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sexta-feira, 14 de abril de 2017

"Loulé Territories, Memories, Identities", the new temporary exhibition at the National Archaeological Museum, is already under construction. --- “Loulé Territórios, Memórias, Identidades”, a nova exposição temporária no Museu Nacional de Arqueologia, está já em montagem.

"Everything here speaks of a time before history, in which Africa was united to Europe, and at the same time it hides everything." Later, much later, when the herbs gave flowers, and there were already men to harvest them, Successive peoples of the prehistoric world here came to settle, because there was good soil, bright sun and calm sea, and it was after age, they were leaving the trail of their manufacturing hands in the generous soil they inhabited. Loulé's Lands continue to be a peaceful place, a mother's place, a place to receive all those who come for good.What other words to use? The words of those who love are always banal. "(Lídia Jorge, in Exhibition Catalog)


The exhibition is a joint initiative of the National Archaeological and Municipal Museums of Loulé and brings together more than 500 cultural assets that bear witness to the last seven millennia of history of the largest and most populated municipality in the Algarve, Loulé.

Resulting from the Protocol of collaboration between the Directorate General of Cultural Heritage / National Museum of Archeology and the Municipality of Loulé, celebrated on March 8, 2016, "Loulé. Territories, Memories, Identities "is an exhibition that is part of a long tradition of cooperation between the National Archaeological Museum and the local authorities.

Curated by Victor S. Gonçalves, Catarina Viegas and Amílcar Guerra, from the University of Lisbon, Helena Catarino, from the University of Coimbra and Luís Filipe Oliveira, from the University of the Algarve, and associated with the themes that treat other collaborators, the exhibition reveals the occupation From the Prehistory to the Middle Ages with a collection coming from several institutions of the country, which besides being a rich archaeological legacy, reveals the umbilical relationship that the National Archaeological Museum has with Loulé and the Algarve.

For one simple reason: the foundational collections of the National Museum of Archeology are closely linked to the Algarve and Loulé.
First of all, because in 1894 it was integrated into the collection of the Museum the collection gathered by the Algarve Estacio da Veiga, which was then proposed to create the Archaeological Museum of the Algarve. In addition, the ethnographer Manuel Viegas Guerreiro, a native of Querença and consequently a Loulean, was Director of the National Museum of Archeology between 1974 and 1975. He was also one of the closest collaborators of José Leite de Vasconcelos, founder of the National Museum of Archeology, and a Of the most prominent scholars and continuator of his work.


Vítor Aleixo, Mayor of Loulé, commented on this partnership in terms of foresight, saying that this is one of the most important events of the year 2017 for the county: "For many months we will be on the showcase of the country, with an exhibition Organized in collaboration with the National Museum of Archeology, in the west wing of the Jeronimos Monastery. It will be a high moment, because Loulé has never shown this way. "






fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

https://www.hardmusica.pt/cultura/museus/35452-museu-nacional-de-arqueologia-de-loule-prepara-nova-exposicao.html

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.




--pt
“Loulé Territórios, Memórias, Identidades”, a nova exposição temporária no Museu Nacional de Arqueologia, está já em montagem.

"Aqui, tudo fala de um tempo antes da História, em que a África estava unida à Europa, e ao mesmo tempo tudo esconde. Depois, muito mais tarde, quando as ervas deram flores, e já existiam homens para colhê-las, levas sucessivas de povos do mundo pré-histórico aqui vieram fixar-se, porque ali havia terra boa, sol brilhante e mar tranquilo, e era após era, foram deixando o rasto das suas mãos fabricadoras no solo generoso que habitaram. Hoje, passados milhares de anos, o movimento é semelhante. As Terras de Loulé continuam a ser um lugar pacífico, um lugar mãe, um lugar de receber todo aquele que vier por bem. Que outras palavras usar? São sempre banais as palavras de quem ama.” (Lídia Jorge, in Catálogo da Exposição)


A exposição é uma iniciativa conjunta dos Museus Nacional de Arqueologia e Municipal de Loulé e reúne mais de 500 bens culturais que testemunham os últimos sete milénios de história do maior e mais povoado concelho do Algarve, Loulé.

Resultante do Protocolo de colaboração entre a Direção-Geral do Património Cultural/Museu Nacional de Arqueologia e a Câmara Municipal de Loulé, celebrado a 8 de março de 2016, “Loulé. Territórios, Memórias, Identidades” é uma exposição que se insere numa longa tradição de cooperação do Museu Nacional de Arqueologia com as autarquias.

Comissariada por Victor S. Gonçalves, Catarina Viegas e Amílcar Guerra, da Universidade de Lisboa, Helena Catarino, da Universidade de Coimbra e Luís Filipe Oliveira, da Universidade do Algarve, e que associaram aos temas que tratam outros colaboradores, a exposição revela a ocupação humana do território louletano desde a Pré-história à Idade Média com um acervo proveniente de várias instituições do país, que para além de constituir um rico legado arqueológico, revela a relação umbilical que o Museu Nacional de Arqueologia tem com Loulé e o Algarve.

Por uma simples razão: as colecções fundacionais do Museu Nacional de Arqueologia estão intimamente ligadas ao Algarve e a Loulé.
Desde logo porque em 1894 foi integrada no acervo do Museu a colecção reunida pelo algarvio Estácio da Veiga, que se tinha proposto então criar o Museu Arqueológico do Algarve. Acresce que o etnógrafo Manuel Viegas Guerreiro, natural de Querença e por consequência louletano, foi Director do Museu Nacional de Arqueologia entre 1974 e 1975. Foi também um dos colaboradores mais próximos de José Leite de Vasconcelos, fundador do Museu Nacional de Arquelogia, e um dos mais proeminentes estudiosos e continuador da sua obra.


Vítor Aleixo, Presidente da Câmara Municipal de Loulé, comentou esta parceria em jeito de previsão, afirmando tratar-se de um dos mais importantes acontecimentos do ano de 2017 para o concelho: “Durante muitos meses iremos estar na montra do país, com uma exposição organizada em colaboração com o Museu Nacional de Arqueologia, na ala poente do Mosteiro dos Jerónimos. Será um momento alto, pois nunca Loulé se mostrou assim”.








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