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sábado, 29 de outubro de 2016

MoMA inclui os emojis originais na coleção permanente. --- MoMA includes original emoji in the permanent collection.

O Museum of Modern Art, em Nova York, é lugar de gente grande. Andy Warhol, Pablo Picasso e Marina Abramovic são nomes que passaram pelo museu. Agora, o MoMA adicionou à coleção permanente o trabalho do japonês Shigetaka Kurita, que criou os emojis em 1999, na companhia telefônica NTT DOCOMO.


“Shigetaka Kurita (…) propôs um jeito melhor de incorporar imagens ao espaço visual limitado das telas de celular”, afirma o encarregado da arquitetura e design do MoMA, Paul Galloway, em um texto no Medium.


Os 176 emojis de Kurita são bem mais simples do que aqueles que existem hoje – quase 2 mil. Eles mostram gestos de mãos, sorrisos e alguns símbolos do zodíaco. As figuras originais serão expostas na entrada do MoMA até o fim do ano




Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

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--in via tradutor do google
MoMA includes original emoji in the permanent collection.


The Museum of Modern Art in New York, is a place of great people. Andy Warhol, Pablo Picasso and Marina Abramovic are names that have passed through the museum. Now, MoMA added to the permanent collection the work of Japanese Shigetaka Kurita, who created the emoji in 1999, the telephone company NTT DOCOMO.

"Shigetaka Kurita (...) proposed a better way to incorporate images of the limited visual space of mobile screens," the charge of MoMA's architecture and design, Paul Galloway, in a text on Medium.

176 Emoji Kurita are much simpler than those that exist today - almost 2,000. They show hand gestures, smiles and some symbols of the zodiac. The original pictures will be exhibited at the entrance of MoMA until the end of the year.

Indigenous Art Museum opens to the public on November 18. --- Museu de Arte Indígena abre ao público dia 18 de novembro.

An immersion in the Brazilian indigenous universe is the proposed new museum that will be inaugurated on November 18 in Curitiba, Paraná. Exploring the senses of smell, sight and hearing of the visitors, the Museum of Indian Art (MAI) has over 700m² of exhibition and a collection of important works of indigenous culture such as pottery, baskets, ritual masks, objects and ornaments with especially the feather art.


The MAI is the first private museum dedicated Brazil to rescue and preserve this art and was developed from the collection of Julianna Podolan Martins Administrator, which began to acquire Indian objects after a visit to a village in Mato Grosso do Sul in 1997. Since then Julianna began to conduct expeditions to villages, buy parts that symbolize their cultures and researching intensely, Brazilian indigenous groups.

The museum was designed to portray the cultural riches and indigenous diversity in Brazil. The walls follow organic lines, inspired by the shape of an anaconda. Divided into two rooms, representing the air and earth - elements that are part of the culture of these etnias-, the first floor is devoted mainly to feather art and the second, to ceramics, ritual, music and everyday objects.

The Brazil that Brazil unknown

Providing a new approach to indigenous culture, the MAI intends to instigate the visitor to form a new critical mindset about the Brazilian Indian. "Our idea is to deconstruct the image of the Indian generic, which is usually taught in history books in schools. We want to emphasize the geographic, linguistic, cultural and physical of several Brazilian ethnic groups, "says the president of Julianna museum. To this end, visitors will have guided tours option and made in small groups, so they can absorb more information about the different cultures.

Service

The Museum of Indian Art (MAI) will be open to visitors of the public from November 18, 2016. The museum hours are Tuesday to Sunday from 10am to 17.30. Group visits must be scheduled via email: maimuseudearteindigena@gmail.com or by phone (41) 3121-2395. Tickets cost R $ 12 and R $ 6 whole half price.


Museum of Indigenous Art - Mai

Address: Green Water, 1413 - Agua Verde, Curitiba - PR.

Phone: (41) 3121-2395

Site: www.maimuseu.com.br

Facebook: www.facebook.com/maimuseu



Fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


www.maimuseu.com.br

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--br
Museu de Arte Indígena abre ao público dia 18 de novembro.

Uma imersão no universo indígena brasileiro é a proposta do novo museu que será inaugurado dia 18 de novembro em Curitiba, Paraná. Explorando os sentidos do olfato, visão e audição dos visitantes, o Museu de Arte Indígena (MAI) conta com mais de 700m² de exposição e com um acervo de obras relevantes da  cultura indígena como  cerâmica, cestarias, máscaras ritualísticas, objetos e adornos, com destaque para a arte plumária.

O MAI é o primeiro museu particular do Brasil dedicado a resgatar e preservar esta arte e foi desenvolvido a partir da coleção da administradora Julianna Podolan Martins, que começou a adquirir objetos indígenas após uma visita a uma aldeia no Mato Grosso do Sul em 1997. Desde então, Julianna passou a realizar expedições a aldeias, comprar peças que simbolizam suas culturas e a pesquisar, intensamente, as etnias indígenas brasileiras.

O museu foi projetado para retratar as riquezas culturais e a diversidade indígena no Brasil. As paredes seguem linhas orgânicas, inspiradas no formato de uma sucuri. Dividido em dois ambientes, que representam o ar e a terra - elementos que fazem parte da cultura destas etnias-, o primeiro andar é dedicado principalmente à arte plumária e o segundo, às cerâmicas, objetos ritualísticos, musicais e cotidianos.



