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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

le Tawriq et l'illumination sont basés sur le concept de l'ombre dans l'espace - Brahim Ait Ziane

 le Tawriq et l'illumination sont basés sur le concept de l'ombre dans l'espace ( géometrie ), et le nombre de le temps ( musique ), c'est ainsi qu'on sent du mouvement dans l'image ! et toute une harmonie !

Brahim Ait Ziane



fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.

No interior do Grande Palácio do Kremlin. --- Inside the Great Kremlin Palace. ---


No interior do Grande Palácio do Kremlin.

O Grande Palácio do Kremlin abriga não só a administração presidencial, mas também inúmeras salas de recepção que são testemunho da história do país.O conjunto de 25 mil metros quadrados conta hoje com o palácio do século 19 que acabou absorvendo outros edifícios antigos: o Palácio das Facetas e o Salão Sagrado (século 15), a Câmara Dourada da Tsarina (século 16), o Palácio dos Terems (século 17) e diversas igrejas.


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JEF ROBISON
A decoração suntuosa foi restaurada para relembrar a original: dourado e branco se sobrepõem ao longo da fachada neoclássica de 125 metros coberta por um telhado verde, onde a bandeira russa fica, por vezes, exposta. Atrás de seus muros do século 19 existe um verdadeiro mosaico arquitetônico, testemunho de séculos de história.O soviético Iossef Stálin foi o último líder a residir no Kremlin. Atualmente, o edifício abriga gabinetes do governo e da presidência, raramente acessíveis a grupos de visitantes e por vezes usados ​​em cerimônias oficiais.






JEF ROBISON
Enquanto São Petersburgo ainda era a capital imperial da Rússia, o tsar Nikolai 1º decidiu construir, em 1838, uma residência dentro do complexo do Kremlin para utilizá-las durante suas viagens a Moscou. O objetivo era combinar a autocracia russa, a fé ortodoxa e a unidade do povo, três fundamentos representados na decoração dos 700 quartos do palácio construído pelo arquiteto Konstantin Thon.






JEF ROBISON
Os apartamentos privados dos últimos tsares se situam no piso térreo, atrás das janelas com vista para o rio. Ali há uma série de espaços em diferentes estilos.






JEF ROBISON
A grande sala de jantar, revestida de mármore branco artificial e inspirada pelo classicismo, conta com réplicas de estátuas antigas. No salão decorado com candelabros e vasos no estilo japonês, um lustre em formato de abacaxi é símbolo de hospitalidade. “Na Rússia, cultivamos frutas exóticas há muito tempo frutas exóticas nos laranjais [estufas em residências aristocráticas]”, explica uma guia do palácio.






JEF ROBISON
Os móveis Boulle, famoso marceneiro francês do século 17, conferem aos aposentos da imperatriz um aspecto rococó. Na penteadeira, uma suntuosa lareira recoberta de malaquita verde dos Urais é uma verdadeira joia. Já o quarto de dormir, em estilo renascentista, é repletos de móveis e paredes azuis, contra o fundo branco e dourado.






JEF ROBISON
A escadaria de honra conduz a cinco salões solenes, denominados conforme as cinco ordens honoríficas russas: São Jorge, Santo André, Santo Aleksandr, São Vladímir e Santa Catarina.






JEF ROBISON
O mais imponente dos salões, dedicado a São Jorge (méritos militares) é serve para consagrar a glória do Exército russo. As paredes são ornamentadas com os nomes dos regimentos distinguidos por ordem, gravados em letras de ouro. Sobre as colunas há esculturas de mulheres com escudos, simbolizando os diferentes territórios da Federação; logo acima estão as cores da fita de São Jorge, negra representando a fumaça dos combates, e laranja, as armas de fogo. “As velas das lâmpadas podem ficar acesas por cinco horas, tempo que duram as recepções oficiais”, explica a guia.






JEF ROBISON
Um lustre com mais de 17 toneladas, talvez a mais pesado de todo o palácio, está suspenso no salão a São Vladímir (favor, honra e glória). No de Aleksandr (trabalho e pátria) há seis quadros que descrevem a vida e os milagres de Aleksandr Nevski. Sua arquitetura lembra uma igreja ortodoxa, enquanto o salão adjacente de Santo André (fé e devoção) se parece mais com uma igreja católica (durante a época soviética, ambos os salões ficavam completamente vazios e eram utilizados para sessões do Soviete Supremo). Enfim, o salão a Santa Catarina (amor e pátria), com paredes de prata brilhante, era usado para receber as imperatrizes.






