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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Facas, pistolas e pianos: como os tsares celebravam o Natal. --- Knives, pistols and pianos: how the tsars celebrated Christmas.

Família Romanov iniciou tradição na Rússia, com trocas de presentes e, posteriormente, eventos de caridade.

Cenas da vida familiar do imperador Nikolai I. Árvore de Natal no palácio Anitchkov Foto:Aleksêi Tchernichov

A tradição de se celebrar o Natal em casa, com árvore de natal e presentes, começou na corte russa durante o reinado de Nicolai I, com sua esposa, Aleksandra Fiódorovna. Nascida Princesa Charlotte, ela lembrava-se, durante esses feriados, de sua nativa Prússia.

As árvores eram montadas na véspera da data, em 24 de dezembro, imediatamente após a missa de natal, na Sala de Concertos ou na Rotunda do Palácio de Inverno. Cada membro da família tinha sua própria árvore decorada, perto da qual ficava uma mesa com presentes coberta por pano branco.

Desenho da Grã Duquesa Olga Aleksandrovna. Fonte: Arquivo

"Inicialmente, a majestade sempre nos reunia em aposentos interiores. Ali, perto das portas fechadas, [...] todas as crianças brigavam e se davam empurrões, inclusive os filhos do tsar, para ver quem chegava primeiro à cobiçada sala. A imperatriz entrava primeiro para verificar todas as mesas novamente, e nossos corações não se aguentavam de alegria, curiosidade e expectativas", escreveu a serviçal de honra da corte imperial Marie Fredericks.

Após a morte de Nicolai I, as festividades eram celebradas no Salão Dourado do Palácio de Inverno sob Aleksandr II, no Palácio Gatchina sob Aleksandr III, e no Palácio Aleksandr, em Tsarskoie Selô, sob Nikolai II.

Presentes reais

Os presentes no Natal palaciano eram providos por manufatureiros de São Petersburgo. Seus conjuntos de presentes eram variados. Em 1880, incluíam dois saquinhos de doces, duas tangerinas e duas maçãs.

Os Grão Duques recebiam uma caixa adicional de ameixas secas, e o imperador Aleksandr II, uma caixa de damascos.

Os principais presentes, porém, eram os que os membros da família imperial trocavam. O imperador e a imperatriz tentavam estimular os talentos de seus filhos. O caçula de Nikolai I, Grão Duque Mikhail Nikolaievitch, certa vez ganhou um violoncelo - instrumento que queriam aprender a tocar -, e sua irmã, Olga, um piano em 1843.

As crianças compravam presentes para os pais com seu próprio dinheiro ou criavam algo.

"O presente que eu sempre dava ao papai fazia com minhas próprias mãos. Eram pantufas vermelhas com cruzes brancas bordadas. Eu ficava tão feliz ao vê-lo vesti-las!", escreveu a Grã Duquesa Olga Aleksandrovna sobre os presentes que dava ao pai, Aeksandr III.

O presente mais extravagante foi, provavelmente, um revólver calibre 38 Smith & Wesson que Aleksandr III ganhou da imperatriz Maria Fiódorovna, com coldre e centenas de balas.

Eram tempos difíceis: isso aconteceu em dezembro de 1881, menos de nove meses desde o assassinato de Aleksandr II no centro de São Petersburgo. Os filhos, Nikolai e Gueórgui, ganharam facas inglesas da mãe.

Desenho da Grã Duquesa Olga Aleksandrovna. Fonte: Arquivo

Mas o presente mais original foi dado à Grã Duquesa Aleksandra Nikolaievna no Natal de 1843.

Ao entrar na Sala de Concertos do Palácio de Inverno, ela encontrou o Príncipe Frederick William de Hesse-Kassel, seu noivo havia seis meses, amarrado à árvore de Natal. O príncipe havia chegado na véspera, e seu casamento dar-se-ia em janeiro, mas sua chegada foi mantida em segredo.

Eventos de caridade

Em 1866, a família imperial organizou, pela primeira vez, um evento de Natal para 100 crianças pobres no Palácio Anitchkov. Elas receberam uma ceia, um casaco, sapatos, roupas quentes e roupas de baixo.

Desenho da Grã Duquesa Olga Aleksandrovna. Fonte: Arquivo

Depois da ceia, o Tsarevitch Aleksandr (o futuro tsar Aleksandr III), ordenou que a árvore de Natal fosse derrubada para que as crianças pudessem escolher um brinquedo como lembrança.

A partir de então, as festas de Natal para crianças carentes se tornaram eventos anuais. Em 1907, o imperador Nikolai II visitou seis eventos de Natal em Tsarskoie Selô - em hospitais, uma escola para enfermeiras e nas barracas da guarda.