O Brasil que o Brasil desconhece

Proporcionando uma nova abordagem a cultura indígena, o MAI pretende instigar o visitante a formar uma nova mentalidade crítica sobre o índio brasileiro. “Nossa ideia é desconstruir a imagem do indígena genérico, que normalmente é ensinado nos livros de história nas escolas. Queremos ressaltar a diversidade geográfica, linguística, cultural e física das diversas etnias brasileiras”, afirma a presidente do museu Julianna. Com este objetivo, os visitantes terão opção de visitas guiadas e feitas em pequenos grupos, para que consigam absorver mais informações sobre as diferentes culturas.



Serviço

O Museu de Arte Indígena (MAI) estará aberto à visitação do público a partir do dia 18 de novembro de 2016. O horário de funcionamento do museu é de terça a domingo, das 10h às 17h30. As visitas de grupo devem ser agendadas através do email: maimuseudearteindigena@gmail.com ou pelo telefone (41) 3121-2395. Os ingressos custam R$12 inteira e R$6 meia entrada.



Museu de Arte Indígena – MAI

Endereço: Av. Água Verde, 1413 - Água Verde, Curitiba – PR

Telefone: (41) 3121-2395

Site: www.maimuseu.com.br

Facebook: www.facebook.com/maimuseu

RAÇA NEGRA NO FIT. --- RACE IN BLACK FIT.

O museu nova-iorquino Museum at FIT recebe, a partir do dia 6 de dezembro e até 16 de maio de 2017, a exposição “Black Fashion Designers”. A mostra explora a intervenção de designers e modelos de raça negra na moda desde os anos 1950 até à atualidade.







Os designers de moda de ascendência africana não têm merecido, de acordo com os portais da especialidade, o devido reconhecimento dentro da indústria – atualmente, representam apenas 1% dos designers cobertos pela plataforma Vogue Runway.

O percurso de Ann Lowe é, neste âmbito, um caso paradigmático. A designer foi o “segredo mais bem guardado” de muitas mulheres da alta sociedade nos anos 1950 e 60, tendo inclusivamente desenhado o vestido de casamento de Jacqueline Kennedy – à data, a futura primeira-dama limitou-se a creditar a peça a uma “mulher de cor”.


O trabalho de Lowe ainda foi capaz de captar a atenção de Christian Dior, mas a designer era praticamente desconhecida quando morreu, em 1981.

O trabalho de Lowe é um dos destacados pela mostra “Black Fashion Designers”, recebida pelo The Museum at FIT no final do ano, que incidirá sobre o impacto de mais de 60 designers de ascendência africana na moda.

O final dos anos 1960 e o início dos anos 70 merecem particular foco no certame, considerando que aquela foi uma época dominada pela disco e durante a qual designers negros como Stephen Burrows e Scott Barrie definiam o “ritmo” da moda.

A exposição vai também dissecar a reinterpretação dos têxteis tradicionais no trabalho de alguns designers africanos proeminentes.


Fazendo a ponte entre os diferentes tempos do design de raça negra, “Black Fashion Designers” conta com nomes bem conhecidos da atualidade – incluindo Tracy Reese, Public School, Pyer Moss, Grace Wales Bonner, Hood by Air e Sean John – e de pioneiros como Bruce Oldfield, Ozwald Boateng e Dapper Dan.

A exposição pretende ainda explorar a influência das modelos negras na indústria da moda. Uma parte da exposição é dedicada aos rostos mais relevantes dos últimos anos e a eventos como a Ebony Fashion Fair e a “The Battle of Versailles” (ver O segundo Tratado de Versalhes).

Modelos como Naomi Sims, Veronica Webb e Liya Kebede escolheram vestidos para representá-las na exposição e uma curta-metragem vai acompanhar e completar o enredo proposto pelas peças. O crítico de moda do Washington Post Robin Givhan empresta a voz à curta que conta ainda com André Leon Talley em entrevista às designers Reese e Mimi Plange.





Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

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RACE IN BLACK FIT.

The New York museum Museum at FIT receives, from December 6 until May 16, 2017, the exhibition "Black Fashion Designers". The show explores the intervention of designers and blacks models in fashion since the 1950s to the present day.

Of African descent fashion designers have not earned, according to the portals of specialty, due recognition within the industry - currently represent only 1% of the designers covered by Vogue Runway platform.

Ann Lowe path is, in this context, a case in point. The designer was the "best kept secret" of many women of high society in the 1950s and 60s, having also designed the wedding dress of Jacqueline Kennedy - to date, the future first lady was limited to credit the piece to a "woman of color".

The Lowe's work was still able to capture the attention of Christian Dior, but the designer was virtually unknown when he died in 1981.

The Lowe's work is one of the featured shows "Black Fashion Designers", received by The Museum at FIT at the end of the year, which will focus on the impact of more than 60 African descent designers in fashion.

The late 1960s and early 70s deserve particular focus on the event, considering that this was a time dominated by disk, during which black designers like Stephen Burrows and Scott Barrie defined the "rhythm" of fashion.

The exhibition will also dissect the reinterpretation of traditional textiles in the work of some prominent African designers.

Bridging the gap between the different times of the black race design, "Black Fashion Designers" has well-known names of today - including Tracy Reese, Public School, Pyer Moss, Grace Wales Bonner, Hood by Air and Sean John - and pioneers as Bruce Oldfield, Ozwald Boateng and Dapper Dan.

The exhibition also aims to explore the influence of black models in the fashion industry. A part of the exhibition is dedicated to the most important faces of recent years and events such as the Ebony Fashion Fair and "The Battle of Versailles" (see The second Treaty of Versailles).

Models like Naomi Sims, Veronica Webb and Liya Kebede chose dresses to represent them in the exhibition and a short film will follow and complete the plot proposed by parts. The fashion critic of the Washington Post Robin Givhan lends voice to short that also includes Andre Leon Talley in an interview with Reese and Mimi Plange designers.