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sábado, 17 de junho de 2017

Jam-packed Refugee Day schedule in Brazil. --- Calendário do Dia dos Refugiados com Jam-packed no Brasil

Rio de Janeiro’s Museum of Tomorrow will host a seminar on asylum and an exhibit on climate change-driven displacements. Many other events will happen starting this weekend, with the UNHCR as a partner.


São Paulo – Next Tuesday, June 20 is World Refugee Day, and a jam-packed schedule will mark the date in Brazil. The United Nations, museums and organizations will carry out cultural activities, art exhibits, fairs and discussions on asylum. The events begin in the weekend in several cities, including Brasília (DF), São Paulo (SP) and Rio de Janeiro (RJ).

Mariana dam disaster is portrayed

Rio’s Museum of Tomorrow will co-host a seminar and an exhibit with the United Nations High Commissioner for Refugees (UNHCR). Seminar “Voices of Asylum,” will cover forced displacements on June 20. It will begin with a global overview of asylum, featuring UNHCR representative in Brazil Isabel Marquez and Serge Makanzu Kiala, a refugee who works as a guide at the Museum of Tomorrow, plus specialists on the matter.

The seminar will then move on to forced displacements prompted by climate change. Museum of Tomorrow content writer Eduardo Carvalho explains that there are no specific laws covering these situations, which the museum terms as ‘environmental asylum,’ and that the intention is to spark debate. The final panel will focus on actions taken by refugee-oriented organizations in Brazil.

Also opening at the Museum of Tomorrow on June 21 will be the exhibition “Displaced Lives,” a partnership with Agence France Presse (AFP) and the UNHCR – a portrayal of asylum from the perspective of climate issues. The show will rely on room design, texts and photographs to portray natural or man-made events conducive to environmental asylum, including a typhoon in Myanmar and the dam collapse in Mariana, Minas Gerais.

The exhibit was created by the Museum of Tomorrow, with Leonardo Menezes as curator, Emanuel Alencar as assistant curator, as well as Carvalho himself – all of whom are Museum staff. Carvalho explains that the ethical pillars that the Museum of Tomorrow was built upon include sustainability and peaceful coexistence, hence the focus on asylum.

Elsewhere in Brazil, the UNHCR has partnered up with organizations for MigrArte, opening on Saturday (17) at Brasília’s National Museum and featuring film, music, art and gastronomy. Handicraft and food by refugees will be on display, and the film showing “Olhares sobre o Refúgio” (Perspectives on Asylum) will feature Brazilian and international movies. The showing has travelled to other parts of Brazil and is now showing at Rio de Janeiro’s Espaço Cultura Oi until June 27. It will run from June 22 to 27 in São Paulo’s CineSesc.

Another event in which the UNHCR is involved is the 1st Statewide Meeting on Migration and Asylum, hosted by the São Paulo State Secretariat for Justice and Citizenship. This event will see the launch of the UNHCR report Global Trends – Forced Displacements in 2016, with data on the humanitarian impact of wars.

On June 20, the report will be presented at Palácio do Itamaraty in Rio, and the UNHCR will launch its Criança em Fuga campaign (Portuguese for Fleeing Child), whose goal is to ensure protection is in place for refugees and asylum-seekers in Central America’s Northern Triangle (Guatemala, Honduras and El Salvador).

In São Paulo, the Museum of Modern Art (MAM) and the Refugee Reintegration Institute (Adus) will host the chat Fronteiras e Culturas Borders and Cultures, featuring journalist and volunteer worker André Naddeo, who’s active in the refugee crisis in Greece, Cedric Mataawè Binoa, from Togo, and Adus director Marcelo Haydu, with moderation from artist Lourival Cuquinha. A band featuring Congolese and Angolan members will perform.

Saturday, 24, will see an ethnic fair as refugees offer products in front of the Museum of Modern Art, from 12 pm to 5:30 pm. At 3 pm, there will be storytelling from Syrian refugee Anas Obeid, a journalist who turned entrepreneur in Brazil, and Nigeria’s Shakiru Olawale Kareem, who has a background in Marketing and teaches English lessons.



Isaura Daniel*
isaura.daniel@anba.com.br
Yasuyoshi Chiba/AFP




fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

http://www2.anba.com.br/noticia/21875352/services/jam-packed-refugee-day-schedule-in-brazil/

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 
A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.