"No centro da arena, havia uma plataforma com uma árvore de Natal gigante, que batia no teto, decorada com milhares de lâmpadas", escreveu o chefe da guarda imperial do palácio então, Aleksandr Spiridovitch, em seu livro "Os últimos anos da corte imperial em Tsarskoie Selô".

"Às duas em ponto, o imperador chegou com seus filhos e com a Grã Duquesa Olga Aleksandrovna. (...) Os militares vinham, em turnos, até a mesa com presentes e tiravam papeis aleatórios com números. As Grãs Princesas, o Tsarevitch e os oficiais encontravam os presentes que tinham os mesmos números marcados e os traziam a Olga Aleksandrovna, que os passava aos vencedores", escreveu.

"A distribuição de presentes entretinha muito o Tsarevitch. Ele ficava especialmente deliz quando alguém ganhava um despertador. Os oficiais montavam os alarmes e eles tocavam, trazendo grande alegria ao Tsarevitch."






Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.







--in via tradutor do google

Romanov family started a tradition in Russia, with exchanges of gifts and, later, charity events.



Scenes from the family life of Emperor Nikolai I. Christmas tree in the Anitchkov palace Photo: Aleksêi Tchernichov

The tradition of celebrating Christmas at home, with Christmas tree and gifts, began at the Russian court during the reign of Nicolai I, with his wife, Aleksandra Fyodorovna. Born Princess Charlotte, she remembered, during these holidays, her native Prussia.

The trees were set up on the eve of the day, on December 24, immediately after Christmas Mass, in the Concert Hall or in the Rotunda of the Winter Palace. Each member of the family had its own decorated tree, near which was a table with gifts covered by white cloth.

Drawing of the Grand Duchess Olga Aleksandrovna. Source: Archive

"At first, the majesty always gathered us into inner rooms, and there, close to the closed doors, [...] all the children fought and shoved, including the tsar's sons, to see who came first to the coveted room. I would go in first to check all the tables again, and our hearts would not hold out for joy, curiosity, and expectations, "wrote the Honorary Lady of the Imperial Court Marie Fredericks.

After the death of Nicolai I, the festivities were celebrated in the Golden Hall of the Winter Palace under Aleksandr II, at the Gatchina Palace under Aleksandr III, and at the Aleksandr Palace in Tsarskoye Selô under Nikolai II.

Real Gifts

Those present at the palatial Christmas were supplied by manufactures of St. Petersburg. Their sets of gifts were varied. In 1880, they included two sachets of sweets, two mandarins and two apples.

The Grand Dukes received an additional box of prunes, and the emperor Aleksandr II, a box of apricots.

The main gifts, however, were those that the members of the imperial family exchanged. The Emperor and Empress tried to stimulate the talents of their children. The youngest of Nikolai I, Grand Duke Mikhail Nikolaievich, once won a cello - an instrument they wanted to learn to play - and his sister, Olga, a piano in 1843.

Children bought gifts for their parents with their own money or created something.

"I was so happy to see you wearing them!" Wrote the Grand Duchess Olga Aleksandrovna about the gifts she gave to her father , Aeksandr III.

The most extravagant gift was probably a Smith & Wesson caliber 38 revolver that Aleksandr III won from the Empress Maria Fyodorovna, with a holster and hundreds of bullets.

These were difficult times: this happened in December 1881, less than nine months since the assassination of Aleksandr II in the center of St. Petersburg. The children, Nikolai and Gueórgui, won English knives from their mother.


Drawing of the Grand Duchess Olga Aleksandrovna. Source: Archive

But the most original gift was given to the Grand Duchess Aleksandra Nikolaevna at Christmas of 1843.

Entering the Winter Palace Concert Hall, she found Prince Frederick William of Hesse-Kassel, his fiance six months old, tied to the Christmas tree. The prince had arrived the day before, and his marriage would be in January, but his arrival was kept secret.

Charity events

In 1866, the imperial family organized for the first time a Christmas event for 100 poor children at Anitchkov Palace. They received a supper, a coat, shoes, warm clothes and underwear.

Drawing of the Grand Duchess Olga Aleksandrovna. Source: Archive

After supper, Tsarevitch Aleksandr (the future tsar Aleksandr III) ordered that the Christmas tree be dropped so the children could choose a toy as a souvenir.

From then on, Christmas parties for needy children became annual events. In 1907, Emperor Nikolai II visited six Christmas events in Tsarskoye Selô - in hospitals, a nursery school and guard stalls.

"In the center of the arena was a platform with a giant Christmas tree that struck the ceiling, decorated with thousands of lamps," wrote the then chief of the palace's imperial guard, Aleksandr Spiridovitch, in his book "The Last Years of the Court Imperial in Tsarskoye Selô ".

"At two o'clock the emperor arrived with his sons and Grand Duchess Olga Aleksandrovna ... The military came in turns to the table with presents and took random papers with numbers." The Princess Grains, Tsarevitch And the officers found the presents that had the same numbers marked and brought them to Olga Aleksandrovna, who handed them over to the winners, "he wrote.