JEF ROBISON
O Salão Sagrado dá acesso à antiga sala do trono: o Palácio das Facetas, que deve seu nome às pedras brancas, esculpidas na ponta de diamante, sobre a fachada construída no século 15 por arquitetos italianos. Em seu interior há uma grande sala de 500 m² com paredes cobertas de afrescos dourados que glorificam o poder: figuras históricas, cenas da Bíblia, animais e símbolos. Foi neste espaço que Ivan, o Terrível celebrou, em 1555, a vitória sobre Kazan; onde Aleksêi 1º reunificou a Rússia e a Ucrânia em 1664; onde Pedro, o Grande (seu filho) comemorou sua vitória contra os suecos em 1709, entre outras páginas importantes da história russa.






JEF ROBISON
Um salão adornado com cores vivas leva ao Palácio dos Terems, construído no século 17 pelo primeiro Romanov, Mikhail Fiodorovitch. “Depois da passagem de Napoleão em 1812 ficaram apenas as paredes”, conta a guia. Os salões do palácio foram totalmente restaurados durante o século 19.






JEF ROBISON
​Os apartamentos do tsar são uma série de aposentos modestos com interiores típicos da Rússia antiga. A ideia principal desses quartos era se manter aquecido. No refeitório há uma lareira; sobre os bancos colocados ao longo das paredes, os boiardos sentavam-se à espera de uma audiência com o governante. O tsar os reunia no salão da Duma, que, etimologicamente, vem do verbo “dumat” (pensar, em português). O espaço do tsar se encontra na sala seguinte, decorada com suas cores – roxo e negro – e vários símbolos de poder, como a águia de duas cabeças e leão.





fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

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Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.






--in via tradutor do google

Inside the Great Kremlin Palace.


The Grand Palace of the Kremlin houses not only the presidential administration but also countless reception rooms that are testimony to the country's history. The 25,000-square-meter suite now houses the 19th-century palace that eventually absorbed other ancient buildings: the Palace Of Facets and the Sacred Hall (15th century), the Golden Chamber of Tsarina (16th century), the Palace of the Terems (17th century) and various churches.


JEF ROBISON
The sumptuous decor has been restored to recall the original: gold and white overlap along the 125-meter neoclassical facade covered by a green roof where the Russian flag is sometimes exposed. Behind its nineteenth-century walls is a veritable architectural mosaic, a testament to centuries of history. The Soviet leader, Sossein, was the last leader to reside in the Kremlin. The building now houses government and presidential offices, rarely accessible to groups of visitors and sometimes used in official ceremonies.


JEF ROBISON
While St. Petersburg was still the imperial capital of Russia, tsar Nikolai 1 decided to build a residence in the Kremlin complex in 1838 to use them during his trips to Moscow. The aim was to combine Russian autocracy, Orthodox faith and unity of the people, three foundations represented in the decoration of the 700-room palace built by the architect Konstantin Thon.


JEF ROBISON
The private apartments of the last tsars are situated on the ground floor behind the windows overlooking the river. There are a number of spaces in different styles.



JEF ROBISON
The large dining room, lined with artificial white marble and inspired by classicism, features replicas of ancient statues. In the hall decorated with Japanese-style chandeliers and vases, a pineapple shaped chandelier is a symbol of hospitality. "In Russia, we have long-grown exotic fruit grown in the orange groves," explains a palace guide.


JEF ROBISON
The furniture Boulle, famous French cabinetmaker of the 17th century, gives to the rooms of the empress a rococo aspect. On the dressing table, a sumptuous fireplace covered with malachite green of the Urals is a real jewel. Already the bedroom, in Renaissance style, is filled with furniture and blue walls, against the white and gold background.


JEF ROBISON
The staircase of honor leads to five solemn halls, named after the five Russian honorary orders: St. George, St. Andrew, St. Aleksandr, St. Vladimir and St. Catherine.


JEF ROBISON
The most imposing of the halls, dedicated to Saint George (military merits) serves to enshrine the glory of the Russian Army. The walls are ornamented with the names of the regiments distinguished by order, engraved in gold letters. On the columns there are sculptures of women with shields, symbolizing the different territories of the Federation; Just above are the colors of the Saint George ribbon, black representing the smoke of the fighting, and orange, the firearms. "The candles on the lamps can be on for five hours, for the duration of official receptions," explains the guide.



