quarta-feira, 2 de novembro de 2016

16 architects discuss the "boom" of museums in China. --- 16 arquitetos discutem o "boom" de museus na China. --- 16建筑师讨论在中国博物馆“繁荣”。

Currently on display at the Aedes Architecture Forum Berlin, "Zai Xing tǔ Mu: Sixteen Chinese Museums, Fifteen Chinese Architects" offers an in-depth look in relation to the recent boom of museums in China and its effects on the socio-political landscape and culture of the country.





As part of the exhibition, the director Moritz Dirks met with 16 renowned Chinese architects, among them Wang Shu, Dang Qun MAD Architects and Zhu Pei Studio Pei-Zhu, to discuss the challenges of creating cultural spaces that relate both contexts global and digital contemporary world, and with the strong heritage and Chinese cultural identity.

Zai Xīng tǔ mU. Sixteen Chinese Museums, Fifteen Chinese Architects


An exhibition by ANCB The Aedes Metropolitan Laboratory in collaboration with Zumtobel China is an outstanding example of a new boom museum '. The sheer number of new projects is overwhelming, and citizens, the international public as well as visitors wonder about the long-term effects on society and public urban space.




Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

O tempo voa, obras de arte são para a eternidade, sem rugas!





--Br
16 arquitetos discutem o "boom" de museus na China.

Atualmente à mostra no Aedes Architecture Forum Berlin, "ZÀI XĪNG TǓ MÙ: Sixteen Chinese Museums, Fifteen Chinese Architects" oferece um olhar aprofundado em relação ao recente boom de museus na China e seus efeitos na paisagem sócio-política e cultura do país. 

Como parte das exposição, o cineasta Moritz Dirks se reuniu com 16 renomados arquitetos chineses, entre eles Wang Shu, Dang Qun do MAD Architects e Zhu Pei do Studio Pei-Zhu, para discutir os desafios de criar espaços culturais que se relacionem tanto com contextos globais e digitais do mundo contemporâneo, quanto com a forte herança e identidade cultural chinesas. 

Zài Xīng Tǔ Mù. Sixteen Chinese Museums, Fifteen Chinese Architects
An exhibition by ANCB The Aedes Metropolitan Laboratory in collaboration with Zumtobel China is an outstanding example of a new 'museum boom'. The sheer number of new projects is overwhelming, and citizens, the international public as well as visitors wonder about the long-term effects on society and public urban space.







--chines via tradutor do google
16建筑师讨论在中国博物馆“繁荣”。

目前在埃及架构论坛柏林显示,“灾星tǔ穆:16中国博物馆,十五中国建筑师”提供了一个深入了解相对于最近在中国的博物馆及其对国家的社会,政治环境和文化的影响的热潮。

作为展览的一部分,导演莫里茨·德克斯与16家中国知名建筑师,其中王澍,党群MAD建筑师和朱锫锫朱会晤,讨论创建一个涉及两种情况下的文化空间所面临的挑战全球和数字当代世界,并以深厚的底蕴和中国的文化认同。

灾星tǔ亩。十六中国博物馆,十五中国建筑师
在奥德堡中国合作的展会由ANCB伊蚊大都会实验室是一个新的热潮博物馆“的一个突出的例子。新开工项目数量之多是压倒性的,和公民,国际公众和游客怀疑其对社会和公众城市空间的长期影响。


http://www.archdaily.com.br/br/797998/16-arquitetos-discutem-o-boom-de-museus-na-china

Abandoned palace of the Romanovs will be new attraction in St. Petersburg. --- Palácio abandonado dos Romanov será nova atração em São Petersburgo.

Residence in state of total abandonment will be leased by oil giant Rosneft for 99 years. After extensive renovation, attraction will open for tourists.


The Ropsha Palace, an 18th century residence in the outskirts of St. Petersburg, built by order of the then tsar Pyotr the Great, will be leased to the state oil company Rosneft for 99 years.

The contract, according to Minister of Russian Culture, Vladimir Medinski, enable the company to restore the palace, currently in a state of abandonment, then create access to tourists.


multipurpose Palace

The architectural complex Ropsha, comprising a palace and a park, was built in the 18th century to be the residence of the Romanov imperial family.

The property was built by decree of Piotr the Great, and its design is reflected in Carlsbad (Czech town known as Karlovy Vary).

During the reign of Empress Elizabeth, the Italian architect Bartolomeo Rastrelli helped raise a new palace on two floors and an extensive garden around her.

After 2nd Catherine the Great usurp her husband, Piotr 3, she sent him to Ropsha, where the emperor died under mysterious circumstances.

After the October Revolution, the palace was nationalized and in 1944 ended up being burned by German troops in retreat. The property was restored after the war and went on to be used for military purposes: first was occupied by summer drive, and then by chemical protection battalion of the Leningrad Military District.
Photo Ropsha Palace
 before 1917 Photo: File

At different periods, the Land Ropsha was used for poultry, cattle, fish and agricultural cultivation. In the 1960s, however, it was placed under state protection and, at the end of the next decade, disabled.

The cost of dropout

Although the Ropsha complex was included in the World Heritage list of UNESCO in 1990 and still be a federal importance monument, most of the buildings placed on the property are in ruins.

