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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Museu Histórico de Santa Catarina, Brasil, abre edital de exposições para 2017/2018 com premiação. --- Historical Museum of Santa Catarina, Brazil, opens an exhibit for 2017/2018 with awards

Estão abertas até 31 de janeiro de 2017 as inscrições para o Edital de Exposições de Curta Duração do Museu Histórico de Santa Catarina, espaço administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) no Palácio Cruz e Sousa, no centro de Florianópolis. Pela primeira vez, a seleção irá pagar R$ 2 mil para cada uma das quatro propostas selecionadas para integrar o calendário do Museu em 2017/2018.

As exposições ocorrerão entre abril de 2017 e fevereiro de 2018, na Sala Martinho de Haro e/ou Jardins do Museu. As propostas deverão abordar, preferencialmente, temas relacionados com a História, Memória e Patrimônio Cultural. 

Podem participar do processo de seleção proponentes brasileiros ou estrangeiros em situação legal no país. Será permitida a cada proponente a inscrição de uma proposta individual ou uma coletiva.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail secretariamhsc@fcc.sc.gov.br



Edital no link abaixo:

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fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


colaboração: Lia Moro

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.





--in via tradutor do google
Historical Museum of Santa Catarina, Brazil, opens a call for exhibitions for 2017/2018 with awards.

Registration for the short-term exhibitions of the Santa Catarina Historical Museum is open until January 31, 2017, a space run by the Catarinense Cultural Foundation (FCC) at Cruz e Sousa Palace, in the center of Florianópolis. For the first time, the selection will pay $ 2,000 for each of the four proposals selected to integrate the calendar of the Museum in 2017/2018.

The exhibitions will take place between April 2017 and February 2018, in the Sala Martinho de Haro and / or Museum Gardens. Proposals should address, preferably, themes related to History, Memory and Cultural Heritage.

Brazilian or foreign tenderers in the legal situation in the country may participate in the selection process. Each applicant will be allowed to submit an individual proposal or a collective proposal.

More information can be obtained by e-mail secretariamhsc@fcc.sc.gov.br

Typical foods in Minas Gerais, Brazil, are recognized as cultural heritage. --- Comidas típicas em Minas Gerais, Brasil, são reconhecidas como patrimônios culturais.

The Goiabada Cascão produced in Barão de Cocais and São Bartolomeu, district of Ouro Preto and Pastel de Angu de Itabirito, cities that make up the Circuito do Ouro were already registered by the immaterial patrimony of their respective municipalities, it means that they are now recognized and Protected as cultural heritage.


Angu Pastry, Itabirito gastronomic icon Photo: Rogério Reis Franco



Aiming to promote tourism, value gastronomic culture and add value to products, besides creating experiences for visitors and preserving traditions, Minas Gerais extols one of its greatest assets: gastronomy. From the ingredients to the production method, everything has to follow exactly the way of doing to maintain and be recognized as patrimony. The dishes still tell a bit of the history of the farms and characters of Minas Gerais.

Goiabada Cascão is one of the most traditional sweets in Minas Gerais. And in Barão de Cocais, the delicacy is Intangible Heritage of the city. Made with fruits harvested in the region, the pulp is withdrawn and the pieces dumped into the preheated tacho in the furnace. It's over three hours of cooking so the candy is ready. The special process to create the candy causes the producers of the municipality now to claim the title from the Iepha-MG-State Institute of Historic and Artistic Heritage of Minas Gerais.

One of the main characteristics of Barão de Cocais guava is a handmade way, produced by the families, in small quantity. The technique is passed on from generation to generation. Some changes have occurred over the years. The sieves were replaced by the liqidifier and now use crystal sugar instead of molasses and the furnaces that were previously made of clay are coated with ceramics. Since 2015, growers who follow the standard receive a "cultural stamp", which certifies the quality of the sweet made in Barão de Cocais and Emater-MG - Technical Assistance and Rural Extension Company of Minas Gerais is promoting courses in partnership with Prefecture to further enhance the added value of candy.

The Angu Pastel, the gastronomic icon of Itabirito, was created around 1851, in the time of Itabira do Campo, Ouro Preto District. The delicacy was created at Fazenda dos Gates. It tells the story, that Dona Ana Joaquina de Lima, wife of Mr. David, had good relations with the slaves and took two of them into the house, removing them from the slave quarters. One was known by Philó and the other by Maria Conga. They were the first to use the leftover meal of the slaves. In the absence of a complement of meat, Black's need and creativity made them use banana navel stew, although on some very rare occasions the slaves, in their kitchen read, were picking up pieces of meat by hiding them on the rollers. And baking them in rustic ovens made with termite mounds.

