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quarta-feira, 7 de junho de 2017

National Museum celebrates 199 years of creation. --- Museu Nacional comemora 199 anos de criação.

In commemoration of the 199th anniversary of the creation of the National Museum - on June 6, 1818, in Quinta da Boa Vista, north of Rio de Janeiro - a special anniversary program was opened today (6) and will run until next Sunday (11).

Fossils and reproductions of animals and plants that existed in the Devonian period. 
One of the stars of the show is the trilobite, which measures approximately five centimeters
 and was one of the most developed at the time.

Exhibitions, workshops and guided tours are part of the activities that will allow visitors to take a trip through science, history and culture.

The program begins the official calendar of the institution's bicentenary celebrations, which will take place in 2018, said Cláudia Rodrigues Ferreira de Carvalho, director of the National Museum, linked to the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ).

The activities are aimed at visitors of all ages. Tickets cost R $ 6 (whole) and R $ 3 (half). For children under 5 years and persons with disabilities, admission is free. On days 9, 10 and 11, entry will be open to all people.

Geological period

Highlight in programming, the permanent exhibition At the time when Brazil was sea: the world 400 million years ago, seen from the fossils of the National Museum collections was opened today (6) in the afternoon, focusing on the Devonian geological period, Situated in the time span between 420 million and 360 million years.

"In that period, approximately 50% of the Brazilian territory was under great shallow seas, on the continental plates. Much of Brazil, at that time, was sea, and life was proliferating in the marine environment. Marine invertebrates were the most abundant beings in the country, "said show curator Sandro Marcelo Scheffler, a professor in the Department of Geology and Paleontology at the National Museum.

The focus of the exhibition is on marine invertebrates and their more common and familiar groups, such as sea stars and snail shells, and stranger ones, such as the trilobites, which constitute an entire group of arthropods that went extinct for more than 200 million years.

At the exhibition, with about 80 samples of fossil invertebrates never exposed, visitors will be able to appreciate a reconstruction of 1 meter in length of a trilobite, whose species was originally between 5 and 10 centimeters. "For the public to be able to look at what this animal was like, unfamiliar to most people," said the curator.

Most of the marine invertebrate species were collected in Brazilian states such as Pará, Piauí, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul and Paraná. They make up the collection of the National Museum, the oldest collection of the genre of South America.

"We have fossils from historical collections, such as the collection of the Geological Commission of the Empire, collected over 140 years ago, in the 19th century; Of the Caster Collection, which represents the largest repatriation process ever made of fossils in Brazil. A ton of fossils, collected in the 1940s by a professor at the University of Cincinnati in the United States, have returned to the National Museum and are now returning to Brazil for donation, "he said.

According to Sandro Scheffler, this is a good opportunity for visitors to know what Brazil was like in ancient times. "Just to get an idea, it was (a time) long before the dinosaurs came, almost 200 million years before the dinosaurs."

Friends of the Museum

Another exhibition inaugurated today (6), this time of a temporary nature, is Friends of The Museum: 80 years, which marks the trajectory of the Friends of the National Museum Association, a non-profit organization founded in 1937. "Maybe it is one of the oldest NGOs in Brazil and the first association of friends in the country, the first science house and the first museological institution in Brazil," said curator Débora de Oliveira Pires.

After an inconstant trajectory, the Association of Friends of the National Museum "reared, professionalized and expanded," Débora said.

The exhibition is divided into parts. One of them has a large central table, accessible at a height for children and wheelchair users, where visitors can interact, through touch on an interactive screen, with the entire collection of the museum. A skull of alligator (Melanosuchus niger), a species known for its deadly bite, was collected on the Guaporé River in Rondônia.

Marine life can be appreciated through the Living Coral Project, which focuses on the conservation and sustainable use of coral reefs.

The association currently has 70 members. Everyone volunteers to help raise funds for the museum. The entity tries to obtain funds from the National Bank for Economic and Social Development (BNDES) to revitalize the National Museum and organize the bicentennial celebrations.

The exhibition will be available to the public until June 6, 2018, when it will give place to another exhibition, already within the schedule of the bicentenary.

Carnival

The School of Samba Imperatriz Leopoldinense officially launches tonight its plot for the next carnival, which will honor the 200 years of the National Museum. The solemnity will count on the presence of components and members of the battery of the green, white and gold school of Ramos, northern zone of Rio.

"This participation is a gift that the school also gives to the museum so that we can, in a way, be represented in one of the biggest popular festivals in Brazil," said Claudia Carvalho.

"We understand that to exalt such an institution through the parade of a samba school, is to rescue the national culture, is to show the value of the historical content of the collection of this museum, due to the influence of the Empress Leopoldina herself in the formation of the Museum National, "said the carnival of the Empress, Cahê Rodrigues.






fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti



Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 
A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.








--br
Museu Nacional comemora 199 anos de criação.

Em comemoração aos 199 anos da criação do Museu Nacional – no dia 6 de junho de 1818, na Quinta da Boa Vista, zona norte do Rio de Janeiro – uma programação especial de aniversário foi aberta hoje (6) e se estenderá até o próximo domingo (11).

Fósseis e reproduções de animais e plantas que existiam no período Devoniano. Uma das estrelas da mostra é o trilobita, que media aproximadamente cinco centímetros e 
era um dos mais desenvolvidos na época. 