"The distribution of gifts was very entertaining for the Tsarevitch, especially when somebody got an alarm clock, the officers set the alarms and they played, bringing great joy to Tsarevitch."






El Internet de las Cosas.

El "Internet de las Cosas" (IoC), es una red de objetos conectados que enlazan el mundo físico con el mundo de la información a través de la red de redes. Cuando el sistema TCP/IPv6 se puso en marcha en 2006, amplió las capacidades de Internet relacionando diferentes objetos con conectividad, en sensores y dispositivos para ser direccionables y comunicarse a través de la red. 

Este espacio aumentado de direcciones llegó a ser particularmente útil para la automatización: En los procesos industriales y de fabricación, facilitando tecnologías de seguimiento que supervisan el equipo sensible o materiales, compras en puntos de venta, seguimiento de pasaportes, gestión de inventarios, identificación, etcétera. Los microcircuitos integrados, sensores o diminutos procesadores conectados a un objeto, pueden transmitir información sobre el mismo, como el precio, antigüedad, la temperatura, el color, la presión, la humedad, y lo hace enviando esta información a otro dispositivo inteligente o una pieza de maquinaria conectada. 

Esta conexión en red permite la gestión remota, monitoreo de un estado de seguimiento y alerta si los objetos están en peligro de ser dañados o han alcanzado el estadio del mal estado. Para las instituciones de patrimonio cultural, las tecnologías en red tienen un enorme potencial para mejorar los esfuerzos de conservación, el aumento del acceso a los conocimientos contextuales y reinventar la interacción de las personas con las obras culturales. Los expertos prevén que las colecciones que estén en red permitirá que los objetos que las componen cuenten sus propias historias; con el Internet de las Cosas, las historias y los metadatos pueden ser potencialmente descargados de los mismos objetos, cambiando para siempre el paradigma de la interpretación y el compromiso de las colecciones con el público.


Ya no es descabellado imaginar un mundo en el que se conectan todas las personas, objetos y dispositivos para actuar en concierto, sin importar la marca o el vendedor. Esta idea también se conoce como "Internet del Todo" (IdT), que se compone de conexiones persona a persona, acompañados por las tecnologías en red de máquina a máquina (M2M) y máquina-a-persona. En este entorno de total conectividad, los sensores integrados en las máquinas, personas y objetos podrán capturar eventos en forma de datos que se envían a través de la red IPv6, para que las aplicaciones puedan crear información procesable. 

Muchos consumidores ya están familiarizados con este tipo de conectividad a través de su experiencia con Nest, un controlador de próxima generación que puede ser usado desde un teléfono inteligente. Por el lado de la industria, las tecnologías M2M están siendo utilizadas para la modernización de los ferrocarriles, equipos agrícolas, maquinaria de construcción, con capacidades de monitoreo en tiempo real. La domótica es otro campo en el que estos avances están tomando forma cada vez más rápidamente: Los museos inteligentes que nosotros promovemos tanto. En el mundo en el que se desarrolla el Internet de Todo, muchas opciones y decisiones estarán automatizadas, haciendo de la vida y, potencialmente, del aprendizaje, una experiencia mucho más eficiente y racionalizada, al alcance de todos.


El innovador desde hace mucho tiempo, en la tecnología de entretenimiento, Walt Disney World, ha utilizado esta innovación conectada para desarrollar el MagicBand, una pulsera "todo-en-uno" que optimiza la experiencia de vacaciones al permitir que los visitantes puedan abrir sus habitaciones de hotel, comprar alimentos y todo tipo de cosas, con un solo movimiento de muñeca. El uso de esta tecnología para mejorar la experiencia del visitante, puede ir mucho más allá de este tipo de acciones; la tecnología portátil puede evaluar nuestros signos vitales, lo que podría desencadenar automáticamente mensajes y notificaciones destinados específicamente para cada usuario. Por ejemplo, el ritmo cardíaco de alguien que se monta en una montaña rusa puede ser monitorizado. 

Los datos hacen un muestreo para recomendarle al usuario lo que pudiera resultarle finalmente más emocionante y seguro, algo que dispare aun más los niveles de circulación de la adrenalina en sangre, información que puede recibir en su teléfono inteligente. ¿Es retorcido? Ya se está haciendo. En el ámbito del museo, este modelo se puede adaptar fácilmente para aumentar la participación a través de la personalización; los signos vitales del cansancio de un visitante, por ejemplo, podrían desencadenar un mensaje al teléfono inteligente del mismo, para ofrecerle direcciones que conduzcan a un patio cercano donde puedan descansar y disfrutar de su entorno.