JEF ROBISON
A chandelier over 17 tons, perhaps the heaviest of the entire palace, is suspended in the hall at St. Vladimir (favor, honor and glory). In Aleksandr (work and country) there are six pictures that describe the life and miracles of Aleksandr Nevsky. Its architecture resembles an Orthodox church, while the adjacent hall of St. Andrew (faith and devotion) is more like a Catholic church (during the Soviet era, both halls were completely empty and were used for Supreme Soviet sessions). At last, the hall of Santa Catarina (love and homeland), with walls of brilliant silver, was used to receive the empresses.


JEF ROBISON
The Sacred Hall gives access to the ancient throne room: the Palace of Facets, which owes its name to the white stones, carved on the diamond tip, on the facade built in the 15th century by Italian architects. Inside, there is a large 500-square-meter room with walls covered with golden frescoes that glorify power: historical figures, Bible scenes, animals and symbols. It was in this space that Ivan the Terrible celebrated, in 1555, the victory over Kazan; Where Aleksander 1st reunified Russia and Ukraine in 1664; Where Peter the Great (his son) celebrated his victory against the Swedes in 1709, among other important pages of Russian history.


JEF ROBISON
A hall adorned with bright colors leads to the Palace of the Terems, built in the 17th century by the first Romanov, Mikhail Fiodorovitch. "After the passage of Napoleon in 1812 there were only the walls," says the guide. The halls of the palace were fully restored during the 19th century.


JEF ROBISON
The Tsar apartments are a series of modest rooms with typical interiors of ancient Russia. The main idea of these rooms was to keep warm. In the dining room there is a fireplace; On the benches placed along the walls, the boyars sat waiting for an audience with the ruler. The tsar gathered them in the hall of the Duma, which, etymologically, comes from the verb "dumat" (to think, in Portuguese). The tsar's space is in the next room, decorated with its colors - purple and black - and various symbols of power, such as the two-headed eagle and lion.

NORTH: IDENTITY, PHOTOGRAPHY, FASHION - 6 JANUARY - 19 MARCH 2017. --- NORTE: IDENTIDADE, FOTOGRAFIA, MODA - 6 DE JANEIRO - 19 DE MARÇO DE 2017.

North: Identity, Photography, Fashion explores the way the North of England is depicted, constructed and celebrated in select photographs, artworks and fashion collections. The show brings together collective visions of the North, unpicking themes that appear regularly in design and media.

A revolutionary year … Bolshevik, 1920, by Boris Mikailovich Kustodiev. Photograph: State Tretyakov Gallery

Featured objects include documentary work dating back over eighty years, and fashion media from the last thirty years. The ways in which the realities captured in the early projects have become tropes, rehashed and recreated year on year, season on season, is considered. In Looking North, the cultural historian Dave Russell writes, ‘The real skill will be in learning to look beneath the clichés and habits of imagination that lie at the heart of these myths.’
 With this in mind, this exhibition is both about the style and cultural heritage of the North, and the ways in which ideals of it – the clothes, the music, the smells, the houses, the men, the women, the communities – have spread and, in turn, been shaped by others through visual representations. It is about the evolution of tradition, character and identity as much as it is photography and fashion.

The cultural output of the North has had a global influence. On display, work by international designers shows the far-reaching relevance of North-inspired motifs and their appeal to audiences who may never have set foot in the region but feel a connection through music, graphics or style. Testimonies to this are Paul Smith’s Manchester themed pieces, which are sold exclusively in Japan under his
 R. Newbold line. To many, the influence of the North relates to highly personal reflections or formative experiences – their designs or artworks pay tribute to the heroes of their youth, the streets they used to walk or the characters they once wishes to emulate.

Also on display are interviews from designers that hail from the North of England, who discuss the impact the region and their upbringing had on their creative output. Created by the team at SHOWstudio, a platform dedicated to fashion film and live media, these original commissions are available online on SHOWstudio’s North series, which corresponds with this exhibition and features additional contributions and writing. showstudio.com/project/north

Exhibition curated by Lou Stoppard and Adam Murray. Set design by Tony Hornecker. Display Units by Theo Simpson and Alisdair Simpson. Kindly supported by adidas.

Special thanks to Peter Saville, Nick Knight and the team at SHOWstudio, Mike Chetcuti, Gary Aspden and the team at adidas, and all contributing artists.