Originally, the shape of the Angu Pastry was rounded, the stuffing placed on top of the dough was rolled and then flattened to be roasted, and was given the name "Boroa." It took the present shape in the 19th Century, around 1885, by Dona Saninha da Prata, who in 1915 passed the recipe for her daughter-in-law Dona Emilia Martins Baêta, dubbed "Dona Milota," who died in 1972. Dona Milota divinely made the Pastéis de Angu , And sold them as a way to help with household expenses.

Soon the recipe became famous and passed from generation to generation. The ingredients used must be of the highest quality, with milled corn meal in a water-powered mill, special sprinkles and in addition to the banana navel, is still offered with stuffing of cod, ground beef, chicken meat and also cheese .







Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

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Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.






--br
Comidas típicas em Minas Gerais, Brasil,  são reconhecidas como patrimônios culturais.
Pastel de Angu, ícone gastronômico de Itabirito Foto: Rogério Reis Franco

A Goiabada Cascão produzida em Barão de Cocais e em São Bartolomeu, distrito de Ouro Preto e o Pastel de Angu de Itabirito, cidades que compõe o Circuito do Ouro já foram tombadas pelo patrimônio imaterial dos seus respectivos municípios, significa que agora elas são reconhecidas e protegidas como patrimônios culturais.

Visando promover o turismo, valorizar a cultura gastronômica e agregar valor aos produtos, além de criar experiências para os visitantes e preservar as tradições, Minas Gerais enaltece um de seus maiores patrimônios: a gastronomia. Desde os ingredientes até o método de produção, tudo tem que seguir à risca o modo de fazer para se manter e ser reconhecido como patrimônio. Os pratos ainda contam um pedacinho da história das fazendas e personagens de Minas Gerais.

A Goiabada Cascão é um dos doces mais tradicionais de Minas Gerais. E em Barão de Cocais, a iguaria é Patrimônio Imaterial da cidade. Feita com frutas colhidas na região, a polpa é retirada e os pedaços despejados no tacho pré-aquecido na fornalha. São mais de três horas de cozimento para o doce ficar pronto. O processo especial para criar o doce faz com que os produtores do município pleiteiem, agora, o título junto ao Iepha-MG -Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais.

Uma das principais características da goiabada de Barão de Cocais é modo artesanal, produzida pelas famílias, em pequena quantidade. A técnica é repassada de geração para geração. Algumas mudanças ocorreram ao longo dos anos. As peneiras foram substituídas pelo liqüidificador e agora usam açúcar cristal no lugar de melado e as fornalhas que antes eram de barro são revestidas de cerâmica. Desde 2015, os produtores que seguirem o padrão recebem um "selo cultural", que atesta a qualidade do doce feito em Barão de Cocais e a Emater-MG - Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais está promovendo cursos em parceria com a prefeitura para aprimorar ainda mais o valor agregado do doce.

Já o Pastel de Angu, ícone gastronômico de Itabirito, foi criado por volta de 1851, quando na época de Itabira do Campo, Distrito de Ouro Preto. A iguaria foi criada na Fazenda dos Portões. Relata a história, que Dona Ana Joaquina de Lima, esposa do Sr. David, tinha bom relacionamento com as escravas e levou duas delas para dentro de casa, tirando-as da senzala. Uma era conhecida por Philó e a outra por Maria Conga. Elas foram as primeiras a usarem a sobra de angu principal refeição dos escravos. Na falta de uma complementação de carne, a necessidade e a criatividade das negras as fizeram usar um guisado feito com umbigo de banana, embora em algumas raríssimas ocasiões as escravas, em sua lida na cozinha, escamoteavam pedaços de carne escondendo-os nos roletes de angu e assando-os em rústicos fornos feitos com cupinzeiros.

Originalmente, a forma do Pastel de Angu" era arredondada, O recheio colocado sobre a massa era enrolado e depois achatado para ser assado, e recebiam o nome de "Boroa". Tomou a forma atual no Século XIX, por volta de 1885, pelas habilidosas mãos de Dona Ana da Prata Baêta, conhecida por "Dona Saninha da Prata que, em 1915 passou a receita para sua nora Dona Emilia Martins Baêta, apelidada de "Dona Milota", falecida em 1972. Dona Milota fazia divinamente os Pastéis de Angu, e os vendia como forma de ajudar nas despesas domésticas.

Logo a receita ficou famosa e passou de geração para geração. Os ingredientes utilizados devem ser de primeira qualidade, com o fubá de milho moído em moinho movido a água, polvilho especial e além do umbigo de banana, ainda é oferecido com recheio de bacalhau, carne de boi moída, carne de frango e também de queijo.



