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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Artistas se mobilizam para fazer da viola caipira patrimônio imaterial do Brasil. --- Artists are mobilized to make viola caipira immaterial patrimony of Brazil.

O pedido está sendo analisado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan). Cercado de mistério e religiosidade, instrumento foi fundamental para o surgimento de ritmos que serviram como base para a música brasileira.

O violeiro Chico Lobo considera a viola algo sagrado: 
as fitas coloridas representam a decoção aos santos reis


O violeiro Chico Lobo considera a viola algo sagrado: as fitas coloridas representam a decoção aos santos reis

Uma caixa mágica que consegue expressar a brasilidade de um povo com um som inconfundível. É assim que o pesquisador e violeiro João Araújo define a viola caipira, um instrumento que foi trazido na época da colonização pelos portugueses e que conquistou o Brasil. Tanto que há uma mobilização para que a viola seja reconhecida como patrimônio imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Segundo ele, a ideia é preservar o instrumento como manifestação cultural. 

"A viola tem uma coisa de paixão. Não é um simples instrumento. A viola tem o folclore que nunca vi em nenhum outro instrumento. Então, ela tem essa característica especial. Há uma paixão envolvida, em alguns até mesmo uma religiosidade", afirma o pesquisador. 

A nossa viola surgiu a partir da viola de arame, trazida pelos portugueses, no século XVI. Era utilizada no processo de catequização dos índios e foi fundamental para o surgimento de ritmos que serviram como base para a música brasileira. 

O violeiro Chico Lobo canta em sua música o que a viola representa para a cultura popular. Cercada de folclore e misticismo ela se torna mais do que um instrumento musical: passa a ser algo sagrado.

"As fitas coloridas representam a devoção a santos reis, amarradas nos braços da viola, protege o violeiro na sua lida de cantoria. O chocalho dentro da viola protege o violeiro também contra o mau olhado e faz o som ficar mais bonito. Então, é um instrumento mágico, carregado desse sincretismo religioso", diz o violeiro. 

E com as bençãos de São Gonçalo do Amarante, santo protetor dos violeiros, músicos de todo o país fazem essa corrente em prol do reconhecimento. Cantor, compositor e contador de causos, Rolando Boldrin é um dos que apoiam o movimento:

"Pra gente, há muitos anos, há muito tempo, ela já é considerada patrimônio imaterial do nosso povo, do Brasil, só falta agora oficializar isso".

O pedido de reconhecimento foi apresentado ao Iphan, em Brasília. O instituto vai analisar a proposta, e as teses serão apresentadas. O Iphan também vai consultar especialistas e estudiosos no assunto para depois decidir se aceita ou não salvaguardar a viola caipira como patrimônio. Não há data de quando isso irá acontecer. A análise leva em conta ainda a vinda da viola para o Brasil, o instrumento como manifestação cultural que resistiu ao tempo e que ainda vai permanecer no futuro.




Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.



--in via tradutor do google
Artists are mobilized to make viola caipira immaterial patrimony of Brazil.

The application is being analyzed by the Institute of National Artistic Heritage (Iphan). Surrounded by mystery and religiosity, this instrument was fundamental for the emergence of rhythms that served as the basis for Brazilian music.


The violairo Chico Lobo considers the viola something sacred: the colored ribbons represent the decoration to the holy kings
Credit: Disclosure
By Adriana Ferreira

A magic box that can express the Brazilianness of a people with an unmistakable sound. This is how the researcher and violinist João Araújo defines the viola caipira, an instrument that was brought in the days of colonization by the Portuguese and that conquered Brazil. So much so that there is a mobilization so that the viola is recognized as intangible heritage by the Institute of National Historical and Artistic Heritage (Iphan). According to him, the idea is to preserve the instrument as a cultural manifestation.

"The viola has a thing of passion, it is not a simple instrument, the viola has the folklore that I have never seen in any other instrument, so it has this special characteristic, there is a passion involved, in some even a religiosity," he says the researcher.

Our viola came from the wire viola, brought by the Portuguese in the 16th century. It was used in the process of catechization of the Indians and was fundamental for the appearance of rhythms that served as the basis for Brazilian music.

The violinist Chico Lobo sings in his music what the viola represents for popular culture. Surrounded by folklore and mysticism it becomes more than a musical instrument: it becomes something sacred.

"The colored ribbons represent the devotion to holy kings, tied in the arms of the viola, protects the violinist in his chanting. The rattle inside the viola also protects the violinist against the evil eye and makes the sound more beautiful. A magical instrument, loaded with this religious syncretism, "says the violeiro.

And with the blessings of São Gonçalo do Amarante, the patron saint of violinists, musicians from all over the country make this current for the sake of recognition. Singer, composer and accountant of causes, Rolando Boldrin is one of those who support the movement:

"For us, for many years, for a long time, it is already considered intangible heritage of our people, Brazil, we just need to make this official."

