre duas rodas. Queremos preservar as máquinas e amplificar estas boas histórias”, conta, emocionado, Rômulo Filgueiras, que é um misto de garimpeiro e historiador quando o assunto é o mundo das duas rodas.



Hoje, o Museu da Moto abre suas portas conforme a agenda de eventos da cidade mineira. Por isso, para conferir as datas de funcionamento siga a página do museu no Facebook: fb.com/museudamotomg. O endereço é av. Gov. Israel Pinheiro, 35, Tiradentes (MG). Ingresso: R$ 10 para adultos. Crianças não pagam.




















Outros museus de moto no Brasil que valem a visita
Além do Museu da Moto, aberto recentemente na charmosa Tiradentes (MG), há outras coleções particulares muito interessantes expostas em todo o Brasil. Confira algumas delas:

- Gallery 275 – Petrópolis (RJ)

Quer conhecer motos fabricadas no Brasil entre as décadas de 1970 e 1990. O Museu de Motos “Gallery 275”, que fica em Petrópolis (RJ), conta com um acervo mais de 100 motos – de 50 a 1.100cc. No galpão de 600 metros quadrados é possível encontrar algumas raridades, entre elas, as Yamaha YB50, DT125 e R5 250; as Honda SS50, ST70 e CJ 250; as Suzuki A50, A100 e integrantes da família GT (185, 250 e 380). Além do único exemplar no Brasil da Kawasaki A1 1970 Special 250cc.

“Isso aqui é uma parte importante da história da motocicleta no Brasil. Isso aqui é minha vida. Aqui tem muito amor, dedicação e horas de trabalho”, finaliza Guaraci Silva, dono do acervo.

O “Gallery 275” fica na Rua Cândido Portinari, 275, Bairro Mosela, Petrópolis (RJ). Informações, acesse gallery275.com.br ou ligue para (24) 2235-8512. Ingresso: R$ 15.

- Museu de motocicletas BMW – Curitiba (PR)

Em junho de 2011 foi inaugurado o Museu de Motocicletas BMW Curitiba (PR). Com dois andares, cada um com 350 m², o É considerado um dos cinco principais do mundo em termos de tamanho e qualidade de sua coleção. O local reúne um acervo de 40 motos que fazem uma viagem pela história que vai de 1923 até o ano 2000. É considerado um dos cinco principais do mundo em termos de tamanho e qualidade de sua coleção.

A moto mais antiga é uma R 32, ano 1923, a primeira moto fabricada pela BMW. A coleção traz ainda o revolucionário C 1, scooter com capota produzido em 2000 e a primeira G 650 GS produzida no Brasil. Outro destaque fica por conta da R 17, ano 1937, modelo mais raro do Museu BMW de Curitiba. Apenas 430 unidades da R 17 foram produzidas.

O museu só abre para grupos fechados de no mínimo 20 e no máximo 40 pessoas com agendamento prévio. Fica na rua José Naves da Cunha, 144, Seminário. Informações e visitas, acesse: colecaobmwcuritiba.com.br.

- Museu Duas Rodas – Visconde de Mauá (RJ)

Já no Museu Duas Rodas, que fica na região de Visconde de Mauá (MG), é possível conhecer mais veículos antigos entre motocicletas, ciclomotores, bicicletas motorizadas etc. A coleção que abriga mais de 90 modelos teve início na década de 1970 e hoje é um dos acervos mais representativos do País. Pena que as veículos ficam em um galpão estreito, onde as motos ficam apertadas, quase uma em cima das outras.

Entre os destaques traz a primeira motocicleta quatro cilindros em linha industrializada no mundo; uma FN de 498 cm³ de capacidade cúbica, além de dezenas de motos de competição.

Há ainda vários modelos de marcas distintas, entre elas: Ducati, Norton, DKW, Moto Guzzi, Vespa, Java, Harley-Davidson, Wanderer, Velo Solex e Csepel. Alguns exemplares são do início do século passado. Vale o passeio, já que o museu fica dentro de um parque de esportes de aventura. Museu Duas Rodas s/nº - Alcantilado - Visconde de Mauá (MG). Informações, acesse: museuduasrodas.com.br



Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://www.moto.com.br/acontece/conteudo/tiradentes-mg-resgata-historia-com-museu-da-moto-111197.html

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Tiradentes, Minas Gerais, Brazil, rescues history with Moto29 Museum September 2016.

Since 15 years, Romulo Filgueiras collects everything related to the world of two wheels: miniatures, magazines and books. Then came keychain, pointing, fridge magnet, always on the bike theme. Today, after 57 years, the mining merchant has over 3,000 items. Over time, the passion for motorcycles - which is hereditary, since parents ran in the 1950s aboard Java 175cc in 1956 - became obsessed and gave the newly inauguradoMuseu Moto Tiradentes (MG). The particular collection includes 85 bikes - 66 exposed, some being finalized in other restoration. There are replicas, historical models, military, agricultural, and Vespas Scooters.

Yamaha models manufactured between 1968 and 1977Divulgação /

Mounted in a hamlet which is 300 meters from the train station, tourist attraction, the museum has seven rooms totaling 360 square meters and creates a whole nostalgic atmosphere. In addition to the motorcycles, the space brings miniatures, pieces, plates and utensils in motorcycle format.

comprehensive collection

The mining assets presents national and imported copies of utmost relevance to motorcycling culture. Especially the FN, 1909, with sidecar made of wicker. The Belgian bike brings single cylinder engine with less than 5 horsepower, lighthouse carbide and, as a differential, transmission shaft, universal joint, a system that was immortalized in the BMW models. In fact, the mining museum there are various models of the German brand manufactured between the decades between 1950 and 1980.