Museum at the Fashion Institute of Technology in New York City. Black style is so prominent that the first word of the couplet is practically unnecessary --- Museu do Fashion Institute of Technology em Nova York. O estilo preto é tão proeminente que a primeira palavra do dístico é praticamente desnecessária;

Black style is so prominent that the first word of the couplet is practically unnecessary; very little that’s stylish doesn’t have some black antecedent. On the other hand, black fashion designers? They are some of the other hidden figures on the cultural landscape.


That’s what makes “Black Fashion Designers,” the exhibit that runs until May 16 at the Museum at the Fashion Institute of Technology in New York City, so vital and important.

For decades, black designers have been at the forefront of fashion despite facing all of the challenges that daunt any new business as well as resisting the pigeonholing that comes from not being a member of the dominant demographic.

Yet, as the exhibit shows, there’s an extraordinary range of aesthetic splendor and unique accomplishment. For instance, the wedding gown of Jacqueline Kennedy Onassis was designed by Ann Lowe, an African-American designer. The iconic Playboy Bunny uniform was designed by Zelda Wynn, also a black designer. Laura Smalls, one of many Afro-Diasporic designers championed by Michelle Obama, designed the red-and-white-print dress the first lady wore in July for her appearance in “Carpool Karaoke.”

In all, the exhibit features 75 outfits from 60 designers, plus videos of discussions headed by Washington Post fashion editor Robin Givhan and Vogue contributing editor André Leon Talley.

Black designers rose to prominence in the ’40s and have fought for recognition and respect from the industry for more than 70 years. The exhibit details their struggles and those of black models, but the best part is the wide range of style.

Some designers draw on their African heritage, abstracting kente cloth or scarification. Others offer a bold, futuristic outlook. All of the clothing displayed show that the same extraordinary power found on the streets where we live is also on display on the runway and in the ateliers where high fashion is home.

Here are several designers who stand out in the exhibit.

Ann Lowe

Ann Lowe, wedding dress, 1968, USA. Gift of Judith A. Tabler.

EILEEN COSTA/MUSEUM AT FIT

Lowe (1898-1981), who designed the ivory silk taffeta wedding dress for Jacqueline Kennedy Onassis’ marriage to John F. Kennedy, grew up in Alabama, the daughter and granddaughter of women who worked as seamstresses, but also designed clothing.

When Lowe was 16, her mother died while working on a series of ball gowns for Alabama’s first lady, Elizabeth Kirkman. Lowe stepped in and completed the project, then attended a segregated design school. She settled in Tampa, Fla., and opened a boutique called Annie Cohen.

She later moved to New York City, where she did commissions for leading retailers and designed the Oscar gown that Olivia de Havilland wore to accept the award for To Each His Own in 1946. Lowe later opened a boutique in New York’s Manhattan designing for wealthy clientele. The Saturday Evening Post called her “society’s best-kept secret.”

Patrick Kelly

Patrick Kelly, dress, Fall/Winter 1986-1987, France. Museum purchase.

EILEEN COSTA/MUSEUM AT FIT

In a brief amount of time, Kelly (1954-1990) took the fashion world by storm. He grew up in Vicksburg Miss., and fell in love with fashion both via the creativity of his relatives and from the magazines that his grandmother, a domestic, brought home from work.

He moved to Atlanta where he designed the windows for the Yves Saint Laurent boutique. He then moved to Paris and quickly went from selling dresses on the street to presenting his own line of clothing. His clients included Cicely Tyson, Bette Davis and Grace Jones.

Duro Olowu


Duro Olowu, ensemble, Fall 2012, England. Gift of Duro Olowu.

EILEEN COSTA/MUSEUM AT FIT

Nigerian-born, London-based designer Duro Olowu came to fashion after starting a career as a lawyer. His work is renowned for mixing African and American iconography. Olowu, the husband of Studio Museum Director Thelma Golden, regularly presents during Fashion Week and has done collections for J.C. Penney.

He was one of four designers chosen by Michelle Obama to decorate the White House for Christmas in 2015, and he curates the prestigious London exhibit “Making and Unmaking.” He told the New York Times that he collects fabric the way some people collect Rolexes.

Eric Gaskins


Eric Gaskins, dress, 2014, USA. Gift of Eric Gaskins.
EILEEN COSTA/MUSEUM AT FIT
Gaskins was born in Germany and grew up in New York City, where he now lives. He has said that his aim is to make clothing that is essential and without artifice and contrivance. He launched his own line in 1987, and his clothes have appeared on the covers of Harper’s Bazaar, Vanity Fair and Glamour.

