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terça-feira, 4 de abril de 2017

The Villa-Lobos Museum - Heitor Villa-Lobos Brazilian composer (1887-1959) in Rio de Janeiro, Brazil. --- O Museu Villa-Lobos - Heitor Villa-Lobos compositor brasileiro (1887-1959) no Rio de Janeiro, Brasil.

One of the most important musicians of his time all over the world, the creator of the nine Brazilian Bachianas, a series in which he demonstrated the similarity of modulations and counterantos of the Brazilian musical folklore with the music of Bach, and considered, still in life, the greatest composer of the Americas. Precoce, had his first lessons of music, with cello, with his father, Raul Villa-Lobos.








In early adolescence he played guitar, clarinet and cello with virtuosity and his contact with popular musicians of his time and with traditional music marked his formation and influenced his music directly. He expanded his contact with popular music to meet Ernesto Nazaré and, in search of folk roots, began a pilgrimage through Brazil (1905).


He was in the Northeast, in the South, in the Midwest and in the Amazon. Back in Rio he began his production (1913), already addressing the most diverse genres. He was distinguished by being the only Brazilian composer to participate directly in the Week of Modern Art (1922), in São Paulo, presenting works of his first phase, still strongly linked to French impressionism. His most modern works are, especially since the 1920s, with the admirable series of Choros. The following year he went to Paris, where he was finally consecrated in the Gaveau room (1927) and three years later (1930), when he decided to return to Brazil, he was already famous throughout Europe.

While continuing his activity as a composer, he obtained official support, in São Paulo, for conducting musical caravans through the interior of the State. Later, in Rio de Janeiro, where he also died, he promoted gigantic orpheonic concentrations. He created the Superintendence of Musical and Artistic Education of the City Hall of the Federal District (1931) and, shortly afterwards, the National Conservatory of Orfeonic Singing, destined to the formation of teachers for the first and second degree schools.

Its educational effort, undertaken through singing, culminated in the officialisation of music teaching in schools. He founded (1945) the Brazilian Academy of Music (ABM), in the style of the French Academy, a non-profit cultural institution composed of forty academics, prominent personalities in the Brazilian musical environment in the areas of musical composition, interpretation and musicology. Founder of the Chair No. 1 of ABM, allocated, by will, half of the copyrights of his work, which constituted a fundamental part of the institution's resources. He composed about a thousand works and its importance lies, among other things, in having reformulated the concept of musical nationalism, becoming its greatest exponent. It was also through him that Brazilian music was represented in other countries, culminating in becoming universal. His vast work, which included concerts, symphonies, operas, ballets, symphonic suites and isolated pieces, the Bachianas and choros were the axis of his production.

The Bachianas have become, all over the world, their best known works. Particularly popular is the Bachianas fifth, for soprano and set of cellos (1938). Other notable compositions were Floral Suite for Piano
(1914), the Black Swan Song for Piano and Cello (1917), the Uirapuru Ballet (1917), the Malazarte Opera (1921), the African Dances (1924), the Serenas Vocal Pieces (1925), composed on verses by poets Such as Manuel Bandeira, the Discovery Suite of Brazil (1937), the symphonies of the Mountains of Brazil (1944) and Sumé Pater Patrium (1952). He also wrote several studies, preludes and a concert, dedicated to the Spanish guitarist Andrés Segovia and in several works of its initial phase is remarkable the influence of Debussy. In the year following his death, his entire collection was protected by the Villa-Lobos Museum, created in 1960 by President Juscelino Kubitschek, and headed for 25 years by its founder, Arminda Villa-Lobos.

The Villa-Lobos Museum is a unit of the National Historical and Artistic Heritage Institute (IPHAN) of the Ministry of Culture







fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


video 6:50 min

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.







--br
O Museu Villa-Lobos - Heitor Villa-Lobos compositor brasileiro (1887-1959) no Rio de Janeiro, Brasil. 