The palace was severely damaged by several fires in the late 1980s and early 90. In addition, in 2015, five columns in the palace portico collapsed. It was then that the Russian Ministry of Culture has allocated $ 240,000 for an urgent operation to save the monument.

However, according to the staff involved, many of Ropsha parts are excessively destroyed, and some, such as bridges and hydraulic structures without recoverability. This means that the total cost of the restoration may exceed $ 80 million.

complex restoration will require investment of US $ 80 mi Photo: Kommersant

Privatization monuments

Due to the high costs and great difficulties to restore cultural heritage objects it is not always possible to allocate funds from the federal budget for this kind of work. In these cases, companies and commercial customers are often invited to finance the projects.

For example, VTB Bank and factory alcoholic drinks GATCHINA have funded most of the restoration of the Gatchina Palace, also in the surroundings of St. Petersburg, although the monument remains being owned by the government.

Besides the option of auctioning or rent objects of cultural heritage, the state can dictate the conditions for renewal, according to the law of privatization of regional and federal monuments, in force since January 1, 2008.


There are over 100 examples of privatized monuments with conditions for restoration in the country, including the newly opened complex New Holland in St. Petersburg, which was rebuilt with funds from the tycoon Roman Abramovitch.

With the news agency Tass





Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

O tempo voa, obras de arte são para a eternidade, sem rugas!






--Br
Palácio abandonado dos Romanov será nova atração em São Petersburgo.

Residência em estado total de abandono será alugada pela gigante petrolífera Rosneft por 99 anos. Após extensa reforma, atração será aberta para turistas.



O Palácio Ropsha, uma residência do século 18 nos arredores de São Petersburgo, construída por ordem do então tsar Piotr, o Grande, será alugada para a petrolífera estatal Rosneft por 99 anos.

O contrato, segundo o ministro da Cultura russo, Vladímir Medinski, permitirá à empresa restaurar o palácio, atualmente em estado de abandono, para depois criar acesso aos turistas.

Palácio multiuso

O complexo arquitetônico Ropsha, que compreende um palácio e um parque, foi construído no século 18 para servir de residência da família imperial Romanov.

A propriedade foi erguida por decreto de Piotr, o Grande, e seu projeto se espelha em Carlsbad (cidade tcheca conhecida como Karlovy Vary).

Durante o reinado da imperatriz Elizabeth, o arquiteto italiano Bartolomeo Rastrelli ajudou a levantar um novo palácio de dois andares e um extenso jardim a seu redor.

Depois de Catarina 2ª, a Grande, usurpar seu marido, Piotr 3º, ela o enviou para Ropsha, onde o imperador morreu sob circunstâncias misteriosas.

Após a Revolução de Outubro, o palácio foi nacionalizado e, em 1944, acabou sendo incendiado pelas tropas alemãs em retirada. A propriedade foi restaurada ao fim da guerra e passou a ser usada para fins militares: primeiro foi ocupada pela unidade de verão, e, depois, pelo batalhão de proteção química do Distrito Militar de Leningrado.

Foto do Palácio Ropsha antes de 1917 Foto: Arquivo

Em diferentes períodos, o terreno do Ropsha foi usado para criação de aves, gado, peixes e cultivo agrícola. Nos anos 1960, porém, foi colocado sob a proteção do Estado e, ao final da década seguinte, desativado.

O custo do abandono

Apesar de o complexo Ropsha ter sido incluído na lista de Patrimônio Mundial da Unesco ainda em 1990 e ser um monumento de importância federal, a maioria dos edifícios inseridos na propriedade estão em ruínas.

O palácio foi severamente danificado por vários incêndios no final dos anos 1980 e início dos 90. Além disso, em 2015, cinco colunas no pórtico do palácio colapsaram. Foi então que o Ministério da Cultura russo alocou US$ 240 mil para uma operação urgente para salvar o monumento.

No entanto, segundo os funcionários envolvidos, muitas das peças do Ropsha estão excessivamente destruídas, e algumas, como pontes e estruturas hidráulicas, sem capacidade de recuperação. Isso significa que o custo total da restauração poderá ser superior a US$ 80 milhões.

Restauração de complexo exigirá investimento de US$ 80 mi Foto: Kommersant


Privatização de monumentos

Devido aos custos elevados e às grandes dificuldades para restaurar objetos do patrimônio cultural, nem sempre é possível alocar recursos do orçamento federal para esse tipo de trabalho. Nestes casos, empresas e clientes comerciais são muitas vezes convidados a financiar os projetos.

Por exemplo, o VTB Bank e fábrica de bebidas alcóolicas Gátchina custearam a maior parte da restauração do Palácio Gátchina, também, nos entornos de São Petersburgo, embora o monumento permaneça sendo de propriedade do governo.

Além da opção de leiloar ou alugar objetos do patrimônio cultural, o Estado pode ditar as condições para sua renovação, conforme a lei de privatização de monumentos regionais e federais, em vigor desde 1º de janeiro de 2008.

Existem mais de 100 exemplos de monumentos privatizados com condições para restauração no país, entre eles o recém-inaugurado complexo Nova Holanda, em São Petersburgo, que foi reconstruído com recursos do magnata Roman Abramôvitch.

Com a agência de notícias Tass