The application for recognition was submitted to Iphan, in Brasilia. The institute will analyze the proposal, and the theses will be presented. Iphan will also consult experts and scholars on the subject and then decide whether or not to safeguard the viola caipira as patrimony. There is no date when this will happen. The analysis also takes into account the coming of the viola to Brazil, the instrument as a cultural manifestation that has stood the test of time and will remain in the future.



Musée de l’Elysée opens first exhibition to focus on mountain photography. --- O Museu do Elysée abre uma primeira exposição para se concentrar na fotografia de montanha.

The exhibition Vertical No Limit. Mountain Photography, the first of its kind, is based on the premise that photography invented the mountain landscape by revealing it to the eyes of the world. Photography is heir to a certain idea of the mountains and of the sublime, closely linked to romanticism. Until the 19th century, the mountain was considered to be “God’s Country”, a cursed and surreal place, inaccessible to man. The pioneers of mountain photography made it possible to discover summits that had not yet been conquered and to transform the mountain into landscapes. 


foto: John Jullien, Crossing the Sea of Ice, 
circa 1880 © Musée de l’Elysée, Lausanne.

Spotlight on the museum’s collections 

With almost 300 prints on view, three quarters of which are from the Musée de l’Elysée’s collections, the museum gives pride of place to images from every period, including many contemporary works. Among the works exhibited here, there are works by Gabriel Lippmann, Francis Frith, Adolphe Braun, Jules Beck, William Donkin, Emile Gos and René Burri, as well as by contemporary photograpers such as Peter Knapp, Balthasar Burkhard, Matthieu Gafsou, Pierre Vallet, Jacques Pugin, Maurice Schobinger and Iris Hutegger. 

Photographic explorations 

The exhibition is organized around four approaches on the theme of mountain photography: 

• Scientific photography with its many prints of glaciers and that made the study of rocks and the visual documentation of geology possible; 

• Travel photography, which facilitated the sale of hundreds of prints to tourists as of the 1860s; 

• Mountaineering photography, revealing inaccessible mountain landscapes, and finally; 

• Fine-art photography. These four approaches come together as the visitor moves through the exhibition: “The farther we are removed from the circumstances in which a photograph was taken, the more differently we interpret it”, explains Daniel Girardin. 

Formal strategies and techniques used 

The exhibition illustrates the formal strategies used by photographers to present the mountain: frontality, verticality, horizontality, aerial views and distance. It shows the forms imposed by the mountain such as the cone, as well as the details of the matter of which it is composed. It also highlights the technical processes used by photographers: the large formats of the 19th century, panoramas and the very big digital formats used today. 

Curator: Daniel Girardin, with the assistance of Emilie Delcambre Hirsch and Maéva Besse 






Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.









--br via tradutor do google
O Museu do Elysée abre uma primeira exposição para se concentrar na fotografia de montanha.

A exposição Vertical No Limit. Mountain Photography, a primeira de seu tipo, baseia-se na premissa de que a fotografia inventou a paisagem de montanha, revelando-a aos olhos do mundo. A fotografia é herdeira de uma certa idéia das montanhas e do sublime, intimamente ligada ao romantismo. Até o século XIX, a montanha era considerada o "País de Deus", um lugar amaldiçoado e surreal, inacessível ao homem. Os pioneiros da fotografia de montanha tornaram possível a descoberta de cimeiras ainda não conquistadas e transformar a montanha em paisagens.

Foto: John Jullien, cruzando o mar do gelo, por volta de 1880 © Musée de l'Elysée, Lausanne.

Destaque sobre as coleções do museu
Com quase 300 impressões, três quartos das quais pertencem às colecções do Museu do Elysée, o museu dá lugar a imagens de todos os períodos, incluindo muitas obras contemporâneas. Entre as obras expostas aqui estão obras de Gabriel Lippmann, Francis Frith, Adolphe Braun, Jules Beck, William Donkin, Emile Gos e René Burri, bem como fotógrafos contemporâneos como Peter Knapp, Balthasar Burkhard, Matthieu Gafsou, Pierre Vallet , Jacques Pugin, Maurice Schobinger e Iris Hutegger.

Explorações fotográficas
A exposição é organizada em torno de quatro abordagens sobre o tema da fotografia de montanha:

• Fotografia científica com suas muitas impressões de geleiras e que possibilitou o estudo de rochas ea documentação visual da geologia;

• Fotografia de viagem, que facilitou a venda de centenas de cópias aos turistas a partir da década de 1860;

• Fotografia montanhista, revelando paisagens de montanha inacessíveis e, finalmente,

• Fotografia de arte. Essas quatro abordagens se aproximam à medida que o visitante passa pela exposição: "Quanto mais distantes somos das circunstâncias em que uma fotografia foi tirada, mais diferentemente a interpretamos", explica Daniel Girardin.

