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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Great Canon at the Kremlin, Moscow (Grand Canon au Moscau). The J. Paul Getty Museum, Los Angeles

S. Chever & Navadine1877
27.3 x 35.4 cm (10 3/4 x 13 15/16 in.)
Signed in Russian  mount.
Print
Permanent Collection
84.XO.867.1.8
mount in Russian & French.
Photographs



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fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

The J. Paul Getty Museum, Los Angeles

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--br

Forte Orange, located at the southern entrance of the Santa Cruz Canal, where Portuguese colonization began in Northeast Brazil in 1516, was built in 1631 by the Dutch, who invaded Pernambuco, Brazil, in search of the wealth promoted by the mercantile activity of the sugar cane. --- Forte Orange, situado na entrada sul do Canal de Santa Cruz, local onde teve início a colonização portuguesa no Nordeste do Brasil, em 1516, foi construído em 1631 pelos holandeses, que invadiram Pernambuco, Brasil, em busca da riqueza promovida pela atividade mercantil da cana de açúcar.

Returned to the population after the investment of R $ 350,000 from the National Historical and Artistic Heritage Institute (IPHAN) to carry out a series of restoration and rehabilitation works and actions, Forte Orange, located on Itamaracá Island, north coast of Pernambuco, has already received more than 130 thousand visitors.



The Forte, which is in an area of ​​great historical and cultural importance and with lush landscape, was listed by IPHAN in 1938 and in the 1970s it was the object of restoration based on archaeological, historical and architectural research. The IPHAN in Pernambuco has made possible its maintenance in order to preserve the memory of the Dutch and Portuguese presence and the importance of this military building for Brazilian historiography.

Located at the southern entrance to the Santa Cruz Channel, where Portuguese colonization began in Northeast Brazil in 1516, it was built in 1631 by the Dutch, who invaded Pernambuco in search of the wealth promoted by the commercial activity of sugarcane. The work is one of the marks of the defense system of the Brazilian coast and in 1654, after the defeat of the Dutch by the Portuguese Crown, the Fort was abandoned, remaining in ruins. It was recovered by the Portuguese in 1696 resuming its military function.

The interventions

Between 2011 and 2012, aiming at the reopening of Fort Orange to the public, IPHAN performed several works, such as roofing; Construction of wooden walkways for visitors to circulate on the fort's terraces; Implementation of internal signage and exhibition panel on archaeological researches carried out, as well as projects for restoration and requalification of Fort Orange and its surroundings. In addition to the actions already taken, in the coming years, the goals are worthy of the historical and cultural value of the fortress for Brazil: in the short term interventions are planned with resources in the order of 10 million reais from Prodetur.

The architectural restoration of the Fort Orange building, considering the building itself as a museological element; The recovery of the square of arms, locating the vestiges of the foundations of the Dutch fort (found during the archaeological investigations); Installation of exhibition rooms on the history of the fortification, including permanent exhibition on the Dutch Fort; Are examples of projects already developed. In the medium term, it is expected to invest some 20 million reais in works to contain the sea's advance and improve access, with the duplication of the highway access and construction of a wooden bridge over the mangrove, as well as the interconnection of With the implantation of the Trail of the Dutch linking the fortification to Vila Velha, passing by the Church of São Paulo and the ruins of the house where Father Tenório, a character of the Pernambuco Revolution of 1817, was housed.





fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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Forte Orange, situado na entrada sul do Canal de Santa Cruz, local onde teve início a colonização portuguesa no Nordeste do Brasil, em 1516, foi construído em 1631 pelos holandeses, que invadiram Pernambuco, Brasil, em busca da riqueza promovida pela atividade mercantil da cana de açúcar.


Devolvido à população após o investimento de R$ 350 mil do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para a realização de uma série de obras e ações de restauração e requalificação, o Forte Orange, localizado na Ilha de Itamaracá, litoral norte de Pernambuco, já recebeu mais de 130 mil visitantes.

O Forte, que fica em uma área de grande importância histórica e cultural e com exuberante paisagem, foi tombado pelo IPHAN em 1938 e na década de 1970 foi objeto de restauração fundamentada por pesquisas arqueológicas, históricas e arquitetônicas. O IPHAN em Pernambuco vem viabilizando a sua manutenção de modo a preservar a memória da presença holandesa e portuguesa e a importância dessa edificação militar para a historiografia brasileira.

Situado na entrada sul do Canal de Santa Cruz, local onde teve início a colonização portuguesa no Nordeste do Brasil, em 1516, foi construído em 1631 pelos holandeses, que invadiram Pernambuco em busca da riqueza promovida pela atividade mercantil da cana-de-açúcar. A obra é um dos marcos do sistema de defesa do litoral brasileiro e em 1654, após a derrota dos holandeses pela Coroa portuguesa, o Forte foi abandonado, ficando em ruínas. Foi recuperado pelos portugueses em 1696 retomando sua função militar.