His clients include Jennifer Lopez, Salma Hayek, Mariah Carey and Jada Pinkett Smith. In the ’00s, he scandalized the fashion world as one of the anonymous writers behind the tell-all blog The Emperor’s Old Clothes.

Andre Walker

Andre Walker, ensemble, spring 2016, USA. Museum purchase.
Brooklyn, N.Y.-based designer Andre Walker got his start at an early age. He staged his first runway show at the New York City nightclub Oasis when he was only 15 years old.

He worked in Paris in the ’90s, and his idea of the pant skirt was the inspiration for Jean-Paul Gaultier’s works in a similar vein. Patricia Field described him as “the future of the new designers.” After a few years out of the spotlight when he was consulting for Marc Jacobs, he has returned with a Dover Street Market line of clothes that aim for what W magazine called “retail-friendly yet lofty.”

Aisha Obuobi


Christie Brown, ensemble, Spring 2016, Ghana, Gift of Christie Brown.
MUSEUM AT FIT
Obuobi, the designer behind the company Christie Brown, is widely considered one of the leading fashion designers in Africa. Her company is based in Accra, Ghana, and her work is an integral part of Italian fashion week. Her clothes were worn frequently by Beyoncé during the On the Run tour. Obuobi recently told Elle magazine’s South Africa edition: “I’d like for our clothes to be part of the African woman’s journey to self-discovery. Because I believe that it is from knowing and appreciating where she’s from, that she’ll truly be able to come into her own.”

Martin Johnson writes about music for the Wall Street Journal, basketball for Slate and beer for Eater, and he blogs at both the Joy of Cheese and Rotations. Follow him on Twitter. 







Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

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Museu do Fashion Institute of Technology em Nova York. O estilo preto é tão proeminente que a primeira palavra do dístico é praticamente desnecessária; 

O estilo preto é tão proeminente que a primeira palavra do dístico é praticamente desnecessária; Muito pouco que é elegante não tem algum antecedente preto. Por outro lado, os estilistas negros? São algumas das outras figuras ocultas na paisagem cultural.

Isso é o que torna "Black Fashion Designers", a exposição que vai até 16 de maio no Museu do Fashion Institute of Technology em Nova York, tão vital e importante.

Durante décadas, os designers negros têm estado na vanguarda da moda, apesar de enfrentar todos os desafios que assustar qualquer novo negócio, bem como resistir ao pigeonholing que vem de não ser um membro da dominante demográfica.

No entanto, como mostra a exposição, há uma extraordinária gama de esplendor estético e realização única. Por exemplo, o vestido de casamento de Jacqueline Kennedy Onassis foi projetado por Ann Lowe, um designer afro-americano. O icônico Playboy Bunny uniforme foi projetado por Zelda Wynn, também um designer preto. Laura Smalls, um dos muitos designers afro-diásporos defendidos por Michelle Obama, desenhou o vestido em vermelho e branco que a primeira-dama vestiu em julho para sua aparição em "Carpool Karaoke".

Ao todo, a exposição apresenta 75 equipamentos de 60 designers, além de vídeos de discussões lideradas pelo editor de moda do Washington Post, Robin Givhan, e pelo editor da revista Vogue, André Leon Talley.

Os desenhistas pretos levantaram-se à proeminência nos anos 40 e lutaram para o reconhecimento e o respeito da indústria por mais de 70 anos. A exposição detalha suas lutas e as de modelos pretos, mas a melhor parte é a vasta gama de estilo.

Alguns desenhadores extraem em sua herança africana, abstraindo o pano do kente ou scarification. Outros oferecem um outlook corajoso, futuristic. Todas as roupas exibidas mostram que o mesmo poder extraordinário encontrado nas ruas onde vivemos também está em exibição na pista e nos ateliers onde a alta moda é o lar.

Aqui estão vários designers que se destacam na exposição.

Ann Lowe

Ann Lowe, vestido de casamento, 1968, EUA. Presente de Judith A. Tabler.

EILEEN COSTA / MUSEU À MODA

Lowe (1898-1981), que desenhou o vestido de casamento de tafetá de seda em marfim para o casamento de Jacqueline Kennedy Onassis com John F. Kennedy, cresceu no Alabama, filha e neta de mulheres que trabalhavam como costureiras, mas também desenhava roupas.