Estratégias e técnicas formais utilizadas
A exposição ilustra as estratégias formais utilizadas pelos fotógrafos para apresentar a montanha: frontalidade, verticalidade, horizontalidade, vistas aéreas e distância. Mostra as formas impostas pela montanha como o cone, assim como os detalhes da matéria de que é composto. Destaca também os processos técnicos utilizados pelos fotógrafos: os grandes formatos do século XIX, os panoramas e os grandes formatos digitais utilizados hoje em dia.

Curador: Daniel Girardin, com o apoio de Emilie Delcambre Hirsch e Maéva Besse

Jade Carving. What is jade? British Museum --- Escultura do jade. O que é jade? Museu Britânico.

To appreciate gem and jewelry is mainly to focus on appreciating the molding and the color. And the Chinese jade carving craftwork brings the artistic conceptions of beauty. Chinese jade carving is an art craftwork with deep ethnic characteristics, which is a dazzle treasure in the world of sculpture. It implicit the wisdom of Chinese culture, the religious notion and the thoughts of esthetics.


Jade coiled dragon, c. 3500 B.C.E., Neolithic period, Hongshan culture, 4.6 x 7.6 cm, 
China © 2003 Private Collection © Trustees of the British Museum

What is jade?

The English term "jade" is used to translate the Chinese word yu, which in fact refers to a number of minerals including nephrite, jadeite, serpentine and bowenite, while jade refers only to nephrite and jadeite.

Chemically nephrite is a calcium magnesium silicate and is white in color. However, the presence of copper, chromium and iron gives colors ranging from subtle grey-greens to brilliant yellows and reds. Jadeite, which was very rarely used in China before the eighteenth century, is a silicate of sodium and magnesium and comes in a wider variety of colors than nephrite.

Nephrite is found within metamorphic rocks in mountains. As the rocks weather, the boulders of nephrite break off and are washed down to the foot of the mountain, from where they are retrieved. From the Han period (206 B.C.E. - 220 C.E.) jade was obtained from the oasis region of Khotan on the Silk Route. The oasis lies about 5000 miles from the areas where jade was first worked in the Hongshan (in Inner Mongolia) and the Liangzhu cultures (near Shanghai) about 3000 years before. It is likely that sources were known that were much nearer to those centers in the early periods and were subsequently exhausted.

Worn by kings and nobles in life and death

"Soft, smooth and glossy, it appeared to them like benevolence; fine, compact and strong - like intelligence" —attributed to Confucius (about 551-479 B.C.E.)

Jade has always been the material most highly prized by the Chinese, above silver and gold. From ancient times, this extremely tough translucent stone has been worked into ornaments, ceremonial weapons and ritual objects. Recent archaeological finds in many parts of China have revealed not only the antiquity of the skill of jade carving, but also the extraordinary levels of development it achieved at a very early date.



Jade was worn by kings and nobles and after death placed with them in the tomb. As a result, the material became associated with royalty and high status. It also came to be regarded as powerful in death, protecting the body from decay. In later times these magical properties were perhaps less explicitly recognized, jade being valued more for its use in exquisite ornaments and vessels, and for its links with antiquity. In the Ming and Qing periods ancient jade shapes and decorative patterns were often copied, thereby bringing the associations of the distant past to the Chinese peoples of later times.

Jade coiled dragon, Hongshan culture, China, c. 3500 B.C., 4/6 x 7.6 cm

Jade coiled dragon, c. 3500 B.C.E., Neolithic period, Hongshan culture, 4.6 x 7.6 cm, China © 2003 Private Collection © Trustees of the British Museum

The subtle variety of colors and textures of this exotic stone can be seen, as well as the many different types of carving, ranging from long, smooth Neolithic blades to later plaques, ornaments, dragons, animal and human sculpture.

Neolithic jade: Hongshan culture

It was long believed that Chinese civilization began in the Yellow River valley, but we now know that there were many earlier cultures both to the north and south of this area. From about 3800–2700 B.C.E. a group of Neolithic peoples known now as the Hongshan culture lived in the far north-east, in what is today Liaoning province and Inner Mongolia. The Hongshan were a sophisticated society that built impressive ceremonial sites. Jade was obviously highly valued by the Hongshan; artifacts made of jade were sometimes the only items placed in tombs along with the body of the deceased.



Major types of jade of this period include discs with holes and hoof-shaped objects that may have been ornaments worn in the hair. This coiled dragon is an example of another important shape, today known as a "pig-dragon," which may have been derived from the slit ring, or jue. Many jade artifacts that survive from this period were used as pendants and some seem to have been attached to clothing or to the body.

© Trustees of the British Museum









Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,

mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.