-br via tradutor do google
Calendário do Dia dos Refugiados com Jam-packed no Brasil

O Museu do Amanhã do Rio de Janeiro organizará um seminário sobre asilo e uma exposição sobre os deslocamentos por mudança climática. Muitos outros eventos acontecerão a partir deste fim de semana, com o UNHCR como parceiro.

São Paulo - A próxima terça-feira, 20 de junho é o Dia Mundial do Refugiado, e um horário repleto irá marcar a data no Brasil. As Nações Unidas, museus e organizações realizarão atividades culturais, exposições de arte, feiras e discussões sobre asilo. Os eventos começam no fim de semana em várias cidades, incluindo Brasília (DF), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ).


O desastre da barragem de Mariana é retratado

O Museu do Ato do Rio será co-anfitrião de um seminário e uma exposição com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR). Seminário "Voices of Asylum", irá abranger os deslocamentos forçados no dia 20 de junho. Começará com uma visão global do asilo, com representante do ACNUR no Brasil Isabel Marquez e Serge Makanzu Kiala, um refugiado que trabalha como guia no Museu do Amanhã, Mais especialistas sobre o assunto.

O seminário passará então para deslocamentos forçados motivados pelas mudanças climáticas. O escritor de conteúdo do Museu de Mañana, Eduardo Carvalho, explica que não há leis específicas que cobrem essas situações, que o museu designa como "asilo ambiental" e que a intenção é despertar o debate. O painel final se concentrará em ações realizadas por organizações orientadas para refugiados no Brasil.

Também se inaugurará no Museu do Amanhã em 21 de junho será a exposição "Vidas Deslocadas", uma parceria com a Agence France Presse (AFP) e o ACNUR - um retrato do asilo sob a perspectiva de questões climáticas. O show contará com design de salas, textos e fotografias para retratar eventos naturais ou feitos pelo homem, que conduzam ao asilo ambiental, incluindo um tufão em Mianmar e o colapso da barragem em Mariana, Minas Gerais.

A exposição foi criada pelo Museu do Amanhã, com Leonardo Menezes como curador, Emanuel Alencar como curador assistente, bem como o próprio Carvalho - todos funcionários do museu. Carvalho explica que os pilares éticos que o Museu do Amanhã foi construído incluem sustentabilidade e convivência pacífica, daí o foco no asilo.

Em todo o Brasil, o ACNUR fez parcerias com organizações para o MigrArte, inaugurando no sábado (17) no Museu Nacional de Brasília e apresentando filmes, música, arte e gastronomia. O artesanato e os alimentos dos refugiados serão exibidos, e o filme que mostra "Olhares sobre o Refúgio" apresentará filmes brasileiros e internacionais. A exibição viajou para outras partes do Brasil e agora está sendo exibida no Espaço Cultura Oi do Rio de Janeiro até 27 de junho. Ela vai decorrer de 22 a 27 de junho no CineSesc de São Paulo.

Outro evento em que o ACNUR está envolvido é o 1º Encontro Estadual sobre Migração e Asilo, organizado pela Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo. Este evento verá o lançamento do relatório UNHCR Global Trends - Forced Displacements em 2016, com dados sobre o impacto humanitário das guerras.

Em 20 de junho, o relatório será apresentado no Palácio do Itamaraty no Rio, e o ACNUR lançará sua campanha Criança em Fuga, cujo objetivo é assegurar a proteção de refugiados e requerentes de asilo na Central Triângulo do norte da América (Guatemala, Honduras e El Salvador).

Em São Paulo, o Museu de Arte Moderna (MAM) e o Instituto de Reintegração de Refugiados (Adus) serão anfitriões do bate-papo Fronteiras e Culturas Fronteiras e Culturas, com o jornalista e voluntário André Naddeo, que atua na crise de refugiados na Grécia, Cedric Mataawè Binoa, do Togo e do diretor Adus, Marcelo Haydu, com moderação do artista Lourival Cuquinha. Uma banda com membros congoleses e angolanos irá realizar.

Sábado, 24, verá uma feira étnica que os refugiados oferecem produtos em frente ao Museu de Arte Moderna, das 12h às 17h30. Às 3 da noite, haverá narração do refugiado sírio Anas Obeid, jornalista que virou empresário no Brasil, e Shakiru Olawale Kareem, da Nigéria, que possui formação em Marketing e ensina aulas de inglês.



Yasuyoshi Chiba / AFPIsaura Daniel *
Isaura.daniel@anba.com.br

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