Um dos mais importantes músicos de sua época em todo o mundo, criador das nove Bachianas brasileiras, série em que demonstrou a semelhança de modulações e contracantos do folclore musical brasileiro com a música de Bach, e considerado, ainda em vida, o maior compositor das Américas. Precoce, teve suas primeiras lições de música, com violoncelo, com seu pai, Raul Villa-Lobos.

No início da adolescência já tocava violão, clarinete e violoncelo com virtuosismo e seu contato com músicos populares de seu tempo e com a música tradicional marcou fundamente sua formação e influenciou diretamente sua música. Ampliou seu contato com a música popular ao conhecer Ernesto Nazaré e, em busca das raízes folclóricas, iniciou uma peregrinação pelo Brasil (1905). 


Esteve no Nordeste, no Sul, no Centro-Oeste e na Amazônia, de volta ao Rio deu início a sua produção (1913), já abordando os mais diversos gêneros. Destacou-se por ser o único compositor brasileiro a participar diretamente da Semana de Arte Moderna (1922), em São Paulo, apresentando ali obras de sua primeira fase, ainda fortemente ligadas ao impressionismo francês. Suas obras mais modernas situam-se, sobretudo a partir da década de 20, com a admirável série dos Choros. No ano seguinte foi a Paris, onde enfim foi consagrado na sala Gaveau (1927) e três anos depois (1930), quando decidiu voltar para o Brasil, já era famoso em toda a Europa. 

Enquanto prosseguia sua atividade como compositor, obteve apoio oficial, em São Paulo, para a realização de caravanas musicais pelo interior do Estado. Depois, no Rio de Janeiro, cidade onde também morreu, promoveu gigantescas concentrações orfeônicas. Criou a Superintendência de Educação Musical e Artística da Prefeitura do Distrito Federal (1931) e, pouco mais tarde, o Conservatório Nacional de Canto Orfeônico, destinado à formação de professores para as escolas de primeiro e segundo graus. 

Seu esforço educacional, empreendido por meio do canto, culminou com a oficialização do ensino de música nas escolas. Fundou (1945) a Academia Brasileira de Música (ABM), nos moldes da Academia Francesa, uma instituição cultural sem fins lucrativos composta de quarenta acadêmicos, personalidades de destaque no meio musical brasileiro nas áreas da composição musical, da interpretação e da musicologia. Fundador da Cadeira nº 1 da ABM, destinou, por testamento, metade dos direitos autorais de sua obra, o que constituiu uma parte fundamental dos recursos da instituição. Compôs cerca de mil obras e sua importância reside, entre outros aspectos, no fato de ter reformulado o conceito de nacionalismo musical, tornando-se seu maior expoente. Foi, também, através dele que a música brasileira se fez representar em outros países, culminando por se universalizar. Sua vasta obra, que incluiu concertos, sinfonias, óperas, bailados, suítes sinfônicas e peças isoladas, as bachianas e os choros constituíram o eixo de sua produção. 

As Bachianas se tornaram, no mundo inteiro, suas obras mais conhecidas. Particularmente popular é a quinta das Bachianas, para soprano e conjunto de violoncelos (1938). Outras composições notáveis foram Suíte floral para piano 
(1914), Canto do cisne negro para piano e violoncelo (1917), o bailado Uirapuru (1917), a ópera Malazarte (1921), as Danças africanas (1924), as peças vocais Serestas (1925), compostas sobre versos de poetas como Manuel Bandeira, a suíte Descobrimento do Brasil (1937), as sinfonias Montanhas do Brasil (1944) e Sumé Pater Patrium (1952). Escreveu também vários estudos, prelúdios e um concerto, dedicados ao violonista espanhol Andrés Segovia e em várias obras de sua fase inicial é marcante a influência de Debussy. No ano seguinte à sua morte, todo o seu acervo passou a ser resguardado pelo Museu Villa-Lobos, criado em 1960 por determinação do Presidente Juscelino Kubitschek, e dirigido, durante 25 anos, por sua fundadora, Arminda Villa-Lobos. 

O Museu Villa-Lobos é uma unidade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional– IPHAN, do Ministério da Cultura

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