There is also an Indian Chief in 1946 with manual transmission and a Harley-Davidson Flathead 1947 with Springer suspension (springs apparent) on the front. Other rarities are due to copies made in Hungary, Belarus, Russia, England and in the former Czechoslovakia. Many of these brands have been lost in time.

The Museum of Moto Tiradentes also displays the 29th bike Honda produced in Brazil. According to Romulo Filgueiras, GC 125 "ball" model 1976 is the same used by King Pelé on the bike's launch of the marketing campaign.

The collection also includes a replica of Celerífero (1790), vehicle wooden human-powered, with wagon wheel and only moved straight. Romulo Filgueiras is also providing a replica of a dandy horse, 1813. Made of wood, the vehicle already had handlebars, steering system hardening and seat height adjustments. Just as an analogy, it would be the bike of the "Flintstones", animated successful design in the 1970s and 1980s.

bike culture

The next step of the Museum of Moto Tiradentes is to have a library for research and even a dining room. Because of all this literature will be possible to reassemble a bike like zero kilometer, following the originality standards as publications and time catalogs.

"In present the technological evolution of motorcycles, we are pleased to 'rekindle the flame' of motorcycling, since many people who pass by have some history, some lace, some good memories on two wheels. We want to preserve the machines and amplify these good stories, "she says, thrilled, Romulo Filgueiras, which is a mixture of sourdough and historian when it comes to the world of two wheels.

Today, the Museum of Moto opens its doors as the calendar of events of the mining town. Therefore, to check the operating dates follow the museum's Facebook page: fb.com/museudamotomg. The address is Av. Gov. Israel Pinheiro, 35, Tiradentes (MG). Fee: $ 10 for adults. Children do not pay.

Arembepe, Bahia, Brasil: museu a céu aberto para contar história da aldeia hippie e seus anos loucos. --- Arembepe, Bahia, Brasil: open air museum to tell the history of the hippie village and its crazy years.

Se tudo der certo, em breve, muito breve, a Bahia terá mais um museu a céu aberto com um enorme potencial para atrair turistas estrangeiros e de outros estados brasileiros. O projeto, apoiado por moradores e apaixonados por Arembepe, vilarejo no litoral norte de Salvador, Bahia, Brasil, é dar status de museu a sua internacionalmente famosa aldeia hippie. 


Na década de 70, ela era o paraíso de astros da música como Janis Joplin, Mick Jagger, Rita Lee, Ney Matogrosso, e de artistas, músicos e poetas brasileiros, como Gal Costa, Waly Salomão, Novos Baianos, José Simão entre centenas de outros.

"O lugar é lindo, fica entre o mar e o rio Dourado, que não nega o nome. Além da beleza, tem uma história única da contracultura brasileira. É a nossa Santiago de Compostela do movimento hippie", explica a jornalista Claudia Giudice. Ela participa da ASCARB, a associação de comerciantes de Arembepe, que está apoiando o projeto.

"Estamos reunindo depoimentos, fotos, videos e toda a memória da época para equipar o museu e oferecer uma experiência de visitação única para o visitante", acrescentou Claudia.


A empresa Doc-expoe de Angela e João Petitinga, responsável pela gestão da Casa do Rio Vermelho, participa da organização do projeto museográfico da exposição e vai trabalhar na captação de recursos. 

“Abrimos há uma semana uma página no facebook e o engajamento tem sido sensacional. A aldeia hippie tem muita história única e faz parte da memória afetiva de muita gente bacana”, acrescenta a jornalista.

Vale lembrar que a visita de Mick Jagger em Arembepe não ganhou fama por um motivo simples e prosaico: o líder dos Rolling Stones não se misturou com os nativos. Fez da aldeia hippie seu retiro, com distância e isolamento.



Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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Arembepe: open air museum to tell the history of the hippie village and its crazy years.

If all goes well, soon, very soon, Bahia will have another open air museum with a huge potential to attract foreign tourists and other Brazilian states. The project, supported by locals and passionate about Arembepe, a village on the north coast of Salvador, Bahia, Brazil, is to give status of museum its internationally famous hippie village.

In the 70s, she was the paradise of music stars like Janis Joplin, Mick Jagger, Rita Lee, Ney Matogrosso, and artists, musicians and Brazilian poets such as Gal Costa, Waly Salomão, Bahian News, José Simão from hundreds of others.

"The place is beautiful, is between the sea and the Golden River, which does not deny the name. Besides the beauty, has a unique history of Brazilian counterculture. It is our Santiago de hippie movement Compostela," explains journalist Claudia Giudice. She participates in the ASCARB, the association of Arembepe traders, which is supporting the project.

"We are gathering testimonials, photos, videos and all memory of the time to equip the museum and offer a unique visiting experience for the visitor," said Claudia.

The company Doc-exposes Angela and John Petitinga responsible for the management of the Red River House, part of the museum project of the organization of the exhibition and will work on fundraising.

"We opened a week ago a page on facebook and engagement has been sensational. The hippie village has a lot of unique history and is part of the affective memory of a lot of cool people, "added the journalist.

Remember that the visit of Mick Jagger in Arembepe not won fame for a simple and prosaic reason: the leader of the Rolling Stones not mixed with the natives. Made hippie village his retreat, with distance and isolation.