As intervenções
Entre 2011 e 2012, visando à reabertura do Forte Orange ao público, o IPHAN executou diversas obras, como revisão de telhados; construção de passarelas em madeira para circulação dos visitantes sobre os terraplenos do forte; implementação de sinalização interna e de painel expositivo sobre pesquisas arqueológicas realizadas, bem como projetos de restauração e requalificação do Forte Orange e do seu entorno. Além das ações já realizadas, nos próximos anos, as metas fazem jus ao valor histórico e cultural da fortaleza para o Brasil: em curto prazo estão previstas intervenções com recursos na ordem de 10 milhões de reais provenientes Prodetur.

A restauração arquitetônica do edifício do Forte Orange, considerando o próprio edifício como elemento museológico; a recuperação da praça d’armas, localizando os vestígios das fundações do forte holandês (encontrados durante as pesquisas arqueológicas); implantação de salas expositivas sobre a história da fortificação, incluindo exposição permanente sobre o Forte Holandês; são exemplo dos projetos já elaborados. Em médio prazo, está previsto o investimento de cerca de 20 milhões de reais em obras de contenção do avanço do mar e melhoria dos acessos, com a  duplicação da rodovia de acesso e construção de ponte de madeira sobre o manguezal, bem como a interligação dos elementos turísticos,  com a implantação da Trilha dos Holandeses ligando a fortificação à Vila Velha, passando pela Igreja de São Paulo e pelas ruínas da casa onde abrigou-se o Padre Tenório, personagem da Revolução Pernambucana de 1817.

Discoveries have been hidden for decades in the Church of Our Lord of Bonfim in Pirenópolis, Goiás, Brazil. --- Descobertas obras há décadas ocultas em Igreja de Nosso Senhor do Bonfim de Pirenópolis, Goiás, Brasil.

Pirenópolis won another attraction. After three years of restoration, the Church of Our Lord of Bonfim will be reopened to religious celebrations and tourism in one week. In addition to all the restored and painted structure, the almost 260-year-old building, built by slaves, had the most beautiful and beautiful details fully recovered. Among them, decorative paintings on the side walls of the main altar and much of the wooden ceiling, covered over decades by mass and white paint.




With the restoration, the Church of the Bonfim happens to be the richest temple of Goiás, from the artistic point of view. Since the fire of the Igreja Matriz de Pirenópolis in 2002, the municipality 140km away from Brasilia had no more temple with all the original features. In Goiás Velho, the other historical city of the state, there is also no church with as many ornaments as Bonfim.

This was the first complete reform of the Church of Our Lord of Bonfim. In 2005, it underwent structural works, which included the restoration of the facade and the painting inside. For lack of money, the Institute of National Historical and Artistic Heritage (Iphan) did not restore the art elements. At the cost of R $ 600,000, the work began in 2010. At first, scraping the plaster and the white paint inside the building, technicians hired by Iphan had the pleasant surprise.





fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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Descobertas obras há décadas ocultas em Igreja de Nosso Senhor do Bonfim de Pirenópolis, Goiás, Brasil.

Pirenópolis ganhou mais uma atração. Após três anos de restauração, a Igreja de Nosso Senhor do Bonfim será reaberta às celebrações religiosas e ao turismo em uma semana. Além de toda a estrutura reformada e pintada, a edificação de quase 260 anos, construída por escravos, teve os mais singelos e belos detalhes totalmente recuperados. Entre eles, pinturas decorativas nas paredes laterais do altar-mor e em grande parte do forro de madeira, cobertas ao longo de décadas por massa e tinta brancas.

Com a restauração, a Igreja do Bonfim passa a ser o mais rico templo de Goiás, do ponto de vista artístico. Desde o incêndio da Igreja Matriz de Pirenópolis, em 2002, o município distante 140km de Brasília não tinha mais templo com todas as características originais. Em Goiás Velho, a outra cidade histórica do estado, também não há igreja com tantos adornos como a do Bonfim.

Essa foi a primeira reforma completa da Igreja de Nosso Senhor do Bonfim. Em 2005, ela passou por obras estruturais, que incluíram a recuperação da fachada e a pintura em seu interior. Por falta de dinheiro, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) não restaurou os elementos de arte. Ao custo de R$ 600 mil, a obra teve início em 2010. Logo no começo, raspando o reboco e a tinta branca do interior do edifício, técnicos contratados pelo Iphan tiveram a grata surpresa.