Featured artists are Alasdair McLellan, Glen Luchford, Corinne Day, David Sims, Jamie Hawkesworth, Jason Evans, Alice Hawkins, Mark Leckey, Jeremy Deller, Raf Simons, Paul Smith, Virgil Abloh, New Power Studio, adidas, Elaine Constantine, Christopher Shannon, Maxwell Sterling, Simon Foxton, Ben Kelly, Stephen Jones, Gareth Pugh, Nick Knight, Peter Saville, John Bulmer, Peter Mitchell, Nik Hartley, Claire Barrow, Humphrey Spender, Thom Murphy, Ewen Spencer, Brett Dee, Humphrey Jennings, Dave Turner, Rob Williams, David Ellison, Scott King, Shirley Baker, Greg Leach, John Davies, John Stoddart, Martin Roberts, Michael Robinson, Michelle Sank, Paul O’Donnell, Stephen McCoy, Tom Wood, John Skelton.








fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


https://www.theguardian.com/artanddesign/2017/jan/07/best-art-photography-architecture-design-exhibitions-2017

Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.








--br via tradutor do google
NORTE: IDENTIDADE, FOTOGRAFIA, MODA - 6 DE JANEIRO - 19 DE MARÇO DE 2017.

Norte: Identidade, Fotografia, Moda explora a maneira como o Norte da Inglaterra é retratado, construído e celebrado em fotografias selecionadas, obras de arte e coleções de moda. O espetáculo reúne visões coletivas do Norte, destacando temas que aparecem regularmente no design e na mídia.

Entre os objetos em destaque estão o documentário que remonta aos oitenta anos e os meios de comunicação de moda dos últimos trinta anos. As formas em que as realidades capturadas nos primeiros projetos se tornaram tropos, rehashed e recriado ano após ano, estação na estação, é considerado. Em Looking North, o historiador cultural Dave Russell escreve: "A verdadeira habilidade será aprender a olhar sob os clichês e hábitos de imaginação que estão no cerne desses mitos." Com isso em mente, esta exposição é tanto sobre o estilo E o patrimônio cultural do Norte, e as formas como os ideais - as roupas, a música, os cheiros, as casas, os homens, as mulheres, as comunidades - se espalharam e, por sua vez, Representações. Trata-se da evolução da tradição, do caráter e da identidade tanto quanto da fotografia e da moda.

A produção cultural do Norte teve uma influência global. Em exposição, o trabalho de designers internacionais mostra a relevância de grande alcance dos motivos de inspiração norte e seu apelo para o público que pode nunca ter pisado na região, mas sentir uma conexão através da música, gráficos ou estilo. Testemunhos a este são as peças temáticas de Paul Smith em Manchester, que são vendidas exclusivamente no Japão sob a sua linha R. Newbold. Para muitos, a influência do Norte se relaciona com reflexões altamente pessoais ou experiências formativas - seus projetos ou obras de arte prestar homenagem aos heróis de sua juventude, as ruas que costumavam andar ou os personagens que uma vez desejam imitar.

Também estão em exibição entrevistas de designers que vêm do norte da Inglaterra, que discutem o impacto da região e sua educação sobre sua produção criativa. Criadas pela equipe do SHOWstudio, uma plataforma dedicada ao cinema de moda e mídia ao vivo, essas comissões originais estão disponíveis on-line na série Norte do SHOWstudio, que corresponde a esta exposição e apresenta contribuições adicionais e escrita. Showstudio.com/project/north

Exposição curada por Lou Stoppard e Adam Murray. Desenho de Tony Hornecker. Unidades de exibição por Theo Simpson e Alisdair Simpson. Gentilmente apoiado pela adidas.

Agradecimentos especiais a Peter Saville, Nick Knight e a equipe do SHOWstudio, Mike Chetcuti, Gary Aspden e da equipe da adidas, e todos os artistas contribuintes.

Os artistas em destaque são Alasdair McLellan, Glen Luchford, Dia de Corinne, David Sims, Jamie Hawkesworth, Jason Evans, Alice Hawkins, Mark Leckey, Jeremy Deller, Raf Simons, Paul Smith, Virgil Abloh, New Power Studio, Elaine Constantine, Christopher Shannon , Maxwell Sterling, Simon Foxton, Ben Kelly, Stephen Jones, Gareth Pugh, Nick Knight, Turner, Rob Williams, David Ellison, Rei Scott, Shirley Baker, Greg Leach, John Davies, John Stoddart, Martin Roberts, Michael Robinson, Michelle Sank, Paul O'Donnell, Stephen McCoy, Tom Wood e John Skelton.