En la actualidad, las tecnologías de capacitación conectadas, tales como son los sensores inteligentes y chips, están bien entendidas, fácilmente producidas en masa y son de bajo coste. Por esta razón, un buen número de museos están incorporando las tecnologías de conectividad y localización en sus exposiciones. El IBeacon, una tecnología de Apple (los nuestros son los EVE DEC's) que funciona con transmisores Bluetooth para aplicaciones móviles, se ha convertido en un pilar muy importante para las instituciones de patrimonio cultural que utilizan sensores en red para enviar contenido personalizado a los visitantes, a través de sus dispositivos inteligentes. 

En 2014, el Museo Nacional de Gales fue el primer museo nacional en el mundo que se embarcó en un proyecto piloto en el que se colocaron 25 iBeacons en el museo, para apoyar a los visitantes con información personalizada. La tecnología integrada permite a los visitantes acceder a los contenidos y ver demostraciones digitales en cualquier momento, o visitar la "zona de aprendizaje" del museo, participar en actividades e incluso en concursos en línea desde su propio dispositivo móvil, y mucho más.

"Her", archivo EVE

El Internet de las Cosas tiene el potencial de crear un museo sin paredes, es decir, la tecnología en red puede dar lugar a un entorno en el que el conocimiento cultural se funde con nuestras actividades cotidianas, y al que se puede acceder en cualquier momento, desde cualquier lugar y al alcance de cualquier usuario. La gestión de los museos vislumbra una trayectoria que se está alineando estrechamente con la tecnología portátil, lo que disminuirá el uso de aplicaciones en favor de la generación de experiencias donde los humanos interactuarán directamente con los objetos de su entorno. 

En diciembre de 2014, el Museo Young de San Francisco comenzó a ofrecer la visita a través del uso de las famosas Google Glasses, habilitando una plataforma de narración móvil denominada GuidiGO, que aprovecha la tecnología Bluetooth LE y también con realidad aumentada, para crear una experiencia mejorada al visitante. Organizado en torno a una exposición de Keith Haring, los visitantes que usaron las Google Glasses accedían automáticamente el audio contextual y al contenido visual complementario cuando se acercaban a determinadas piezas. La realidad aumentada también ofrece una mirada más profunda a los objetos de la colección, y la oportunidad de detectar detalles que resultan imperceptibles a la vista humana.


El aumento de la accesibilidad de la tecnología Bluetooth y la tecnología en red también está creando condiciones para producir exposiciones, generando así experiencias memorables que se acoplan al visitante de forma única. Para el Día Internacional de Información y Asistencia sobre Minas Anti-personas, la ONU organizó una exposición en el New Museum de Nueva York, que incorpora la tecnología IBeacon y una aplicación móvil llamada "Sweeper", que detecta transmisores ocultos por toda la instalación. Diseñado para transmitir el miedo de vivir entre las minas terrestres, los visitantes que topan con un transmisor reciben una explosión que los sacude a través de sus auriculares, seguido por el testimonio de un sobreviviente. 


El Museo de Diseño Cooper Hewitt del Smithsonian se ha embarcado en el uso innovador de la tecnología Near Field Communication (NFC), en una exposición que permite a los visitantes utilizar lápices ópticos de dibujo conectados en red y con capacidad de captura de etiquetas NFC por todo el museo, o para crear su propia cuenta adscrita al museo desde el propio lápiz. Una vez que los visitantes están satisfechos con lo que han dibujado con el lápiz óptico, pueden enviar sus diseños a una pantalla interactiva para seguir trabajando en el dibujo, o bien para compartir la obra dibujada con amigos a través de las redes sociales.


El Internet de las Cosas también se está usando para monitorizar las condiciones en las que están determinadas pinturas, esculturas, además de otros objetos y artefactos expuestos en los museos que usan esta tecnología, en tiempo real y con la aplicación de sensores de superficie. Estos dispositivos pueden alertar a los responsables de las colecciones sobre cambios en la condición de una pieza, o mejor aún, desencadenar un mecanismo automático que mejorará las condiciones ambientales para garantizar su conservación. De hecho, la tecnología de vigilancia del medio ambiente se ha convertido en una parte crucial del proceso de conservación, no sólo para los objetos individuales, sino también para las estructuras arquitectónicas. 

El Museo de Arte del Condado de Los Ángeles (LACMA) está desarrollando actualmente un proyecto de conservación intensiva de las Torres Watts, un hito histórico arquitectónico de mediados del siglo XX, que fue construido a mano utilizando varillas de acero envueltas en malla de alambre y recubiertas después con cemento. Para garantizar que no haya desperfectos en las torres, el Departamento de Conservación del LACMA ha instalado un sistema inteligente integral dentro de la propia estructura, utilizando sensores que monitorizan constantemente posibles movimientos que pudieran generar grietas en el edificio. Las posibles aplicaciones que utilicen este tipo de tecnología son enormes.








fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

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