Quando Lowe tinha 16 anos, sua mãe morreu enquanto trabalhava em uma série de vestidos de baile para a primeira-dama do Alabama, Elizabeth Kirkman. Lowe entrou e completou o projeto, em seguida, participou de uma escola de design segregado. Ela se estabeleceu em Tampa, Flórida, e abriu uma boutique chamada Annie Cohen.

Mais tarde mudou-se para a cidade de Nova York, onde fez comissões para os principais varejistas e projetou o vestido Oscar que Olivia de Havilland vestiu para aceitar o prêmio de Para Cada Seu Próprio em 1946. Lowe mais tarde abriu uma boutique em Manhattan de Nova York projetar para a clientela rica . O Saturday Evening Post chamava-lhe "o segredo mais bem guardado da sociedade".

Patrick Kelly

Patrick Kelly, vestido, outono / inverno 1986-1987, França. Compra do museu.

EILEEN COSTA / MUSEU À MODA

Em um curto espaço de tempo, Kelly (1954-1990) tomou o mundo da moda pela tempestade. Ele cresceu em Vicksburg Miss., E se apaixonou pela moda tanto através da criatividade de seus parentes e das revistas que sua avó, uma doméstica, trouxe para casa do trabalho.

Mudou-se para Atlanta, onde desenhou as janelas para a boutique Yves Saint Laurent. Ele então se mudou para Paris e rapidamente passou de vender vestidos na rua para apresentar sua própria linha de roupas. Seus clientes incluíram Cicely Tyson, Bette Davis e Grace Jones.

Duro Olowu

Duro Olowu, conjunto, outono 2012, Inglaterra. Presente de Duro Olowu.

EILEEN COSTA / MUSEU À MODA

O estilista Duro Olowu, nascido na Nigéria, de Londres, começou a se formar depois de iniciar uma carreira como advogado. Seu trabalho é renomado para misturar a iconografia africana e americana. Olowu, marido do Diretor do Museu de Estúdio Thelma Golden, regularmente apresenta durante a Semana da Moda e fez coleções para J.C. Penney.

Ele foi um dos quatro designers escolhidos por Michelle Obama para decorar a Casa Branca para o Natal em 2015 e curou a prestigiosa exposição de Londres "Making and Unmaking". Ele disse ao New York Times que coleta tecido da maneira como algumas pessoas coletam Rolex.



Eric Gaskins

Eric Gaskins, vestido, 2014, EUA. Presente de Eric Gaskins.
EILEEN COSTA / MUSEU À MODA
Gaskins nasceu na Alemanha e cresceu em Nova York, onde agora mora. Ele disse que seu objetivo é fazer roupas que são essenciais e sem artifício e artifício. Ele lançou sua própria linha em 1987, e suas roupas apareceram nas capas de Harper's Bazaar, Vanity Fair e Glamour.

Seus clientes incluem Jennifer Lopez, Salma Hayek, Mariah Carey e Jada Pinkett Smith. Nos anos 00, ele escandalizou o mundo da moda como um dos escritores anônimos por trás do tell-all blog A Roupa Velha do Imperador.

Andre Walker

Andre Walker, conjunto, primavera de 2016, EUA. Compra do museu.
Brooklyn, N.Y. baseado designer Andre Walker começou seu começo em uma idade adiantada. Ele montou seu primeiro desfile na casa noturna de Nova York Oasis, quando ele tinha apenas 15 anos.

Ele trabalhou em Paris nos anos 90, e sua idéia da saia de calça foi a inspiração para as obras de Jean-Paul Gaultier na mesma linha. Patricia Field descreveu-o como "o futuro dos novos designers." Depois de alguns anos fora do centro das atenções quando ele estava consultando para Marc Jacobs, ele voltou com um Dover Street Market linha de roupas que visam o que a revista W chamado " Amigáveis, mas nobres. "

Aisha Obuobi

Christie Brown, conjunto, Primavera de 2016, Gana, Presente de Christie Brown.
MUSEU À MODA
Obuobi, o designer por trás da empresa Christie Brown, é amplamente considerado um dos principais designers de moda na África. Sua empresa está sediada em Accra, no Gana, e seu trabalho é parte integrante da semana da moda italiana. Suas roupas eram usadas freqüentemente por Beyoncé durante a turnê On the Run. Obuobi disse recentemente à revista Elle: "Eu gostaria que nossas roupas fossem parte da jornada da mulher africana para a auto-descoberta. Porque eu acredito que é de saber e apreciar de onde ela é, que ela realmente será capaz de entrar no seu próprio.

Martin Johnson escreve sobre música para o Wall Street Journal, basquete para Slate e cerveja para Eater, e ele blogs tanto no Joy of Cheese e Rotations. Siga-o no Twitter.