--br via tradutor do google
Escultura do jade. O que é jade? Museu Britânico.

Escultura em jade

Apreciar jóia e jóias é principalmente para se concentrar em apreciar a moldagem e a cor. E o artesanato chinês de escultura de jade traz as concepções artísticas da beleza. A escultura de jade chinesa é um artesanato de arte com características étnicas profundas, que é um tesouro deslumbrante no mundo da escultura. Implica a sabedoria da cultura chinesa, a noção religiosa e os pensamentos da estética.

O que é jade?

O termo inglês "jade" é usado para traduzir a palavra chinesa yu, que na verdade se refere a uma série de minerais, incluindo nefrite, jadeite, serpentina e bowenite, enquanto jade refere-se apenas a nefrite e jadeíte.

Quimicamente nefrite é um silicato de magnésio de cálcio e é de cor branca. No entanto, a presença de cobre, cromo e ferro dá cores que vão desde sutis cinza-verdes para amarelos brilhantes e vermelhos. A jadeíta, que era muito raramente usada na China antes do século XVIII, é um silicato de sódio e magnésio e vem em uma variedade mais ampla de cores do que nefrite.

Nephrite é encontrado dentro de rochas metamórficas nas montanhas. Como as rochas tempo, os pedregulhos de nephrite quebram e são lavados até o pé da montanha, de onde eles são recuperados. A partir do período Han (206 aC - 220 C.E.) jade foi obtida a partir da região de oásis de Khotan na Rota da Seda. O oásis situa-se cerca de 5000 milhas das áreas onde o jade foi trabalhado pela primeira vez no Hongshan (na Mongólia Interior) e as culturas Liangzhu (perto de Xangai) cerca de 3000 anos antes. É provável que se soubessem fontes muito mais próximas dos centros nos primeiros períodos e posteriormente esgotadas.

Usado por reis e nobres na vida e morte

"Suave, lisa e brilhante, parecia-lhes como benevolência, fina, compacta e forte - como a inteligência" - atribuído a Confúcio (cerca de 551-479 aC)

O jade sempre foi o material mais apreciado pelos chineses, acima da prata e do ouro. Desde a antiguidade, essa pedra translúcida extremamente resistente foi trabalhada em ornamentos, armas cerimoniais e objetos rituais. Recentes descobertas arqueológicas em muitas partes da China revelaram não só a antiguidade da habilidade de escultura em jade, mas também os extraordinários níveis de desenvolvimento que alcançou em uma data muito precoce.

Jade era usado por reis e nobres e depois da morte colocado com eles no túmulo. Como resultado, o material tornou-se associado com royalty e status elevado. Ele também passou a ser considerado poderoso na morte, protegendo o corpo da decadência. Em tempos posteriores, essas propriedades mágicas talvez fossem menos explicitamente reconhecidas, sendo o jade mais valorizado por seu uso em ornamentos e vasos exóticos e por seus vínculos com a antiguidade. Nos períodos de Ming e de Qing as formas antigas do jade e os testes padrões decorativos foram copiados frequentemente, trazendo desse modo as associações do passado distante aos povos chineses de épocas mais atrasadas.

Jade enrolou o dragão, cultura de Hongshan, China, c. 3500 B.C., 4/6 x 7,6 cm

Jade enrolou o dragão, c. 3500 B.C.E., período neolítico, cultura Hongshan, 4,6 x 7,6 cm, China © 2003 Private Collection © Trustees of British Museum

A sutil variedade de cores e texturas desta pedra exótica pode ser vista, bem como os muitos tipos diferentes de escultura, que vão desde longas, lâminas neolíticas lisas para placas posteriores, ornamentos, dragões, animal e escultura humana.

Jade neolítico: cultura Hongshan

Durante muito tempo acreditou-se que a civilização chinesa começou no vale do rio Amarelo, mas agora sabemos que havia muitas culturas anteriores, tanto para o norte e sul desta área. De cerca de 3800-2700 B.C.E. Um grupo de povos neolíticos conhecidos agora como a cultura Hongshan viveu no extremo nordeste, no que é hoje província de Liaoning e Mongólia Interior. Os Hongshan eram uma sociedade sofisticada que construiu impressionantes sítios cerimoniais. Jade era obviamente altamente valorizado pelo Hongshan; Artefatos feitos de jade eram às vezes os únicos itens colocados em túmulos junto com o corpo do falecido.

Os principais tipos de jade deste período incluem discos com furos e objetos em forma de casco que podem ter sido ornamentos usados ​​no cabelo. Este dragão enrolado é um exemplo de outra forma importante, hoje conhecida como um "dragão de porco", que pode ter sido derivado do anel de fenda, ou jue. Muitos artefatos de jade que sobrevivem a partir deste período foram usados ​​como pingentes e alguns parecem ter sido anexado à roupa ou ao corpo.