Exposições, oficinas e visitas guiadas integram as atividades que permitirão aos visitantes fazer uma viagem pela ciência, pela história e pela cultura.

A programação dá início ao calendário oficial de comemorações do bicentenário da instituição, que ocorrerá em 2018, disse Cláudia Rodrigues Ferreira de Carvalho, diretora do Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

As atividades são destinadas a visitantes de todas as idades. Os ingressos custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Para menores de 5 anos e pessoas com deficiência, a entrada é gratuita. Nos dias 9, 10 e 11, a entrada será franca para todas as pessoas.

Período geológico

Destaque na programação, a exposição permanente No tempo em que o Brasil era mar: o mundo há 400 milhões de anos, visto a partir dos fósseis das coleções do Museu Nacional foi aberta hoje (6) à tarde, com enfoque no período geológico devoniano, situado no intervalo de tempo entre 420 milhões e 360 milhões de anos.

“Nesse período, aproximadamente 50% do território brasileiro estavam debaixo de grandes mares rasos, sobre as placas continentais. Boa parte do Brasil, nesse momento, era mar, e a vida proliferava no ambiente marinho. Eram os invertebrados marinhos os seres mais abundantes no país”, disse o curador da mostra, Sandro Marcelo Scheffler, professor do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional.

O foco da exposição são os invertebrados marinhos e seus grupos mais comuns e familiares, como estrelas do mar e conchas de caramujo, e outros mais estranhos, como os trilobitas, que constituem um grupo inteiro de artrópodes que se extinguiu há mais de 200 milhões de anos.

Na exposição, com cerca de 80 amostras de invertebrados fósseis nunca expostas, os visitantes poderão apreciar uma reconstituição de 1 metro de comprimento de um trilobita, cuja espécie tinha originalmente entre 5 e 10 centímetros. “Para o público poder olhar como era esse bicho, pouco familiar à maioria das pessoas”, disse o curador.

A maioria das peças de organismos invertebrados marinhos foi coletada em estados brasileiros como Pará, Piauí, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. Elas compõem o acervo do Museu Nacional, mais antiga coleção do gênero da América do Sul.

“Nós temos fósseis de coleções históricas, como a coleção da Comissão Geológica do Império, coletada há mais de 140 anos, no século 19; da Coleção Caster, que representa o maior processo de repatriação já feito de fósseis do Brasil. Voltaram ao Museu Nacional uma tonelada de fósseis, coletados na década de 40 por um professor da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, e que agora estão retornando ao Brasil por doação”, citou.

Segundo Sandro Scheffler, esta é uma boa oportunidade de os visitantes conhecerem como era o Brasil em épocas muito antigas. “Só para ter uma ideia, era (uma época) muito antes do surgimento dos dinossauros, quase 200 milhões de anos antes dos dinossauros.”

Amigos do Museu

Outra exposição inaugurada hoje (6), desta vez de caráter temporário, é a Amigos d'O Museu: 80 anos, que marca a trajetória da Associação Amigos do Museu Nacional, organização não governamental (ONG) sem fins lucrativos, fundada em 1937. “Talvez seja uma das ONGs mais antigas do Brasil e a primeira associação de amigos do país, da primeira casa de ciência e primeira instituição museológica do Brasil”, destacou a curadora da mostra, Débora de Oliveira Pires.

Após uma trajetória inconstante, a Associação de Amigos do Museu Nacional “reergueu- se, profissionalizou-se e expandiu-se”, disse Débora.

A exposição está dividida em partes. Uma delas apresenta uma grande mesa central, em altura acessível para crianças e cadeirantes, onde os visitantes podem interagir, por meio de toque em uma tela interativa, com todo o acervo do museu. Destaque para um crânio de jacaré-açu(Melanosuchus niger), espécie conhecida por sua mordida mortífera, que foi coletado no Rio Guaporé, em Rondônia.

Já a vida marinha pode ser apreciada por meio do Projeto Coral Vivo, voltado para a conservação e o uso sustentável dos recifes de coral.

A associação conta atualmente com 70 membros. Todos trabalham de maneira voluntária para ajudar a captar recursos para o museu. A entidade tenta obter recursos com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para revitalização do Museu Nacional e organização das comemorações do bicentenário.

A mostra ficará à disposição do público até o dia 6 de junho de 2018, quando dará lugar a outra exposição, já dentro da programação do bicentenário.

Carnaval

A Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense lança hoje à noite, oficialmente, seu enredo para o próximo carnaval, que homenageará os 200 anos do Museu Nacional. A solenidade contará com a presença de componentes e integrantes da bateria da escola verde, branco e ouro de Ramos, zona norte carioca.

“Essa participação é um presente que a escola dá também ao museu de a gente poder, de certa forma, ser representado em uma das maiores festas populares do Brasil”, disse Claudia Carvalho.

“A gente entende que exaltar uma instituição como essa, através do desfile de uma escola de samba, é resgatar a cultura nacional, é mostrar o valor do conteúdo histórico do acervo desse museu, por conta da influência da própria imperatriz Leopoldina na formação do Museu Nacional”, disse o carnavalesco da Imperatriz, Cahê Rodrigues.

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